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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

A Rússia, a Europa e o Oriente

A Rússia não é apenas uma grande potência militar, uma velha nação, inclinando-se, desde a chegada de Vladimir Putin á sua cabeça, a equilibrar as relações de forças geopolíticas e económicas. Ela é também uma ponte natural, em diferentes graus, entre a Europa e a Ásia, o Ocidente e o Oriente. Esta ponte, alguns tentam destruí-la há mais de um século, sobretudo por meio destas armas que são as ideologias da modernidade: o bolchevismo, uma doença mortal que atacou o coração da Rússia, á sua alma, o Cristianismo; e o ultra-liberalismo dos anos 1990, para acabar com a Rússia. A isto adicionaram-se os independentismos de regiões da Federação Russa, estimuladas ou incentivadas pelos Estados Unidos para derrubar definitivamente o urso russo. Se a Rússia recuperou, devemos entender as causas e perceber o papel assim como o destino da Rússia.

Antropologia, religião e geopolítica

O retorno "milagroso" do cristianismo na Rússia não é o resultado de um acidente da História, mas a manifestação de leis antropológicas fundamentais que devem atirar a atenção dos europeus. Toda a sociedade está organizada em torno de uma crença colectiva maioritária;  as mais resistentes são, claro, as grandes religiões que, especialmente a partir da era industrial foram substituídas gradualmente por crenças profanas, materialistas e efémeras, como as utopias comunistas e liberais (nascidas do messianismo judaico) prometendo um paraíso terrestre, ou ainda os ídolos de dinheiro, sexo e violência, que ocupam um lugar importante nas sociedades neoliberais. As ideologias anti-religiosas, como o comunismo e o laicismo, que só existem, por definição, em oposição ás religiões transcendentais , contrafortes contra a crença em um Deus transcendente.

Mas a história e a antropologia ensina-nos que o ateísmo (crença negativa), quando se torna maioritária, leva a um colapso inexorável da sociedade - não ter que depender mais da religião ou moralidade estável - traduz-se pela atomização da sociedade e do surgimento de indivíduos [1] sem qualquer horizontalidade (comunidade, família, ekklesia), pois privados de verticalidade; ambos são complementares do nosso ponto de vista.

A sequência histórica que a Rússia atravessou mostrou-nos como o súbito colapso do comunismo - a ideologia dominante não pode continuar através da manutenção da estrutura que lhe serve de fundamento - deu lugar ao retorno da religião tradicional na Rússia (a natureza tem, de acordo com Lavoisier, um horror sagrado do vazio), ou seja, o cristianismo. Isso permite-nos desde já antecipar a manifestação do mesmo fenómeno no Ocidente e na Europa em particular. Na verdade, o sistema liberal e a sua ideologia estão visivelmente em curso de colapso (ou mais precisamente em curso de mutação, mas não vamos desenvolver esse tema aqui) - desde a crise financeira de 2007-2008 - tudo como o comunismo de ontem; neste contexto, nós podemos antecipar um retorno iminente á religião na Europa. No entanto deve-se temer que esse retorno incontrolado (por aqueles que têm a responsabilidade: a hierarquia eclesiástica) á crença em Deus ou algo semelhante, não leve a derivas perigosas, tais como a proliferação de gurus e impostores de todos os tipos. A Rússia conseguiu o seu retorno à ortodoxia graças a uma Igreja sólida, que faz corpo com o povo e o Estado.

O que precede leva-nos a concluir que a Rússia - para além da sua complementaridade económica com a Europa Ocidental - poderia ser um elemento de estabilização numa Europa levada a conhecer graves agitações sociais, políticas e de identidade... Adicionado a isso, o papel eminentemente importante que a Rússia desempenha no Médio-Oriente. Ela é uma autêntica ponte entre a Europa e o Oriente, o Cristianismo e o Islamismo - como bem o analisou Imran Nazar Hosein - como uma grande nação multi-étnica e multi-religiosa; ela é, pelo seu só exemplo, um remédio potencial á estratégia do choque de civilizações, uma estratégia que ela mesma é um dos primeiros alvos.

