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sábado, 31 de outubro de 2015

A Europa foi traída por uma conspiração


O Primeiro-Ministro húngaro Viktor Orban, defensor de uma linha dura face à crise dos migrantes, disse sexta-feira que a Europa tinha sido "traída" a este respeito por uma conspiração liderada por poderosos financeiros, a esquerda e responsáveis não eleitos.


"A Europa foi traída, se nós não defendemos (os seus interesses), o continente não pertencerá mais aos cidadãos que vivem aqui", disse Orban numa conferência em Budapeste.

Ele pôs em causa o financeiro americano de origem húngara George Soros, afirmando que os planos de "financeiros bem organizados, aqueles que pensam para lá dos Estados-Nação, e dirigentes que não foram eleitos" poderia tornar-se realidade.

Ele também acusou a esquerda europeia que trabalha para o enfraquecimento dos Estado-Nação a favor de uma dimensão internacional e do cosmopolitismo.

"É difícil imaginar" que importantes países europeus dotados de "imensos serviços de inteligência que funcionam bem" não estivessem preparados para o fluxo diário de milhares de refugiados na Europa, disse ele.

"As pessoas suspeitam que não foi uma coincidência", acrescentou.

Sexta-feira, Orban também disse igualmente numa entrevista à rádio pública que o Sr. Soros deu um apoio significativo aos militantes "que querem apoiar qualquer coisa que enfraqueça os Estados-Nação."

A Hungria anunciou a sua intenção de contestar as quotas decididas pela União Europeia para distribuir os refugiados pelos Estados membros, e de recusar aos requerentes de asilo ou migrantes que seriam reenviados para o seu território provenientes da Europa Ocidental.

"Quem na Europa votou para permitir a pessoas de chegar ilegalmente aos milhões e em seguida serem distribuídos" pelos países da UE, questiona-se o Primeiro-Ministro nesta entrevista.

"O que está a acontecer hoje não está a ter lugar numa base democrática", disse ele, argumentando que a UE tinha abandonado a legalidade em benefício da "anarquia".

"A imigração é um problema cultural, a nossa identidade está em jogo", disse ele.
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O Orban está muito bem consciente que o plano Kalergi não é nenhuma fantochada, ele sabe que os talmudistas estão por detrás desta conspiração. Só não vê quem é cego.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Partido católico anti-imigração obtém a maioria na Polónia

Sempre disse que a Europa vai acordar, eis a prova que pouco a pouco, por efeito de contaminação benéfica, a hora vai chegando.

O Partido "Direita e Justiça" acaba de mandar toda a esquerda ás favas com uma maioria de cerca de 40% dos votos. O domínio completo do Parlamento e a tomada de todos os comandos do poder. A excepção é feita á submissão aos USA no que toca á defesa. Mesmo se parece um paradoxo, pode-se compreender esta atitude devido a tantos anos de comunismo. O que suscita evidentemente no povo polaco, o ódio pela Rússia.

Este partido, tem como prioridade a "imigração zero", com excepção para os cristãos que após análise de requerimento de asilo, serão bem-vindos.

Quem disse que a Europa anda a dormir ? Quem disse que a Europa está destinada á extinção ? Não é bem assim. Já na Suécia, as estatísticas estão a favor dos nacionalistas e patriotas, vamos esperar pelas eleições na Suécia, vai haver surpresas. Já na França, o Front National é dado como vencedor nas próximas eleições presidenciais, vamos também esperar o que se vai passar.

Temos de analisar a frio, sem sentimentos. Por exemplo, a questão do Front National de Marine Le Pen, com maçons e lgbt's nos quadros é um handicap, certo que sim, mas que alternativa têm para além deste partido para tentar mudar o rumo ? Ou tenta-se, ou então a revolução a ferro e fogo. Não existe outras alternativas. É como o caso da Polónia, que apesar de tudo, continua a sua submissão aos americanos, mas uma coisa é certa, a imigração clandestina nos planos das oligarquias talmúdicas, levou agora com o barrote nos cornos. Acabaram de ser encavados a fundo, pelo menos no que toca á Polónia. Estejamos convencidos que outros seguirão o mesmo caminho após a victória da Polónia.

