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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Invasão migratória: Polemia revela-nos o que nossos médias escondem (1ª parte)

Os médias de propaganda presentam Merkel como um anjo e Orban como um diabo. Mas Orban tem o apoio do seu Parlamento e do seu povo. Merkel é contestada pelos alemães e sua maioria. Mesmo sendo conformista, os médias alemães começam a falar das criticas.

A baixa de popularidade da chanceler e a desarmonia dos responsáveis políticos alemães sobre o dossier dos refugiados faz objecto de muitos comentários nos jornais alemães.

Veja aqui, a titulo de exemplo, alguns títulos dos jornais alemães do 12/10/2015.

Polemia

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No quotidiano Die Welt:

http://www.welt.de/debatte/kommentare/article147446409/Merkel-ist-auf-der-Flucht-vor-der-Verantwortung.html

Merkel foge das suas responsabilidades.
A política de imigração sem limites e de uma larga parte sem controle de Merkel é sinal de impotência. Logo que o ultimo ginásio será cheio, todos os cidadãos alemães tomarão consciência.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147459891/Die-Allianz-der-Fremdenfeinde-formiert-sich.html

A aliança dos xenófobos se constitui
O AfD, Pegida, o NPD, os néo-nazis e os pequenos partidos de direita aliam-se no combate contra os refugiados.
A aliança dos xenófobos se reforça - e atira mais e mais para os seus círculos cidadãos íntegros.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html

Angel Merkel tem um plano. Mas qual ?
A chanceler disse claramente o que não queria: ser dura com os refugiados, para que eles cheguem em menos número. Mas como pensa ela reduzir o ritmo das chegadas ? Até agora as suas proposições não convencem.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html

Madame Merkel, acolheria você refugiados em sua casa ?
Apesar do facto de os muçulmanos serem maioritários dentre os pedintes de asilo, Angela Merkel não vê alguma ameaça do Islão na Alemanha. No que toca ás expulsões, a chanceler admite falta de rapidez e de coerência.
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http://www.welt.de/newsticker/article147451537/Union-mit-schlechtestem-Umfrageergebnis-seit-der-Wahl.html

O pior resultado das sondagens desde a eleição da União.
A União perde os favores dos eleitores e cai no mais baixo nível desde as eleições do Bundestag.
Quase metade das sondagens desaprovam a política de Merkel em relação aos refugiados.

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No quotidiano Frankfurter Allgemeine Zeitung:

http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/merkel-ueber-fluechtlingskrise-umfragen-sind-nicht-mein-massstab-13851699.html

"As sondagens não são a minha referência".
Numa entrevista, a chanceler declarou não se desviar da sua linha de conduta na crise dos refugiados. Ela não pôde dar data para o fim desta vaga migratória. Mostra-se indiferente ás criticas.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/fluechtlingskrise-was-ist-das-fuer-ein-land-frau-merkel-13851283.html

Mas o que é este País, Frau Merkel ?
A UE é submergida pelos refugiados. Mas cada espaço tem os seus limites. Angela Merkel devê-lo ia dizer claramente em vez de suscitar falsas esperanças. O estado de emergência não deve tornar-se num estado permanente.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/kommentar-luegen-in-zeiten-der-migration-13849864.html

Mentira nos tempos da imigração.
A imigração será útil á Alemanha ? Muitos estudos o afirmam. Mas muitos pesquisadores preferem agradar ao invés de dizer a verdade.
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Artigo aparecido no 13/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Falsos Sírios, falsos refugiados : Alemanha é responsável pela anarquia migratória


 Por Gabriel Robin, ensaísta, 27/09/2015

Face á política desastrosa da Alemanha e da França, uma frente de resistência á inundação migratória começa a nascer a Leste.

