quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Suécia: o desmoronar de uma sociedade
"Estamos a falar de cerca de 700.000 imigrantes por ano, o que transformará a Suécia em qualquer coisa que não será mais a Suécia".
É interessante, se verificarmos bem, que os principais países victímas desta imigração clandestina são os países mais ricos da Europa. Sobretudo os países nórdicos, em especial a Suécia. Apercebemo-nos que é uma autêntica catástrofe segundo as palavras do deputado sueco Kent Ekeroth em referência ao seu país:
" Estamos a falar de cerca de 700.000 imigrantes por ano, o que transformará a Suécia em qualquer coisa que não será mais a Suécia".
Para uma população de cerca de pouco mais de 9 milhões de habitantes, certamente trará consequências graves. Isto sem contarmos que a Suécia ao longo de anos consecutivos, sempre abriu as portas á imigração, o que fez a Suécia ser o país com o maior número de violações sexuais, apenas, e apenas, abaixo do minúsculo Lesoto, portanto considerado um país do 3º mundo.
Há um outro factor que merece ser verificado, a Suécia, um dos países mais desenvolvidos de outrora, e por enquanto continua ainda a sê-lo, começa a dar mostras de uma decadência acelerada. Veja-se por exemplo o relatório PISA, que visa apenas certos pontos das capacidades de alunos de um certo número de países, o lugar ocupado pela Suécia é incompatível com o seu alto-nível de vida. Isto será devido a quê ? Simples, um estudo da Dinamarca prova que as escolas com uma forte presença de imigrantes têm um nível escolar muito baixo em relação ás crianças nativas. Assistimos a um "aparvalhoamento" da sociedade sueca. Estas crianças serão os adultos de amanhã. Se nada é feito, em 2 ou 3 gerações, a Suécia será um país mais próximo do 3º mundo do que de um país desenvolvido.
Isto não só está a acontecer na Suécia, mas em toda a Europa, em todos os países onde exista a raça branca por esse mundo fora. Estas imigrações industriais terão consequências muito graves para a estabilidade social de cada país. Terá de haver uma mudança, a bem ou a mal, para parar a gangrena de nossas sociedades.
Autor: Gang2 Ervilha
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Invasão migratória: Polemia revela-nos o que nossos médias escondem (1ª parte)
Os médias de propaganda presentam Merkel como um anjo e Orban como um diabo. Mas Orban tem o apoio do seu Parlamento e do seu povo. Merkel é contestada pelos alemães e sua maioria. Mesmo sendo conformista, os médias alemães começam a falar das criticas.
A baixa de popularidade da chanceler e a desarmonia dos responsáveis políticos alemães sobre o dossier dos refugiados faz objecto de muitos comentários nos jornais alemães.
Veja aqui, a titulo de exemplo, alguns títulos dos jornais alemães do 12/10/2015.
Polemia
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No quotidiano Die Welt:
http://www.welt.de/debatte/kommentare/article147446409/Merkel-ist-auf-der-Flucht-vor-der-Verantwortung.html
Merkel foge das suas responsabilidades.
A política de imigração sem limites e de uma larga parte sem controle de Merkel é sinal de impotência. Logo que o ultimo ginásio será cheio, todos os cidadãos alemães tomarão consciência.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147459891/Die-Allianz-der-Fremdenfeinde-formiert-sich.html
A aliança dos xenófobos se constitui
O AfD, Pegida, o NPD, os néo-nazis e os pequenos partidos de direita aliam-se no combate contra os refugiados.
A aliança dos xenófobos se reforça - e atira mais e mais para os seus círculos cidadãos íntegros.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html
Angel Merkel tem um plano. Mas qual ?
A chanceler disse claramente o que não queria: ser dura com os refugiados, para que eles cheguem em menos número. Mas como pensa ela reduzir o ritmo das chegadas ? Até agora as suas proposições não convencem.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html
Madame Merkel, acolheria você refugiados em sua casa ?
