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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Quem é Alexis Tsipras ?

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Agora que Tsipras vem de trair o povo grego, que tinha votado "não" á
austeridade no referendo, este vigarista mandou ás urtigas a vontade do
povo no intuito de defender interesses obscuros...estranha personagem esta, é no mínimo o que se pode deduzir deste abutre.

Quem é afinal, Alexis Tsipras
?

Alexis Tsipras (aliás Alexis Cipra) é um judeu sefaradita, filho de Pavlos Tsipras (Pavlos Cipra), milionário grego que morreu em 2012 e com ligações ao Mossad. Seus ascendentes eram comerciantes judeus em África, que ganhavam a vida com o comércio de escravos africanos, mandando-os para a Grécia para exploração, helenizaram o nome quando chegaram á Europa, passando de "Cipra" a "Tsipras".

Os Avós de Alexis Tsipras, imigraram para a Grécia (desde a Turquia) nos anos 20. O nome da cidade de origem da familia "Cipra" (Tsipras), é Babaeski que é situada na província Turca de Kirklareli.

A empresa familiar do Pai do fundador do Syriza (Pavlos Tsipras) chamava-se "SKPANAEA" e era especialista em trabalhos públicos na Grécia, em particular na restauração e construção de Igrejas Ortodoxas e também passaram pela radiotelevisão, isto desde a época da Junta dos Coronéis. Bem ao estilo da Máfia Italiana.

No que toca ao movimento Trotskista do Syriza, suas ligações com o multimilionário George Soros que o financia, como deixa claro o site Gazetawarsza.

A ascensão fulgurante de Tsipras parece ter sido facilitada pela Oligarquia Financeira Internacional para impedir a chegada ao poder na Grécia do movimento "ultra-nacionalista" Aurora Dourada (opostos á UE e á NATO) cujos principais dirigentes estão em prisão á quase dois anos.

Alexis Tsipras aparece então como uma forma de "oposição controlada" ao "sistema". Não é de espantar que Tsipras sempre tenha militado pela manutenção da Grécia na zona Euro.

FONTE 1
FONTE 2
FONTE 3
FONTE 4
FONTE 5

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Protocolos de Toronto ( Nova Ordem Mundial)

Dezoito anos antes da elaboração do Projecto "Aurora Vermelha", a mesma seita nomeada "6.6.6", havia elaborado os ditos "Protocolos de Toronto", no ano de 1967. Mais uma vez, é Serge Monast, o jornalista-investigador, considerado o maior inimigo do NWO, que torna público tais documentos. Por muitos um simples desconhecido, mas sem dúvida o homem que mais contribuiu, antes da moda do tema NWO. Por muitos considerado o "Pai" deste tipo de investigação. Para além destes Documentos , ele denunciará, no ano de 1990, a conspiração "Blue-Beam", será o primeiro, antes dos anglo-saxões, a revelar o dito "RFID" e conspirações no domínio da Saúde, tais como as vacinas. Um homem, no entanto esquecido do grande-público...

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Ficção ou realidade ? Quem poderá dizer ? Seja como for, segundo certas informações obtidas e provenientes de França, mas sobretudo, após uma revisão dos eventos desde os últimos 25 anos atrás, hoje parece que o cenário descrito neste "Documento" nos permite compreender melhor o que até aqui, nos parecia do mais incompreensível.

Nós livramos em inteiro este "Documento" com uma análise das novas condições actuais, que elas mesmas, parecem mais do que confirmar a autenticidade deste último.

Fim de Junho 1967: A Montréal, é a Expo 67; á Ottawa, são os últimos preparativos do "Centenário da Confederação"; aos Estados-Unidos, é a contestação á guerra do Vietname, e por todo o País, o "Flower Power". Nós estamos muito próximos dos acontecimentos de Maio 68 na França, da explosão do Nacionalismo no Quebeque, o Festival de Woodstock nos Estados-Unidos...mas ao mesmo tempo, neste fim de Junho de 1967 é o marco para os últimos preparativos para meter ao ponto o Plano da "Queda das Nações" pelas altas instâncias da Franco-Maçonaria Anglo-saxónica a Toronto (Canadá).