A Alemanha está perdida, os seus dirigentes praticam uma política malthusiana que os obriga a fazer vir uma mão-de-obra extra-europeia a baixo custo, depois de esvaziar os países vizinhos de suas forças vivas para trabalhar nas grandes indústrias. As birras de Angela Merkel encorajaram os clandestinos a entrar na Europa, e sobretudo um importante número de verdadeiros-falsos Sírios. Um pedinte de asilo sírio beneficia de largas vantagens acordadas por Berlin. De facto ao contrário de outros pedintes de asilo, os "migrantes" sírios que chegam á Alemanha não são reenviados para o país pelo qual entraram na União Europeia, como estipulam as regras europeias. Aliás, os seus dossiers são tratados com prioridade.

Resultado ? Muitos imigrantes ilegais apressaram-se para procurarem falsa documentação síria. Nos 6 primeiros meses do ano de 2015, 256.938 pessoas depositaram um pedido de asilo na Alemanha. Berlin "espera" mesmo registar entre 800.000 e 1 milhão de pedintes de asilo até ao fim de 2015! Uma política irresponsável e suicida á qual François Hollande colabora muito largamente.

Dos 256.938 pedintes de asilo já registados, 55.587 pessoas pretendiam ser sírios. Será que o são realmente ? Não se nos fiarmos na palavra de Tobias Plate, porta-palavra do ministério do interior do governo federal alemão : "não é questão de estatísticas mas de uma estimação que se apoia sobre o que as autoridades locais, em particular a policia e o Frontex (agência de vigilância das fronteiras exteriores da União Europeia)." Incapaz de fornecer uma estatística precisa, o homem no entanto manteve a postura. Tem de se dizer que o ministério do interior alemão está sob uma forte pressão da parte dos dirigentes de certos lander, em particular o da Baviera. Os habitantes da Baviera, submetidos a um afluxo sem precedentes de populações extra-europeias, não vêm com um bom olho esta política do governo federal.

Thomas de Maizière, ministro do interior alemão de ascendência huguenote,  não pode negar a amplitude do fenómeno, declarando : "Nós constatamos falsos passaportes sírios. Existem indicações segundo as quais muitos migrantes que pretendem vir da Síria não sabem dizer uma palavra em árabe." Terrível constato enfim! A Alemanha atirou centenas e centenas de imigrantes indesejáveis sobre o seu território, e assim em todo o território da União, em utilizando um argumento falacioso. Marine Le Pen tinha total razão : os supostos "refugiados" são, na Alemanha como em França, imigrantes económicos. Estes imigrantes perturbarão ainda mais a nossa economia e identidade.

Face á política desastrosa da Alemanha e da França, uma frente de resistência á inundação migratória começa a nascer a Leste. Os Húngaros, dirigidos por Orbán, começam a ser imitados. Eslovacos e Checos juntaram-se á ideia simples e eficaz de uma imigração zero. Brevemente, a Áustria e a Polónia se juntarão a esta frente. O interesse da emergência deste neo-Império Austro-húngaro, que aliás lembra um outro que soube resistir aos Turcos durante séculos, e que nos permitirá a libertação desta cintura alemã sobre a Mitteleuropa. A França deve seguir o movimento o mais rápido possível. Ela não poderá fazê-lo com estes dirigentes actuais, ou seus precedentes, submissos a Berlin. Vocês sabem o que resta a fazer.

 Artigo aparecido no 28/09/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Imagem : Migrantes á chegada á gare de Munich, no 7/09/2015. - (REUTEURS/Michaela Rehle)
Berlin estima que um terço dos migrantes sejam falsos sírios.

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NdT -  Quanto mais a tirania oligárquica se fazer sentir, mais focos de resistência a esta invasão se formarão. A prova é este bloco de Países a leste, e igualmente demonstra que o europeu autóctone não está acabado como muitos pensam com exagerado pessimismo. Nada se fará sem luta, a bem ou a mal.

