Michael Flynn, ex-chefe da DIA: "Washington fez de propósito para não impedir a emergência do EILL"
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original que consta no fim do artigo.
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O antigo director da Defense Intelligence Agency, Michael Flynn, declarou : «Washington fez de propósito para não impedir a emergência do EILL. [...] Penso que foi uma decisão, uma decisão voluntária.»
Os Estados-Unidos não impediram a emergência de grupos djihadistas anti-governamentais na Síria, que seguidamente degeneraram em Estado-Islâmico. É o que afirma o ex-chefe da Defense Intelligence Agency (DIA), a qual tinha previsto muito precisamente a sua emergência como testemunha um relatório secreto de 2012.
Durante uma entrevista dada a Mehdi Hasan (Al-Jazeera), o general reformado Michael Flynn confirma assim as suspeições que existiam sobre o feito que Washington apoiou a formação de grupos djihadistas recém-criados como força de oposição na Síria.
Flynn explica que o governo dos Estados-Unidos fechou voluntariamente os olhos ás recomendações da sua Agência. «Penso que foi uma decisão, uma decisão voluntária.», diz o ex-chefe da DIA.
O relatório da DIA apresentado em Agosto de 2012 afirma que «os salafistas, a Irmandade Muçulmana e a al-Qaida (al-Qaida no Iraque) foram as principais forças que dirigiram a oposição na Síria» e foram apoiadas pelo «Ocidente, os Países do Golfo e a Turquia.»
O documento divulgado recentemente graças a um pedido da Freedom of Information Act (seja a Lei sobre a Liberdade Informática aos USA) analisa a situação na Síria em 2012 e faz previsões : «Se a situação degenera, o risco existe do estabelecimento de um principado salafista declarado ou não, na zona Este da Síria...e é exactamente o que os poderes que apoiam a oposição desejam, com vista a isolar o regime de Damas.»
O relatório mete em guarda contra as «consequências terríveis». que dariam a possibilidade á al-Qaida de reconquistar as suas posições no Iraque e unificar as forças djihadistas sunitas no Iraque, na Síria e no resto do mundo árabe, contra as minorias muçulmanas que eles consideram como dissidentes.
«O EIL poderia igualmente declarar um Estado Islâmico através da sua união com outras organizações terroristas no Iraque e Síria, o que criaria um grave perigo para a reunificação do Iraque e a protecção do seu território», podia-se ler no relatório da DIA, que tinha previsto perfeitamente a continuação dos eventos.
Na indiferença do Departamento de Estado Americano que apressou-se em qualificar o relatório desclassificado da DIA como «documento pouco pertinente» logo após a sua revelação ao grande público, o amtigo chefe da DIA fez parte da sua plena confiança na fiabilidade desse relatório de 2012.
Logo que o jornalista de al-Jazeera, Mehdi Hasan, perguntou-lhe porque não tinha tentado impedir a transferência de armas a partir dos USA para os extremistas islâmicos, o general já reformado respondeu: « Não gosto de dizer isto, mas não era o meu role, o meu trabalho consistia em assegurar a qualidade de nossas informações.» Note-se que Flynn ocupou igualmente o posto de Director de Inteligência no Joint Special Operations Command (JSOC) durante a perseguição a Oussama Ben Laden.
FONTE
É de realçar aqui uma pequena comparação, o menosprezo pelas minorias (cristãos, yazidis, etc) á mercê dos terroristas apoiados pelos Yankes, e entretanto no lado Ocidental, de maneira mais subtil e maliciosa, passa-se justamente o inverso, as elites corruptas apoiam as minorias (paneleiros, lésbicas,etc) desprezando a maioria. Interessante estas inversões de valores consoante as circunstâncias.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
terça-feira, 18 de agosto de 2015
O verdadeiro objectivo da "terapia de choque" na Grécia.
12,5 milhões de Alemães vivem abaixo do limiar da pobreza. Apesar deste resultado desastroso, Angela Merkel pretende impor o "modelo Alemão" ao mundo inteiro. Michel Collon nalisa o exemplo da Alemanha.
Na verdade, o modelo Alemão não funciona. E é lógico: se se baixa os salários, se multiplica os empregos precários (viu-se mesmo pessoas receberem 1 euro á hora!), enfim se aumenta os benefícios das multinacionais ruinando os trabalhadores, o que lhes resta para comprar ? A quem essas mesmas multinacionais podem elas vender se não não existe poder de compra ? Os únicos beneficiários do modelo Alemão, são os acçionários das multinacionais exportadoras: Siemens, Thyssen, Mercedes, BASF. Os tais 1%.
Apesar desta falência, Merkel e as multinacionais alemãs exercem desde então chantagens odiosas para fazer baixar ainda mais o nível de vida dos trabalhadores gregos. Portanto, este já perderam enormemente: salários -37%, reformas -48%, consumo -33%. E todos os analistas com um pouco de reflexão o dizem: esta "terapia de choque" made in Berlin agravará a crise económica grega e diminuirá a capacidade do país para sair da crise.