Estes eventos vistos no seu conjunto, significam que o vento de mudança está próximo. Pode demorar alguns anos, mas já começa a soprar noutra direcção.

Devemos estar certos, que mesmo para estes tipos de caso, certamente os talmudistas têm alguma preparada para contrariar os ventos de mudança, desde infiltrações nos partidos, o que já é costume, atentados, assassinatos para amedrontar a população, revoluções coloridas, etc. Mas talvez os seus cálculos saiam furados.

Nós não andamos a dormir. Os nossos antepassados vêm das montanhas e das florestas. Temos o sangue dos bárbaros que corre nas nossas veias. Não serão certamente uma banda de talmudistas ranhosos que conseguirão nos esmagar.


domingo, 25 de outubro de 2015

Violações, pedofilia, a outra realidade da imigração

O Alto Comissariado para os Refugiados (ACNUR) denunciou um aumento das violências sexuais contra mulheres e crianças que emigram para a Europa. Os testemunhos "têm se multiplicado nos últimos tempos e estamos a investigar a extensão das violências", disse a Sr. Fleming, porta-voz do ACNUR.

Os relatórios acumulam-se no que toca a violações nos centros de refugiados na Alemanha. O ACNUR também aponta para as muitas agressões sexuais em Lesbos, uma ilha grega desbordada pelo afluxo massivo de imigrantes ilegais.

Esta imigração parece ser proveitosa para pedófilos. "As crianças que viajam sozinhas encontram-se sem dinheiro e pagaram aos contrabandistas através de favores sexuais", disse a porta-voz do ACNUR.

Ele também cita o caso de mulheres que aceitaram relações sexuais com os contrabandistas sem no entanto obter a possibilidade de embarcar num barco rumo á Europa.

medias-presse.info
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Catastrófico, vergonhoso. Para os nossos políticos corruptos, sobretudo essa Angela Merkel, a única maneira de acabar com as violações de crianças e mulheres, é fazer vir ainda mais imigrantes ilegais! Para eles, a culpa de todos estes abusos sexuais, deve-se á falta de mais e mais imigrantes. Para resolver o problema, nada mais simples: venha daí todos os clandestinos. E se porventura continuarem as violações, deve-se então ir buscar ainda mais imigrantes clandestinos, de avião e barco se necessário para tentar resolver o problema dos abusos sexuais.

E se pelo acaso dos acasos as violações mesmo assim continuarem, deve-se então perguntar aos talmudistas quem são os culpados, eles prontamente responderão: o branco. O branco é que é o culpado destes abusos pedófilos e violações, porque ele não tomou as medidas necessárias para que isso não acontecesse...ele deve arcar com todo o fardo de crimes cometido por estes imigrantes... e já agora, de toda a humanidade.


Graças a Deus que temos estes médias de informação independentes do jugo talmúdico. Podemo-nos dar conta da situação explosiva na Suécia, Alemanha e outros países europeus. A maioria destes imigrantes vieram aqui para violar, roubar. Mal acabam de chegar e mesmos as mulheres e crianças deles mesmos, estes sem vergonha, violam. É necessário expulsá-los daqui para fora conjuntamente com toda a escumalha política da Europa.

Os suecos não existem!



"Os suecos não existem". Quem disse isto, é extremamente difícil de adivinhar. É um enigma.

Talvez haja alguma pista por aqui:

No 12 de Outubro, 800 suecos políticos, empresários, sindicalistas e outras pessoas influentes assistiram a uma conferência intitulada «A Suécia em conjunto».

A conferencia, organizada e lançada pelo primeiro ministro sueco, Stefan Löfven, estava cheia de ideologia anti-branco, como as declarações na imagem acima.

O slide na imagem acima diz:

"1. A imigração não é nada de novo."

"2. Somos todos uma consequência da imigração."

"3. Não existe uma cultura sueca indígena."


Isso enervou muitas gente nas redes sociais.

Ingrid Lomfors é a mulher que está no pódio, na foto, ela tem um passado muito claro, o que torna evidente que ela é fundamentalmente anti-branco.

