Antes de tudo, o mérito desta descoberta vai para o Pr. Pierre
Hillard, que á força de escavar o assunto, acabou por descobrir a prova
que faltava, aquela que incrimina, por onde e como os satanistas da
Sinagoga conseguiram infiltrar-se na família Real Britânica e em quase
todas as Famílias Reais Europeias, senão mesmo todas. Tudo muito bem
documentado. Eu apenas tento fazer um resumo muito breve e o mais
explicito possível da descoberta do Pr. Hillard. Esta descoberta foi
divulgada pela primeira vez ao público no dia 15 de Março de 2015, nesta conferência. É algo inédito no sentido que nunca ninguém tinha
confirmado com provas, que a Realeza Britânica tinha laços com a
Sinagoga do Demónio. Muito se dizia por esse mundo fora, que esta família tinha
algo a ver com os judeus, mas faltava a prova, Pr. Hillard, de uma forma
muito simples, eu mesmo fiquei de boca aberta com tanta simplicidade,
encontrou essa prova. Por vezes não é preciso ir muito longe...
Primeiro, sem alongar sobre o assunto, teremos de compreender o que é o "Sabbataísmo" e "Frankismo".
Tanto
o Sabbataísmo como o Frankismo, são dois derivados do judaísmo, que em
geral, na sua ideologia, para que a chegada do Messias veja o dia, será
necessário antes de tudo espalhar a miséria, o caos e a desordem por
esse mundo fora. Quanto mais mal se fizer, mais próxima estará a vinda
do Messias, "é em violando a Torah que a cumpriremos", dizia Jacob Frank. Tenham este ponto muito importante em mente ao longo do tópico.
Agora
vamos ver como a família Real Britânica é no fundo, uma família
frankista, e porque os anglo-saxões (USA e Inglaterra, Wall Street e
City), nada mais fazem que espalhar a desordem e miséria em todo o
mundo. Estes dois Países são o ferro de lança do Frankismo para espalhar
a miséria por esse mundo fora. Esta é uma das razões pelas quais não se
deve dar muito crédito a tudo o que vem desses lados. Sem generalizar,
cada membro de governo americano e inglês, é provavelmente um frankista
ou uma simples marioneta de lideres do frankismo.
Vamos começar
por cima, até ás raízes frankistas da linhagem Real de Inglaterra,
apenas vou descendo sempre através do personagem que corrompeu a Realeza
Britânica com a Sinagoga Diabólica, até á origem dessa corrupção para o
tópico não ser longo, vamos rápido ao que interessa, sem meias medidas,
as ramificações que vão dar ás outras famílias reais a gente não vai
ligar, apenas vamos concentrar-nos na Realeza Britânica:
1- Raínha Elizabeth II casa com Filipe de Mountbatten
2- Filipe de Mountbatten é filho de Alice de Battenberg
3- Alice de Battenberg é filha de Luís de Battenberg
4- Luís de Battenberg é filho de Julia von Hauke e Alexandre de Hesse
5- Julia von Hauke é filha de Hans Moritz von Hauke e Sophie la Fontaine
Agora chegámos ao mais interessante, a dita « Julia von Hauke » e seus parentes.
Leiam por favor a descrição Wikipédia de Julia von Hauke e seu pai Hans Moritz von Hauke, retenham apenas isto: "Na
revolta de 1830, Hauke defendeu o Governador Geral da Polônia (o
Grão-duque Constantino), que era o alvo dos cadetes da armada
revolucionária. O Grão-duque conseguiu fugir, mas Moritz morreu baleado
numa rua Varsóvia, na frente de sua esposa Sophie e de seus filhos. Com a
morte de Sophie pouco tempo depois, as crianças von Hauke tornaram-se
protegidos do Czar."
É a partir deste ponto, através da
Julia von Hauke, que a Realeza Europeia vai ser toda corrompida. Muitas
ramificações vão partir desta mulher. Incrível mas é verdade. Os
satânicos das sinagogas até corrompem o sangue de vossa família se assim
acharem conveniente e proveitoso. Nem que tenha de durar centenas de
anos, mas eles trabalharão arduamente pela malícia e engano, para
conseguir lá chegar.
