Continuação da 2ª parte
18) Ele passa então em detalhe os planos da guerra revolucionária, a arte do combate de rua; ele define e insiste sobre as grandes linhas do "Reino do Terror" que deve acompanhar todo o esforço Revolucionário "porque é a maneira mais económica de subjugar a população a uma rápida submissão".
19) Ele discute da Diplomacia. Após todas estas guerras, deve-se insistir sobre a diplomacia secreta "de maneira a que os nossos agentes, se dissimulem sob a máscara de conselheiros "políticos", "financeiros" e "economistas" possam espalhar as nossas ordens sem perigo de expor a identidade das "potências secretas" detrás dos negócios nacionais e internacionais". O conferencista diz em seguida ás pessoas presentes que pelo meio da diplomacia secreta eles exerceriam um tal controlo "que as nações nunca poderiam chegar a um acordo sem que os nossos agentes lhe ponham a mão".
20) Último objectivo, o Governo Mundial. Para alcançar esse objectivo, o conferencista disse: "Será necessário estabelecer gigantescos monopólios, acumular riquezas colossais, que até mesmo as maiores fortunas dos Goyim dependerão de nós, e irão para o fundo conjuntamente com o credito de seus governos NO DIA APÓS A BANCARROTA POLÍTICA". O conferencista em seguida acrescenta: "Vocês, os Senhores aqui presentes, economistas, podem apenas fazer uma pequena estimação da importância deste plano".
21) Guerra económica. Discutem então elaborar Planos para roubar as propriedades terrenas e industriais dos Goyim. Recomenda-se a a combinação de impostos elevados e de uma concorrência desleal que trará a ruína económica dos Goyim, de seus interesses financeiros nacionais e de seus investimentos. No domínio internacional, terá de se fixar desde que seja possível o curso dos mercados, o que seria realizado rapidamente com um controle minucioso das matérias-primas, entreter a agitação entre trabalhadores com vista á diminuição das horas de trabalho e um salário mais alto, e também graças á fragilização da concorrência. O conferencista adverte os seus conspiradores associados que eles deveriam ocupar-se dessas matérias e controlar a situação para que "os aumentos de salários obtidos pelos trabalhadores não sejam em nada proveitosos".
22) Os armamentos. Sugere-se lança a fabricação de armas para que os Goyim se auto-destruam a uma escala colossal e que finalmente "haja apenas no mundo as massas de trabalhadores e alguns milionários fiéis á nossa causa, assim que uma polícia e soldados em número suficiente para assegurar a protecção dos nossos interesses".
23) A Nova Ordem. Os membros do Governo Mundial serão nomeados pelo Director que escolheria esses homens dentre os científicos, os economistas, os financeiros, industriais e também milionários "pois em fim de conta tudo será regulado em termos de números".
24) A Juventude e sua importância. Fez-se notar fortemente a importância a cativar o interesse da Juventude: "Os nossos agentes infiltrar-se-ão em todas as classes, a todos os níveis da sociedade e do governo com o objectivo de enganar, apodrecer e corromper a juventude da sociedade ensinado-a - nós o sabemos - com falsas teorias e princípios".
25) Leis nacionais e internacionais não devem ser substituídas, mas serem utilizadas tal e qual como são para destruir a civilização dos Goyim " levando-os em contradições de interpretação tais que a lei será em primeiro tempo maquilhada, depois em seguida completamente escondida. Nosso último objectivo é substituir a Arbitragem á Lei". O conferencista diz então aos auditores: " Vocês poderão pensar que os Goym se precipitarão sobre nós com armas, mas no Oeste algo foi previsto a esta eventualidade: uma organização que pratica um terror tão monstruoso que mesmo os corações mais vigorosos tremerão... o "Underground"...as redes ocultas...o mundo subterrâneo...tudo isto será instalado nas capitais e cidades de todos os países antes que esse perigo nos ameace".
NdT: quando é dito "Oeste", compreenda-se "Estados-Unidos da América".
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 3ª parte
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 2ª parte
Continuação da 1ª parte
11) Ele expõe em seguida ponto por ponto as suas teorias sobre a guerra. Desde 1773, ele estabelece um principio que todos os governantes da Grande-Bretanha e Estados-Unidos fizeram conhecer publicamente como sua política em 1939: ter-se ia de fazer a política daqueles que querem a guerra para dirigir as conferencias de paz de maneira a que nenhum dos beligerantes obtenha ganhos territoriais. Diz também que as guerras seriam levadas de tal maneira que as nações implicadas, dos dois lados, veriam a sua dívida nacional aumentar mais e mais sob a influência de seus agentes.