Apesar do facto de os muçulmanos serem maioritários dentre os pedintes de asilo, Angela Merkel não vê alguma ameaça do Islão na Alemanha. No que toca ás expulsões, a chanceler admite falta de rapidez e de coerência.
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http://www.welt.de/newsticker/article147451537/Union-mit-schlechtestem-Umfrageergebnis-seit-der-Wahl.html
O pior resultado das sondagens desde a eleição da União.
A União perde os favores dos eleitores e cai no mais baixo nível desde as eleições do Bundestag.
Quase metade das sondagens desaprovam a política de Merkel em relação aos refugiados.
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No quotidiano Frankfurter Allgemeine Zeitung:
http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/merkel-ueber-fluechtlingskrise-umfragen-sind-nicht-mein-massstab-13851699.html
"As sondagens não são a minha referência".
Numa entrevista, a chanceler declarou não se desviar da sua linha de conduta na crise dos refugiados. Ela não pôde dar data para o fim desta vaga migratória. Mostra-se indiferente ás criticas.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/fluechtlingskrise-was-ist-das-fuer-ein-land-frau-merkel-13851283.html
Mas o que é este País, Frau Merkel ?
A UE é submergida pelos refugiados. Mas cada espaço tem os seus limites. Angela Merkel devê-lo ia dizer claramente em vez de suscitar falsas esperanças. O estado de emergência não deve tornar-se num estado permanente.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/kommentar-luegen-in-zeiten-der-migration-13849864.html
Mentira nos tempos da imigração.
A imigração será útil á Alemanha ? Muitos estudos o afirmam. Mas muitos pesquisadores preferem agradar ao invés de dizer a verdade.
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Artigo aparecido no 13/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com
A baixa de popularidade da chanceler e a desarmonia dos responsáveis políticos alemães sobre o dossier dos refugiados faz objecto de muitos comentários nos jornais alemães.
Veja aqui, a titulo de exemplo, alguns títulos dos jornais alemães do 12/10/2015.
Polemia
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No quotidiano Die Welt:
http://www.welt.de/debatte/kommentare/article147446409/Merkel-ist-auf-der-Flucht-vor-der-Verantwortung.html
Merkel foge das suas responsabilidades.
A política de imigração sem limites e de uma larga parte sem controle de Merkel é sinal de impotência. Logo que o ultimo ginásio será cheio, todos os cidadãos alemães tomarão consciência.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147459891/Die-Allianz-der-Fremdenfeinde-formiert-sich.html
A aliança dos xenófobos se constitui
O AfD, Pegida, o NPD, os néo-nazis e os pequenos partidos de direita aliam-se no combate contra os refugiados.
A aliança dos xenófobos se reforça - e atira mais e mais para os seus círculos cidadãos íntegros.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html
Angel Merkel tem um plano. Mas qual ?
A chanceler disse claramente o que não queria: ser dura com os refugiados, para que eles cheguem em menos número. Mas como pensa ela reduzir o ritmo das chegadas ? Até agora as suas proposições não convencem.
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http://www.welt.de/politik/deutschland/article147454761/Angela-Merkel-hat-einen-Plan-Aber-welchen.html
Madame Merkel, acolheria você refugiados em sua casa ?
Apesar do facto de os muçulmanos serem maioritários dentre os pedintes de asilo, Angela Merkel não vê alguma ameaça do Islão na Alemanha. No que toca ás expulsões, a chanceler admite falta de rapidez e de coerência.
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http://www.welt.de/newsticker/article147451537/Union-mit-schlechtestem-Umfrageergebnis-seit-der-Wahl.html
O pior resultado das sondagens desde a eleição da União.
A União perde os favores dos eleitores e cai no mais baixo nível desde as eleições do Bundestag.
Quase metade das sondagens desaprovam a política de Merkel em relação aos refugiados.
