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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Invasão migratória: Polemia identifica as grandes têndencias denunciadas pela imprensa alemã (3ª parte)



 Na Alemanha, há uma crescente preocupação com as consequências económicas e sociais da crise de refugiados.

Polémia continua a sua revista de imprensa sobre a invasão migratória como ela é percebida pela grande imprensa germânica.

A polícia judiciária alemã disse quinta-feira que existe um forte aumento de delitos contra as casas dos refugiados e alertou contra um risco crescente de ataques extremistas de direita contra os responsáveis políticos.

FRANKFURTER ALLGEMEINE ZEITUNG:

Soldados neerlandeses com "turbantes" penetram em Hesse (19/10)

Passantes terrificados, reacções indignas: um exercício da armada neerlandesa, preparatória a uma intervenção exterior, pôs Hesse em agitação. Os soldados usavam uma espécie de turbante. (*)

Sondagem do Instituto Allensbach: a maioria dos alemães está preocupada com as consequências da crise dos refugiados (20/10)

Na Alemanha, há uma crescente preocupação com as consequências económicas e sociais da crise de refugiados. Numa sondagem realizada por conta do Frankfurter Alllgemeine Zeitung, a maioria clama a favor de um limite para o acolhimento de refugiados.

N24:

"A Alemanha está em situação alarmante" (20/10)

O ministro do Interior da Sarre, Klaus Bouillon, exprime-se claramente sobre a crise de refugiados. Para o político da CDU, a Alemanha está "numa situação alarmante". Localmente, Bouillon identifica enormes problemas.

Seehofer vê o futuro da União em perigo (20/10)

Desde a crise de refugiados, as relações entre Merkel e Seehofer estão gravemente tensas. Seehofer acrescenta, acusando a chanceler de conduzir a União para a ruína.

HANDELSBLATT:

"Extrema-direita, claramente" (20/10)

O debate sobre os refugiados traz vantagens ao AfD, e acima de tudo ao seu chefe na Turíngia, Höcke. Os políticos dizem que ele faz reavivar a era nazista; um especialista evoca o nacionalismo "völkisch". Höcke diz que são calúnias.

(*) Comentário do nosso (do site Polemia.com) contribuinte na Alemanha:
"Os soldados holandeses (a que se refere o jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung) são muito provavelmente homens do Corpo germano-holandês. O efeito dessas manobras dos exércitos germano-holandeses, na realidade, bastante vulgar, deve-se á crise actual. Eu vi, infelizmente sem memorizar o link, um artigo que explica que as zonas de trânsito já estariam aprovadas no papel, mas ainda não implementadas: seriam os termos de um acordo entre a CDU e o SPD. Além disso, o governo federal planeia usar aviões de transporte militar para deportações (notícia publicada esta manhã no FAZ).

O incidente de Colónia (agressão contra a candidata á Câmara [BR-prefeitura]) e seu tratamento na imprensa [BR-mídia] são interessantes. O autor dos golpes com a faca disse ter agido contra a política dos refugiados e por causa do seu ódio aos estrangeiros: acreditou-se nele e foi submetido a um exame psiquiátrico após o qual foi considerado são de espírito e responsável. Imediatamente alguns políticos (Thomas de Maizière, ministro federal do Interior, entre outros) têm feito a ligação com o PEGIDA e toda a galáxia "xenófoba" ... "

Artigo aparecido no 22/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Imagem: "Aqui, um soldado holandês com um capacete clássico em posição de tiro durante um  exercicío" (Frankfurter Allgemeine Zeitung, 19/10).

1ª parte e 2ª parte
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NdT: Por "zonas de trânsito", não sei lá muito bem a que diz respeito. Talvez para deportar clandestinos ou então encaminhá-los para outras localidades. "Deportar" = trazer ainda mais clandestinos

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Invasão migratória: Polemia revela-nos o que nossos médias escondem (2ª parte)


 Um requerente de asilo tem o direito incondicional de trazer a sua família para a Alemanha. A CSU quer mudar isso: "Senão ter-se-á de multiplicar os números actuais por um factor de três ou quatro".

Os médias alemães

Polemia prossegue a sua revista mediática sobre a invasão migratória tal e qual ela é percebida nos grandes médias germânicos.
A chanceler vê a sua popularidade em baixa: problemas surgem nas grandes cidades e violentos debates se exprimem nas instâncias políticas. Mais alguns títulos dos grandes médias alemães do dia 8 a 14 e 15 de Outubro que nós devemos, tudo como a 1ª parte, a um contribuinte que nós agradecemos fortemente.