12) Depois a administração. Diz aqueles que estavam presentes que eles deveriam se servir de suas riquezas "para escolher os candidatos ás funções públicas que fossem servos e obedientes de maneira a que eles possam ser rapidamente utilizados por homens avisados e engenhosos, ás nossas ordens, como piões num jogo. Esses homens seriam designados atenciosamente por nós para enfim agir nos bastidores dos governos como conselheiros oficiais". Ele acrescenta: "Os homens que nós designaremos como "Conselheiros" foram educados e treinados desde a infância segundo as nossas ideias para dirigir os negócios do mundo".
13) Ele ocupa-se da propaganda e explica como a união de suas riquezas permitiria controlar a informação publica enquanto eles ficariam na sombra e ao abrigo de toda acusação. Sem considerar as consequências da publicação de artigos difamatórios, caluniadores ou mentirosos, o conferencista declara: "Graças aos Média nós confiscamos o Ouro, um Ouro extraído de oceanos de sangue e lágrimas...Mas ele nos remunerou mesmo se nós sacrificamos muitos dos nossos. Cada victíma do nosso campo vale mais que um milhão de Goyims".
14) Explica em seguida a necessidade, para os seus agentes de aparecer bem em evidência publicamente logo que a situação fosse favorável e que as massas tivessem sido submetidas, se necessário pelo terror. Ele remarca que logo que chegasse o tempo de restabelecer a ordem, eles o fariam de tal maneira que as victímas acreditassem estar quase submergidas por criminosos e irresponsáveis. "Em executando os criminosos e os malucos depois que se tivesse posto em acção o nosso «reino do terror», nós nos presentaremos como os salvadores dos oprimidos e campeões dos trabalhadores". O conferencista acrescenta então: "O que nós queremos na verdade, é o contrário...a eliminação dos Goyims".
15) Ele explica em seguida como é que eles poderiam "fabricar" as depressões industriais e o pânico financeiro e como poderiam utilizá-los para que servissem seus objectivos: "O desemprego e a fome serão impostos de maneira artificial ás massas graças ao poder que nós temos de criar penhorias de alimentos. Nós acordaremos ao Capital o direito de dirigir mais seguramente do que ele foi acordado á verdadeira aristocracia e pela autoridade legal dos Reis". Declara que graças ao controlo das massa pelos seus agentes, ser-lhes ia possível de utilizá-los para varrer todos aqueles que ousassem se opor no seu caminho.
16) Discutem em seguida de maneira ampla da infiltração na Franco-Maçonaria continental. O conferencista declara que o objectivo seria de aproveitar as facilidades e o sigilo que oferecia a Franco-Maçonaria. Remarca que eles poderiam organizar as suas próprias Lojas do Grande Oriente na Franco-Maçonaria Azul para difundir as suas actividades revolucionárias e esconder a verdadeira natureza de sua empresa sobre a manta da filantropia. Ele declara que todos os membros iniciados nas suas Lojas do Grande Oriente seriam utilizadas para fins de proselitismo, para difundir suas ideologias materialistas e ateístas no meio dos Goyims.
Ele termina esta etapa da discussão com estas palavras: "Quando a hora chegará para o nosso Senhor soberano do Mundo inteiro ser coroado, essas mesmas mãos afastariam tudo o que se pudesse entravar no seu caminho".
17) Ele dá explicações sobre o valor das mentiras sistemáticas, fazendo remarcar que os seus agentes deveriam ser aptos e muito exercidos ao emprego de frases bem balanceadas e de slogans populares. Eles deveriam por as massas muito afeiçoadas de promessas. Ele observa: "Podemos sempre em seguida fazer o oposto do que se prometeu...isso não acarretará nenhuma consequência". O seu raciocínio era o seguinte: em utilizando palavras como "Liberdade", "Direito da Cidade", podiam fazer os Goyims ir a um tal grau de fervor patriótico que seria mesmo possível fazê-los combater as leis de Deus e da Natureza. E acrescenta: "E por esta razão, depois que nós tivermos obtido o poder absoluto, nós rasgaremos para sempre da "Criação" o "Nome de Deus".