Ora bem, Julia von Hauke, assim como todos
seus irmãos, seus parentes, são na realidade judeus frankistas. Os
judeus, desde os tempos dos Marranos,
sempre no maior dos secretismos preservaram a sua identidade judaica.
Fingindo converterem-se ao Cristianismo pela frente, mas por trás,
sempre mandaram o Cristianismo ás urtigas e continuavam seus ritos
judaico-satânicos.
Vamos recapitular o ponto 5 e carreguem nos
links, para verem a diferença, vamos descobrir seus verdadeiros nomes
judaicos, porque entre eles, se conhecem pelos nomes judaicos, os nomes
"cristianizados" são para a vida corrente do dia a dia, quando agem
frente de pessoas não judaicas:
5- Julia von Hauke é filha de Hans Moritz von Hauke e Sophie la Fontaine
Observem
já o nome judaico de "Julia Golda Broida", podem constatar que o nome
cristianizado é "Julia von Hauke". Recapitulando, reparem que ela é a
esposa de "Alexander Prince of Hesse", deste casamento vai sair depois Luís de Battenberg que "em 1884, ele casou-se com a Princesa Victoria de Hesse-Darmstadt, uma neta da Rainha Victoria", em seguida deste casamento vai nascer Alice de Battenberg, mãe do actual marido da Rainha Isabel II, Felipe de Mountbatten.
Vamos escavar as origens de Hans Moritz von Hauke, pois como constataram neste link,
para além de vermos o nome judaico de Julia von Hauke, também vemos os
nomes judaicos dos parentes Hans Moritz von Hauke e de suas esposa
Sophie la Fontaine :
Hans Moritz von Hauke = Gershon/George Yehuda Brady/Brody
Sophie la Fontaine = Feiga Horodenker Brody
Que
mascarada estes satânicos de um raio! Vivem a vida a enganar as
pessoas, mudam de religião conforme as conveniências, têm nomes em
segredo que só se conhecem entre eles. Estas pessoas não têm moral
nenhuma, nenhuma. São demónios. Isto é impressionante pelo nível de
malícia.
Vamos escavar Hans Moritz von Hauke... Vejam aqui o nome do pai dele : Moshe Moses Alexanderov [of Shklov].
Que interessante, vamos ler a nota que está em baixo, e ela diz o seguinte : « Ao sujeito do filho do Rabino Moshe, tomou o nome de George Alexandrovich Brody e foi soldado no exército do Czar, morre de seus ferimentos por causa da guerra russo-persa de 1826. Ele casou-se com a neta do Rabino Nachman de Breslov. Casa-se em 1818. Sua esposa morre um ano depois, deixando vários filhos.
Os dois mais jovens Golda (Julia) e Aharon (Alexander) foram adoptados
pela família von Hauke - uma família católica de origem
Judaico-Frankista. »
Olhem bem no link para confirmarem,
portanto tanto Hans Moritz von Hauke como Sophie la Fontaine,
descendentes de dois Rabinos, casaram-se e tiveram Julia von Hauke,
que vai contaminar com sangue judaico-frankista toda a Realeza
Britânica.
Recapitulando, comparem o que está em roxo com o seguinte do Wikipédia:
« Na revolta de 1830, Hauke defendeu o Governador Geral da Polônia (o
Grão-duque Constantino), que era o alvo dos cadetes da armada
revolucionária. O Grão-duque conseguiu fugir, mas Moritz morreu baleado numa rua Varsóvia, na frente de sua esposa Sophie e de seus filhos. Com a morte de Sophie pouco tempo depois, as crianças von Hauke tornaram-se protegidos do Czar. »
Os ascendentes do marido da Rainha de Inglaterra, proveem de Rabinos, nos links até se vêm os nomes em hebreu, olhem aqui o Rabino Pai de Hans von Hauke, olhem aqui o Pai de Sophie la Fontaine.
Amigos,
o Professor Pierre Hillard vai ainda mais longe do que isto, que é
apenas um minúsculo resumo do que ele disse. Não tenho o talento do Pr.
Hillard para vos descrever o resto, o essencial está aqui. E por favor
façam rodar este tópico por aí afora, nesses blogs, forums, seja lá o
que for, o que interessa é as pessoas terem conhecimento destes planos
das sinagogas do demónio.
