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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Ofensiva em larga escala do Exército Nacional Sírio


Por Valentin Vasilescu, diplomado em Ciências Militares, 08/10/2015

 Os rebeldes do EIL na Síria, que milagrosamente escaparam aos ataques da coligação dos EUA, que já dura há mais de um ano, esperam agora o seu pior pesadelo, sendo visados pelos terríveis comandos Spetznaz Russos.

Há dois anos, os Estados Unidos estavam a dois dedos de estabelecer uma "zona de exclusão aérea" na Síria, seguida pela França, embora nunca tinha existido uma resolução da ONU nesse sentido. Este acto seria seguido ataques de mísseis de cruzeiro Tomahawk, depois por ataques aéreos contra o Exército Nacional Sírio, fiel a Bachar al-Assad. Tudo isso com a intenção de levar ao poder rebeldes islâmicos, muitos dos quais posteriormente formaram o Estado Islâmico. Mas houve divergências com a Grã-Bretanha, o principal aliado de Washington e a oportunidade foi perdida. Ironicamente, dois anos mais tarde, são os Russos, que lançam ataques aéreos e bombardeiam os rebeldes islamistas com mísseis de cruzeiro lançados a partir do mar Cáspio, ao serviço do Exército Nacional Sírio.

Os rebeldes do EIL na Síria, que milagrosamente escaparam aos ataques da coligação dos EUA, que já dura há mais de um ano, esperam agora o seu pior pesadelo, sendo visados pelos terríveis comandos Spetznaz Russos.

Até agora, 50% dos ataques aéreos russos têm sido ao redor de uma área limitada a 50-55 km em torno da cidade de Jableh na Província de Latakia, sede da base aérea russa. A maior parte dos objectivos dos bombardeamentos russo encontram-se nas províncias de Latakia, Idleb (norte de Latakia) Hama (leste de Latakia) e Homs (sudeste de Latakia). Os resultados são agora visíveis a olho nu.


O Exército Sírio sabe que deve aproveitar o momento de desorganização dos rebeldes islâmicos, e concentrar as sua tropas mais bem preparadas à sua disposição para iniciar acções ofensivas com os tanques nas províncias de Idlib e Hama, com o objectivo de retomar o controle da auto-estrada M5 que liga Aleppo a Damasco.


Contrariamente aos tanques do Exército Russo, os blindados do Exército Sírio não dispõem de uma blindagem adicional que faz com que os roquetes anti-tanque explôdam antes de atingir o alvo. Isso os torna extremamente vulneráveis ao mísseis anti-tanque que estão bem camuflados no terreno.




É por essa razão que tem sido observado que o Exército Sírio modificou os seus procedimentos em combate, copiando os americanos. No vídeo acima, vemos helicópteros de ataque Mi-24 limpar o terreno de potenciais mísseis anti-tanque BGM-71 TOW americanos que equipam os rebeldes islamistas. Somente depois os blindados e infantaria síria vão surgir. Não é possível especificar se os helicópteros Mi-24 pertencem ao Exército Sírio ou Russo.

Artigo aparecido no 08/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site reseauinternational.net

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Ministro Libanês estima que 2% dos imigrantes sejam terroristas do EIL

Quando da visita do primeiro-ministro David Cameron ao Líbano, o ministro Elias Bousaab disse ao chefe do governo britânico de que o Estado Islâmico teria infiltrando terroristas na Europa.

 "Digamos que 2% deles (imigrantes) são radicais islâmicos", alerta o ministro libanês.

"Isso é muito perigoso, porque eles recrutam jovens nas escolas. Recrutam em todo o lado. O estado-islâmico não vai parar ás fronteiras do Líbano. Antes que vocês o saibam, o EIL estará na Europa", diz o ministro libanês.

FONTE

Só um cego é que não vê que os políticos corruptos da UE fazem de propósito. Eles querem atentados terroristas para instaurar um estado-policial ou algo semelhante. Eles sabem muito bem que terroristas entram na Europa...