Continuação na 3ª parte
11) Ele expõe em seguida ponto por ponto as suas teorias sobre a guerra. Desde 1773, ele estabelece um principio que todos os governantes da Grande-Bretanha e Estados-Unidos fizeram conhecer publicamente como sua política em 1939: ter-se ia de fazer a política daqueles que querem a guerra para dirigir as conferencias de paz de maneira a que nenhum dos beligerantes obtenha ganhos territoriais. Diz também que as guerras seriam levadas de tal maneira que as nações implicadas, dos dois lados, veriam a sua dívida nacional aumentar mais e mais sob a influência de seus agentes.
12) Depois a administração. Diz aqueles que estavam presentes que eles deveriam se servir de suas riquezas "para escolher os candidatos ás funções públicas que fossem servos e obedientes de maneira a que eles possam ser rapidamente utilizados por homens avisados e engenhosos, ás nossas ordens, como piões num jogo. Esses homens seriam designados atenciosamente por nós para enfim agir nos bastidores dos governos como conselheiros oficiais". Ele acrescenta: "Os homens que nós designaremos como "Conselheiros" foram educados e treinados desde a infância segundo as nossas ideias para dirigir os negócios do mundo".
13) Ele ocupa-se da propaganda e explica como a união de suas riquezas permitiria controlar a informação publica enquanto eles ficariam na sombra e ao abrigo de toda acusação. Sem considerar as consequências da publicação de artigos difamatórios, caluniadores ou mentirosos, o conferencista declara: "Graças aos Média nós confiscamos o Ouro, um Ouro extraído de oceanos de sangue e lágrimas...Mas ele nos remunerou mesmo se nós sacrificamos muitos dos nossos. Cada victíma do nosso campo vale mais que um milhão de Goyims".
14) Explica em seguida a necessidade, para os seus agentes de aparecer bem em evidência publicamente logo que a situação fosse favorável e que as massas tivessem sido submetidas, se necessário pelo terror. Ele remarca que logo que chegasse o tempo de restabelecer a ordem, eles o fariam de tal maneira que as victímas acreditassem estar quase submergidas por criminosos e irresponsáveis. "Em executando os criminosos e os malucos depois que se tivesse posto em acção o nosso «reino do terror», nós nos presentaremos como os salvadores dos oprimidos e campeões dos trabalhadores". O conferencista acrescenta então: "O que nós queremos na verdade, é o contrário...a eliminação dos Goyims".
15) Ele explica em seguida como é que eles poderiam "fabricar" as depressões industriais e o pânico financeiro e como poderiam utilizá-los para que servissem seus objectivos: "O desemprego e a fome serão impostos de maneira artificial ás massas graças ao poder que nós temos de criar penhorias de alimentos. Nós acordaremos ao Capital o direito de dirigir mais seguramente do que ele foi acordado á verdadeira aristocracia e pela autoridade legal dos Reis". Declara que graças ao controlo das massa pelos seus agentes, ser-lhes ia possível de utilizá-los para varrer todos aqueles que ousassem se opor no seu caminho.
16) Discutem em seguida de maneira ampla da infiltração na Franco-Maçonaria continental. O conferencista declara que o objectivo seria de aproveitar as facilidades e o sigilo que oferecia a Franco-Maçonaria. Remarca que eles poderiam organizar as suas próprias Lojas do Grande Oriente na Franco-Maçonaria Azul para difundir as suas actividades revolucionárias e esconder a verdadeira natureza de sua empresa sobre a manta da filantropia. Ele declara que todos os membros iniciados nas suas Lojas do Grande Oriente seriam utilizadas para fins de proselitismo, para difundir suas ideologias materialistas e ateístas no meio dos Goyims.
Ele termina esta etapa da discussão com estas palavras: "Quando a hora chegará para o nosso Senhor soberano do Mundo inteiro ser coroado, essas mesmas mãos afastariam tudo o que se pudesse entravar no seu caminho".
