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sábado, 15 de agosto de 2015

Karl Marx era primo em 3º grau de Rothschild

Esta é uma pequena tradução de um artigo do Metapedia sobre o Talmudista Karl Marx, o pai do Comunismo.

 Karl Marx era primo em 3º grau de Rothschild


 Karl Heinrich Marx (5 Maio 1918 – 14 Março 1883), era um ideólogo político judeu do séc.19 que se apresentava ao mundo como jornalista e economista. Ele é sobretudo conhecido por ter pervertido o recém-nascido socialismo, provavelmente como dirigente do seu primo Rothschild; e sob as instruções do seu mentor Moïse Hess, criando uma suposta teoria "cientifica" conhecida por Marxismo.

 Marx vinha de uma longa descendência de rabinos judeus. Ele vivia na miséria em Londres, na Dean Street. Frequentava o Red Lion Pub no Great Windmill Street, em Soho, onde juntamente com Friedrich Engels foram solicitados para redigir o que viria a ser o Manifesto Comunista. Sua obra mais conhecida é o livro Das Kapital, que esquece de mencionar que o dinheiro é imprimido ex-nihilo pelos seus próprios primos, os Rothschild.


    Barent-Cohen     
                                        of Amsterdam ––– ?
                                        (* c. 1710)   |
                                                      |
                                            ––––––––––––––––––––
                                            |                  |
                           Sara       Salomon  David         Levi             Lydia
                          Brandes –––  Barent-Cohen      Barent-Cohen ––– Diamantschleifer
                                   |     (†1807)         (1747-1808)   |
                                   |                                   |
         Isaac             Nanette Salomon                          Hannah       Nathan Mayer
    Heijmans Pressburg –––   Barent-Cohen                        Barent-Cohen ––– Rothschild
       (1747-1832)      |    (1764-1833)                         (1783-1850)   |  (1777-1836)
                        |                                                      |
      Hirschel      Henriette                      Charlotte                Lionel
      Mordechai ––– Pressburg                Baronin von Rotschild ––– Baron de Rothschild
     (1777-1838) | (1788-1863)                   (1819-1884)        |     (1808-1879)
                 |                                                  | 
             Karl Marx                      Emma Louise      Nathan Mayer
            (1818-1883)                    von Rotschild ––– de Rothschild
                                            (1844-1935)   |   (1840-1915)
                                                          |

 O pano de fundo


 Karl Heinrich Marx, o judeu ashkenaz nasceu em Trèves, no Reino da Prússia, em 5 de Maio de 1818. Seu pai era Hirschel Mordechai. Marx descendia de uma família de rabinos Talmudistas; seus ascendentes ocupavam o cargo de rabino de Trèves desde 1723, até ao seu avô.

 Durante a Sexta coligação das Guerras Napolitanas, o pai de Marx, Hirschel Mordechai, fez-se Franco-Maçon em 1813, integrando a loja Estrela Hanseatica em Osnabrück. Depois da guerra, fingiu converter-se ao Luteranismo com o objectivo de passar despercebido no seio da sociedade Prussiana. Pretendia ser um burguês liberal "assimilado" defendendo as ideias humanistas, defensor do "livre-pensamento". Era riquíssimo, possuindo certas vinhas de Moselle.

 Um dos ascendentes de Marx era Nanette Salomon Barent-Cohen, que pertencia a uma poderosa família de Amesterdão. Sua prima tinha esposado Nathan Mayer Rothschild e dado a nascer Lionel Nathan Rothschild, o "Barão" e Membro do Parlamento da City de Londres.

 Karl Marx foi educado pela família no ódio a Jesus Cristo.

 A descoberta de Marx como cúmplice de Rothschild foi revelada pelo seu rival contemporâneo da Primeira Internacional, Mikhaïl Bakounine em 1869. Este último nem sequer estava ao corrente que Marx e Rothschild eram primos. Bakounine escreveu com uma certa intuição o seguinte:

 "Este mundo é actualmente, na sua maior parte, á disposição de Marx por um lado, e de Rothschild por outro lado. Isto pode parecer estranho. Que poderia haver em comum entre o socialismo e um banco de primeiro plano ? A razão é que o socialismo é autoritário, o Comunismo de Marx exige uma forte centralização do Estado. E onde se produza uma centralização do Estado, deve haver necessariamente um banco central, e logo que tal banco exista, nós encontramos obrigatoriamente por trás a nação judia parasita, a especular sobre o trabalho do Povo." Mikhaïl Bakounine. Profissão de fé de um democrata socialista russo, precedido de um estudo sobre os alemães judeus, 1869.