A estratégia anti-Russa

Esta Rússia cristã, esta Rússia de poder continental, telúrocrática, estende uma influência natural sobre uma vasta área geográfica habitada por diversas populações mas tendo paradoxalmente, a maioria delas, uma estructura familiar de tipo russo, comunitária igualitária [2]; é essa relativa homogeneidade antropológica que, a longo prazo, tem permitido a Rússia poder tornar-se este "império natural", em contraste com o seu inimigo, a potência americana talassocrática, herdeira do Império britânico e portadora de uma ideologia diferencialista, impregnada de darwinismo social sob coberto de um democracismo fundador.

A Rússia faz face a uma dupla estratégia: uma estratégia imperial americana cujo principal cérebro é Zbigniew Brzezinski, e por outro, que deve bem ser nomeada especificamente de "sionista". Se a estratégia de contenção e de desmantelamento da Federação Russa preparada por Brzezinski no seu livro The Grand Chessboard (1997/2002), tornou-se óbvio aos olhos de todos os observadores, a estratégia sionista, ela, é muito mais obscura.

A estratégia geopolítica de Brzezinski é um meio-sucesso: em termos de dominação do coração da Europa pela submissão total da França e da Alemanha, é coisa feita, mas quanto ao desmembramento da Rússia em províncias, que possam permitir aos americanos controlar toda a Euroásia e controlar os recursos naturais, principalmente as energias fósseis, isso está na ordem da fantasia.

Os sonhos de dominação de Brzezinski quebraram-se no muro russo, sob o soberano Putin. Mas a crise na Ucrânia - país que Brzezinski dera especial atenção e queria ver absolutamente separada da Rússia; assim ele escreve: "A independência da Ucrânia modifica a própria natureza do estado russo. Por essa única razão, este novo quadro importante do tabuleiro euro-asiático é um centro geopolítico. Sem a Ucrânia, a Rússia deixa de ser um império na Euroásia." [3] - mostra que os americanos não abandonaram de nenhuma maneira o seu projecto. Até agora, a Rússia de Putin manteve o insucesso dos americanos tanto na Síria (em Setembro de 2013 a Casa Branca renunciou in extremis as suas operações de bombardeio) e pelo retorno espectacular da Crimeia á casa russa (Março 2014) em plena crise ucraniana.

A estratégia sionista para a Rússia combina-se com a estratégia americana, mas em nenhuma circunstância ela opõe abertamente ou directamente Israel á Rússia, pelo contrário. Israel mantém boas relações diplomáticas com a Rússia, tudo em opondo-se aos seus aliados no Levante (a Síria). Israel, via o lobby pró-israelita [4], utiliza, em particular desde o 11 de Setembro de 2001, os Estados Unidos e a NATO como um instrumento de destruição dos aliados históricos da Rússia no Médio-Oriente, opondo ainda mais russos e americanos. Em paralelo, os dirigentes sionistas tentam, através de intermediários, negociar com a Rússia afim de abandonar os seus aliados sírios e iranianos. Em Julho de 2013, o príncipe Bandar, como representante da Arábia Saudita (aliado de Israel), reuniu-se com Vladimir Putin, durante a crise síria. Bandar durante a reunião teria proposto um acordo económico, petróleo e gás para Vladimir Putin, em troca, ele deveria deixar cair o Irão, abandonar o presidente sírio e livrar a Síria aos terroristas. [5]

Esta estratégia sionista indirecta ou de "contorno" transparece quando Henry Kissinger declara no 11 Maio de 2014 que não se deve isolar a Rússia, mas que "é do interesse de todos que ela seja mantida no sistema internacional". Em 2008, ele foi mais específico quanto ás suas intenções quando ele estendeu a mão á Rússia em detrimento do Irão que ele designa como "um perigo para o mundo vizinho". E por "mundo vizinho" tem de se claramente entender Israel [6]. Kissinger reuniu-se com Putin em 2009 e em Janeiro de 2012, dois meses antes da sua reeleição á presidência da Rússia [7].