17) Ele dá explicações sobre o valor das mentiras sistemáticas, fazendo remarcar que os seus agentes deveriam ser aptos e muito exercidos ao emprego de frases bem balanceadas e de slogans populares. Eles deveriam por as massas muito afeiçoadas de promessas. Ele observa: "Podemos sempre em seguida fazer o oposto do que se prometeu...isso não acarretará nenhuma consequência". O seu raciocínio era o seguinte: em utilizando palavras como "Liberdade", "Direito da Cidade", podiam fazer os Goyims ir a um tal grau de fervor patriótico que seria mesmo possível fazê-los combater as leis de Deus e da Natureza. E acrescenta: "E por esta razão, depois que nós tivermos obtido o poder absoluto, nós rasgaremos para sempre da "Criação" o "Nome de Deus".
Continuação na 3ª parte
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 1ª parte
Esta parece ser a génese de todos os ditos "Protocolos talmudistas" que serão constantemente actualizados e postos em dia ao longo dos séculos. Ao que tudo indica, pelo menos do conhecimento público, as últimas actualizações parecem ser os quase desconhecidos "Protocolos de Toronto" e "Projecto Aurora Vermelha", este último, data de á cerca de 30 anos atrás e ao que parece é o seguimento dos ditos "Protocolos de Toronto", que ambos impressionam pela precisão matemática de todos os eventos até ao dia de hoje. Nota-se sobretudo á leitura do "Projecto Aurora Vermelha" que os planos talmudistas estão atrasados, pois pensavam poder implementar a Nova Ordem Mundial no fim do século passado. Creio a título pessoal, que foi a mão do Cristo que baralhou seus planos, pois se pensam com egoísmo poder estar acima das Leis Divinas, o tiro sair-lhes á pela culatra tantas vezes que Deus assim entenda, pois Ele é Misericordioso e Magnânimo para com o ser humano.
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Nesta 1ª parte serão apresentados os 10 primeiros pontos de um total de 25. A tradução foi efectuada pessoalmente pelo autor do blog a partir do livro de William Guy Carr "Pawns in the game". As notas existentes não constam no livro, mas são complementos acrescentados pelo autor do blog, assinaladas por «Notas do Traductor» ou «NdT».
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Os protocolos de Mayer Rothschild (1773)
Em 1773, Mayer Rothschild, ainda só com 30 anos, convida cerca de vinte homens ricos e influentes a reencontrá-lo em Francfort. O objectivo era de os convencer a reagrupar todas as suas capacidades, eles poderiam assim financiar e controlar o Movimento Revolucionário Mundial, utilizá-lo como "Guia de Acção" e ganhar o controlo absoluto das riquezas, dos recursos naturais e o potencial humano do mundo inteiro.
«Notas do traductor- alguns autores afirmam que em vez de "20 convidados" eles seriam apenas "12 convidados". Também conhecidos como os "Sábios de Sião". Esta organização viria dar origem aos ditos "Illuminatis" cuja braço se perpetua até hoje através da sociedade secreta "Skull & Bones" segundo o pesquisador Anthony Sutton. Ainda segundo este, todas as outras organizações secretas, tais o CFR, Bilderberg, Trilateral, são em efeito organismos exteriores cujo núcleo central são os Skull & Bones.»
Rothshild lhes revela então como a Revolução Inglesa tinha sido organizada, mas apontou também as falhas e erros que tinham sido cometidos. O período revolucionário tinha sido muito longo e a eliminação dos reaccionários não tinha sido executada com suficiente rapidez e rigor. O reino do terror, pelo qual se deveria realizar rapidamente a opressão das populações não tinha sido dirigido como deveria ser. Apesar de todas essas faltas, o primeiro objectivo da Revolução tinha sido realizado: os Banqueiros que tinham provocado essa revolução controlavam a economia nacional e tinham agravado a dívida nacional, intrigando durante anos á escala internacional, sobretudo para emprestar dinheiro destinado a financiar guerras e rebeliões.
Baseando os seus argumentos na lógica e um raciocínio rigoroso, Mayer Rothshild sublinha que os resultados financeiros obtidos após a Revolução Inglesa não eram nada comparados com os ganhos esperados após uma Revolução em França: o acordo concluído permitiria a unidade no objectivo e realização de tudo o que ele tinha minuciosamente pensado, assim como tudo o que tinha revisto do plano de revolução. O projecto seria apoiado por toda a poderio que poderia representar os recursos disponíveis em comum. O contrato foi assinado, e Mayer Rotschild divulga o seu plano revolucionário. Pelas manipulações astuciosas de suas riquezas, seria possível criar situações económicas tão desastrosas que as populações, pelo desemprego, seriam reduzidas a um estado próximo de carência alimentar. Seria então possível responsabilizar esses desastres ao Rei, á Nobreza, á Igreja, aos Industriais e empregadores, utilizando uma propaganda bem perspicaz. Ter-se ia de remunerar os propagandistas que excitassem os sentimentos de ódio e vingança contra as classes dirigentes, apresentando todos os casos, verdadeiros ou não, como extravagancia, conduta indecente, injusta, opressiva e de persecução. Inventariam assim escândalos para sujar a reputação daqueles que poderiam se opor a seus planos.