Esta reunião secreta, altamente "Confidencial", é organizada pelos "6.6.6" (é assim que eles mesmos se nomeiam), quer dizer aqueles que dirigem os 6 maiores bancos mundiais, os 6 maiores consórcios energéticos do planeta (o petróleo também), e os 6 maiores consórcios do agro-alimentar (fazendo parte o controle das principais estradas alimentares do mundo). Esses "6.6.6" são os mais altos responsáveis da finança internacional que vão definir, na sua reunião, uma "Estratégia em comum" com vista a controlar absolutamente o "Comércio Mundial"; a possessão da Arma Energética (porta aberta sobre o século 21); e sobre o controle do agro-alimentar (no qual compreendem também, para eles, os consórcios farmacêuticos, incluídos o mercado mundial das "Vitaminas" e das "Vacinas")

O "plano" se resume a três orientações capitais: "a Economia, a Política e o Social para os anos 70 e 80. Se eles conseguirem, irremediavelmente deverá culminar na tomada do "Poder Mundial, pela edificação de uma "Nova Ordem Mundial"; o mesmo que o Presidente americano George Bush fará tanta promoção no principio dos anos 90.

Protocolos de Toronto


Titulo do documento: “Panem et Circenses” ( pão e jogos circenses)

Todos os períodos históricos que levaram á decadência das civilizações, estiveram todas marcadas, sem excepção, pelo “Espírito de Erro dos Homens”.

Hoje, nós devemos fazer de maneira que este “Espírito” se traduza por uma “Sociedade Mundial do Lazer” sob todas as suas formas. Este “Lazer” deve-se compor de Sexo, Drogas, do Desporto, Viagens, Exotismo e Lazeres em geral, mas acessíveis a todas as camadas da Sociedade. O Homem tem de chegar a crer que é “Moderno”, e que a sua modernidade é composta da sua capacidade, e da possibilidade de poder gozar largamente, e agora, de tudo o que o rodeia.

Para conseguir este objectivo, é imperativo poder infiltrar os Médias (Rádio, Televisão, Jornais), os meios da “Moda” e da “Cultura” (os meios da Nova Música), pelos quais influenciaremos, com toda a certeza, todas as Sociedades Ocidentais. Tendo na mão os "Sentidos" da juventude, nós teremos por consequência a via livre para infiltrar e transformar em profundura, sem inquietação, a Política, o Sistema Legal e Educacional; o que nos permitirá de modificar em profundura os cursos, a orientação futura das Sociedades visada pelo nosso “Plano”.

As populações, nós o sabemos, não têm memória histórica. Eles repetem incansavelmente os erros do passado sem se renderem conta que esses mesmos erros haviam conduzido os seus pais, antes deles, ás mesmas desgraças que eles viverão bem pior antes do fim deste século. Vejam, por exemplo, o que os seus avós passaram no começo deste século graças ao trabalho tenaz dos nossos predecessores. Depois de conhecerem, sem limites, a libertação de tradições, a abolição da moral ( em outros termos, a errância do espírito), eles experimentarão a “Crise Económica”, depois a “Guerra”. Hoje os seus netos e filhos dirigem-se direito a um destino semelhante, ainda pior porque desta vez, nos permitirá enfim de pôr em pé nossa “Nova Ordem Mundial” sem que algum de entre eles esteja mesmo preparado para se render conta, estarão muito preocupados a satisfazerem exageradamente os seus apetites sensuais mais primários.

Uma “Norma” geral mais que importante, e que já deu as suas provas no começo do presente século na construção e implementação do “Sistema Comunista” pelos nossos estimados Altos Oficiais de nossas lojas, é a rentabilidade da “Excepção”. Em principio, nós o sabemos, a Excepção prova a Regra geral que lhe é contrária. Mas no nosso vocabulário, a Excepção é o que deve ser imposta a todos. Nós devemos arranjar maneira para fazer “Excepções” em diferentes esferas da Sociedade, como tendo de serem novas “Regras” gerais aplicáveis a todos, um primeiro objectivo de todas as futuras contestações sociais levadas a cabo pela Juventude das Nações.

Assim a Excepção será o detonador pelo qual toda a sociedade histórica se desmoronará sobre ela mesma tal uma agonia e confusão sem precedentes.

Os fundamentos da “Sociedade Ocidental”, na sua essência, provêm em linha directa, da herança Judaico-Cristã. É precisamente essa herança que fez da “Família”, o “”, a “Pedra Angular” de todo o edifício social actual. Os nossos antecessores que financiaram todos os escritores revolucionários no fim do século 19 e principio do século 20, já tinham compreendido a importância de fraccionar, pois de fazer explodir esse “Núcleo vital” se quisessem, na Rússia, conseguir pôr de pé o novo “Sistema Comunista” de então. E é precisamente isso que com minúcia eles fizeram então produzir pelos filósofos e escritores não-conformistas da época : “Um Manifesto á glória do Estado-deus”; este tendo a primazia absoluta sobre o individuo, sobre a “Família”.