 Citações de Marx


 " Qual era a autêntica base da religião Judaica ? A necessidade prática, o egocentrismo. O Deus da necessidade prático e egocêntrico é o dinheiro. O dinheiro é o Deus ciumento de Israel no qual mais nenhum outro Deus deve existir. O dinheiro rebaixa todos os deuses dos homens e transforma-os em simples utilidades. O Deus dos Judeus ficou a ser o Deus do universo. O verdadeiro Deus dos Judeus é o dinheiro. O Deus deles não passa de uma ilusória nota de banco."

 " As classes sociais e as raças muito fracas para dominar as novas condições de vida devem desaparecer...Elas devem morrer no holocausto revolucionário." Karl Marx, 16 de Abril de 1856, Jornal do Povo de Marx, Jornal da história das ideias, 1981.

"O destino dos outros povos e raças, pequenas ou grandes, é de morrer no holocausto revolucionário." Karl Marx, Die Neue Rheinische Zeitung NZR, Janeiro de 1849.



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Estados-Unidos financiam o envio de imigrantes para a Europa

Já há muito que desconfiava e tinha a certeza absoluta, mas no entanto sem provas palpáveis, que toda esta vaga de imigrantes que desembarcam na Europa, é nada mais nada menos que parte de um plano que visa a desestabilização das sociedades Europeias. Tanto no plano económico como social.

Desestabilização essa que é a consequência directa de uma desestabilização programada de Países do Médio-Oriente e Africanos, cujas cidadãos pagaram o preço forte com sangue e miséria, graças ás intervenções militares de americanos, ingleses e franceses. Os três da vigarada. Os mesmos de sempre cujo lema é espalhar o terror seja lá onde ponham as patas. De Estados-Nação super-organizados e ricos como a Líbia de Kadhafi, o Iraque de Saddam, neste momento não passam de antros do terror, onde se sente a morte e desolação. Que seja questão de ditadores ou não, esses Países tinham um elevado nível de vida e gozavam de infraestruturas que rivalizavam taco a taco com as estructuras dos Países Europeus. Mas alguém neste mundo decidiu que tais Países não mereciam gozar de suas próprias riquezas e que tais níveis de vida elevados deviam ser retirados tendo como única alternativa a pobreza e miséria.

Como consequência, hoje assiste-se á industrialização da imigração, cujos objectivos são claramente os de provocar conflitos na Europa. Europa esta, que sufoca numa espiral de desemprego, que segundo certos números, já vai nos cerca de 40 milhões de desempregados. É o equivalente a 4 vezes a população de Portugal.

Se Países houvesse que deveriam receber toda essa vaga de imigrantes, esses Países teriam de ser os Estados-Unidos. Pois são eles que comandam e influenciam seus lacaios e decidem assim destruir tal e tal País. Mas decidiram então que a Europa deve ser asfixiada. O sistema social Europeu, é generoso e explodirá mais tarde ou mais cedo, pois os que trabalham sustentam os desempregados através de cotizações sociais tal e qual como estes desempregados descontaram para outros desempregados quando tinham emprego.

Com esta vaga de imigrantes, os que trabalham para além de cotizarem para seus desempregados, terão de fazer face a uma carga ainda maior, pois terão de sustentar centenas de imigrantes que alcançam todos os dias as costas Europeias. O resultado é que este sistema acabará por arrebentar um dia ou outro e certamente haverá conflitos que vão nascer aqui e ali em toda a Europa provocando o caos.

Há uma informação que corrobora este ponto de vista, datada do 5 de Agosto ultimo, em que se afirma que os Estados-Unidos financiam toda a vaga de imigração. Esta informação faz muito sentido visto se pensarmos como é que tais imigrantes poderiam conseguir amealhar entre 7 mil euros a 14 mil euros, para pagarem aos traficantes o acesso á Europa ? Serão esses imigrantes assim tão ricos ? Como é que jovens com apenas 15 anos de idade poderiam conseguir arranjar tais quantidades de dinheiro em Países onde nem sequer existe trabalho e cujos salários nem chegam aos 100 euros mensais ? Imaginem um marido e mulher cujo desejo é chegar á Europa para se livrarem da morte e miséria na Libia...teraõ de pagar entre 14 mil euros a 28 mil euros!

Já tinha constatado, um caso muito enigmático que é o seguinte, porque é que tais imigrantes "pagam" quantidades enormes de dinheiro aos traficantes, quando lhes sairia mais barato e seguro, simplesmente apanhar um avião e desembarcar na Europa em toda tranquilidade e assim pedir asilo político ?

Só se pode responder a esta questão de uma maneira, seja, o dinheiro não lhes pertence e que sendo assim terão de respeitar as ordens de quem financiou a viagem e que não será preciso papéis de identidade fiáveis, pois um Afegão poderá muito bem afirmar ser um Líbio. E assim por este meio, este falso Líbio, ligado ao terrorismo internacional ganhará uma célula terrorista situada na Europa em toda tranquilidade, pronto a espalhar o terror quando chegará o momento propicio para tal, a mando de lacaios ao serviço dos americanos.