Autor: Gang2 Ervilha
quinta-feira, 30 de julho de 2015
domingo, 26 de julho de 2015
Acordo secreto entre os USA e UE para fechar rapidamente os bancos em caso de pânico
Crise bancária: os Estados-Unidos e a Comissão Europeia elaboram um cenário de fecho rápido dos bancos em caso de falências.
As autoridades fiscais americanas explicaram aos representantes da UE, como fechar um banco em uma só noite, se esta se encontrasse em falência. Antes do anuncio da BCE dos stress-tests, a nervosidade aumenta na UE nos Estados membros. Aparentemente o BCE estima que vários bancos não poderiam sobreviver. Os bancos falidos deveriam ser retomados por bancos concorrentes, para evitar o risco de desencadear um bankrun.
Os representantes da UE e do FDIC simulam em segredo um desmantelamento rápido dos bancos em falência. Quando dos exercícios, os representantes da UE aprenderam como fechar bancos arruinados em uma só noite. Durante a crise, os USA foram obrigados a fechar cerca de 500 bancos. Esta operação compara-se a uma OPERAÇÃO COMANDO, onde cada segundo conta!!!
O BCE está actualmente a verificar a situação financeira dos grandes bancos da zona Euro! Os resultados dos testes serão conhecidos domingo (hoje), mas várias fugas indicam que vários bancos estão classificados como "perigo".
Desde Novembro. que o BCE toma a cargo a supervisão bancária. Para este efeito, um mecanismo único de tratamento foi elaborado, que compreende um procedimento de fecho de bancos da zona Euro.
Um aspecto até aqui negligenciado é a prática do fecho de bancos: o banco em falência pode ser fechado de um dia para outro. O ministros Alemão das Finanças Wolfgang Schäuble declarou na ocasião da crise de Chipre que os depósitos bancários são um aspecto sensível, e que na medida do possível, essas medidas deveriam ser tomadas num fim-de-semana.
Continuação AQUI
Alguma coisa se prepara, há sinais inquietantes na economias...
As autoridades fiscais americanas explicaram aos representantes da UE, como fechar um banco em uma só noite, se esta se encontrasse em falência. Antes do anuncio da BCE dos stress-tests, a nervosidade aumenta na UE nos Estados membros. Aparentemente o BCE estima que vários bancos não poderiam sobreviver. Os bancos falidos deveriam ser retomados por bancos concorrentes, para evitar o risco de desencadear um bankrun.
Os representantes da UE e do FDIC simulam em segredo um desmantelamento rápido dos bancos em falência. Quando dos exercícios, os representantes da UE aprenderam como fechar bancos arruinados em uma só noite. Durante a crise, os USA foram obrigados a fechar cerca de 500 bancos. Esta operação compara-se a uma OPERAÇÃO COMANDO, onde cada segundo conta!!!
O BCE está actualmente a verificar a situação financeira dos grandes bancos da zona Euro! Os resultados dos testes serão conhecidos domingo (hoje), mas várias fugas indicam que vários bancos estão classificados como "perigo".
Desde Novembro. que o BCE toma a cargo a supervisão bancária. Para este efeito, um mecanismo único de tratamento foi elaborado, que compreende um procedimento de fecho de bancos da zona Euro.
Um aspecto até aqui negligenciado é a prática do fecho de bancos: o banco em falência pode ser fechado de um dia para outro. O ministros Alemão das Finanças Wolfgang Schäuble declarou na ocasião da crise de Chipre que os depósitos bancários são um aspecto sensível, e que na medida do possível, essas medidas deveriam ser tomadas num fim-de-semana.
Continuação AQUI
Alguma coisa se prepara, há sinais inquietantes na economias...
Projecto Monarch: realidade ou imaginação mórbida ?
O projecto Monarch consiste - segundo afirmações de uma quantidade
impressionante de artigos e ensaios baseados em parte sobre documentos
governamentais livres de segredo - a produzir e a empregar como
assassinos contratados e espiões, pessoas de personalidade múltipla,
quer dizer, que apresentem uma dissociação da personalidade. A disfunção
dissociativa da identidade desenvolve-se frequentemente nas meninas
abusadas sexualmente, ou de outras maneiras, pelos seus parentes. Em
substância, face a estes abusos, o psíquico da victima, afim de
salvaguardar sua relação com os seus parentes sobre os quais ela depende
para os seus instinctos existenciais (alimentação, cuidados, afecto),
produz uma personalidade á parte para viver e absorver os momentos de
abuso, enquanto que a outra personalidade protegida por barreiras
amnésicas, guarda o resto do tempo uma relação "normal" com os parentes.