Para alcançar com segurança a construção de um Governo Mundial (uma Nova Ordem Mundial Comunitária), onde todos os indivíduos, sem excepção, serão submissos ao “Estado Mundial” da “Nova Ordem”, nós devemos, em primeiro lugar, fazer desaparecer a “Família” (o que fará, ao mesmo tempo, desaparecer os ensinamentos religiosos e ancestrais), em segundo lugar, nivelar todos os indivíduos fazendo desaparecer as “Classes Sociais”, em particular, as “Classes Médias”. Mas devemos proceder de maneira a que todas estas mudanças pareçam vindas da vontade popular; que tenham a aparência de “Democracia”.

Servindo-se de casos isolados, mas amplificando-os ao extremo com a ajuda de contestações estudantis, infiltradas por nós, de jornalistas favoráveis á nossa causa e políticos comprados, nós conseguiremos fazer erguer novos Organismos com todas as aparências de “Modernidade”, como um “Organismo de Protecção da Criança” protegido por uma “Declaração dos Direitos e Liberdades”.

Para o sucesso do nosso “Plano Mundial: (O Plano Vermelho)”, teremos de implantar em todas as Sociedades Ocidentais dos anos 70, os “Organismos para a Protecção da Criança” onde os funcionários ( jovens intelectuais sem experiência, frescamente saídos das Universidades onde é metido em evidência nossos princípios mundialistas) farão respeitar á letra, sem discernimento, a “Declaração dos Direitos da Criança”. Quem ousará se opor a isto sem ao mesmo tempo ser identificado com as barbaridades da Idade Média ?

Esta “Declaração” minuciosamente elaborada nas nossas “Lojas”, nos permitirá então de reduzir ao nada toda a autoridade parental, fazendo assim explodir a família em indivíduos ferozmente opostos uns aos outros para protecção de seus interesses pessoais. Isso vai encorajar as crianças a denunciar os pais muito autoritários, por que muito tradicionais, muito religiosos. Contribuirá também a submeter os pais a uma “Psicose Colectiva de Medo”; o que provocará logicamente, de uma maneira geral na sociedade, o relaxamento da autoridade parental. Assim nós conseguiremos, num primeiro tempo, a produzir uma sociedade semelhante á da Rússia nos anos 50, onde as crianças denunciavam ao Estado os seus pais, e isso sem que ninguém se aperceba.

Transferindo assim para o Estado o “Role Parental”, será mais fácil, para em seguida, de possuirmos, uma por uma, todas as responsabilidades que eram, até á data, da competência exclusiva dos parentes. É assim que nós poderemos fazer por todos como sendo um abuso contra a criança, o ensinamento religioso tradicional de origem Judaico-Cristão.

Ao mesmo tempo, mas num outro nível, nós faremos inscrever nas mais altas Leis das Nações, que todas as Religiões, Cultos e Práticas Religiosas de todo o tipo, incluindo a “Feitiçaria e Magia” devem ser todas respeitadas ao mesmo titulo, tanto umas como outras.

E será em seguida com uma facilidade desconcertante, transferir esse role do Estado em relação á criança para as mais altas instâncias internacionais, tais como as Nações Unidas.

Compreendamos bem isto : Nosso objectivo não é o de proteger as crianças ou seja lá quem for, mas sim de provocar a ruptura e queda das Nações que são um obstáculo de envergadura para pôr de pé a nossa “Nova Ordem Mundial”. É a razão pela qual os “Organismos de Protecção da Criança”, devem ser investidos de uma autoridade legal absoluta.

Eles devem estar em medida, como bem desejarem, mas sempre sob o pretexto da protecção da criança, de poder retirar estes últimos de seus meios familiares originais, e pô-los em meios familiares estrangeiros ou em Centros governamentais já submetidos a nossos princípios mundialistas e anti-religiosos. Em consequência, assim ser+a finalizada a ruptura definitiva da “Célula Familiar Ocidental”. Pois que, sem a protecção e vigilância dos parentes originais, essas crianças serão definitivamente traumatizadas no seu desenvolvimento psicológico e moral, e representam, por via de consequência natural, presas facilmente adaptáveis á nossa visão mundialista.

Para o sucesso de uma tal empresa, é primordial que os funcionários desses “Organismos” ao serviço do Estado, sejam jovens, sem experiência, embebidos de teorias que nós sabemos serem vazias e sem eficácia, mas que sobretudo, sejam obcecados pelo espírito missionário de grandes protectores da criança ameaçada. Porque para eles, todos os parentes devem representar potenciais criminosos, de potenciais perigos para o bem-estar da criança aqui considerado como sendo um “deus”.