Artigo elaborado pelo editor do blog, tendo como pano de fundo esta noticia.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

As mensagens subliminares

As mensagens subliminares

O primeiro tipo de condicionamento subliminal a fazer objecto de debates -muito conhecido- é aquele descoberto nos anos 50, realizado pela Coca-Cola para fins publicitários.

Sabe-se que a visão humana só pode perceber uma imagem num filme que se esta é apresentada num mínimo de 12 fotogramas. A sociedade que produz a Coca-Cola tinha inserido sequências de fotogramas mais breves, com um conteúdo publicitário, em certos filmes projectados nas salas de cinema. Durante o espetáculo, os espectadores expostos a esta publicidade tinham consumido 39% de Coca-Cola a mais.

Esta descoberta fez escândalo, e a publicidade subliminar foi formalmente interdita. Mas parece que o seu uso prosseguiu, mesmo em formas não visuais e com fins estrictamente comerciais.

Em 1978, deu-se conta que inúmeros supermercados difundiram, através de altifalantes e a um nível sonoro impossível perceber-se conscientemente, mensagens que exortavam a não roubar. O roubo nos supermercados reduziu-se em cerca de 36%. [...]

Este tipo de condicionamento subliminar foi igualmente interdito pela lei: mas o respeito desta resta a verificar.

Paolo Baroni, no seu ensaio I principi del tramonto, fez saber que uma letra tinha sido enviada por Gianni Agnelli aos acionários da FIAT na qual se falava de mensagens subliminares utilizadas para "sonorizar" as fábricas com vista a aumentar a productividade e "melhorar" a relação (ler submissão) trabalhador/empresa, reduzindo os "conflitos no seio da empresa" (diga-se das reivindicações salariais e outras).

A presença de mensagens sonoras subliminares é geralmente denunciada, e verificada, na música contemporânea como o rock e o heavy metal. É questão de mensagens a conteúdo satânico ou criminal, que não são audíveis em condições normais porque muito lentos ou muito acelerados ou registados inversamente. O seu poder efectivo de condicionar o psíquico dos amadores dessas músicas resta a verificar.

Mas todavia deve-se advertir que esse tipo de musica difundida em alto volume, seja durante os concertos ou discotecas, combinam-se de maneira sinérgica com a ingestão de álcool e drogas. Isso produz outros efeitos no cérebro, que não são limitados á noite de diversão, mas duráveis, de uma importância sanitária e social considerável pois têm incidência nas capacidades cognitivas de muitas pessoas. [...]

As duvidas sobre a eficácia das mensagens subliminares parecem no entanto serem desmitificadas visto a quantidade de pesquisas e investimentos que se efectuam nesse domínio e os brevetes que são depositados, com vista a meter ao ponto sistemas de condicionamento com fins comerciais e políticos. A predicação religiosa também acabou por entrar no sector comercial. É uma práctica notoriamente difusa do outro lado do Atlântico, onde trabalham empresas especializadas na preparação de salas de predicações religiosas dotadas de invenções electro-acusticas eficazes para incentivar os crentes a fazer doações e a revir.

As mensagens subliminares que veiculam os pedidos do predicador aos fiéis (dar, obedecer, revir, trazer outros fiéis) são muitas vezes emitidos a uma frequência sonora de 6 ou 7 Hz, que é a do vibrato, a qual resulta empiricamente ter um efeito muito sugestivo e alteração ao nível da consciência e capacidade critica das pessoas. Muitas delas ficam então inclinadas a escorregar para um estado comparável ao transe, prontas a acolher os pedidos que recebem desde que estes não sejam ameaçadores nem alarmantes. Uma outra frequência critica situa-se á volta de 3,5 Hz, que corresponde á ressonância do crânio.

Aliás, o efeito da musica - e de uma certa musica e certos instrumentos de musica em particular- sobre o psíquico, o humor, a disponibilidade das pessoas á acção, ao sacrifício, ao prazer e á crença, é bem conhecido e explorado á milénios. Sobretudo nos campos de batalha, mas também durante festas místicas, de divertimentos diversos. Nos anos 70, descobriu-se que a musica podia produzir a secreção  de substancias quimicamente semelhantes ao opium (encefalina, beta-endorfina). Estas têm uma acção eufórica e anestésica sobre o psíquico, o que reduz sensivelmente a tendência á lógica e á critica. Está claro que a musica produz uma de-cognição e não pode ser considerada como um inocente acompanhamento estético de eventos visto que estes são potencialmente orientados a influenciar o pensamento e a conduta de pessoas. A secreção das ditas substâncias são também estimuladas logo que nos abandonemos á escuta da televisão. Daí o poder agradável, consolador, mas também vagamente acostumador, do pequeno écran. E daí, boa parte da sua eficácia como instrumento de persuassão, publicitária e propagandista. É notório que assim que a televisão chega e se propaga num país sub-desenvolvido, a população fica mais tranquila.