Quando da introdução geral e afim de suscitar um acolhimento entusiasta para o complot que ele queria por á prova, Rothschild toma um manuscrito e começa a ler um plano de acção minuciosamente preparado. É este plano que se vai seguir e pelo qual me asseguraram que era uma versão condensada do complot pelo qual os conspiradores esperavam apoderar-se do controlo absoluto e sem partilha das riquezas, dos recursos naturais e do potencial humano do mundo inteiro:
1) O conferencista começa a revelar o complot declarando que, pois que a maioria dos homens tinha uma inclinação para o "Mal" em vez do "Bem", poder-se ia obter melhores resultados, no domínio do governo, pelo uso da violência e do terrorismo e não por discussões académicas. O conferencista em seguida parte do raciocínio que ao começo, a sociedade humana tinha sido submetida á força brutal e cega que depois viria a ser a LEI. Pretendia que a LEI não passava de Força sob a forma de máscara e concluiu que "pelas leis da natureza, o direito reside na força".
2) Ele sublinha que a liberdade política era uma ideia e não um feito e declara que afim de usurpar o poder político, tudo o que era necessário executar, era pregar o Liberalismo de maneira a que o eleitorado em busca de uma "ideia" acorde alguns de seus poderes e prerrogativas que os conjurados anulariam em proveito próprio.
3) O conferencista assegura que o poder do Ouro tinha caducado e usurpado a dos dirigentes liberais (1773). Ele recorda aos seus auditores que houve uma época onde a Fé reinava mas declara que uma vez a Fé substituída pela Liberdade, o povo não saberia como utilizá-la com moderação. Pretendendo que por causa, seria lógico impor a realização de uma ideia de Liberdade que generalizaria a "Luta de Classes". Recordando que não era importante para o sucesso do Plano que os governos estabelecidos fossem destruídos por inimigos interiores ou exteriores, pois o vencedor deveria por necessidade assegurar-se do apoio do "Capital", que " está plenamente nas nossas mãos".
«Nota do traductor - note-se aqui a ideia da "Luta de Classes" desenvolvida posteriormente por Karl Marx»
4) Pretendia que a utilização de um só ou todos estes meios para atingir o objectivo final era justificado: o homem político que governa segundo o código moral não faz prova de habilidade, e mostra-se vulnerável, pois está numa posição instável no trono. "Aqueles que desejem tomar o poder devem ter recurso á astúcia e á duplicidade porque as grandes qualidades nacionais como a sinceridade e a honestidade são vícios na política".
5) Ele assegura: "Nosso direito reside na força. A palavra Direito é um conceito abstracto que nada prova: meti ao ponto um novo Direito...aquele de atacar pelo Direito do mais forte e de desordenar todas as forças da ordem e regulamentação, aquele de reconstruir todas as instituições existentes e ser o Senhor de todos aqueles: todos os que nos abandonarem voluntariamente seus Direitos e poderes pelo puro Liberalismo".
6) Em seguida adverte seus auditores nestes termos: "O poder de nossos meios deve ficar invisível até ao momento que tenha adquirido força suficiente para que nenhuma astúcia ou força o possa destruir". Declara então que todo o desvio da "Linha" do plano estratégico que dava a conhecer arriscaria naufragar o TRABALHO DE TANTOS SÉCULOS.
«Nota do Traductor - parece aqui que algo já existia bem anteriormente, aqui pensa-se que os talmudistas se refiram ao combate desde há 2000 mil anos contra o Cristianismo. Um autor no entanto evoca organizações anteriores no seu livro "Under the Sign of the Scorpion p.22" e que Mayer nada mais fez que reactivar os "Iluminati" no seu tempo, organização que existira anteriormente no tempo dos Marranos e Conversos, então denominada os "Alumbrados" - "Iluminados".