Polemia.
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Die Welt:

A chamada de benvindo de Merkel se propaga até á África de Oueste (14/10)

O "Willkommenskultur" alemão produz efeito no Mali, mesmo naqueles que até aqui não queriam partir. As imagens, na televisão, de pessoas simpáticas oferecendo prendas de benvindo atraem os migrantes. Um visa para a Alemanha compra-se.

Destituição do governo: Merkel bate-se contra o seu próprio partido (14/10)

Durante uma reunião memorável do grupo CDU/CSU (no Bundestag), houve um violento debate sobre a politica de refugiados. Alguns deputados exigem a Merkel o fecho das fronteiras. A chanceler bate-se para preservar a sua autoridade.

Strobl, vice-presidente da facção CDU/CSU (no Bundestag) exprime a sua confiança em Merkel (14/10

Apesar das criticas infligidas contra a sua política de refugiados, a chanceler Merkel continua a gozar da confiança da CDU/CSU, segundo as palavras de Thomas Strobl. Novo afrontamento em Hamburgo. Mais notícias nesta linha de actualidades.

UE promete dinheiro para os refugiados - e não paga (14/10)

Maus pagadores: vários países da UE prometeram desbloquear rapidamente bilhões para lidar com a crise de refugiados. No entanto, os montantes acordados ainda não foram pagos.


O desaparecimento das fronteiras ameaça a existência da Alemanha (14/10)

CSU exige medidas eficazes para limitar a imigração. O Ministro da Justiça da Baviera teme que a Alemanha perca a sua soberania. O governo federal deve agir, disse ele, ameaçador.


A CSU quer restringir o direito ao reagrupamento familiar (14/10)

Um requerente de asilo tem o direito incondicional de trazer a sua família para a Alemanha. A CSU quer mudar isso: "Senão ter-se-á de multiplicar os números actuais por um fator de três ou quatro".


 O "Willkommenskultur" ateou o fogo no Espaço Schengen (14/10)

A Grã-Bretanha tenta manter os refugiados á proximidade de suas pátrias abandonadas. A França defende a Europa na África do Norte. Só a Alemanha "exalta" o seu "Willkommenskultur" e põe assim a UE em perigo.


"Aqui somos tratados como insectos" (14/10)

Todos os dias, centenas de refugiados esperam em frente do LAGeSo [Landesamt für Gesundheit und Soziales, Oficio dos Assuntos Sociais e Sanitários] de Berlin para se registarem. Aqui pode-se ver como a administração é em aflição. Há mesmo falta de tickets para a fila de espera, diz uma Síria.


7 em cada 10 refugiados interrompem a sua formação (14/10)

Temos na Alemanha uma falta urgente de profissionais. Os refugiados poderiam ser a solução, dizem alguns especialistas. As primeiras experiências no oficio do artesanato com estagiários ficam no entanto muito a desejar.


Um especialista em questões sociais espera enormes aumentos de impostos (15/10)

A Alemanha é o "único país de imigração sem regras", queixa-se o economista Raffelhüschen. Os refugiados vão se integrar no sistema de benefícios sociais - não no mercado de trabalho. Isto terá consequências.


"Não é questão de discutir quem deve estar alinhado com quem" (15/10)

O Ministro dos Assuntos Sociais da Baviera critica o Estado Federal por não honrar os seus compromissos. Os refugiados devem arcar com as consequências, se eles viessem a não respeitar os valores da sociedade alemã - como a igualdade homem-mulher.


HANDELSBLATT:

"Fechem as fronteiras! " (14/10)

A chanceler Merkel defende a sua política de refugiados perante a base este-alemã da CDU. Na cidade saxónica de Schkeuditz, os activistas escutam em primeiro com reverência, depois atacam frontalmente a presidente do seu partido.
Esta riposta.


Tusk, o presidente do Conselho da UE: submeter as ajudas á Turquia á condição de reduzir o número de refugiados. (14/10)

O Presidente do Conselho da UE, Tusk submeteu um acordo com a Turquia para a redução do número de refugiados. Numa letra aos chefes de Estado e de governo, ele também mete em guarda contra uma nova vaga ainda mais importante, na primavera.


Crise de refugiados na capital: procura-se desesperadamente senadora encarregado da integração (14/10)

Em Berlim, uma violenta disputa irrompeu em ligação com a crise de refugiados. A CDU culpa o seu parceiro de coligação, o SPD (Land e cidade), do seu fracasso. No centro da crítica: Dilek Kolat, a senadora encarregada da política de integração.