A mão que os sionistas estendem á Rússia, é uma mão "traidora", porque, a partir do momento em que a Rússia recusou todo o compromisso e colocou-se como um escudo em frente da Síria, o fogo acendeu-se na Ucrânia. A mensagem entregue à Rússia era clara: ou ela abandona os seus aliados orientais para os livrar geograficamente, politicamente, etnicamente e confessionalmente ao destino da grande estratégia do império Norte-Americano (em benefício imediato de Israel); ou ela ver-se-ia atacada nas suas fronteiras. Mas essa escolha que lhe foi proposta é uma armadilha, porque se a Rússia abandonasse a Síria, ela perderia o seu único porto e ponto de apoio estratégico no Mediterrâneo (Tartous), o que não impediria que os Americanos mantivessem a sua política de "contenção" da Rússia, pelo contrário. Na verdade, esta concessão sairia muito cara para a Rússia face a um inimigo que pouco ou nada mantém a sua palavra.

Resumindo, a Rússia tem todas as razões para não fazer concessões e avançar um peão a cada vez que se sinta atacada ou ameaçada. Ainda assim, o actual jogo de xadrez, chegará provavelmente a seu "termo", Israel começa a revelar as suas intenções em relação à Rússia; enquanto Putin autoriza a entrega de mísseis defensivos S-300 ao Irão (Abril de 2015), Israel prepara-se a enviar armas para a Ucrânia afim de alimentar o fogo [8] que dorme desde os acordos de cessar-fogo de Minsk II (12 de Fevereiro de 2015).

Só compreendendo esta junção estratégica americana e sionista em relação á Rússia é que podemos esperar interpretar da melhor maneira as posições de alguns geopolíticos que, desde Kissinger, defendem uma mão estendida á Rússia enquanto continuam a ser hostis aos seus aliados... tudo em alimentando o fogo por baixo dessa mesma mão na guerra do Donbass.

A Rússia até agora não caiu nesta armadilha e não enfraqueceu face á evidente e dissimulada agressão americana, manteve-se na sua linha. Assim pode-se ter certeza de que ela jogará um papel cada vez mais determinante no Médio-Oriente e na Europa, em detrimento das políticas expansionistas e desestabilizadoras das elites sionistas e dos seus homólogos atlantistas. O destino da Rússia está assim bem traçado, quanto á Europa Ocidental, o assunto parece fechado, no entanto, poderia muito bem ser aberto em caso de uma grave crise, numa agitação política e social. A Rússia deve e deverá estar bem atenta.

Notas:

[1] Ver os trabalhos do antropólogo e historiador Emmanuel Todd no seu livro Après la démocratie, Gallimard, 2008.

[2] Emmanuel Todd, Après l’empire, Folio Actuel, 2002.

[3] Zbigniew Brzezinski, Le grand échiquier, Bayard Editions, 1997, p. 74.

[4] John J. Mearsheimer et Stephen M. Walt, Le lobby pro-israélien et la politique étrangère américaine, La Découverte, 2007.

[5] Al Manar, Ce qui n’a pas été révélé de la rencontre orageuse Bandar-Poutine, 21 août 2013.

[6] Sputnik, Henry Kissinger considère que les Etats-Unis doivent rechercher l’entente avec la Russie, 7 mai 2008.

[7] Fonte : http://fr.rian.ru/world/20120120/19…

[8] Sputnik, Poutine met Israël en garde contre les livraisons d’armes à Kiev, 18 avril 2015.