Durante a conferência, o primeiro ministro Löfven exortou o público a acolher mais pseudo-refugiados. Ele também ofereceu "entrada especial" para o clube 100, um clube de negócios para as empresas que dão emprego a 100 refugiados.

"As empresas que deem ao menos a 100 recém-chegados a oportunidade de mostrar o que eles podem fazer no mercado de trabalho terão uma entrada especial no centro de emprego, e conjuntamente se adaptem ás iniciativas que criam as oportunidades para as empresas que recebam recém-chegados

Note como ele os chama de "recém-chegados" - que é agora a maneira politicamente correcta de dizer imigrantes-ilegais e pseudo-refugiados.

Voltando à retórica anti-branco da imagem, notas-se que eles negam que os suecos (e pessoas brancas) existam, porque assim não poderão ser acusados de genocídio contra as famílias suecas.
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Tinha que ser não é ? Tinha de haver uma talmudista no meio... quando se trata de atacar a raça branca, acreditem, observem bem, porque há sempre um talmudilheiro por lá, mesmo se não o descubram, está lá, está escondido como um rato, mas acreditem que ele está lá.

Links complementares:

 Suécia vai-se endividar para sustentar imigrantes

 Imigrantes são a causa de tantas violações na Suécia

Não nos enganemos, a raiz do mal não são os imigrantes, mas esses talmudilheiros que os fazem vir para cá. O que o talmudista quer é que olhemos só para os imigrantes, enquanto isso eles esfregam as mãos de contentes e põem-se ao abrigo.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Invasão migratória: Polemia identifica as grandes têndencias denunciadas pela imprensa alemã (3ª parte)



 Na Alemanha, há uma crescente preocupação com as consequências económicas e sociais da crise de refugiados.

Polémia continua a sua revista de imprensa sobre a invasão migratória como ela é percebida pela grande imprensa germânica.

A polícia judiciária alemã disse quinta-feira que existe um forte aumento de delitos contra as casas dos refugiados e alertou contra um risco crescente de ataques extremistas de direita contra os responsáveis políticos.

FRANKFURTER ALLGEMEINE ZEITUNG:

Soldados neerlandeses com "turbantes" penetram em Hesse (19/10)

Passantes terrificados, reacções indignas: um exercício da armada neerlandesa, preparatória a uma intervenção exterior, pôs Hesse em agitação. Os soldados usavam uma espécie de turbante. (*)

Sondagem do Instituto Allensbach: a maioria dos alemães está preocupada com as consequências da crise dos refugiados (20/10)

Na Alemanha, há uma crescente preocupação com as consequências económicas e sociais da crise de refugiados. Numa sondagem realizada por conta do Frankfurter Alllgemeine Zeitung, a maioria clama a favor de um limite para o acolhimento de refugiados.

N24:

"A Alemanha está em situação alarmante" (20/10)

O ministro do Interior da Sarre, Klaus Bouillon, exprime-se claramente sobre a crise de refugiados. Para o político da CDU, a Alemanha está "numa situação alarmante". Localmente, Bouillon identifica enormes problemas.

Seehofer vê o futuro da União em perigo (20/10)

Desde a crise de refugiados, as relações entre Merkel e Seehofer estão gravemente tensas. Seehofer acrescenta, acusando a chanceler de conduzir a União para a ruína.

HANDELSBLATT:

"Extrema-direita, claramente" (20/10)

O debate sobre os refugiados traz vantagens ao AfD, e acima de tudo ao seu chefe na Turíngia, Höcke. Os políticos dizem que ele faz reavivar a era nazista; um especialista evoca o nacionalismo "völkisch". Höcke diz que são calúnias.

(*) Comentário do nosso (do site Polemia.com) contribuinte na Alemanha:
"Os soldados holandeses (a que se refere o jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung) são muito provavelmente homens do Corpo germano-holandês. O efeito dessas manobras dos exércitos germano-holandeses, na realidade, bastante vulgar, deve-se á crise actual. Eu vi, infelizmente sem memorizar o link, um artigo que explica que as zonas de trânsito já estariam aprovadas no papel, mas ainda não implementadas: seriam os termos de um acordo entre a CDU e o SPD. Além disso, o governo federal planeia usar aviões de transporte militar para deportações (notícia publicada esta manhã no FAZ).