Pegida, NDP, AfD: o grande medo perante a Alemanha em completa escuridão (14/10)

No contexto da crise de refugiados, as manifestações do PEGIDA tomam um rumo cada vez mais radical - principalmente na Alemanha Oriental. O AfD e o NDP também participam com entusiasmo. Os políticos falam de um desenvolvimento muito preocupante.


O patrão do Instituto Ifo (Leibniz-Institut für Wirtschaftsforschung an der Universität München e.V.), Hans-Werner Sinn, sobre os fluxos de refugiados: o que vem de acontecer, vai ser muito difícil a integrar (14/10)

Muitos são os dias em que os refugiados afluem aos milhares. Este é um grande desafio para todo o país - mas, segundo muitos economistas, é também uma grande oportunidade. Será que este fluxo poderia até acelerar o crescimento económico? Uma entrevista com Hans-Werner Sinn, patrão do Instituto Ifo chefe de Munique.


A heroína trágica (15/10)

Nós perdoamos muito a nossa patroa, mas raramente ela toca no essencial. É assim com Merkel e a sua política de refugiados. A Este, a partir de agora, a CDU vira-lhe as costas - por medo de perder o poder.


FRANKFURTER ALLGEMEINE ZEITUNG:

O SPD em crise (10/08)

Após a entrevista com a chanceler no programa de Anne Will, o SPD está dividido sobre como se conduzir na crise de refugiados. Pode-se estar à beira de uma prova semelhante aquela que atingiu a União.


Duras críticas à chancelaria durante o congresso da CDU na Saxónia (14/10)

A Schkeuditz, na Saxónia do Norte, a crítica da base da CDU no que respeita à política de refugiados de Angela Merkel foi particularmente audível, quarta-feira á tarde. Muitas pessoas já exprimiram publicamente o seu desejo de uma nova presidente.


O presidente da Câmara de Magdeburg deixa o SPD (14/10)

Lutz Trümper, o presidente da Câmara de Magdeburg, não quer que o SPD o prive da sua liberdade de expressão sobre a questão dos refugiados. É por isso que ele deixou o partido - não sem preservar seu mandato. (NdT: presidente da camâra = prefeito/prefeitura,versão BR)


A maioria dos alemães não quer mais nenhum refugiado adicional (14/10)

Tendência clara na crise de refugiados: dois terços dos alemães já não acreditam na promessa de Merkel "Nós vamos conseguir". Eles já só são um em cada cinco a acreditar que a Alemanha ainda pode acomodar outros requerentes de asilo. Os partidos da União perdem o favor dos eleitores.


Os requerentes de asilo: Tusk só quer acordo com a Turquia, á condição de o número de refugiados diminuir (14/10) 

O Presidente do Conselho da UE adverte contra um novo aumento da imigração para a Europa. Ele considera que é dever do governo de Ancara de agir.

A polémica, violenta, aumenta no seio da União - apesar de uma nova lei sobre o direito de asilo (15/10)

Nesta quinta-feira, o Bundestag decide sobre uma nova lei sobre o direito de asilo, que é suposta limitar o fluxo de refugiados. A polémica no seio da União está se a propagar, apesar das mudanças legislativas previstas.


Uma associação de professores requer um limite na proporção de migrantes (15/10)

A associação de professores adverte contra a proporção de muitos refugiados nas salas de aula. A partir de 30% de crianças que não falam alemão, observa-se uma baixa de performance.


SÜDDEUTSCHE ZEITUNG:

Crise de refugiados: Ministro da Justiça da Baviera considera que o Estado está ameaçada na sua existência (14/10)

Bausback, o ministro da Justiça da Baviera, teme que os Länder em breve não serão mais capazes de lidar com o fluxo de refugiados. Ele disse ao Frankfurter Allgemeine Zeitung que ele via o Estado (Staat) ameaçado na sua existência se o Governo Federal (Bund) não agisse.


DIE ZEIT:

Benévolos do "Tafel" vaiados por xenófobos (15/10)

O "Tafeln" (NDT: Organização de Caridade) alimentam 150.000 refugiados. Recentemente, os benévolos foram insultados por causa dos seus compromissos, disse o seu presidente. Racistas pediram que as refeições fossem reservadas apenas para os Alemães.


FOCUS:

Outono duro para a chanceler: um destino como o de Schröder ameaçará doravante Merkel ? (15/10)

Na CDU e CSU, muitas pessoas têm em conta a política de Angela Merkel como uma falta. Esta questão não é o único ponto de discórdia no seio da União. Gerhard Schröder perdeu o seu lugar por causa de tais discórdias. Será isso que espera por Merkel?