Como dizia Pierre Sidos : A primeira coisa necessária para lutar contra um sistema decadente, é o de se afirmar com toda a sua existência em contradição total com ele.

domingo, 27 de setembro de 2015

2015, ano radical, portanto um ano decisivo



Por Michel Geoffroy, ensaísta, 25/09/2015

2015 vê a radicalização das tendências que estavam em acção na Europa. Isto significa também que o futuro europeu repousa em soluções radicais.

A radicalização islamista

2015 é antes de tudo um ano de radicalização islamista, com os atentados na França - que começaram desde o Natal de 2014 - e a progressão do EIL na Síria, ao qual se juntaram muitos djihadistas "europeus".

Nos dois casos os governos europeus mostraram a prova de sua impotência a controlar o fenómeno, que aliás eles contribuíram a criar, precisamente em semeando o caos na Líbia e Síria.

A radicalização migratória

2015 marca a aceleração radical da Grande Substituição dos Europeus.

A crise migratória dos "refugiados" confirma as sinistras previsões de Jean Raspail no seu romance profético "O Campo dos Santos", até mesmo a orquestração mediática dos bons sentimentos e da emoção, destinada a bloquear toda a reacção dos autóctones. Doravante o caos dos "refugiados" instalou-se no solo Europeu : em Lampedusa, na Macedónia, na Hungria, nas fronteiras da Alemanha ou em Calais.

E a repartição autoritária desses mesmos "migrantes" entre os diferentes países, regiões e municípios, segundo a iniciativa da Alemanha, demonstra de maneira visível para todos que a substituição nos é imposta de força por toda a oligarquia europeia e para único proveito do patronato.

A radicalização totalitária

2015 confirma também o carácter cada vez mais tirânico da União europeia.

A crise grega demonstrou que um governo democraticamente eleito com um programa de reforma da política financeira da zona euro poderia ser espezinhado pela Alemanha e as instituições financeiras. A democracia europeia nasceu na Grécia : ela vem de ser enterrada pelo euro.

Mas ainda que seja questão das muitas revelações sobre a cumplicidade dos governos europeus na espionagem massiva das comunicações efectuadas pelos Estados-Unidos e seus aliados anglo-saxões (ou seja na espionagem da população europeia) ; que seja na adopção por todos os governos europeus de legislações destinadas a reforçar a espionagem com o motivo de "lutar contra o terrorismo" (quer dizer o de se atacar á liberdade de expressão na internet) ; que seja no assédio judiciário permanente das quais são victimas os dissidentes e partidos populistas ; que seja na recusa de oferecer asilo aos lançadores de alerta que revelaram ao mundo a amplitude da duplicidade dos Estados-Unidos para connosco, é cada vez mais evidente que a União europeia começa a ficar uma prisão para os europeus.

A radicalização belicista

2015 vê enfim a radicalização ocidental para com a Rússia, conforme á estratégia americana que os governos europeus seguem cada vez mais como simples lacaios.

No seguimento das sanções económicas - das quais são victímas nossos agricultores - recusa de venda pela França dos materiais comandados pela Rússia, manobras militares nos países limítrofes, assistência militar americana á Ucrânia para apoiar a repressão contra a população russófona, recusa de participação dos governos europeus nas cerimónias da victória russa de 1945 : a lista das provocações europeias contra Moscovo não pára de se alongar. Mas com que objectivo, senão o de nos precipitar no caos ?

Essas provocações são tão perigosas que os governos europeus, impotentes em proteger as fronteiras da Europa, impotentes em garantir a segurança da população e sem exército credível, não estão mais, em estado de ameaçar alguém. Nem mesmo os djihadistas.

A radicalização europeia

A oligarquia e seus cães de guarda mediáticos não cessam de diabolizar os Europeus que seriam hoje tentados por "soluções extremas" e partidos populistas.

Mas isso advém precisamente que um número crescente de Europeus que se encontra face a situações extremas que têm um nome : o desemprego, a precariedade, pequenos trabalhos, pobreza, preferência pelo estrangeiro no acesso ás prestações sociais e ao alojamento, fiscalidade, insegurança, declínio dos serviços públicos, sentimento de ser um estrangeiro no seu próprio pais... A lista destas situações extremas não pára de aumentar na Europa.