O incidente de Colónia (agressão contra a candidata á Câmara [BR-prefeitura]) e seu tratamento na imprensa [BR-mídia] são interessantes. O autor dos golpes com a faca disse ter agido contra a política dos refugiados e por causa do seu ódio aos estrangeiros: acreditou-se nele e foi submetido a um exame psiquiátrico após o qual foi considerado são de espírito e responsável. Imediatamente alguns políticos (Thomas de Maizière, ministro federal do Interior, entre outros) têm feito a ligação com o PEGIDA e toda a galáxia "xenófoba" ... "

Artigo aparecido no 22/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Imagem: "Aqui, um soldado holandês com um capacete clássico em posição de tiro durante um  exercicío" (Frankfurter Allgemeine Zeitung, 19/10).

1ª parte e 2ª parte
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NdT: Por "zonas de trânsito", não sei lá muito bem a que diz respeito. Talvez para deportar clandestinos ou então encaminhá-los para outras localidades. "Deportar" = trazer ainda mais clandestinos

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A maioria dos alemães não quer mais nenhum refugiado


 Eles já só são um em cada cinco a acreditar que a Alemanha ainda pode acolher mais requerentes de asilo. Os partidos da União estão a perder o favor dos eleitores.

Tendência clara na crise de refugiados: dois terços dos Alemães já não acreditam na promessa de Merkel do "Nós vamos conseguir".

Eles já só são um em cada cinco a creditar que a Alemanha ainda pode acolher mais requerentes de asilo. Os partidos da União estão a perder o favor dos eleitores.

Face á alta do número de refugiados na Alemanha, a vontade da população de os acolher desaparece. Segundo uma pesquisa representativa do Instituto de Sondagem YouGov, 56% dos cidadãos alemães consideram que o número de requerentes de asilo é muito elevado. No meio de Setembro, 46% das sondagens davam este ponto de vista. Inversamente, eles não são mais que 19% a pensar que a Alemanha pode ainda acolher requerentes de asilo. Antes eles eram 28%.

Segundo esta pesquisa, só um terço dos cidadãos (32%) partilham hoje a opinião da chanceler federal Angela Merkel (CDU), que afirmou a vários momentos, em considerando o acolhimento e apoio material: "Nós vamos conseguir". No começo de Setembro, eles eram ainda 43%, e 64% dos sondados pensam agora que esta afirmação é infundada.

«A perda de confiança enfraquece a União»

Segundo uma outra sondagem, os partidos da União perdem igualmente os favores dos eleitores. Segundo o "Meinungstrend" do Instituto INSA, do qual o Bild-Zeitung dá conta que na quarta-feira, a CDU e a CSU atingem o ponto mais baixo desde a eleição para o Bundestag de 2013. Se se votasse domingo, CDU e CSU teriam tido conjuntamente 41,5% dos votos. O patrão do INSA, Hermann Bunkert, declarou ao jornal: "Com a sua política de refugiados, a chanceler perde a confiança. Esta perda de confiança enfraquece a União".

O SPD, actualmente com 24,5%, os Verdes com 10% e a Alternativa para a Alemanha (AfD) a 6,5% ganham um ponto cada um. Die Linke perde um ponto e está a 9%. O FDP estagna a 5%. Para a sondagem "Meinungstrend" do Instituto INSA, 2190 eleitores foram interrogados entre o 9 e 12 de Outubro de 2015.

Fonte: Frankfurter Allgemeine Zeitung (14/10/2015)

Titulo original: Mehrheit will keine weiteren Flüchtlinge

Tradução: F.S

Ver: Invasão migratória 1ª parte
        Invasão migratória 2ª parte

Imagem: Este selfie é sempre pedido á chanceler Angela Merkel (CDU). É a foto-símbolo da sua política de refugiados. A imagem foi tirada durante a visita de uma primeira instalação de acolhimento para requerentes de asilo no 10 Setembro 2015

Artigo aparecido no 15/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com