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No quotidiano Frankfurter Allgemeine Zeitung:
http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/merkel-ueber-fluechtlingskrise-umfragen-sind-nicht-mein-massstab-13851699.html
"As sondagens não são a minha referência".
Numa entrevista, a chanceler declarou não se desviar da sua linha de conduta na crise dos refugiados. Ela não pôde dar data para o fim desta vaga migratória. Mostra-se indiferente ás criticas.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/fluechtlingskrise-was-ist-das-fuer-ein-land-frau-merkel-13851283.html
Mas o que é este País, Frau Merkel ?
A UE é submergida pelos refugiados. Mas cada espaço tem os seus limites. Angela Merkel devê-lo ia dizer claramente em vez de suscitar falsas esperanças. O estado de emergência não deve tornar-se num estado permanente.
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http://www.faz.net/aktuell/politik/fluechtlingskrise/kommentar-luegen-in-zeiten-der-migration-13849864.html
Mentira nos tempos da imigração.
A imigração será útil á Alemanha ? Muitos estudos o afirmam. Mas muitos pesquisadores preferem agradar ao invés de dizer a verdade.
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Artigo aparecido no 13/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com
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Da decadência da sociedade e imigração
É um facto evidente que hoje em dia a sociedade está decadente. Os progressistas dirão conforme á ideologia de negação da realidade, que avançamos para melhor, para uma sociedade mais aberta, etc, etc, não é ? Não vale a pena estar aqui a enumerar todo o argumentário progressista.
Agora o que eu gostaria era de tentar ver se existe alguma relação entre esta decadência e a imigração. Será a imigração um factor de aceleração desta decadência ou mesmo a sua causa ?
A causa não é certamente. Proponho-me em prová-lo.
Um factor de degradação ?
Aqui talvez a resposta adequada seja um "sim" algo tremido. Mas é simples demais como resposta, é mais complicado do que se pensa. Não podemos a 100%, sem alguma sombra de dúvida, responder com um "sim" firme, digamos 70% de sim e 30% de não.
Da decadência e do decadente
Em princípio quando uma sociedade dá mostras de decadência, significa que os dirigentes ou reguladores desta sociedade são eles mesmos decadentes. Ela atirará assim ainda mais decadência. E sendo assim, em toda a lógica poderíamos afirmar que esta invasão migratória sãos os frutos da decadência visto que os nossos dirigentes são eles mesmos decadentes e por consequência todas as suas acções, resultados e objectivos espelham essa decadência. Resulta assim que estes imigrantes são decadentes, de outra maneira não seriam a imagem da decadência de nossos políticos. Sendo então decadentes, não poderão trazer alguma alternativa credível, pois toda tentativa de mudança resultará em mais e mais decadência. Quanto á religião, se ela é a crença maioritária dessa massa decadente, é porque essa religião é também decadente pois um espírito decadente não poderá nunca crer em algo que não seja decadente.
Conclui-se que o que é decadente nunca poderá trazer menos decadência, mas sim germinar cada vez mais decadência lá onde já existe decadência. Pois que bem ou melhoras poderá trazer o que já de si mesmo é decadente ?
Portanto é sim um factor de aceleração, são os 70% de "sim" que falava. Mas não é unicamente falta do imigrante. Vamos agora verificar onde estão os 30% de "não".
Decadência Europeia
A verdade é que a degradação da nossa civilização, não vem de há 40 ou 10 anos atrás. Já nos anos logo após a 2ª guerra mundial se notava uma baixa generalizada do QI do homem de raça branca, que vai sempre de par com uma constante degradação moral. O problema da imigração nem se punha portanto. Hoje em dia, rara é a pessoa adulta que consiga resolver os problemas escolares dos jovens estudantes de 15 anos dos anos 40, mesmo dos anos 60.