Tudo isto, dizem-nos, "para ajudar os Gregos a reembolsar a divida". Falso por três razões:
A divida é ilegítima, mostrou Eric Toussaint, pesquisador internacional de dividas. Contraída pelos 1% Gregos que são cúmplices dos bancos alemães e internacionais, tal não serviu de proveito aos outros 99%.
A divida grega não é pior que a dos Estados-Unidos que toda a gente louva.
Os que deveriam reembolsar são: o banco americano Goldman Sachs que aldrabou expressamente os números da divida grega, Merkel e Sarkozy que venderam armas inúteis á Grécia em plena crise financeira, os bancos alemães que impuseram taxas de ladrão, Barroso que passava as suas férias com o riquíssimo armador grego Latsis e ao qual a sua Comissão disponibilizou 10 milhões de euros de subsídios, e a lista dos aproveitadores é ainda muito longa...
O verdadeiro objectivo desta terapia de choque não é a de ajudar os Gregos, mas de pô-los de joelhos. Com três objectivos diferentes:
Privatizar para roubar as empresas publicas, seus portos, suas ilhas turísticas. Para tentar resolver a crise, as sociedades alemãs pilham as sociedades estrangeiras.
Transformar a Grécia numa nova Roménia: deserto económico, e portanto um reservatório de mão de obra praticamente gratuita.
Fazer disso um exemplo para amedrontar os outros povos europeus que se revoltem contra esta política injusta. É questão de matar a esperança.
Depois dos Gregos, será a nossa vez (o autor refere-se á França). É tempo de desencadear uma protestação dos cidadãos europeus, para apoiar os gregos.
FONTE
Na verdade, o modelo Alemão não funciona. E é lógico: se se baixa os salários, se multiplica os empregos precários (viu-se mesmo pessoas receberem 1 euro á hora!), enfim se aumenta os benefícios das multinacionais ruinando os trabalhadores, o que lhes resta para comprar ? A quem essas mesmas multinacionais podem elas vender se não não existe poder de compra ? Os únicos beneficiários do modelo Alemão, são os acçionários das multinacionais exportadoras: Siemens, Thyssen, Mercedes, BASF. Os tais 1%.
Apesar desta falência, Merkel e as multinacionais alemãs exercem desde então chantagens odiosas para fazer baixar ainda mais o nível de vida dos trabalhadores gregos. Portanto, este já perderam enormemente: salários -37%, reformas -48%, consumo -33%. E todos os analistas com um pouco de reflexão o dizem: esta "terapia de choque" made in Berlin agravará a crise económica grega e diminuirá a capacidade do país para sair da crise.
Tudo isto, dizem-nos, "para ajudar os Gregos a reembolsar a divida". Falso por três razões:
A divida é ilegítima, mostrou Eric Toussaint, pesquisador internacional de dividas. Contraída pelos 1% Gregos que são cúmplices dos bancos alemães e internacionais, tal não serviu de proveito aos outros 99%.
A divida grega não é pior que a dos Estados-Unidos que toda a gente louva.
Os que deveriam reembolsar são: o banco americano Goldman Sachs que aldrabou expressamente os números da divida grega, Merkel e Sarkozy que venderam armas inúteis á Grécia em plena crise financeira, os bancos alemães que impuseram taxas de ladrão, Barroso que passava as suas férias com o riquíssimo armador grego Latsis e ao qual a sua Comissão disponibilizou 10 milhões de euros de subsídios, e a lista dos aproveitadores é ainda muito longa...
O verdadeiro objectivo desta terapia de choque não é a de ajudar os Gregos, mas de pô-los de joelhos. Com três objectivos diferentes:
Privatizar para roubar as empresas publicas, seus portos, suas ilhas turísticas. Para tentar resolver a crise, as sociedades alemãs pilham as sociedades estrangeiras.
Transformar a Grécia numa nova Roménia: deserto económico, e portanto um reservatório de mão de obra praticamente gratuita.
Fazer disso um exemplo para amedrontar os outros povos europeus que se revoltem contra esta política injusta. É questão de matar a esperança.
Depois dos Gregos, será a nossa vez (o autor refere-se á França). É tempo de desencadear uma protestação dos cidadãos europeus, para apoiar os gregos.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Será que o colapso do dollar aproxima-se ?
Peter Schiff, PDG de Euro Pacifical Capital e autor de sucesso com "Crash Proof", recentemente declarou que a queda do dollar estava iminente e que as agências de noticias e os investidores deviam se interessar mais a esta ameaça do que a desvalorização do yuan chinês.
Durante uma entrevista á Newsmax TV, terça-feira, Schiff explicou que a economia americana é confrontada a múltiplos problemas, mas a política monetária chinesa não faz parte das dificuldades económicas que os americanos encontram.
Ele declarou que a economia chinesa não conhece nenhuma queda livre e que a desvalorização actual é mínima. Ele notou que o valor do yuan aumentou sensivelmente durante os últimos anos em relação ao dollar americano.