7) Ele recomenda em seguida a utilização da "Psicologia de massa" para obter o controlo das populações. Partiu do raciocínio que a "força" das massas é cega, sem sentido, sem razão e sempre á mercê de uma sugestão vinda de qualquer partido. "Só um dirigente totalitário poderia dirigir eficazmente uma população porque sem autoridade absoluta a civilização não pode existir: ela é produzida não pelas massas mas pelo seu guia, seja ele qual for". Previu que "no momento em que as populações adquirissem a inevitável Liberdade, rapidamente se daria a anarquia".
«Nota do traductor- é aconselhável a leitura do livro "Propaganda" do autor Edward Bernays de 1928 para bem compreender a manipulação de massa. Outros livros mais actuais desenvolvem o assunto mais meticulosamente sob o prisma da psicologia humana, tais como "Neuroschiavi" existente em versão italiana e francesa.»
8) Recomenda o emprego do álcool, da droga, da corrupção moral e toda a espécie de vicio que seus agentes deveriam fomentar para corromper a moral á juventude de todas as nações. Aconselha o treinamento de agentes especiais para certas funções ou empregos: tutores, lacaios, governantes, empregados. As mulheres da organização frequentariam os locais de distracção habituais dos Goyim. "Quanto a estes últimos, conto sobre as ditas Senhoras da sociedade que voluntariamente sejam elementos da corrupção e da luxúria. Nós não devemos dirigir nosso olhar á corrupção, ao engano, á traição tanto que elas sirvam á execução de nossos objectivos".
9) Abordando a política afirma que eles tinham o Direito de conquistar a propriedade por todos os meios e sem hesitação através de uma conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra, as sentenças de morte menos perceptíveis e mais satisfeitas que são necessárias á conservação do Terror necessário para obter das pessoas uma submissão cega.
10) Sobre a utilização de slogans, ele diz: "Em tempos agora revolucionários, nós fomos os primeiros a inculcar ás massas os princípios de "Liberdade" de "Igualdade" e de "Fraternidade"...palavras repetidas até hoje pelos estúpidos papagaios; palavras que os pretensos conselheiros dos Goyim não podem representar-se na sua abstracção e não podem perceber a contradição no seu significado e sua correlação". Ele lembra as palavras que se devem repetir ás orelhas das "legiões que portam nossos ideais com entusiasmo". Parte então do raciocínio que não existe lugar na natureza para a "Igualdade", a "Liberdade" ou a "Fraternidade" e declara: "Nós estabelecemos a aristocracia do Dinheiro sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos Goyim...A essência desta aristocracia, é a Riqueza que depende de nós."
«Nota do traductor- muito interessante tomar em consideração os ideais da Répública Francesa "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", Guy Carr desenvolve bem os meandros da conspiração contra o então Reino de França - a Filha da Igreja- a então massiva propaganda panfletária que visou a manipular a vontade do povo para a revolução de origem maçónica financiada na obscuridade pelos Illuminati.»
Continuação na 2ª parte
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Nesta 1ª parte serão apresentados os 10 primeiros pontos de um total de 25. A tradução foi efectuada pessoalmente pelo autor do blog a partir do livro de William Guy Carr "Pawns in the game". As notas existentes não constam no livro, mas são complementos acrescentados pelo autor do blog, assinaladas por «Notas do Traductor» ou «NdT».
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Os protocolos de Mayer Rothschild (1773)
Em 1773, Mayer Rothschild, ainda só com 30 anos, convida cerca de vinte homens ricos e influentes a reencontrá-lo em Francfort. O objectivo era de os convencer a reagrupar todas as suas capacidades, eles poderiam assim financiar e controlar o Movimento Revolucionário Mundial, utilizá-lo como "Guia de Acção" e ganhar o controlo absoluto das riquezas, dos recursos naturais e o potencial humano do mundo inteiro.
«Notas do traductor- alguns autores afirmam que em vez de "20 convidados" eles seriam apenas "12 convidados". Também conhecidos como os "Sábios de Sião". Esta organização viria dar origem aos ditos "Illuminatis" cuja braço se perpetua até hoje através da sociedade secreta "Skull & Bones" segundo o pesquisador Anthony Sutton. Ainda segundo este, todas as outras organizações secretas, tais o CFR, Bilderberg, Trilateral, são em efeito organismos exteriores cujo núcleo central são os Skull & Bones.»