O ambiente social que nos rodeia, reflecte uma falta imensa de cultura, ver mesmo suscitar o desdém da mesma. Basta ligar a televisão e damos logo de caras com programas tipo "casa dos segredos", telenovelas 24h/24, telejornais que digamos, vão todos no mesmo sentido. A música, passamos de uns Damn Yankees para a moda dos Rap's. Estes mesmos Damn Yankees já em si reflectiam a decadência que se foi acumulando de anos anteriores.
Isto é: quanto mais o tempo avança, a decadência acumulará sempre e ainda mais decadência. Em consequência do aparvalhoamento, passamos o tempo a idolatrar músicas dos fracos de espírito. Veja aqui e aqui as raízes, aquilo que mais se assemelha ao espírito da civilização europeia.
O RAP substituiu-se ao Bach, a valorização dos desportos que mete em avante os atributos físicos em vez dos atributos intelectuais. Razão pela qual o desporto, em especial o futebol, nunca teve tantos adeptos. E poderíamos enumerar feitos semelhantes sem fim.
Raciocinemos agora, que se vivemos numa sociedade cada vez mais decadente, a decadência então, e unicamente, só valorizará o que a valoriza. Explica-se assim a escolha de dirigentes de baixo intelecto em detrimento dos mais inteligentes que são relegados a segundo plano, com acesso vedado ás estructuras de poder. Deste ponto poder-se também explicar a atração dos imigrantes por um destino decadente.
A máxima "a decadência só valoriza o que a valoriza" é aplicável a qualquer situação da nossa sociedade em geral.
Isto é aplicável a qualquer país, a qualquer continente. Na África, tal e qual como na Europa, vive-se de decadência acumulada de decadência. Daí o intelecto e cultura dos povos africanos, ser cada vez mais baixo e degradante ao mesmo titulo que o da Europa. Neste caso considera-se que o nível de decadência na África é mais acentuado que na Europa. Pois se não o fosse, a decadência não daria qualquer valor nem exaltaria a imigração arabo-africana.
Esta imigração vem dar o golpe final: aparvalhar o que falta aparvalhar por completo nas sociedades europeias. Estamos a entrar numa fase extrema da decadência. Uma desculturalização extrema que se vai acentuar com o decorrer do tempo.
O futuro a partir daqui é obscuro. Porque não se engane aquele que pensa tirar proveito dos maiores cérebros africanos. Porque esses, de certeza não vêm no meio desta massa imigratória. Esses, já cá estão há muito tempo, ou já passaram por cá, fizeram os seus estudos e já foram para melhor. A decadência não valoriza a inteligência, mas sim os QI's do tamanho de um grão. Portanto não sonhem nem esperem encontrar os mais inteligentes, os mais qualificados e brilhantes intelectos dentre os africanos nesta massa imigratória. Eles não estão lá. Estamos apenas a receber os menos dispostos a raciocinar e a trabalhar. Uma única coisa os preocupa: as ajudas sociais, casa á borla, salário á borla, comida á borla. Em vez de preocupar-nos com os nossos andamos a preocupar-nos com os outros ? Isto não tem sentido algum para um espírito que ainda consiga pensar uns segundos.
Agora quanto ás causas desta decadência generalizada de todas as sociedades, este nivelamento pelo baixo, o caro leitor poderá ler aqui: Escola de Frankfurt
Infelizmente não existe muitos artigos em português sobre a "Escola de Chicago", bem anterior á de Frankfurt, que a meu ver é de uma importância capital na degradação da sociedade e valorização da imigração, do crime, etc. No que toca ao nosso assunto, podemos resumir a Escola de Chicago como nunca lançar as culpas sobre o imigrante, mas sim ao ambiente social, seja em que circunstância for, o imigrante nunca é culpado de nada, apenas victima da sociedade, do país de acolhimento, exigindo assim mais apoio social, criar o "suposto" e utópico ambiente adequado para a integração do imigrante. Pode ter aqui um resumo: Escola de Chicago
Autor: Gang2 Ervilha
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 3ª parte
Continuação da 2ª parte
18) Ele passa então em detalhe os planos da guerra revolucionária, a arte do combate de rua; ele define e insiste sobre as grandes linhas do "Reino do Terror" que deve acompanhar todo o esforço Revolucionário "porque é a maneira mais económica de subjugar a população a uma rápida submissão".