Ela esquece, não é consciente das experiências traumáticas subidas, e
quase sempre sexualmente excitantes e fonte de prazer. Note-se que os
parentes incestuosos (e em geral os pedófilos) raramente têm recurso á
violência nas suas actividades sexuais com a sua progenitura. Eles são
na maioria das vezes seductores e afectuosos, o que é excitante, erótico
e satisfatório. E resulta, a criança menor é de acordo, e ela sente
amor pelo parente incestuoso. O traumatismo que se manifesta em 30 a 40%
dos casos de abuso sexual é provocado, neste caso preciso de abuso não
violento, pela força das emoções e sensações de prazer subidas, uma
força muito grande para a capacidade de elaboração de um menor; ou por
sentimentos de culpabilidade e de perigo que derivam (segundo a
orientação) da satisfação do desejo édipiano;
e em todo o caso por reacções que seguem a descoberta de incesto
parental pela policia, pela vista dos parentes em estado de arrestação,
acusados, punidos; e ainda pelo feito de se ser submetido a
interrogatórios, e intervenções quando das audiências, etc. Em resumo, o
abuso violento é muito mais perigoso que o abuso seductor. Todos os
factores fortemente perturbantes da relação que liga crianças e parentes
(segundo a teoria
de John Bowlby) podem dar lugar a um transtorno da relação que facilite
"estados de consciência alterados, semelhantes a um transe
auto-induzido ou a estados hipnóticos da psicologia clássica (estados
dissociados da consciência)". As dissociações de personalidade e a fácil
produção de transe hipnótico entram nos objectivos do projecto Monarch.
Outra, a desorganização da relação faz obstáculo á formação de uma
capacidade de descentralização adequada, quer dizer a capacidade de
conceber, deduzir os conteúdos do espírito do outro, assim que de se
observar na relação.
Remarcamos que o traumatismo psíquico tem tendência em activar na pessoa traumatizada o sistema de relação, quer dizer a busca da protecção parental. Logo que o parente seja a causa do traumatismo, mais o parente comete o abuso sexual, mais a criança se relia a ele.
É um esquema que encontramos nos adultos submissos a tratamentos de tortura e emprisionamento, como já amplamente o observámos.
Segundo a versão predominante do projecto Monarch - veracidade sobre a qual não nos podemos evidentemente pronunciar - contactava-se os parentes autores de abusos sexuais e metiam-se face a esta alternativa: serem julgados por um tribunal ou aderir ao projecto. Aderir, subentendia-se a continuação dos abusos sob vigilância, o envio das crianças abusadas em escolas selectionadas aderentes ao projecto, metê-los á disposição para controles e tratamentos (na maior parte á base de drogas e hipnose).
Tentava-se fazer de maneira que esses jovens desenvolvessem uma disposição á obediência passiva de ordens, que desenvolvessem uma personalidade separada, fácil a activar sob comando, a qual poderia dispor de informações secretas, de aptitudes e ordens insuspeitas devido a que a personalidade primária ficava totalmente inconsciente. No momento desejado, dar-se ia a ordem invocatória, e a pessoa agiria como previsto, fornecendo ou acessando a dados secretos, ou executando ordens secretas. Por exemplo, matar uma designada pessoa, ou se "lembrar" onde se encontra uma bomba e fazê-la explodir.
Os resultados desse projecto foram, ao que parece, modestos. Consistiram principalmente a obter a obediência passiva e a disponibilidade sexual das cobaias, e a aumentar consideravelmente suas capacidades de memorização.