As técnicas de elaboração acústica disponíveis á hora actual permitem reenviar a mensagem subliminal, para um lado subconscientemente perceptível, e ao mesmo tempo impossível a distinguir da musica, o canto ou o falar. É questão de uma forma de esteganografia. [...] Pois que na cryptografia, o texto é reconhecível mas não compreensível, na esteganografia, o texto, a mensagem, não é reconhecível, não aparece, está oculto.

A esteganografia recorre assim á utilização de imagens publicitárias ou propagandistas nas quais a mensagem subliminal (veiculada por palavras ou imagens, ou pelos dois) não é percebida conscientemente, mas mesmo assim alcança o inconsciente.

Teoricamente, cada mensagem ou musica, cada imagem ou filme, pode ocultar mensagens subliminares.

Tudo isto visa influenciar a grande maioria dos processos psíquicos - a verdadeiro dizer, quase totalmente- que ficam subconscientemente, fora de controlo da consciência e direcção da vontade.

FONTE

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A morte pela divida!

Foi um pesado erro de consequências exigir á Républica de Weimar o reembolso das suas dividas, no momento em que a Alemanha estava precipitada num primeiro tempo na hiperinflação e depois a depressão, nos fins dos anos 1920 e principio dos anos 1930. Os dirigentes alemães da época bem defenderam a sua causa desesperada junto dos americanos, que consentiram uma certa moratória no reembolso de sua divida. Tarde demais porque o desemprego massivo, o colapso do sistema bancário em 1931 e o fecho dos bancos (como na Grécia) resultaram nos actos de Janeiro 1933.

Foi igualmente um erro pesado de consequências exigir o pagamento integral da divida russa em 1992, quando Yeltsin tentava gerir de alguma forma os escombros de uma economia soviética em ruína. Instabilidade política, fragilização económica extrema, corrupção e, resumindo, perda de confiança na recém-nascida democracia russa foram os efeitos colaterais previsíveis da intransigência ocidental. A debandada de Weimar, a instabilidade político-económica russa dos anos 1990 e mesmo actualmente, tudo como a onda nacionalista alemã dos anos 1930 e russa destes últimos 20 anos são o resultado de um princípio absurdo segundo o qual a dívida deve ser integralmente reembolsada.

Como demolir o diktat desta ortodoxia sufocante que não consegue decididamente admitir que, combinado com deficiências estruturais, a carga substancial de uma divida obriga uma nação e sua sociedade ir para o abismo? Pois, com o desemprego em torno dos 30%, desemprego jovem superior a 50%, um PIB em queda de 30% e o colapso dos seus bancos, a Grécia de hoje já passou além do seu ponto de ruptura. Como é que se faz, então, que a esmagadora maioria dos nossos líderes políticos e economistas actuais é ignorante e desprovida de qualquer sentido histórico? Á imagem desta Alemanha de Brüning  do início dos anos 1930, uma Grécia que forçaremos a mais austeridade e mais privação é inevitavelmente condenada ao colapso. Mais nenhum governo eleito democraticamente irá durar neste Grécia encurralada num canto, onde - após a eleição do Syriza em Janeiro e o referendo em Junho - a população agora sente que o seu voto é inútil.

Neste contexto nauseabundo, quem ficará surpreendido amanhã de um golpe de Estado militar num país e num povo que já não acredita em nada? A quem continuemos a garantir que a nossa generosidade atingiu o seu limite ... quando o nosso dinheiro tem sido usado principalmente para nos salvar! O primeiro plano de resgate de 100 mil milhões de euros (em 2010) não era destinado a pagar as dívidas devidas aos bancos alemães e franceses? O mesmo vale para o segundo, terceiro e actuais pacotes postos em prática para reembolsar mais uma vez os credores estrangeiros. Os contribuintes alemães - a quem o seu governo continua a desinformar - terá ele a consciência de que a esmagadora maioria dos fundos disponibilizados para a Grécia não beneficiarão em nada a reforma da sua economia nem a cobertura de sua urgência social e humanitária?

Portanto um quinto e mais tarde outros planos são a programar, á medida da agonia das PME e dos bancos gregos. É a Grécia em morte cerebral? Pouco importa: a Alemanha populista e mercantil de hoje mantém no entanto a respiração artificial com resgates desnecessários. Uma Grécia no euro conduzirá inevitavelmente a um enfraquecimento adicional da moeda única que beneficiará mais e cada vez mais ás exportações alemãs.

FONTE