19) Ele discute da Diplomacia. Após todas estas guerras, deve-se insistir sobre a diplomacia secreta "de maneira a que os nossos agentes, se dissimulem sob a máscara de conselheiros "políticos", "financeiros" e "economistas" possam espalhar as nossas ordens sem perigo de expor a identidade das "potências secretas" detrás dos negócios nacionais e internacionais". O conferencista diz em seguida ás pessoas presentes que pelo meio da diplomacia secreta eles exerceriam um tal controlo "que as nações nunca poderiam chegar a um acordo sem que os nossos agentes lhe ponham a mão".
20) Último objectivo, o Governo Mundial. Para alcançar esse objectivo, o conferencista disse: "Será necessário estabelecer gigantescos monopólios, acumular riquezas colossais, que até mesmo as maiores fortunas dos Goyim dependerão de nós, e irão para o fundo conjuntamente com o credito de seus governos NO DIA APÓS A BANCARROTA POLÍTICA". O conferencista em seguida acrescenta: "Vocês, os Senhores aqui presentes, economistas, podem apenas fazer uma pequena estimação da importância deste plano".
21) Guerra económica. Discutem então elaborar Planos para roubar as propriedades terrenas e industriais dos Goyim. Recomenda-se a a combinação de impostos elevados e de uma concorrência desleal que trará a ruína económica dos Goyim, de seus interesses financeiros nacionais e de seus investimentos. No domínio internacional, terá de se fixar desde que seja possível o curso dos mercados, o que seria realizado rapidamente com um controle minucioso das matérias-primas, entreter a agitação entre trabalhadores com vista á diminuição das horas de trabalho e um salário mais alto, e também graças á fragilização da concorrência. O conferencista adverte os seus conspiradores associados que eles deveriam ocupar-se dessas matérias e controlar a situação para que "os aumentos de salários obtidos pelos trabalhadores não sejam em nada proveitosos".
22) Os armamentos. Sugere-se lança a fabricação de armas para que os Goyim se auto-destruam a uma escala colossal e que finalmente "haja apenas no mundo as massas de trabalhadores e alguns milionários fiéis á nossa causa, assim que uma polícia e soldados em número suficiente para assegurar a protecção dos nossos interesses".
23) A Nova Ordem. Os membros do Governo Mundial serão nomeados pelo Director que escolheria esses homens dentre os científicos, os economistas, os financeiros, industriais e também milionários "pois em fim de conta tudo será regulado em termos de números".
24) A Juventude e sua importância. Fez-se notar fortemente a importância a cativar o interesse da Juventude: "Os nossos agentes infiltrar-se-ão em todas as classes, a todos os níveis da sociedade e do governo com o objectivo de enganar, apodrecer e corromper a juventude da sociedade ensinado-a - nós o sabemos - com falsas teorias e princípios".
25) Leis nacionais e internacionais não devem ser substituídas, mas serem utilizadas tal e qual como são para destruir a civilização dos Goyim " levando-os em contradições de interpretação tais que a lei será em primeiro tempo maquilhada, depois em seguida completamente escondida. Nosso último objectivo é substituir a Arbitragem á Lei". O conferencista diz então aos auditores: " Vocês poderão pensar que os Goym se precipitarão sobre nós com armas, mas no Oeste algo foi previsto a esta eventualidade: uma organização que pratica um terror tão monstruoso que mesmo os corações mais vigorosos tremerão... o "Underground"...as redes ocultas...o mundo subterrâneo...tudo isto será instalado nas capitais e cidades de todos os países antes que esse perigo nos ameace".
NdT: quando é dito "Oeste", compreenda-se "Estados-Unidos da América".