Kathy O’Brian é uma personagem que popularizou o projecto Monarch. Nos seus jornais íntimos, escritos após ter sido libertada do projecto, graças á intervenção do seu actual marido - um oficial da CIA que ficou amoroso dela - ela conta a sua experiência. Antes de tudo como objecto sexual no seio da família, depois a submissão ao projecto Monarch. Ela fala também de outros sujeitos passivos. A sua credibilidade pode ser duvidosa, sobretudo logo que descreve actividades (diversos abusos, violações, orgias, festas de droga, mortes sádicas) realizadas em pessoa por homens políticos americanos de primeiro plano. Contudo, um amigo médico, o Doutor Antonio Miclavez, que durante longo tempo viveu nos Estados-Unidos e é especialista em técnicas de manipulação e comunicação, frequentou Kathy O’Brian e o seu marido. Interrogou-os longamente e relatou que mesmo nesta circunstância privada, todos os dois confirmaram a mesma versão. Ele declara estar convencido da veracidade dos feitos.
FONTE
Remarcamos que o traumatismo psíquico tem tendência em activar na pessoa traumatizada o sistema de relação, quer dizer a busca da protecção parental. Logo que o parente seja a causa do traumatismo, mais o parente comete o abuso sexual, mais a criança se relia a ele.
É um esquema que encontramos nos adultos submissos a tratamentos de tortura e emprisionamento, como já amplamente o observámos.
Segundo a versão predominante do projecto Monarch - veracidade sobre a qual não nos podemos evidentemente pronunciar - contactava-se os parentes autores de abusos sexuais e metiam-se face a esta alternativa: serem julgados por um tribunal ou aderir ao projecto. Aderir, subentendia-se a continuação dos abusos sob vigilância, o envio das crianças abusadas em escolas selectionadas aderentes ao projecto, metê-los á disposição para controles e tratamentos (na maior parte á base de drogas e hipnose).
Tentava-se fazer de maneira que esses jovens desenvolvessem uma disposição á obediência passiva de ordens, que desenvolvessem uma personalidade separada, fácil a activar sob comando, a qual poderia dispor de informações secretas, de aptitudes e ordens insuspeitas devido a que a personalidade primária ficava totalmente inconsciente. No momento desejado, dar-se ia a ordem invocatória, e a pessoa agiria como previsto, fornecendo ou acessando a dados secretos, ou executando ordens secretas. Por exemplo, matar uma designada pessoa, ou se "lembrar" onde se encontra uma bomba e fazê-la explodir.
Os resultados desse projecto foram, ao que parece, modestos. Consistiram principalmente a obter a obediência passiva e a disponibilidade sexual das cobaias, e a aumentar consideravelmente suas capacidades de memorização.
Kathy O’Brian é uma personagem que popularizou o projecto Monarch. Nos seus jornais íntimos, escritos após ter sido libertada do projecto, graças á intervenção do seu actual marido - um oficial da CIA que ficou amoroso dela - ela conta a sua experiência. Antes de tudo como objecto sexual no seio da família, depois a submissão ao projecto Monarch. Ela fala também de outros sujeitos passivos. A sua credibilidade pode ser duvidosa, sobretudo logo que descreve actividades (diversos abusos, violações, orgias, festas de droga, mortes sádicas) realizadas em pessoa por homens políticos americanos de primeiro plano. Contudo, um amigo médico, o Doutor Antonio Miclavez, que durante longo tempo viveu nos Estados-Unidos e é especialista em técnicas de manipulação e comunicação, frequentou Kathy O’Brian e o seu marido. Interrogou-os longamente e relatou que mesmo nesta circunstância privada, todos os dois confirmaram a mesma versão. Ele declara estar convencido da veracidade dos feitos.
FONTE
domingo, 19 de julho de 2015
O problema do nosso sistema monetário e como remediar.
Um tema que merece ser explorado...
Qualquer coisa está profundamente mal no nosso sistema financeiro mundial. O Papa Francisco é o último a tirar o alarme: " Os seres humanos e a natureza não devem estar ao serviço do dinheiro. Digamos não a uma economia de exclusão e desigualdades, onde o dinheiro reina, em vez de render serviço. Esta economia mata. Esta economia exclui. Esta economia destrói a Terra-Mãe." Papa Francisco.
O que o Papa chama de "uma economia de exclusão e desigualdades, onde o dinheiro reina", é mais que evidente. O que é menos claro é de saber como nós chegamos a esta situação, e o que se deve fazer a este sujeito.