Um “Organismo de Protecção da Criança” e uma “Declaração dos Direitos da Criança” não têm razão de existir sem crianças ameaçadas. Demais, as excepções e exemplos históricos utilizados para a pôr em obra, acabariam, cedo ou tarde, por desaparecer se não fossem constantemente alimentados por novos casos numa base contínua. Nesse sentido, nós devemos infiltrar o “Sistema de Educação” das Nações, para fazer desaparecer, sob cobertura de “Modernidade” e “Evolução”, o ensinamento da Religião, da História, o Bem-Estar (ndt: sentido de estar ou ter um comportamento moral correcto nas relações sociais) tudo em dissipando, ao mesmo tempo, sobre uma avalanche de novas experimentações nos meios da Educação, o da língua e das matemáticas. Desta maneira, em tirando ás jovens gerações, toda a base e fronteira moral, todo o conhecimento do passado (portanto toda o orgulho nacional), o respeito pelo outro, todo o poder pelo conhecimento da linguagem e ciências (portanto sobre a realidade), nós contribuiremos a fabricar uma juventude largamente disposta a todas as formas de delinquência. Nesse novo universo tomado pelo medo dos parentes, e seu abandono de toda responsabilidade face aos seus filhos, nós teremos a via livre para formar, á nossa maneira e segundo nossos principais objectivos, uma juventude arrogante, o desprezo e a humilhação do próximo, serão consideradas como sendo as novas bases da “Afirmação do Eu” e da “Liberdade”.

Mas nós sabemos, pela experiência do passado, que uma juventude semelhante já estará condenada á sua auto-destruição, pois que esta é extremamente “Individualista”, portanto “Anarquista” por definição. Nesse sentido, ela não poderá representar uma base sólida para a continuidade de qualquer que seja a sociedade, e muito menos um valor seguro para se responsabilizar pelos seus velhotes.

Logo imediatamente, é também imperativo de fazer criar uma “Declaração dos Direitos e Liberdades Individuais”, e “Organismos de Protecção ao Cidadão” criando a ilusão nas populações, que essas inovações fazem parte integrante da “Modernidade” das “Novas Sociedades” do século 20. Da mesma forma, e ao mesmo tempo, mas num outro nível, fazer votar novas Leis para o “Respeito e Liberdades Individuais”. Como no caso da “Família”, mas sobre o ângulo da “Sociedade”, essas Leis, entrarão em conflito com os "Direitos da Colectividade”, empurrando assim as sociedades visadas, direitas á auto-destruição. Por que aqui a inversão é total: “Não é a sociedade (direito maioritário) que deve ser protegido contra os indivíduos podendo ameaçá-la, mas sim (o Direito do Individuo) que deve ser protegido contra as possíveis ameaças da maioria”. Este é o objectivo que esperamos.

Para finalizar a ruptura da família, do sistema de educação, portanto da Sociedade no seu geral, é primordial encorajar a “Liberdade Sexual” a todas as esferas da Sociedade Ocidental. Tem de se reduzir o individuo, portanto as populações, á obsessão de satisfazer os seus instinctos primários por todos os meios possíveis. Nós sabemos que esta etapa representa o ponto culminante pelo qual toda a Sociedade acabará por desmoronar-se sobre ela mesma. Não foi assim com o Império Romano no seu apogeu, e de todas as civilizações semelhantes através da história ?

Através de homens de Ciência e laboratórios financiados pelas nossas Lojas, nós acabamos por conseguir pôr de pé um procedimento químico que revolucionará todas as Sociedades Ocidentais, e acabará por fazer esquecer para sempre, os princípios morais e religiosos Judaico-Cristãos. Esse procedimento, sob forma de pílula, abrirá as portas a todas as vias da “Liberdade Sexual” sem consequências, e incentivará as “Mulheres” das Nações a quebrar aquilo que até então era percebido como um jugo do passado ( a escravatura das mulheres submissas ao homem e á família tradicional Judaico-Cristã).

Outro tempo “Centro e núcleo da célula familiar”, a mulher moderna, agora enquanto individuo independente, desejará quebrar com o seu role tradicional, se separar da família, e levar a sua vida segundo as suas próprias aspirações pessoais. Nós sabemos, nada de mais natural, mas onde vamos intervir fortemente, será na infiltração de todos os novos “Movimentos de Contestação Femininos” incentivando a sua lógica até aos extremos limites da consequência. E esses limites já estão escritos na ruptura definitiva da família tradicional e da Sociedade Judaico-Cristã.