Fonte: arretsurinfo.ch Autor: Youssef Hindi (4 Setembro 2015)

Sobre o autor:

 Youssef Hindi é marroquino, muçulmano sunita, escritor, pesquisador e historiador, e um dos poucos muçulmanos que compreende aonde o sionismo quer chegar através dos distúrbios do Médio-Oriente e da invasão da Europa pela imigração. E talvez um dos raros, senão o único, que detalhou através de fontes judaicas, as origens do sionismo á cabala do séc.13 e consequentemente a ideia de "choque de civilizações" : o "abre-caminho" para a concretização do projecto messiânico sionista.

Este tipo de muçulmanos, de olho bem aberto, são muito raros, e é precisamente com estes que é mais que desejável, mesmo imperativo, uma união que possa fazer frente á judiaria. Não podemos prescindir daqueles que pensam como nós e defendem exactamente os mesmos ideais apesar de terem crenças religiosas diferentes.

sábado, 28 de novembro de 2015

O plano diabólico do "Grande Israel", escorrega na Síria

"Quanto mais o Médio-Oriente é levado pela destruição e horrores sectários, mais fácil fica falar de um dos grandes tabus da história contemporânea: o famoso "Plano Yinon" para construir o "Grande Israel" com golpes de guerras, de genocídios e conspirações.

Cada vez mais cidadãos de origem judaica denunciam as injustiças cometidas pelo Estado de Israel. E, se a um momento Norman Finkelstein era uma ovelha negra, agora é considerado como um excelente companheiro ...

Nós podemos esperar que este processo de consciência continue, para compreender e pôr um termo a esta grande aldrabice do governo de Israel ..."
(Martina Smercan)

Quando alguém se recusa a denunciar o mal, corremos o risco de sermos desmascarados por alguém que pretenda agir. Esse esquema ocorreu na América, com a entrada da Rússia na luta contra o ISIS na Síria. Os objectivos estratégicos na Síria não são revelados pelos médias. Pois nunca foi questão de salvar o povo sírio dos horrores da ditadura de Assad, mas facilitar a hegemonia regional de Israel.

Como fazemos para o saber ? É simples. Durante as últimas décadas, importantes protagonistas das elites responsáveis pela política israélo-americana exprimiram esse desejo de maneira espantosa através de documentos e declarações públicas.

A chave, é compreender o que a nossa formação cultural não nos preparou para entender. Em 1982, o partido Likoud (isto é, a incarnação institucional do sionismo, inicialmente articulado por Jabotinsky) fala no "the Iron Wall" de utilizar contra os árabes uma força implacável e conduzir à sua fragmentação cultural. Um funcionário chamado Oded Yinon, que tinha trabalhado com o Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, publica um artigo no qual ele traça a abordagem estratégica que o país deveria ter nos próximos anos.

Veja-se alguns trechos extraídos da versão inglesa do dito "Plano Yinon", traduzido pelo Prof. Israel Shahak (1933-2001):
A dissolução do Líbano em cinco províncias serve como precedente para todo o mundo árabe, incluindo o Egipto, a Síria, o Iraque e a península arábica. O processo já começou. (...)

A dissolução da Síria e do Iraque em áreas separadas por etnia ou religião, como no caso do Líbano, é o primeiro objetivo de Israel na frente oriental. A dissolução do poder militar desses Estados é o objetivo a curto prazo. A Síria vai cair aos pedaços, de acordo com a sua estrutura étnica e religiosa, dividida em diferentes Estados, como acontece hoje no Líbano.

O Iraque, rico em petróleo e dividido internamente, é o principal candidato para se tornar o berço dos interesses de Israel. A sua dissolução é ainda mais importante para nós do que a Síria.

Durante um breve período, o poder iraquiano constitui a maior ameaça para Israel. Uma guerra entre o Iraque e o Irão vai reduzir em pedaços o Iraque e provocará uma longa frente de luta contra nós. Cada tipo de conflito entre árabes é nos vantajoso.

No Iraque, é possível realizar uma divisão em províncias sobre uma linha étnico-religiosa, como na Síria, durante o período Otomano. Assim, pelo menos três Estados existirão em torno das três principais cidades: Bassóra, Bagdad e Mossoul. A zona xiita no sul será separada pela dos sunitas e curdos ao norte. (...)