Duelo á distãncia com Merkel: Horst Seehofer exprime-se no Landtag (da Baviera) sobre a crise de refugiados (15/10)

O patrão da CSU, Horst Seehofer, fez uma declaração sobre a crise de refugiados no contexto da hora de questões da actualidade no Parlamento da Baviera. O ministro-presidente vai ele de novo atacar a política da chanceler Angela Merkel ? Discurso a seguir no decorrer das notícias de actualidade.


Artigo aparecido no 15/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Imagem: média alemã 

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NdT: Porra! Isto na Alemanha está bem mais complicado do que nos contam por aqui nos nossos jornais. Pouco ou nada falam do assunto. A coisa lá está preta, muito feia.Merkel não só traiu os seus, como traiu e mergulhou a Europa numa grande crise. É notório que as intenções de Merkel não têm nada a ver com mão-de-obra barata, mas sim prioritariamente o multiculturalismo e miscigenação. Traidora. Esta víbora talmúdica quer destruir a Alemanha e levar de rastos toda a Europa para o abismo.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Invasão migratória: Polemia revela-nos o que nossos médias escondem (1ª parte)

Os médias de propaganda presentam Merkel como um anjo e Orban como um diabo. Mas Orban tem o apoio do seu Parlamento e do seu povo. Merkel é contestada pelos alemães e sua maioria. Mesmo sendo conformista, os médias alemães começam a falar das criticas.

A baixa de popularidade da chanceler e a desarmonia dos responsáveis políticos alemães sobre o dossier dos refugiados faz objecto de muitos comentários nos jornais alemães.

Veja aqui, a titulo de exemplo, alguns títulos dos jornais alemães do 12/10/2015.

Polemia

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No quotidiano Die Welt:

http://www.welt.de/debatte/kommentare/article147446409/Merkel-ist-auf-der-Flucht-vor-der-Verantwortung.html

Merkel foge das suas responsabilidades.
A política de imigração sem limites e de uma larga parte sem controle de Merkel é sinal de impotência. Logo que o ultimo ginásio será cheio, todos os cidadãos alemães tomarão consciência.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147459891/Die-Allianz-der-Fremdenfeinde-formiert-sich.html

A aliança dos xenófobos se constitui
O AfD, Pegida, o NPD, os néo-nazis e os pequenos partidos de direita aliam-se no combate contra os refugiados.
A aliança dos xenófobos se reforça - e atira mais e mais para os seus círculos cidadãos íntegros.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html

Angel Merkel tem um plano. Mas qual ?
A chanceler disse claramente o que não queria: ser dura com os refugiados, para que eles cheguem em menos número. Mas como pensa ela reduzir o ritmo das chegadas ? Até agora as suas proposições não convencem.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html

Madame Merkel, acolheria você refugiados em sua casa ?
Apesar do facto de os muçulmanos serem maioritários dentre os pedintes de asilo, Angela Merkel não vê alguma ameaça do Islão na Alemanha. No que toca ás expulsões, a chanceler admite falta de rapidez e de coerência.
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http://www.welt.de/newsticker/article147451537/Union-mit-schlechtestem-Umfrageergebnis-seit-der-Wahl.html

O pior resultado das sondagens desde a eleição da União.
A União perde os favores dos eleitores e cai no mais baixo nível desde as eleições do Bundestag.
Quase metade das sondagens desaprovam a política de Merkel em relação aos refugiados.

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No quotidiano Frankfurter Allgemeine Zeitung:

http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/merkel-ueber-fluechtlingskrise-umfragen-sind-nicht-mein-massstab-13851699.html

"As sondagens não são a minha referência".
Numa entrevista, a chanceler declarou não se desviar da sua linha de conduta na crise dos refugiados. Ela não pôde dar data para o fim desta vaga migratória. Mostra-se indiferente ás criticas.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/fluechtlingskrise-was-ist-das-fuer-ein-land-frau-merkel-13851283.html

Mas o que é este País, Frau Merkel ?
A UE é submergida pelos refugiados. Mas cada espaço tem os seus limites. Angela Merkel devê-lo ia dizer claramente em vez de suscitar falsas esperanças. O estado de emergência não deve tornar-se num estado permanente.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/kommentar-luegen-in-zeiten-der-migration-13849864.html

Mentira nos tempos da imigração.
A imigração será útil á Alemanha ? Muitos estudos o afirmam. Mas muitos pesquisadores preferem agradar ao invés de dizer a verdade.
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Artigo aparecido no 13/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Falsos Sírios, falsos refugiados : Alemanha é responsável pela anarquia migratória


 Por Gabriel Robin, ensaísta, 27/09/2015

Face á política desastrosa da Alemanha e da França, uma frente de resistência á inundação migratória começa a nascer a Leste.