Essa “Liberdade Sexual” será o último meio pelo qual será nos será possível de fazer desaparecer a “Consciência Popular” toda a referencia ao “Bem e Mal”. O desmoronamento desta barreira religiosa e moral nos permitirá de finalizar o processo da falsa “Libertação do Homem do seu Passado”, mas que na realidade, é uma forma de escravatura que será proveitosa para os nossos “Planos Mundialistas”.

Esta porta aberta para o encorajamento á “Liberdade Sexual”, ao “Divórcio”, ao “Aborto” segundo a vontade, ao reconhecimento legal de diversas formas de homossexualidade, ajudar-nos á a modificar em profundidade as bases históricas do “Direito Legal” das Sociedades. Ela será um grande trunfo para incentivar o conjunto dos indivíduos a um relaxamento geral dos hábitos; para dividir os indivíduos uns em relação aos outros, segundo seus instinctos e interesses próprios; para destruir o futuro da juventude incentivando-a a experiências nefastas da sexualidade precoce e do abortamento; e para fracturar moralmente as gerações futuras incentivando-as ao alcoolismo, ás diversas drogas ( que nossos Oficiais superiores tomarão o controle a nível mundial), e ao suicídio ( este considerado por uma juventude desgostosa e abandonada a ela mesma, como sendo um fim honorável).

Desencantemos a juventude das Nações em lhes mostrando os seus parentes como irresponsáveis, irreligiosos, imorais; procurando em definitivo, o prazer, a evasão e a satisfação sem limites de seus instinctos ao preço da mentira, da hipocrisia e traição. Façamos do divórcio e do aborto um novo costume social aceite por todos. Incentivemos-a á criminalidade sob todas as suas formas, e a se refugiarem em grupos distinctos, fora da vigilância do meio familiar que ela perceberá, inevitavelmente, como sendo uma ameaça para a sua própria sobrevivência.

A teia social será assim modificada para sempre, então nos será propicio agir assim que possível na Política e Economia das Nações para as submeter á nossa mercê; para aceitar de força, nossos Planos de uma Nova Ordem Mundial. Porque, tem de se admitir, as Nações, espoliadas que elas serão de poder contar com uma juventude forte, numa Sociedade onde os indivíduos, reagrupados em torno de um ideal comum, reforçados por limites morais sólidos, que poderiam fornecer a sua ajuda histórica, não poderão que abdicar a favor da nossa vontade mundial. Assim nós poderemos então inaugurar o que tanto foi anunciado pelas nossas criações passadas: “O sistema comunista que profetizava uma revolução mundial posta em marcha por todos os rejeitados da terra”, e o “Nazismo pelo qual nós havíamos anunciado uma Nova Ordem Mundial por 1000 anos”. Este é o nosso último objectivo; o trabalho recompensado de todos os valorosos mortos no labor para sua concretização desde á séculos. Digamos alto e forte: “Todos os Irmãos das Lojas do passado, mortos no anonimato para a realização deste ideal que é agora possível de tocar com a ponta dos dedos".

É bem conhecido por todos que o Homem, uma vez depois de ter assegurado seus instinctos primários ( comida, vestuário e abrigo), é menos inclinado á vigilância. Permitamos então de adormecer a sua consciência tudo em orientando á nossa maneira seu espírito em lhe criando, com pura manipulação, condições económicas favoráveis. Portanto, durante este período dos anos 70 onde nossos Agentes se infiltrarão em todos os lados das esferas da Sociedade para fazer aceitar estas novas normas na Educação, o Direito Legal, o Social e a Política, nós estaremos atentos a disseminar á volta dele um clima económico de confiança. Do Trabalho para todos; abertura de Crédito para todos; do Lazer para todos, serão os nossos estandartes para a criação ilusória de uma nova classe social: “a Classe Média”. Uma vez nossos objectivos atentos, esta “Classe” do meio, situada entre os pobres seculares, e nós os ricos, nós a faremos desaparecer em cortando definitivamente todos os meios de sobrevivência.

Nesse sentido, nós faremos dos Estados-Nação, os novos “Parentes” dos indivíduos. Através desse clima de confiança onde nossos “Agentes Internacionais” terão feito o necessário para descartar todo o espectro de uma guerra mundial, nós encorajaremos a “Centralização” excessiva para o Estado. Desta maneira, os indivíduos poderão adquirir a impressão de uma liberdade total a explorar enquanto o fardo legendário das responsabilidades pessoais será transferido para o Estado em multiplicando sem nenhum limite o número de funcionários-intelectuais.

Assegurados por anos de avanço de uma segurança material, estes serão por consequência, perfeitos executantes do “Poder Governamental”; por outras palavras, de nosso “Poder”.