Os partidos populistas ou identitários começam a ser efectivamente cada vez mais populares na Europa. Porque cada vez mais os Europeus compreendem que este sobressalto europeu necessita de soluções... radicais.

Artigo aparecido no 26/09/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Imagem : Sócrates, uma eminente figura da filosofia e um cidadão modelo. A sua condenação á morte em 399 testemunha da crise de confiança que atravessa a democracia ateniense.
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 NdT - Este é um quadro muito negro da actual situação na Europa que dá muito que coçar ás nossas cabeças, muito que pensar. Desde que entramos na União Europeia, perdemos a nossa Soberania. É urgente sair desta prisão, é urgente que todos os cidadãos europeus acordem do sono o mais rápido possível e deitemos abaixo esta podridão e lixo de União Europeia. Acordar as consciências, não para admitir estes feitos como irreversíveis nem se deixar ir, mas para combatê-lo e recusá-lo com firmeza.

Como dizia Sócrates : a queda em si não é um erro, o erro consiste em ficar lá onde caímos.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Relatório sobre o negócio da imigração e seus tráficos paralelos.

Este é um relatório muito interessante. Demonstra toda a imensidão dos negócios ilegais que vão de par com o tráfico de clandestinos. Mas a meu ver peca por não demonstrar como é que os clandestinos conseguem arranjar as somas colossais para poder pagar aos traficantes a viagem. As explicações de racket ás famílias, etc, deixam muito a desejar como explicação. Segundo o relatório, a "rota do mediterrâneo", a partir da Líbia: custa aos clandestinos só para poderem chegar á Líbia entre  800 à 1000 dollars por pessoa, e entre 1500 a 1900 dollars só para poderem embarcar num barco a partir da Líbia em direção á Europa.

Em euros, isto dá em números redondos, de 700 a quase 800 € só para chegar á Líbia e depois de 1300 a 1600 € para a travessia!

Isto são somas enormes e nem se tem em conta a alimentação que custará mais uns tantos euros! Tomemos também atenção de que a grande maioria são jovens que não tiveram seguramente tempo de juntar durante suas curtas vidas de trabalho tais condições financeiras, pois mesmo aqui na Europa nós mesmos, é com muito mal e sacrifício que conseguimos ter em posse essas somas e a maioria apenas sonha já ter uns 1000 euros... Veja-se aqui os milhões de europeus que estão no limiar da pobreza. E não se explica também como é que as crianças que chegam sem pai nem mãe conseguiram pagar as viagens aos traficantes.

As nuvens milagrosas que chovem cartas bancárias.

 É impressionante mas a crer, parece que as cartas bancárias, ou chovem do céu, ou crescem como erva em qualquer lado por onde hajam clandestinos.

Uma explicação é nos dada por Oskar Freysinger, deputado na Suíça que afirma com conhecimento de causa, que a maioria dos clandestinos que desembarcam na Hungria, vêm todos artilhados com cartas bancárias! Razão pela qual, explica ele, que todas as caixas automáticas de levantamento de dinheiro ficam vazias após os clandestinos passarem por lá. Mas onde vão buscar essas cartas bancárias ?


Transcrição a partir de 2:30 a 2:58:

"Nós sabemos, e eu sei directamente através de fontes que estiveram no próprio local, quando eles chegam por exemplo da Macedónia á Sérvia, eles têm todos um telemóvel, estão muito bem vestidos, muito bem cuidados, em norma...eles têm cartas de crédito! E na última fronteira quando chegam á Hungria, por momentos as caixas automáticas ficam completamente vazias. Portanto, quem dá essas cartas bancárias a esses jovens ? Publicitam-nos essas pessoas como sendo pobres, que fogem e fogem da miséria e tudo o mais..."

Veja-se aqui algo mais que apoia os dizeres de Freysinger.