sexta-feira, 16 de outubro de 2015
A maioria dos alemães não quer mais nenhum refugiado
Eles já só são um em cada cinco a acreditar que a Alemanha ainda pode acolher mais requerentes de asilo. Os partidos da União estão a perder o favor dos eleitores.
Tendência clara na crise de refugiados: dois terços dos Alemães já não acreditam na promessa de Merkel do "Nós vamos conseguir".
Eles já só são um em cada cinco a creditar que a Alemanha ainda pode acolher mais requerentes de asilo. Os partidos da União estão a perder o favor dos eleitores.
Face á alta do número de refugiados na Alemanha, a vontade da população de os acolher desaparece. Segundo uma pesquisa representativa do Instituto de Sondagem YouGov, 56% dos cidadãos alemães consideram que o número de requerentes de asilo é muito elevado. No meio de Setembro, 46% das sondagens davam este ponto de vista. Inversamente, eles não são mais que 19% a pensar que a Alemanha pode ainda acolher requerentes de asilo. Antes eles eram 28%.
Segundo esta pesquisa, só um terço dos cidadãos (32%) partilham hoje a opinião da chanceler federal Angela Merkel (CDU), que afirmou a vários momentos, em considerando o acolhimento e apoio material: "Nós vamos conseguir". No começo de Setembro, eles eram ainda 43%, e 64% dos sondados pensam agora que esta afirmação é infundada.
«A perda de confiança enfraquece a União»
Segundo uma outra sondagem, os partidos da União perdem igualmente os favores dos eleitores. Segundo o "Meinungstrend" do Instituto INSA, do qual o Bild-Zeitung dá conta que na quarta-feira, a CDU e a CSU atingem o ponto mais baixo desde a eleição para o Bundestag de 2013. Se se votasse domingo, CDU e CSU teriam tido conjuntamente 41,5% dos votos. O patrão do INSA, Hermann Bunkert, declarou ao jornal: "Com a sua política de refugiados, a chanceler perde a confiança. Esta perda de confiança enfraquece a União".
O SPD, actualmente com 24,5%, os Verdes com 10% e a Alternativa para a Alemanha (AfD) a 6,5% ganham um ponto cada um. Die Linke perde um ponto e está a 9%. O FDP estagna a 5%. Para a sondagem "Meinungstrend" do Instituto INSA, 2190 eleitores foram interrogados entre o 9 e 12 de Outubro de 2015.
Fonte: Frankfurter Allgemeine Zeitung (14/10/2015)
Titulo original: Mehrheit will keine weiteren Flüchtlinge
Tradução: F.S
Ver: Invasão migratória 1ª parte
Invasão migratória 2ª parte
Imagem: Este selfie é sempre pedido á chanceler Angela Merkel (CDU). É a foto-símbolo da sua política de refugiados. A imagem foi tirada durante a visita de uma primeira instalação de acolhimento para requerentes de asilo no 10 Setembro 2015
Artigo aparecido no 15/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com
Invasão migratória: Polemia revela-nos o que nossos médias escondem (2ª parte)
Um requerente de asilo tem o direito incondicional de trazer a sua família para a Alemanha. A CSU quer mudar isso: "Senão ter-se-á de multiplicar os números actuais por um factor de três ou quatro".
Os médias alemães
Polemia prossegue a sua revista mediática sobre a invasão migratória tal e qual ela é percebida nos grandes médias germânicos.
A chanceler vê a sua popularidade em baixa: problemas surgem nas grandes cidades e violentos debates se exprimem nas instâncias políticas. Mais alguns títulos dos grandes médias alemães do dia 8 a 14 e 15 de Outubro que nós devemos, tudo como a 1ª parte, a um contribuinte que nós agradecemos fortemente.
Polemia.
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Die Welt:
A chamada de benvindo de Merkel se propaga até á África de Oueste (14/10)
O "Willkommenskultur" alemão produz efeito no Mali, mesmo naqueles que até aqui não queriam partir. As imagens, na televisão, de pessoas simpáticas oferecendo prendas de benvindo atraem os migrantes. Um visa para a Alemanha compra-se.
Destituição do governo: Merkel bate-se contra o seu próprio partido (14/10)
Durante uma reunião memorável do grupo CDU/CSU (no Bundestag), houve um violento debate sobre a politica de refugiados. Alguns deputados exigem a Merkel o fecho das fronteiras. A chanceler bate-se para preservar a sua autoridade.
Strobl, vice-presidente da facção CDU/CSU (no Bundestag) exprime a sua confiança em Merkel (14/10
Apesar das criticas infligidas contra a sua política de refugiados, a chanceler Merkel continua a gozar da confiança da CDU/CSU, segundo as palavras de Thomas Strobl. Novo afrontamento em Hamburgo. Mais notícias nesta linha de actualidades.