"Portanto esse movimento não foi motivado pela taxa de câmbio entre o yuan e o dollar, mas entre o yuan e todas as outras moedas, porque o dollar neste momento está numa bolha," anunciou ele. " O dollar está muito sobre-valorizado...o dollar está numa bolha. Esta bolha vai arrebentar."
Disse que a economia americana agora está numa situação bem pior que a chinesa. É um problema real, declarou Schiff, e a Reserva Federal deve admiti-lo. Disse igualmente que a FED não vai aumentar as taxas de juros este ano e devia fazer um outro ciclo de QE.
"Isto vai naufragar o dollar, e os Chineses deverão ter de revalorizar sua moeda de maneira muito mais importante no futuro contra o dollar e vai ser o colapso do dollar que vai fazer mal aos Estados-Unidos. Não esta decisão recente tomada pela China" disse Schiff.
Schiff mencionou o imenso défice comercial com a China, e como a China produz todas as coisa que os americanos consomem e não podem produzir. Por outro lado, os Estados-Unidos não produzem nada que os Chineses possam consumir.
FONTE
Declaração extraordinária do Presidente da Républica Popular de Donetsk
"A Ucrânia está no ponto de lançar uma ofensiva contra a Republica. Actualmente, Kiev dispôs 65.000 soldados na frente posta em disposição de combate. Os acordos de Minsk são então sabotados. Nós não temos outra escolha que não seja ganhar esta guerra, vencer é o nosso dever!"
O ponto sobre a situação pelo comentador militar Boris Rojine dito colonelcassad:
"No que concerne a ameaça de uma ofensiva iminente, a agência Regnum informa que durante a noite do 16 a 17 de Agosto de 2015 o comandante das FAU (forças armadas ucranianas) poderia lançar uma ofensiva generalizada. Ontem, segundo dados oficiais pelo menos 5 civis foram mortos durante o curso de hostilidades, sem contar com perdas desconhecidas no meio militar, conta-se dezenas de feridos, habitações e estructuras destruídas. O bombardeamento e uma grande actividade dos MLRS (lança-foguetes múltiplos) foi ontem um dos mais potentes desde o último inverno e atingiu a maior parte das zonas da linha da frente da RPD (Republica Popular de Donetsk). Hoje Slavianoserbsk subiu bombardeamentos. A tensão continua a subir. Nos esperamos ver como a situação evolui."
Complemento de actualidade respeitante á iminente ofensiva.
A escalada militar nestes últimos dias conduzirá nas próximas horas a um bombardeamento massivo sobre as posições da RPD. Segundo as informações dadas á agência Regnum por uma fonte fiável de Kiev, entre 16 a 17 de Agosto o comandante das FAU prevê lançar uma ofensiva geral sobre as posições das Forças Armadas da Novorrossia.
Conforme os dados do reconhecimento militar, a ofensiva deve ser lançada na próxima semana. As autoridades da RPD observam um constante aumento e concentração de armas, em especial blindados, em todos os pontos quentes e todos os zonas de onde as forças do regime ucraniano são susceptíveis de lançar uma ofensiva. Segundo eles, cerca de 90.000 soldados ucranianos estão dispostos ao longo da linha de contacto.
FONTE
O ponto sobre a situação pelo comentador militar Boris Rojine dito colonelcassad:
"No que concerne a ameaça de uma ofensiva iminente, a agência Regnum informa que durante a noite do 16 a 17 de Agosto de 2015 o comandante das FAU (forças armadas ucranianas) poderia lançar uma ofensiva generalizada. Ontem, segundo dados oficiais pelo menos 5 civis foram mortos durante o curso de hostilidades, sem contar com perdas desconhecidas no meio militar, conta-se dezenas de feridos, habitações e estructuras destruídas. O bombardeamento e uma grande actividade dos MLRS (lança-foguetes múltiplos) foi ontem um dos mais potentes desde o último inverno e atingiu a maior parte das zonas da linha da frente da RPD (Republica Popular de Donetsk). Hoje Slavianoserbsk subiu bombardeamentos. A tensão continua a subir. Nos esperamos ver como a situação evolui."
Complemento de actualidade respeitante á iminente ofensiva.
A escalada militar nestes últimos dias conduzirá nas próximas horas a um bombardeamento massivo sobre as posições da RPD. Segundo as informações dadas á agência Regnum por uma fonte fiável de Kiev, entre 16 a 17 de Agosto o comandante das FAU prevê lançar uma ofensiva geral sobre as posições das Forças Armadas da Novorrossia.
Conforme os dados do reconhecimento militar, a ofensiva deve ser lançada na próxima semana. As autoridades da RPD observam um constante aumento e concentração de armas, em especial blindados, em todos os pontos quentes e todos os zonas de onde as forças do regime ucraniano são susceptíveis de lançar uma ofensiva. Segundo eles, cerca de 90.000 soldados ucranianos estão dispostos ao longo da linha de contacto.
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