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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

A sociedade culturalmente marxirizada

 O comportamento pessoal pode ser regulado por ou pela força do Estado ou pela pressão social. A força do Estado, pela via da Lei, só é apropriada para regular os comportamentos que prejudicam directamente outra pessoa. Isso deixa uma ampla gama de comportamentos indesejáveis que não causam prejuízo a ninguém mas são auto-destructivos ou prejudiciais para a sociedade no seu todo. A melhor maneira de gerir casos como estes é através da pressão social, incluindo métodos potencialmente humilhantes como o repúdio, a calúnia, o ostracismo o gozo e provocações. Foi assim que as sociedades humanas regularam o comportamento de seus membros bem antes que as leis ou os governos sejam inventados.

O repúdio e as diversas formas de calúnia eram e ainda são métodos muito eficazes para regular os comportamentos indesejáveis. Nos casos extremos, aquele que é repudiado pode ser rejeitado e banido do grupo ou perder a oportunidade de se reproduzir, reduzindo assim gradualmente a prevalência de traços indesejáveis no património genético.

A promiscuidade foi repudiada desde os tempos pré-modernos porque a fidelidade era essencial para estabelecer laços sólidos para se poder educar com sucesso os filhos. Se nenhum homem não pode ter a certeza que os filhos por ele educados são os seus, os laços que unem uma sociedade rapidamente se desfazem. Assim como todo o homem que abandona os seus próprios filhos causa problemas na coesão e segurança do grupo inteiro, e merece então ser excluído do grupo.

A calúnia pública é um meio eficaz e apropriado para gerir uma ampla variedade de erros pessoais que prejudicam a pessoa em causa, ou o grupo como um todo, como a embriaguez, a preguiça, a obesidade, a covardia em tempo de guerra, efeminação e homossexualidade nos homens. As pessoas sempre vão ter falhas morais, mas se houver uma ameaça de repúdio da sua comunidade, pelo menos, isso vai obrigá-los a tentar esconder as suas falhas, portanto, reduzindo o dano que causam à sociedade como um todo.

Lei Jim Crow's aplicada
Se a máscara Scold Bridle tivesse permanecido em voga ter-se ia poupado muitos dos piores excessos do feminismo. Se as mulheres que frequentassem o inimigo fossem castigadas á maneira do "tarring and feathering", ter-se ia evitado a abominação das relações inter-raciais e os filhos mestiços. Se ter um filho fora do casamento fosse ainda um tema de escândalo, a nossa sociedade não cairia de joelhos pelo bem-estar de mães sós e dependentes das ajudas sociais e de filhos sem pai incontroláveis, mais susceptíveis á delinquência e criminalidade. Se os rapazes que se comportam como maricas fossem gozados e provocados pelos colegas, a homossexualidade ainda existiria, mas ao menos eles teriam o zelo de serem discretos a esse sujeito e teríamos evitado a obscenidade de maricas como Gok Wan e Alan Carr, que teriam os dois beneficiado abundantemente de muita chapada nos recreios escolares. A vergonha é um meio de fazer cumprir os valores de uma sociedade nos seus membros que as desrespeitem e persistiu durante séculos porque simplesmente isso funciona.

No entanto, durante os últimos decénios, os choramingas da esquerda decidiram que a vergonha é má e dura, e portanto tem de se pôr um fim a isso. Ninguém deve ser forçado a corrigir os seus erros pessoais. Quem se preocupa se os nossos rapazes cresçam para serem efeminizados ou homossexuais, que a obesidade é uma crise nacional, ou que a ilegitimidade e todos os problemas sociais consequentes se torne banal ?  Quem se preocupa se a preguiça, a guloseima, a bebedeira, as drogas, o vício da pornografia e a promiscuidade desenfreada crie na nossa sociedade um abismo moral ? O mais importante é que ninguém tenha os seus sentimentos feridos ou que não se ouça alguém falar mal da sua pessoa. Cada um deve ser autorizado a se auto-destruir e destruir a sociedade sem medo de ser censurado ou de repúdio público. Agora temos mesmo termos absurdos como "estupidez de put#", "estupidez de gordo", "homofobia" e "transfobia" que entram no discurso público.

Banda de gordas
Nós temos jovens mulheres andando nas ruas vestidas como put#s para provarem sabe-se lá o quê. Nós temos pessoas que lançam campanhas para encorajar o orgulho de serem gulosas, preguiçosas, e na consequente obesidade. Se você tenta uma critica aos homens vestidos de mulher ou ás pessoas brancas que se mesticem com pessoas de cor, você poderá mesmo encontrar-se preso.

Algumas labregas irresponsáveis
Uma vez mais a esquerda impõe a sua moralidade sobre os outros suprimindo todas as vozes dissidentes contra a sua loucura destruidora pelo uso da força do Estado. A grande maioria das pessoas normais, correctas, queixam-se ainda dos comportamentos anti-sociais que a humanidade condenou durante centenas de séculos. Mas se eles podem ainda desaprovar em silêncio, depois de decénios de marxismo cultural, eles não mais têm a confiança em si mesmos para corrigir os outros que estão no erro.

Claro, para que a vergonha pública funcione, a vasta maioria das pessoas deve ter uma moral em comum que ela impõe aos poucos que estão no erro. Por outro lado, quando uma sociedade não tem uma fundação em comum, uma história, um património e cultura, não existe moralidade em comum que possa ser imposta. É neste ponto que nos encontramos actualmente nesta lixeira multicultural que o mundo ocidental se transformou. E nisto, come em outras coisas, uma combinação de imigração massiva do terceiro-mundo e de marxismo cultural serviram para destruir o coração da nossa sociedade como um cancro.

Artigo aparecido no 24/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site nwioqeqkdf.blogspot.sk