Criar assim uma massa impressionante de funcionários que, sozinha, formará un Governo dentro do governo, seja qual for o partido político que estará no poder. Esta máquina anónima poderá um dia nos servir de alavanca, quando o momento será propicio, para acelerar o desmoronamento económico dos Estados-Nação; porque estes não poderão indefinidamente suportar uma tal massa salarial sem poderem se endividar para além dos seus meios. Por outro lado, esta mesma máquina que dará uma imagem fria e insensível do aparelho governamental; esta máquina complexa e óh quanto inútil nas suas muitas funções, nos servirá de pára-vento e de proteção contra as populações. Porque quem se aventurará através das dificuldades de um tal labirinto com vista a fazer valer os seus lamentos pessoais ?

Sempre durante este período de vertigem geral, nós aproveitaremos então para comprar ou eliminar, segundo as necessidades do momento, todos os dirigentes de empresas, os responsáveis de grandes Organismos do Estado, os Centros de Estudos Científicos cuja acção e eficácia poderiam dar muito poder aos Estados-Nação. Sobretudo que o Estado não possa vir a ser uma força independente que riscaria de nos escapar, e de meter em perigo nossos “Planos” ancestrais.

Nós vigiaremos também a ter a mão absoluta sobre todas as estruturas supranacionais das Nações. Esses Organismos internacionais devem ser postos sob nossa jurisdição absoluta.

No mesmo sentido, e para garantir a rentabilidade de nossa influência perto das populações, devemos controlar todos os Médias de Informação. Nossos Bancos tratarão de financiar só aqueles que nos são favoráveis e ao mesmo tempo supervisionar o fecho dos mais teimosos. Isto deverá em principio passar quase despercebido das populações, ocupadas que elas estarão com a necessidade de fazer mais e mais dinheiro, e de se divertirem.

Devemos nos ocupar a finalizar, desde já, a fase de dês-regionalização das zonas rurais começada no principio da “Crise Económica” de 1929. Sobrepovoar nossas cidades era o nosso estandarte da “Revolução Industrial”.

Os proprietários rurais, pela sua independência económica, sua capacidade a produzir a base alimentar dos Estados, é uma ameaça para nós, e nosso Planos futuros. Acumulados nas cidades, eles serão mais dependentes de nossas industrias para sobreviver. Nós não podemos permitir a existência de grupos independentes do nosso “Poder”. Portanto eliminemos os proprietários de terra fazendo deles nossos escravos obedientes da nossa Indústria sob nosso controle. Quanto aos outros, permitamos que se organizem em Cooperativas Agrícolas que nossos Agentes infiltrarão para melhor os orientar segundo as nossas prioridades futuras.

Através do Estado, comprometer-nos a bem por em evidência o “Respeito” obrigatório da diversidade de “Culturas”, de “Povos”, de “Religiões”, das “Etnias” que são tantos outros meios, para nós, fazermos passar a “Liberdade Individual” em vez da “Unidade Nacional”; o que nos permitirá de melhor dividir as populações dos Estados-Nação, e assim a enfraquece-los na sua autoridade, e na sua capacidade de manobra. Executado aos mais limites extremos mas num plano internacional, esse conceito, no futuro, incentivará as etnias de diferentes Nações a se reagruparem para reivindicar, individualmente, a sua parte de “Poder”; o que acabará por arruinar as Nações, e as fará fragmentar em guerras intermináveis.

Logo que os Estados-Nação serão enfraquecidos devido a tantas lutas internas, todas derivadas do reconhecimento dos “Direitos das Minorias” e sua independência; que os nacionalismos divididos em diferentes facções culturais e religiosas se oporão cegamente em lutas sem fim; que a juventude terá perdido totalmente o contacto com as suas raízes; então poderemos nos servir das Nações-Unidas para começar a impor nossa Nova Ordem Mundial.

Desde logo, quando se chegar a esse estado, os “Ideais Humanitários, Sociais e Históricos” dos Estados-Nação terão desde há muito tempo explodido sobre a pressão das divisões interiores.

Fim do Documento dos 6.6.6. Datado do fim de Junho de 1967.

Tradução : Gang2 Ervilha

segunda-feira, 6 de julho de 2015

OXI ! (por Jacques Sapir)

 OXI !