UE promete dinheiro para os refugiados - e não paga (14/10)
Maus pagadores: vários países da UE prometeram desbloquear rapidamente bilhões para lidar com a crise de refugiados. No entanto, os montantes acordados ainda não foram pagos.
O desaparecimento das fronteiras ameaça a existência da Alemanha (14/10)
CSU exige medidas eficazes para limitar a imigração. O Ministro da Justiça da Baviera teme que a Alemanha perca a sua soberania. O governo federal deve agir, disse ele, ameaçador.
A CSU quer restringir o direito ao reagrupamento familiar (14/10)
Um requerente de asilo tem o direito incondicional de trazer a sua família para a Alemanha. A CSU quer mudar isso: "Senão ter-se-á de multiplicar os números actuais por um fator de três ou quatro".
O "Willkommenskultur" ateou o fogo no Espaço Schengen (14/10)
A Grã-Bretanha tenta manter os refugiados á proximidade de suas pátrias abandonadas. A França defende a Europa na África do Norte. Só a Alemanha "exalta" o seu "Willkommenskultur" e põe assim a UE em perigo.
"Aqui somos tratados como insectos" (14/10)
Todos os dias, centenas de refugiados esperam em frente do LAGeSo [Landesamt für Gesundheit und Soziales, Oficio dos Assuntos Sociais e Sanitários] de Berlin para se registarem. Aqui pode-se ver como a administração é em aflição. Há mesmo falta de tickets para a fila de espera, diz uma Síria.
7 em cada 10 refugiados interrompem a sua formação (14/10)
Temos na Alemanha uma falta urgente de profissionais. Os refugiados poderiam ser a solução, dizem alguns especialistas. As primeiras experiências no oficio do artesanato com estagiários ficam no entanto muito a desejar.
Um especialista em questões sociais espera enormes aumentos de impostos (15/10)
A Alemanha é o "único país de imigração sem regras", queixa-se o economista Raffelhüschen. Os refugiados vão se integrar no sistema de benefícios sociais - não no mercado de trabalho. Isto terá consequências.
"Não é questão de discutir quem deve estar alinhado com quem" (15/10)
O Ministro dos Assuntos Sociais da Baviera critica o Estado Federal por não honrar os seus compromissos. Os refugiados devem arcar com as consequências, se eles viessem a não respeitar os valores da sociedade alemã - como a igualdade homem-mulher.
HANDELSBLATT:
"Fechem as fronteiras! " (14/10)
A chanceler Merkel defende a sua política de refugiados perante a base este-alemã da CDU. Na cidade saxónica de Schkeuditz, os activistas escutam em primeiro com reverência, depois atacam frontalmente a presidente do seu partido.
Esta riposta.
Tusk, o presidente do Conselho da UE: submeter as ajudas á Turquia á condição de reduzir o número de refugiados. (14/10)
O Presidente do Conselho da UE, Tusk submeteu um acordo com a Turquia para a redução do número de refugiados. Numa letra aos chefes de Estado e de governo, ele também mete em guarda contra uma nova vaga ainda mais importante, na primavera.
Crise de refugiados na capital: procura-se desesperadamente senadora encarregado da integração (14/10)
Em Berlim, uma violenta disputa irrompeu em ligação com a crise de refugiados. A CDU culpa o seu parceiro de coligação, o SPD (Land e cidade), do seu fracasso. No centro da crítica: Dilek Kolat, a senadora encarregada da política de integração.
Pegida, NDP, AfD: o grande medo perante a Alemanha em completa escuridão (14/10)
No contexto da crise de refugiados, as manifestações do PEGIDA tomam um rumo cada vez mais radical - principalmente na Alemanha Oriental. O AfD e o NDP também participam com entusiasmo. Os políticos falam de um desenvolvimento muito preocupante.
O patrão do Instituto Ifo (Leibniz-Institut für Wirtschaftsforschung an der Universität München e.V.), Hans-Werner Sinn, sobre os fluxos de refugiados: o que vem de acontecer, vai ser muito difícil a integrar (14/10)
Muitos são os dias em que os refugiados afluem aos milhares. Este é um grande desafio para todo o país - mas, segundo muitos economistas, é também uma grande oportunidade. Será que este fluxo poderia até acelerar o crescimento económico? Uma entrevista com Hans-Werner Sinn, patrão do Instituto Ifo chefe de Munique.
A heroína trágica (15/10)
Nós perdoamos muito a nossa patroa, mas raramente ela toca no essencial. É assim com Merkel e a sua política de refugiados. A Este, a partir de agora, a CDU vira-lhe as costas - por medo de perder o poder.