A maioria das pessoas tomam o nosso sistema monetário como adquirido, e ficam chocados quando aprendem que não é o Governo que cria o dinheiro. É quase integralmente criado pelo crédito, saído do nada sob a forma de escrituras contabilísticas pelos bancos privados. Por esse truque de passe-passe, os bancos facturam juros, e fazem um lindo ganho sem praticamente nada fazer. A moeda imprimida pelo Governo, moedas e notas, é uma quantidade negligenciável.
A ideia de dar aos bancos privados o monopólio sobre a criação monetária, remonta ao séc. XVII na Inglaterra. O Governo Britânico, num mercado delinquente, aceitou permitir a um grupo de banqueiros privados assumir a dívida nacional como garantia para atribuir empréstimos, confiantes que o Estado estaria em medida de pagar os juros da dívida sob as costas dos contribuintes. E nada mudou desde então. Alexander Hamilton admirava muito esse regime, que ele chamava de "sistema inglês", ele e os seus sucessores finalmente conseguiram-no impôr aos Estados-Unidos, e em seguida na maioria dos Países por esse mundo fora.
Mas o dinheiro é muito importante para o deixar aos banqueiros. Não há nenhuma boa razão para dar a um grupo privado o monopólio lucrativo da criação de dinheiro. A criação monetária devia ser um serviço público que a maioria das pessoas creem enganosamente que o seja. Por outro lado, a criação monetária privada permite a um pequeno número de grandes bancos e instituições financeiras não só de aproveitar em fazendo simplesmente de escrituras contabilísticas, mas de dirigir o investimento global na economia para as empresas de seus amigos do Big Business, e não para o grande público.
O cidadão normal pode obter o financiamento de que precisa mas somente em troca de condições pesadas, senão ruinosas, rendendo-os escravos da sua dívida, agravada por empréstimos hipotecários, créditos escolares, créditos automobilísticos, saldos da carta de crédito, etc. Os juros obtidos por esses empréstimos alimentam a máquina de investimento privado da finança a Wall Street, representada pela última categoria de credores: o famoso 1%.
As principais criticas a fazer ao sistema financeiro privado vêm de duas fontes: os Goldbugs e os defensores de um sistema bancário publico. Os Goldbugs desejam restabelecer o talão-ouro, fazer do ouro a nossa moeda. O problema é que isso faria quase impossível emprestar dinheiro, pois a quantidade de ouro que poderia ser posta em circulação é relativamente minúscula e inelástica. Não há nenhum meio fácil de alargar a oferta de ouro no mundo.
O crédito - a capacidade de se emprestar dinheiro - é vital para toda a economia. Se nós não podemos pedir empréstimo para investir - estradas e infraestructuras, habitação, empresas, hospitais, educação, etc. - então nós não podemos financiar os serviços essenciais. Para este objectivo, nós precisamos de uma massa monetária elástica.
Os defensores de um sistema público como Stephen Zarlenga e Ellen Brown reconhecem a necessidade de crédito. Seus objectivos é de transferir o monopólio da criação monetária do sector privado para o sector público. Infelizmente, não há nenhuma garantia que esta forma progressiva de financiamento do Estado seria melhor que o financiamento privado.
Se nós tivéssemos um Governo verdadeiramente democrático e que prestasse contas ao publico, um tal sistema poderia funcionar. Mas, de facto, os Governos nos Estados-Unidos e nos Países mais desenvolvidos são Oligarquias controladas por interesses particulares. Um banco central público, sem uma revolução política, seria susceptível de favorecer os empreendedores ligados ao Governo e continuaria assim a espremer os endividados com o pagamento de juros, então dirigidos para o público.
Isto sem curiosamente nos lembrarmos do sistema da antiga União-Soviética e da China de hoje, onde uma nomenklatura política acaba por tomar as rédeas para se enriquecer a ela mesma. Nosso sistema actual de financiamento privado centralizado, assim que a proposição progressista de finanças públicas centralizadas, não são mais que duas versões gémeas de um controlo financeiro do alto para o baixo por uma elite.
Felizmente, existe um outro modelo disponível. Há uma longas tradição na América, começando pela resistência colonial ao sistema inglês, e em passando pelos anti-federalistas, os Jeffersonianos, os Jacksonianos, e os populistas do após-guerra civil. Esta tradição oposta a todo o tipo de banca centralizada a favor de um sistema de atribuição descentralizado de dinheiro.