Rothshild lhes revela então como a Revolução Inglesa tinha sido organizada, mas apontou também as falhas e erros que tinham sido cometidos. O período revolucionário tinha sido muito longo e a eliminação dos reaccionários não tinha sido executada com suficiente rapidez e rigor. O reino do terror, pelo qual se deveria realizar rapidamente a opressão das populações não tinha sido dirigido como deveria ser. Apesar de todas essas faltas, o primeiro objectivo da Revolução tinha sido realizado: os Banqueiros que tinham provocado essa revolução controlavam a economia nacional e tinham agravado a dívida nacional, intrigando durante anos á escala internacional, sobretudo para emprestar dinheiro destinado a financiar guerras e rebeliões.
Baseando os seus argumentos na lógica e um raciocínio rigoroso, Mayer Rothshild sublinha que os resultados financeiros obtidos após a Revolução Inglesa não eram nada comparados com os ganhos esperados após uma Revolução em França: o acordo concluído permitiria a unidade no objectivo e realização de tudo o que ele tinha minuciosamente pensado, assim como tudo o que tinha revisto do plano de revolução. O projecto seria apoiado por toda a poderio que poderia representar os recursos disponíveis em comum. O contrato foi assinado, e Mayer Rotschild divulga o seu plano revolucionário. Pelas manipulações astuciosas de suas riquezas, seria possível criar situações económicas tão desastrosas que as populações, pelo desemprego, seriam reduzidas a um estado próximo de carência alimentar. Seria então possível responsabilizar esses desastres ao Rei, á Nobreza, á Igreja, aos Industriais e empregadores, utilizando uma propaganda bem perspicaz. Ter-se ia de remunerar os propagandistas que excitassem os sentimentos de ódio e vingança contra as classes dirigentes, apresentando todos os casos, verdadeiros ou não, como extravagancia, conduta indecente, injusta, opressiva e de persecução. Inventariam assim escândalos para sujar a reputação daqueles que poderiam se opor a seus planos.
Quando da introdução geral e afim de suscitar um acolhimento entusiasta para o complot que ele queria por á prova, Rothschild toma um manuscrito e começa a ler um plano de acção minuciosamente preparado. É este plano que se vai seguir e pelo qual me asseguraram que era uma versão condensada do complot pelo qual os conspiradores esperavam apoderar-se do controlo absoluto e sem partilha das riquezas, dos recursos naturais e do potencial humano do mundo inteiro:
1) O conferencista começa a revelar o complot declarando que, pois que a maioria dos homens tinha uma inclinação para o "Mal" em vez do "Bem", poder-se ia obter melhores resultados, no domínio do governo, pelo uso da violência e do terrorismo e não por discussões académicas. O conferencista em seguida parte do raciocínio que ao começo, a sociedade humana tinha sido submetida á força brutal e cega que depois viria a ser a LEI. Pretendia que a LEI não passava de Força sob a forma de máscara e concluiu que "pelas leis da natureza, o direito reside na força".
2) Ele sublinha que a liberdade política era uma ideia e não um feito e declara que afim de usurpar o poder político, tudo o que era necessário executar, era pregar o Liberalismo de maneira a que o eleitorado em busca de uma "ideia" acorde alguns de seus poderes e prerrogativas que os conjurados anulariam em proveito próprio.
3) O conferencista assegura que o poder do Ouro tinha caducado e usurpado a dos dirigentes liberais (1773). Ele recorda aos seus auditores que houve uma época onde a Fé reinava mas declara que uma vez a Fé substituída pela Liberdade, o povo não saberia como utilizá-la com moderação. Pretendendo que por causa, seria lógico impor a realização de uma ideia de Liberdade que generalizaria a "Luta de Classes". Recordando que não era importante para o sucesso do Plano que os governos estabelecidos fossem destruídos por inimigos interiores ou exteriores, pois o vencedor deveria por necessidade assegurar-se do apoio do "Capital", que " está plenamente nas nossas mãos".
«Nota do traductor - note-se aqui a ideia da "Luta de Classes" desenvolvida posteriormente por Karl Marx»
4) Pretendia que a utilização de um só ou todos estes meios para atingir o objectivo final era justificado: o homem político que governa segundo o código moral não faz prova de habilidade, e mostra-se vulnerável, pois está numa posição instável no trono. "Aqueles que desejem tomar o poder devem ter recurso á astúcia e á duplicidade porque as grandes qualidades nacionais como a sinceridade e a honestidade são vícios na política".