A victória do "Não" no referendo é um evento histórico. Vai fazer data. Apesar das inúmeras pressões para um voto "Sim" tanto da parte dos médias gregos como dos dirigentes da União Europeia, com a agravante da organização do BCE de condições de pânico bancário, o povo grego fez entender a sua voz. Se fez entender contra as mentiras que foram veiculadas continuamente sobre a situação na Grécia estas últimas semanas. Nós teremos aqui algo a dizer sobre esses editorialistas que expressamente mascararam a realidade, deixando entender uma ligação entre o Syriza e a extrema-direita Aurora Dourada. Mentiras que não nos surpreendem mais, mas não as esqueceremos. O povo fez entender a sua voz com uma força rara, porque contrariamente ao que deixavam pensar as sondagens realizadas á saída das urnas, a victória do "Não" obteve-se com uma margem importante, por volta dos 60%. Isso reforça ainda mais o governo de Alexis Tsipras e deverá fazer meditar os seus interlocutores. Nós veremos rapidamente como será. Mas devemos dizer que as reacções, sejam de Martin Schulo (perdão, ler "Martin Schulz") no Parlamento Europeu, de Jean-Claude Juncker da Comissão, ou de Sigmar Gabriel, Ministro da Economia e aliado do SPD da Srª Merkel na Alemanha, não deixam entrever margem para optimismo.

Esta victória do "Não", também, e mais que evidente, soou a nostalgia na França. Ela teve lugar quase 10 anos depois do "Não", no nosso País (também na Holanda). Era questão nesse tempo, em 2005, do projecto do Tratado Constitucional Europeu. Este projecto foi rejeitado no nosso País por mais de 54% dos votos. Também nesse tempo, as campanhas dos médias e adeptos do "Sim" passaram todos os limites do razoável. Os adeptos do "Não" foram insultados de injúrias e ameaças. Mas eles se mantiveram. Daí data o divórcio, que não pára de aumentar, entre franceses e a casta mediática, divórcio que se lê nas estatísticas decadentes dos médias "oficiais" e na explosão da audiência de blogs, como este.
 O voto marcou uma clara diferença entre o que pensavam os eleitores das classes populares e aqueles das classes mais ricas. Tinha-o qualificado então como a victória dos prolos ( termo relatio a "proletariado") sobre os bobos. Parece que assistimos a um fenómeno da mesma ordem na Grécia, pois que as zonas ricas de ATenas votaram "Sim" com mais de 80%, e foi numa proporção inversa que o "Não" ganhou nas zonas populares. O voto "Não" dos gregos é um éco directo do "Não" francês. Portanto após multiplas manobras, um texto quase similar, o "Tratado de Lisboa", foi adoptado no "congresso" anos mais tarde graças a uma aliança sem principio entre o UMP e PS ( UMP, actualmente "les Républicains", é o equivalente ao PSD da Coelhada). Desde então data a ruptura entre que se constata entre as elites políticas, mediáticas e os eleitores. Esta negação da democracia, esse roubo de um voto soberano, é uma profunda ferida para muitos franceses. A larga victória do "Não" grego vem acordar essa ferida e poderá impulsionar os eleitores a pedir contas de um passado que decidamente não passa.

O sentido de um "Não".

Mas tem de se compreender o profundo sentido deste "Não". Ele se opõe aos comportamentos anti-democráticos dos responsáveis do Eurogrupo, da Comissão Europeia ou do Parlamento Europeu. Ele desacredita pessoas como Jean-Claude Juncker, Dijssenbloem ou ainda Martin Schulz, o Presidente do Parlamento. Ele se opõe sobretudo á lógica que foi posta em obra desde o 27 de Junho, quando Dijssenbloem, Presidente do Eurogrupo, decidiu excluir o Srº Varoufakis, Ministro das Finanças grego, de uma reunião. Esse insensato gesto significava excluir a Grécia da zona Euro. Devemos então tomar atenção á estranha passividade  do Ministro Francês, Michel Sapin. Aceitando ficar na sala, ele foi conivente  do abuso de poder cometido por Dijssenbloem. Mesmo se o governo francês diz actualmente desejar que a Grécia fique na zona Euro, o comportamento de um dos seus eminentes membros, que para mais próximo do Presidente da Républica, vem trazer um desmentido, senão pelo menos deixa dúvidas sobre a realidade deste compromisso. O governo grego não pôde certamente de o deixar de notar. Assim nós ficamos excluídos de uma batalha onde a Alemanha, seja indirecta ou directamente, largamente inspirou as posições europeias.

O facto é que o BCE organizou durante a semana do 28 Junho ao 5 Julho. a asfixia financeira dos bancos gregos, provocando uma emoção compreensível no seio da população, isto é a prova que as Instituições Europeias não tinham em conta continuar as negociações com Alexis Tsipras, mas tentavam obter, seja a demissão voluntária, ou a destituição numa dessas assembleias enganosas que o regime parlamentar grego permite. O referendo foi também uma tentativa para se opôr a essas manobras. A victória do "Não" garantiu que o governo de Tsipras fique ao abrigo desse tipo de manobras.