A Alemanha está perdida, os seus dirigentes praticam uma política malthusiana que os obriga a fazer vir uma mão-de-obra extra-europeia a baixo custo, depois de esvaziar os países vizinhos de suas forças vivas para trabalhar nas grandes indústrias. As birras de Angela Merkel encorajaram os clandestinos a entrar na Europa, e sobretudo um importante número de verdadeiros-falsos Sírios. Um pedinte de asilo sírio beneficia de largas vantagens acordadas por Berlin. De facto ao contrário de outros pedintes de asilo, os "migrantes" sírios que chegam á Alemanha não são reenviados para o país pelo qual entraram na União Europeia, como estipulam as regras europeias. Aliás, os seus dossiers são tratados com prioridade.

Resultado ? Muitos imigrantes ilegais apressaram-se para procurarem falsa documentação síria. Nos 6 primeiros meses do ano de 2015, 256.938 pessoas depositaram um pedido de asilo na Alemanha. Berlin "espera" mesmo registar entre 800.000 e 1 milhão de pedintes de asilo até ao fim de 2015! Uma política irresponsável e suicida á qual François Hollande colabora muito largamente.

Dos 256.938 pedintes de asilo já registados, 55.587 pessoas pretendiam ser sírios. Será que o são realmente ? Não se nos fiarmos na palavra de Tobias Plate, porta-palavra do ministério do interior do governo federal alemão : "não é questão de estatísticas mas de uma estimação que se apoia sobre o que as autoridades locais, em particular a policia e o Frontex (agência de vigilância das fronteiras exteriores da União Europeia)." Incapaz de fornecer uma estatística precisa, o homem no entanto manteve a postura. Tem de se dizer que o ministério do interior alemão está sob uma forte pressão da parte dos dirigentes de certos lander, em particular o da Baviera. Os habitantes da Baviera, submetidos a um afluxo sem precedentes de populações extra-europeias, não vêm com um bom olho esta política do governo federal.

Thomas de Maizière, ministro do interior alemão de ascendência huguenote,  não pode negar a amplitude do fenómeno, declarando : "Nós constatamos falsos passaportes sírios. Existem indicações segundo as quais muitos migrantes que pretendem vir da Síria não sabem dizer uma palavra em árabe." Terrível constato enfim! A Alemanha atirou centenas e centenas de imigrantes indesejáveis sobre o seu território, e assim em todo o território da União, em utilizando um argumento falacioso. Marine Le Pen tinha total razão : os supostos "refugiados" são, na Alemanha como em França, imigrantes económicos. Estes imigrantes perturbarão ainda mais a nossa economia e identidade.

Face á política desastrosa da Alemanha e da França, uma frente de resistência á inundação migratória começa a nascer a Leste. Os Húngaros, dirigidos por Orbán, começam a ser imitados. Eslovacos e Checos juntaram-se á ideia simples e eficaz de uma imigração zero. Brevemente, a Áustria e a Polónia se juntarão a esta frente. O interesse da emergência deste neo-Império Austro-húngaro, que aliás lembra um outro que soube resistir aos Turcos durante séculos, e que nos permitirá a libertação desta cintura alemã sobre a Mitteleuropa. A França deve seguir o movimento o mais rápido possível. Ela não poderá fazê-lo com estes dirigentes actuais, ou seus precedentes, submissos a Berlin. Vocês sabem o que resta a fazer.

 Artigo aparecido no 28/09/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Imagem : Migrantes á chegada á gare de Munich, no 7/09/2015. - (REUTEURS/Michaela Rehle)
Berlin estima que um terço dos migrantes sejam falsos sírios.

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NdT -  Quanto mais a tirania oligárquica se fazer sentir, mais focos de resistência a esta invasão se formarão. A prova é este bloco de Países a leste, e igualmente demonstra que o europeu autóctone não está acabado como muitos pensam com exagerado pessimismo. Nada se fará sem luta, a bem ou a mal.

Como dizia Pierre Sidos : A primeira coisa necessária para lutar contra um sistema decadente, é o de se afirmar com toda a sua existência em contradição total com ele.