A ideia que eles desenvolveram é de interditar toda a espécie de banco central, publico ou privado e, no lugar, ter uma moeda garantida para os particulares e empresas. É uma aproximação do baixo para o alto. A prioridade é dada aos cidadãos e empresas locais, que podem assim obter crédito sem juros nos bancos públicos de crédito locais para financiar projectos.
Um tal sistema deveria ser regulamentado publicamente para garantir normas justas e uniformes de empréstimo ao nível local. Isso seria, nesse sentido, um sistema bancário publico. A separação de uma autoridade centralizada de emissão de crédito, deveria assim prevenir toda a concentração de poder financeiro, publico ou privado.
Todo o sistema de controlo financeiro privado ou publico, do alto para o baixo, pressupõe uma espécie de controlo pelas elites, que podem ser qualificadas de planificação central, seja nas salas de conselho administrativo de empresas ou nos escritórios de agências governamentais, ou numa combinação das duas. Uma leitura histórica sugere que esta tomada de decisão do alto para o baixo é inevitavelmente egoísta, deformada, e contra-productiva socialmente.
Que seja publico ou privado, é o amor do dinheiro, controlado por uma finança centralizada que cria a economia de exclusão e das desigualdades que denuncia o Papa Francisco.
O sistema descentralizado popular de financiamento funcionaria sem planificação central. As inúmeras decisões locais sobre os empréstimos e a solvabilidade funcionaria como uma verdadeira mão invisível da finança, que seria auto-regulada. O amor do dinheiro não encontrava mais nenhum meio de dobrar o seu poder. Seria dispersado por toda a população come deveria ser, sem o fardo dos juros, para beneficio de todos.
FONTE
Qualquer coisa está profundamente mal no nosso sistema financeiro mundial. O Papa Francisco é o último a tirar o alarme: " Os seres humanos e a natureza não devem estar ao serviço do dinheiro. Digamos não a uma economia de exclusão e desigualdades, onde o dinheiro reina, em vez de render serviço. Esta economia mata. Esta economia exclui. Esta economia destrói a Terra-Mãe." Papa Francisco.
O que o Papa chama de "uma economia de exclusão e desigualdades, onde o dinheiro reina", é mais que evidente. O que é menos claro é de saber como nós chegamos a esta situação, e o que se deve fazer a este sujeito.
A maioria das pessoas tomam o nosso sistema monetário como adquirido, e ficam chocados quando aprendem que não é o Governo que cria o dinheiro. É quase integralmente criado pelo crédito, saído do nada sob a forma de escrituras contabilísticas pelos bancos privados. Por esse truque de passe-passe, os bancos facturam juros, e fazem um lindo ganho sem praticamente nada fazer. A moeda imprimida pelo Governo, moedas e notas, é uma quantidade negligenciável.
A ideia de dar aos bancos privados o monopólio sobre a criação monetária, remonta ao séc. XVII na Inglaterra. O Governo Britânico, num mercado delinquente, aceitou permitir a um grupo de banqueiros privados assumir a dívida nacional como garantia para atribuir empréstimos, confiantes que o Estado estaria em medida de pagar os juros da dívida sob as costas dos contribuintes. E nada mudou desde então. Alexander Hamilton admirava muito esse regime, que ele chamava de "sistema inglês", ele e os seus sucessores finalmente conseguiram-no impôr aos Estados-Unidos, e em seguida na maioria dos Países por esse mundo fora.
Mas o dinheiro é muito importante para o deixar aos banqueiros. Não há nenhuma boa razão para dar a um grupo privado o monopólio lucrativo da criação de dinheiro. A criação monetária devia ser um serviço público que a maioria das pessoas creem enganosamente que o seja. Por outro lado, a criação monetária privada permite a um pequeno número de grandes bancos e instituições financeiras não só de aproveitar em fazendo simplesmente de escrituras contabilísticas, mas de dirigir o investimento global na economia para as empresas de seus amigos do Big Business, e não para o grande público.