5) Ele assegura: "Nosso direito reside na força. A palavra Direito é um conceito abstracto que nada prova: meti ao ponto um novo Direito...aquele de atacar pelo Direito do mais forte e de desordenar todas as forças da ordem e regulamentação, aquele de reconstruir todas as instituições existentes e ser o Senhor de todos aqueles: todos os que nos abandonarem voluntariamente seus Direitos e poderes pelo puro Liberalismo".
6) Em seguida adverte seus auditores nestes termos: "O poder de nossos meios deve ficar invisível até ao momento que tenha adquirido força suficiente para que nenhuma astúcia ou força o possa destruir". Declara então que todo o desvio da "Linha" do plano estratégico que dava a conhecer arriscaria naufragar o TRABALHO DE TANTOS SÉCULOS.
«Nota do Traductor - parece aqui que algo já existia bem anteriormente, aqui pensa-se que os talmudistas se refiram ao combate desde há 2000 mil anos contra o Cristianismo. Um autor no entanto evoca organizações anteriores no seu livro "Under the Sign of the Scorpion p.22" e que Mayer nada mais fez que reactivar os "Iluminati" no seu tempo, organização que existira anteriormente no tempo dos Marranos e Conversos, então denominada os "Alumbrados" - "Iluminados".
7) Ele recomenda em seguida a utilização da "Psicologia de massa" para obter o controlo das populações. Partiu do raciocínio que a "força" das massas é cega, sem sentido, sem razão e sempre á mercê de uma sugestão vinda de qualquer partido. "Só um dirigente totalitário poderia dirigir eficazmente uma população porque sem autoridade absoluta a civilização não pode existir: ela é produzida não pelas massas mas pelo seu guia, seja ele qual for". Previu que "no momento em que as populações adquirissem a inevitável Liberdade, rapidamente se daria a anarquia".
«Nota do traductor- é aconselhável a leitura do livro "Propaganda" do autor Edward Bernays de 1928 para bem compreender a manipulação de massa. Outros livros mais actuais desenvolvem o assunto mais meticulosamente sob o prisma da psicologia humana, tais como "Neuroschiavi" existente em versão italiana e francesa.»
8) Recomenda o emprego do álcool, da droga, da corrupção moral e toda a espécie de vicio que seus agentes deveriam fomentar para corromper a moral á juventude de todas as nações. Aconselha o treinamento de agentes especiais para certas funções ou empregos: tutores, lacaios, governantes, empregados. As mulheres da organização frequentariam os locais de distracção habituais dos Goyim. "Quanto a estes últimos, conto sobre as ditas Senhoras da sociedade que voluntariamente sejam elementos da corrupção e da luxúria. Nós não devemos dirigir nosso olhar á corrupção, ao engano, á traição tanto que elas sirvam á execução de nossos objectivos".
9) Abordando a política afirma que eles tinham o Direito de conquistar a propriedade por todos os meios e sem hesitação através de uma conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra, as sentenças de morte menos perceptíveis e mais satisfeitas que são necessárias á conservação do Terror necessário para obter das pessoas uma submissão cega.
10) Sobre a utilização de slogans, ele diz: "Em tempos agora revolucionários, nós fomos os primeiros a inculcar ás massas os princípios de "Liberdade" de "Igualdade" e de "Fraternidade"...palavras repetidas até hoje pelos estúpidos papagaios; palavras que os pretensos conselheiros dos Goyim não podem representar-se na sua abstracção e não podem perceber a contradição no seu significado e sua correlação". Ele lembra as palavras que se devem repetir ás orelhas das "legiões que portam nossos ideais com entusiasmo". Parte então do raciocínio que não existe lugar na natureza para a "Igualdade", a "Liberdade" ou a "Fraternidade" e declara: "Nós estabelecemos a aristocracia do Dinheiro sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos Goyim...A essência desta aristocracia, é a Riqueza que depende de nós."
«Nota do traductor- muito interessante tomar em consideração os ideais da Répública Francesa "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", Guy Carr desenvolve bem os meandros da conspiração contra o então Reino de França - a Filha da Igreja- a então massiva propaganda panfletária que visou a manipular a vontade do povo para a revolução de origem maçónica financiada na obscuridade pelos Illuminati.»
Continuação na 2ª parte
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