Será possível uma retoma das negociações ?

Mas isso não significa que as negociações sobre a dívida grega, portanto necessárias, justificadas como o recorda um relatório do FMI oportunamente publicado apesar das tentativas de embargo por parte do Eurogrupo, podem retomar. Todos os economistas que examinaram este dossier, personalidades ilustres como Paul Krugman e Joseph Stiglitz (prémios Nobel), especialistas internacionais como James Galbraith ou Thomas Piketty, explicam desde á semanas que sem uma reestruturação da divida acompanhada de uma anulação desta ultima, a Grécia nunca poderá retomar o caminho do crescimento. E seria lógico acordar á Grécia o mesmo que, em 1953, foi acordado á Alemanha. Mas tem de ser rápido, sem dúvida em 48h, e não é dito que as Instituições Europeias, que tentaram impedir o relatório do FMI, o queiram. A declaração de Martin Schulz, Presidente do Parlamento Europeu, ou a de Sigmar Gabriel dizendo que tudo estava rompido, não augira nada de bom.

A decisão de Varoufakis de se demitir de seu posto de Ministro das Finanças criou espanto. Ele é sem dúvida, um dos grandes vencedores do referendo. Mas esta decisão é muito lógica. Sua substituição por Euclid Tsakalotos vai mais longe que uma simples concessão táctica acordada aos "credores". Foi assim que Varoufakis apresentou a sua demissão. Mas o novo Ministro poderia também significar a chegada de um homem mais apto a uma ruptura. Tsakalotos não esconde que ficou um "Eurocéptico". Não o mediram ainda muito bem a Bruxelas, mas Varoufakis era apaixonadamente ligado ao Euro e á ideia Europeia. Não é o caso de Tsakalotos. Este poderá trazer consequências muito importantes nos próximos dias.

No entanto, se o BCE não se decide a aumentar muito rapidamente o teto do acordo de urgência (ELA), a situação poderá rapidamente ser muito critica na Grécia e as negociações perderão todo sentido. Foi o que disse Tsipras na noite da victória do "Não". Um acordo poderá ser possível, se as duas partes o quiserem. Mas justamente, teremos de ter o direito á dúvida, e mais ainda, sobre as intenções das Instituições Europeias.

Se o BCE não aumenta o teto máximo do ELA, o governo grego não terá outra escolha. Ele deverá pôr em circulação "certificados de pagamento", que constituirão uma moeda paralela, ou tomar o Banco Central através de decreto (uma requisição) e forçá-lo a meter em circulação tantas notas como as que tem em reserva, como as que são conservadas nos bancos comerciais sob sua autorização. Se uma tomada do Banco Central seria totalmente justificado por causa do comportamento do BCE e do Eurogrupo que violaram o fundo como a letra dos Tratados, é mais +provável que a primeira opção será a escolhida. Em todos os casos, essa não era a posição de Yanis Varoufakis. Não sabemos á hora actual qual será a posição de Tsakalotos. Se o governo grego se decide então a emitir certificados de pagamento, isso conduziria rapidamente a um sistema de duas moedas na Grécia, e daqui a algumas semanas, pode-se pensar que uma da duas desapareceria. Seriamos confrontados á saída do Euro, o "Grexit". Convém aqui dizer que esta saída do Euro, seria totalmente da responsabilidade das Instituições Europeias.

Estará em curso a saída da Grécia do Euro ?

Tem de se lembrar que uma saída do Euro não passa obrigatoriamente por uma decisão clara e acordada. Esse ponto foi particularmente focado por Frances Coppola num artigo publicado pelo magazine Forbes. Pode resultar da lógica de circunstancias e reacções do governo grego face ao duplo jogo tanto do Eurogrupo que do BCE, que tem legalmente a responsabilidade de manter estável o sistema bancário nos Países da zona Euro, organize na realidade o estrangulamento dos bancos e suas falências.

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Fonte : Blog de Jacques Sapir

domingo, 5 de julho de 2015

Estatisticas interessantes sobre intenção de voto na Grécia

Numa publicação grega, encontrei umas estatísticas muito interessantes, mas sobretudo ressalta esta aqui, clique na imagem para fazer zoom:





Ainda faltam umas horas para o fim dos votos, mas nota-se, neste gráfico, um fenómeno muito intrigante : são os jovens que sentem que algo deve ser mudado. Á medida que a idade vai avançando, o espírito de revolução, de mudança, percebe-se de menos em menos. Será por comodismo ?

FONTE