Se o Egipto desmorona, países como a Líbia, o Sudão ou os Estados deixarão de existir na sua forma actual e unir-se-ão á ruína e dissolução do Egipto. (...)

A Jordânia não pode continuar a existir na sua estrutura actual ainda por muito tempo. A política de Israel, tanto em tempo de guerra como de paz, deve ser orientada para a destruição da Jordânia."

A visão de Yinon aparece no famoso relatório Clean Break, de 1996, assinado por um consórcio de pensadores americanos e israelitas, dos quais Richard Perle, Douglas Feith, David e Meyrav Wurmser, que se reuniram com o objectivo de fornecer um guia para a política externa do primeiro mandato do primeiro-ministro Benjamin Netanyahou. É mencionado: "Israel pode dar forma ao seu território estratégico, em "cooperação" com a Turquia e a Jordânia. Este esforço pode-se concentrar no Iraque removendo Saddam Hussein do poder. Ele representa um importante objectivo estratégico para Israel, e anular as ambições regionais da Síria. (...) Logicamente, é de um interesse primordial que Israel apoie ao nível diplomático, militar e operacional as acções da Turquia e da Jordânia contra a Síria, por exemplo, aliando-se com as tribos árabes presentes na Síria e hostis á elite dominante."

Como demonstrado recentemente por Dan Sanchez, David Wurmser que entrou ainda nos detalhes sobre a intenção de balkanisar o vizinho do norte de Israel. Em artigos publicados no mesmo período, este especialista em política externa discute abertamente sobre o meio mais curto para "provocar a curto prazo um colapso caótico" da Síria baathista.

Em seguida, é a entrevista acordada ao general Wesley Clark, em 2007, na qual são revelados os verdadeiros objectivos estratégicos dos personagens da política externa americana na sequência dos ataques do 11 de Setembro. O ex-Comandante supremo da NATO relata uma conversa que ele teve com um oficial do Pentágono, e na qual ele tinha aprendido que o verdadeiro plano era atacar e destruir os governos de seis países, em cinco anos. Segundo o general Clark, esses países eram o Iraque, a Síria, o Líbano, a Somália, o Sudão e finalmente o Irão.

No mesmo discurso, o general reconduz explicitamente a criação do plano de Richard Perle, conselheiro político, e sublinha a importância absoluta de colocar Israel em condições de "dar forma ao seu território estratégico."

Em 5 de Setembro de 2013, nas páginas do New York Times, Alan Pinkas, o ex-conselheiro geral israelita em Nova York e membro da conservadora elite política de Tel Aviv, descreveu nestes termos o conflito sírio: "É uma situação de desequilibrio em que é necessário que ambos os lados [o governo de Assad e os rebeldes] percam: nós não queremos que haja um vencedor. (...) Nós deixaremos os dois se sangrarem e morrerem de hemorragia: é a nossa abordagem estratégica: enquanto o conflito se prolongará pela Síria, ele não produzirá nenhuma verdadeira ameaça para Israel."

É impossível ser mais claro. O plano israelo-americano na Síria nunca foi para ajudar os cidadãos deste país, mas para garantir o desmembramento eficaz da Síria, para continuar os "objectivos estratégicos", concebidos pelo Estado hebraico.

Em 9 de Outubro de 2015, Tomas Alcoverro, correspondente no Médio-Oriente para o jornal La Vanguardia de Barcelona, escreveu assim a propósito dos ataques lançados pelo governo da Rússia e da Síria no principio de Outubro de 2015: "Se esta ofensiva conjunta tiver sucesso, o plano dos americano de fomentar a guerra por fricção para levar á exaustão ambas as facções, vai partir em fumaça."

Mas os americanos e israelitas tiveram os seus planos frustrados pelo Presidente russo Putin, que os desmascarou.

Fonte: lelibrepenseur.org Autor: Laurent Glauzy

Links complementares: http://desatracado.blogspot.pt