FRANKFURTER ALLGEMEINE ZEITUNG:
O SPD em crise (10/08)
Após a entrevista com a chanceler no programa de Anne Will, o SPD está dividido sobre como se conduzir na crise de refugiados. Pode-se estar à beira de uma prova semelhante aquela que atingiu a União.
Duras críticas à chancelaria durante o congresso da CDU na Saxónia (14/10)
A Schkeuditz, na Saxónia do Norte, a crítica da base da CDU no que respeita à política de refugiados de Angela Merkel foi particularmente audível, quarta-feira á tarde. Muitas pessoas já exprimiram publicamente o seu desejo de uma nova presidente.
O presidente da Câmara de Magdeburg deixa o SPD (14/10)
Lutz Trümper, o presidente da Câmara de Magdeburg, não quer que o SPD o prive da sua liberdade de expressão sobre a questão dos refugiados. É por isso que ele deixou o partido - não sem preservar seu mandato. (NdT: presidente da camâra = prefeito/prefeitura,versão BR)
A maioria dos alemães não quer mais nenhum refugiado adicional (14/10)
Tendência clara na crise de refugiados: dois terços dos alemães já não acreditam na promessa de Merkel "Nós vamos conseguir". Eles já só são um em cada cinco a acreditar que a Alemanha ainda pode acomodar outros requerentes de asilo. Os partidos da União perdem o favor dos eleitores.
Os requerentes de asilo: Tusk só quer acordo com a Turquia, á condição de o número de refugiados diminuir (14/10)
O Presidente do Conselho da UE adverte contra um novo aumento da imigração para a Europa. Ele considera que é dever do governo de Ancara de agir.
A polémica, violenta, aumenta no seio da União - apesar de uma nova lei sobre o direito de asilo (15/10)
Nesta quinta-feira, o Bundestag decide sobre uma nova lei sobre o direito de asilo, que é suposta limitar o fluxo de refugiados. A polémica no seio da União está se a propagar, apesar das mudanças legislativas previstas.
Uma associação de professores requer um limite na proporção de migrantes (15/10)
A associação de professores adverte contra a proporção de muitos refugiados nas salas de aula. A partir de 30% de crianças que não falam alemão, observa-se uma baixa de performance.
SÜDDEUTSCHE ZEITUNG:
Crise de refugiados: Ministro da Justiça da Baviera considera que o Estado está ameaçada na sua existência (14/10)
Bausback, o ministro da Justiça da Baviera, teme que os Länder em breve não serão mais capazes de lidar com o fluxo de refugiados. Ele disse ao Frankfurter Allgemeine Zeitung que ele via o Estado (Staat) ameaçado na sua existência se o Governo Federal (Bund) não agisse.
DIE ZEIT:
Benévolos do "Tafel" vaiados por xenófobos (15/10)
O "Tafeln" (NDT: Organização de Caridade) alimentam 150.000 refugiados. Recentemente, os benévolos foram insultados por causa dos seus compromissos, disse o seu presidente. Racistas pediram que as refeições fossem reservadas apenas para os Alemães.
FOCUS:
Outono duro para a chanceler: um destino como o de Schröder ameaçará doravante Merkel ? (15/10)
Na CDU e CSU, muitas pessoas têm em conta a política de Angela Merkel como uma falta. Esta questão não é o único ponto de discórdia no seio da União. Gerhard Schröder perdeu o seu lugar por causa de tais discórdias. Será isso que espera por Merkel?
Duelo á distãncia com Merkel: Horst Seehofer exprime-se no Landtag (da Baviera) sobre a crise de refugiados (15/10)
O patrão da CSU, Horst Seehofer, fez uma declaração sobre a crise de refugiados no contexto da hora de questões da actualidade no Parlamento da Baviera. O ministro-presidente vai ele de novo atacar a política da chanceler Angela Merkel ? Discurso a seguir no decorrer das notícias de actualidade.
Artigo aparecido no 15/10/2015, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com
Imagem: média alemã
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NdT: Porra! Isto na Alemanha está bem mais complicado do que nos contam por aqui nos nossos jornais. Pouco ou nada falam do assunto. A coisa lá está preta, muito feia.Merkel não só traiu os seus, como traiu e mergulhou a Europa numa grande crise. É notório que as intenções de Merkel não têm nada a ver com mão-de-obra barata, mas sim prioritariamente o multiculturalismo e miscigenação. Traidora. Esta víbora talmúdica quer destruir a Alemanha e levar de rastos toda a Europa para o abismo.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
O Fanatismo Judaico
Por Hervé Ryssen, escritor, 24/03/10
O povo judeu tem um projecto para a humanidade; um projecto grandioso que ele persegue desde há séculos contra tudo: a instauração na terra de uma paz universal. A noção de "paz" está, de facto, no coração do judaísmo, e não é devido ao azar se essa palavra (shalom em hebreu), se encontra frequentemente em todos os discursos dos judeus por esse mundo fora.