O cidadão normal pode obter o financiamento de que precisa mas somente em troca de condições pesadas, senão ruinosas, rendendo-os escravos da sua dívida, agravada por empréstimos hipotecários, créditos escolares, créditos automobilísticos, saldos da carta de crédito, etc. Os juros obtidos por esses empréstimos alimentam a máquina de investimento privado da finança a Wall Street, representada pela última categoria de credores: o famoso 1%.
As principais criticas a fazer ao sistema financeiro privado vêm de duas fontes: os Goldbugs e os defensores de um sistema bancário publico. Os Goldbugs desejam restabelecer o talão-ouro, fazer do ouro a nossa moeda. O problema é que isso faria quase impossível emprestar dinheiro, pois a quantidade de ouro que poderia ser posta em circulação é relativamente minúscula e inelástica. Não há nenhum meio fácil de alargar a oferta de ouro no mundo.
O crédito - a capacidade de se emprestar dinheiro - é vital para toda a economia. Se nós não podemos pedir empréstimo para investir - estradas e infraestructuras, habitação, empresas, hospitais, educação, etc. - então nós não podemos financiar os serviços essenciais. Para este objectivo, nós precisamos de uma massa monetária elástica.
Os defensores de um sistema público como Stephen Zarlenga e Ellen Brown reconhecem a necessidade de crédito. Seus objectivos é de transferir o monopólio da criação monetária do sector privado para o sector público. Infelizmente, não há nenhuma garantia que esta forma progressiva de financiamento do Estado seria melhor que o financiamento privado.
Se nós tivéssemos um Governo verdadeiramente democrático e que prestasse contas ao publico, um tal sistema poderia funcionar. Mas, de facto, os Governos nos Estados-Unidos e nos Países mais desenvolvidos são Oligarquias controladas por interesses particulares. Um banco central público, sem uma revolução política, seria susceptível de favorecer os empreendedores ligados ao Governo e continuaria assim a espremer os endividados com o pagamento de juros, então dirigidos para o público.
Isto sem curiosamente nos lembrarmos do sistema da antiga União-Soviética e da China de hoje, onde uma nomenklatura política acaba por tomar as rédeas para se enriquecer a ela mesma. Nosso sistema actual de financiamento privado centralizado, assim que a proposição progressista de finanças públicas centralizadas, não são mais que duas versões gémeas de um controlo financeiro do alto para o baixo por uma elite.
Felizmente, existe um outro modelo disponível. Há uma longas tradição na América, começando pela resistência colonial ao sistema inglês, e em passando pelos anti-federalistas, os Jeffersonianos, os Jacksonianos, e os populistas do após-guerra civil. Esta tradição oposta a todo o tipo de banca centralizada a favor de um sistema de atribuição descentralizado de dinheiro.
A ideia que eles desenvolveram é de interditar toda a espécie de banco central, publico ou privado e, no lugar, ter uma moeda garantida para os particulares e empresas. É uma aproximação do baixo para o alto. A prioridade é dada aos cidadãos e empresas locais, que podem assim obter crédito sem juros nos bancos públicos de crédito locais para financiar projectos.
Um tal sistema deveria ser regulamentado publicamente para garantir normas justas e uniformes de empréstimo ao nível local. Isso seria, nesse sentido, um sistema bancário publico. A separação de uma autoridade centralizada de emissão de crédito, deveria assim prevenir toda a concentração de poder financeiro, publico ou privado.
Todo o sistema de controlo financeiro privado ou publico, do alto para o baixo, pressupõe uma espécie de controlo pelas elites, que podem ser qualificadas de planificação central, seja nas salas de conselho administrativo de empresas ou nos escritórios de agências governamentais, ou numa combinação das duas. Uma leitura histórica sugere que esta tomada de decisão do alto para o baixo é inevitavelmente egoísta, deformada, e contra-productiva socialmente.
Que seja publico ou privado, é o amor do dinheiro, controlado por uma finança centralizada que cria a economia de exclusão e das desigualdades que denuncia o Papa Francisco.
O sistema descentralizado popular de financiamento funcionaria sem planificação central. As inúmeras decisões locais sobre os empréstimos e a solvabilidade funcionaria como uma verdadeira mão invisível da finança, que seria auto-regulada. O amor do dinheiro não encontrava mais nenhum meio de dobrar o seu poder. Seria dispersado por toda a população come deveria ser, sem o fardo dos juros, para beneficio de todos.
FONTE
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