18) Ele passa então em detalhe os planos da guerra revolucionária, a arte do combate de rua; ele define e insiste sobre as grandes linhas do "Reino do Terror" que deve acompanhar todo o esforço Revolucionário "porque é a maneira mais económica de subjugar a população a uma rápida submissão".
19) Ele discute da Diplomacia. Após todas estas guerras, deve-se insistir sobre a diplomacia secreta "de maneira a que os nossos agentes, se dissimulem sob a máscara de conselheiros "políticos", "financeiros" e "economistas" possam espalhar as nossas ordens sem perigo de expor a identidade das "potências secretas" detrás dos negócios nacionais e internacionais". O conferencista diz em seguida ás pessoas presentes que pelo meio da diplomacia secreta eles exerceriam um tal controlo "que as nações nunca poderiam chegar a um acordo sem que os nossos agentes lhe ponham a mão".
20) Último objectivo, o Governo Mundial. Para alcançar esse objectivo, o conferencista disse: "Será necessário estabelecer gigantescos monopólios, acumular riquezas colossais, que até mesmo as maiores fortunas dos Goyim dependerão de nós, e irão para o fundo conjuntamente com o credito de seus governos NO DIA APÓS A BANCARROTA POLÍTICA". O conferencista em seguida acrescenta: "Vocês, os Senhores aqui presentes, economistas, podem apenas fazer uma pequena estimação da importância deste plano".
21) Guerra económica. Discutem então elaborar Planos para roubar as propriedades terrenas e industriais dos Goyim. Recomenda-se a a combinação de impostos elevados e de uma concorrência desleal que trará a ruína económica dos Goyim, de seus interesses financeiros nacionais e de seus investimentos. No domínio internacional, terá de se fixar desde que seja possível o curso dos mercados, o que seria realizado rapidamente com um controle minucioso das matérias-primas, entreter a agitação entre trabalhadores com vista á diminuição das horas de trabalho e um salário mais alto, e também graças á fragilização da concorrência. O conferencista adverte os seus conspiradores associados que eles deveriam ocupar-se dessas matérias e controlar a situação para que "os aumentos de salários obtidos pelos trabalhadores não sejam em nada proveitosos".
22) Os armamentos. Sugere-se lança a fabricação de armas para que os Goyim se auto-destruam a uma escala colossal e que finalmente "haja apenas no mundo as massas de trabalhadores e alguns milionários fiéis á nossa causa, assim que uma polícia e soldados em número suficiente para assegurar a protecção dos nossos interesses".
23) A Nova Ordem. Os membros do Governo Mundial serão nomeados pelo Director que escolheria esses homens dentre os científicos, os economistas, os financeiros, industriais e também milionários "pois em fim de conta tudo será regulado em termos de números".
24) A Juventude e sua importância. Fez-se notar fortemente a importância a cativar o interesse da Juventude: "Os nossos agentes infiltrar-se-ão em todas as classes, a todos os níveis da sociedade e do governo com o objectivo de enganar, apodrecer e corromper a juventude da sociedade ensinado-a - nós o sabemos - com falsas teorias e princípios".
25) Leis nacionais e internacionais não devem ser substituídas, mas serem utilizadas tal e qual como são para destruir a civilização dos Goyim " levando-os em contradições de interpretação tais que a lei será em primeiro tempo maquilhada, depois em seguida completamente escondida. Nosso último objectivo é substituir a Arbitragem á Lei". O conferencista diz então aos auditores: " Vocês poderão pensar que os Goym se precipitarão sobre nós com armas, mas no Oeste algo foi previsto a esta eventualidade: uma organização que pratica um terror tão monstruoso que mesmo os corações mais vigorosos tremerão... o "Underground"...as redes ocultas...o mundo subterrâneo...tudo isto será instalado nas capitais e cidades de todos os países antes que esse perigo nos ameace".
NdT: quando é dito "Oeste", compreenda-se "Estados-Unidos da América".
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