Neste mundo perfeito que eles constroem, todos os conflitos desaparecerão da face da terra, e em primeiro lugar, os conflitos entre as nações. Esta é a razão pela qual os judeus militam infatigavelmente pela supressão das fronteiras e dissolução das identidades nacionais. As nações são supostamente consideradas geradoras de guerras e desordens, tem então de se enfraquece-las e, a termo, as suprimir em favor de um governo mundial, o único que poderá fazer reinar sobre a terra a alegria e prosperidade.
Que eles sejam de esquerda ou de direita, marxistas ou liberais, crentes ou ateus, sionistas ou "perfeitamente integrados", os judeus são assim os mais ferventes partidários de uma sociedade multicultural, da miscigenação planetária e do Império Global. Quando todas as identidades desaparecerem, não sobrará mais nada para além do povo judeu, que será reconhecido por todos como o "povo eleito" de Deus.
O Fanatismo Judaico é antes de tudo 30 milhões de mortos, russos e ucranianos, liquidados na aventura comunista, de 1917 a 1947. Jamais será suficiente repetir o papel terrível desempenhado pelos doutrinários judeus, os funcionários judeus e os carrascos judeus nesta história.
O Fanatismo Judaico, é a obstinação sistemática a culpar os Europeus, lhes fazer baixar a cabeça, metê-los de joelhos, por crimes que eles jamais cometeram, ou por crimes pelos quais os judeus se sentem eles mesmos um pouco culpados, mas que preferem "transferir" sobre os outros. Pensemos aqui ao papel de grandes negociantes na escravatura dos Negros, por exemplo, ou ainda na exploração sem vergonha das matérias-primas e riquezas do 3º mundo.
O Fanatismo Judaico, é esta propaganda sem limites, veiculada através de todos os médias, a favor da imigração e da sociedade multicultural. Os intelectuais judeus, os políticos judeus e financeiros judeus têm aqui uma pesada responsabilidade na invasão migratória que desfigura nossos países num espaço de 30 anos. Tem de se dizer e repetir: a imigração não é um fenómeno natural, mas o resultado de uma constante propaganda cosmopolita que corresponde ao projecto político-religioso do povo judeu.
O Fanatismo Judaico, é também esta política belicista que consiste, desde lustres, a empurrar as massas ocidentais fanatizadas contra os povos que recusam ainda a dominação democrática e a hegemonia de Israel. Preparam-nos hoje a uma guerra contra o Irão, como nos empurraram ontem a guerras contra o Iraque, o Afeganistão, a Sérvia, ou a Alemanha.
O Fanatismo Judaico, é ainda esta "grande intolerância á frustração", como o estabelece o diagnóstico medical. Por uma palavra contra o "lobby judeu", a política israelita ou a "sobre-representação" dos judeus nos médias, o infeliz que tenha a audácia de proferir essas palavras, se encontra imediatamente atirado á lama por todo o sistema mediático, cuspido, caluniado, difamado, atado de mãos e pés como repasto a uma imensidão histérica, hipnotizada pelas palavras de ordem do Big Brother.
Neste novo livro de 400 páginas, nós nos baseamos uma vez mais e essencialmente sobre os escritos dos intelectuais judeus, dos mais antigos aos mais recentes. Não há contestação possível. Se falamos de "hegemonia de Israel", é porque os documentos explícitos nos permitem afirmar que os judeus tentam assentar a sua dominação mundial.
E se nós escrevemos "os judeus" e não "alguns judeus", é porque as nossas fontes são agora suficientemente inúmeras e diversas para afirmar que é uma generalização.
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NdT: Este pequeno trecho é uma descrição do livro "Le Fanatisme Juif" (O Fanatismo Judaico) do autor Hervé Ryssen. A imagem é a capa do livro.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Limousine para imigrantes!
Esta é demais, 7 imigrantes de origem africana, transportados numa limousine de 67 mil euros,de Londres a Manchester, com um custo de 4 mil euros...quem paga é o contribuinte.
Se isto não é estar a gozar com a cara de uma pessoa, então é o quê ? Ao que parece o governo britânico vai enviar os custos para os responsáveis deste roubo ao contribuinte. Isto é uma maravilha, casa á borla, comida á borla, dinheiro á borla, viagens de limousine á borla...isto é um autêntico paraíso para aqueles que nunca descontaram um chavo e roubam aqueles que descontaram toda vida. Um autêntico abuso de nossos políticos corruptos.
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