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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Jacto privado para imigrantes clandestinos com um custo de 15 mil euros por pessoa



É incrível, mas é verdade. Depois do caso da "Limousine" com um custo de 4 mil euros por viagem, agora é a vez do Estado Francês alugar regularmente um jacto privado para transportar imigrantes clandestinos de Calais para outros destinos da França, com um custo de 15.000 mil euros por pessoa!!!

É que isto de andar de jacto privado não é para todos, só para ricos e imigrantes ilegais.

O site Sputnik por sua vez noticia que a tentativa da Suécia de aumentar a idade da reforma, esconde uma outra realidade: fazer face ao custo dos imigrantes que começa a pesar fortemente na economia, com custos muito elevados. Veja-se o estado lamentável da Suécia aqui.

A desestabilização sócio-económica dos países europeus começa a acelerar.

E é hora de lembrar uma vez mais o artigo 5 do Plano Talmúdico "Aurora Vermelha" :


5.-Para nos assegurarmos a todo o preço do sucesso de uma tal empresa, façamos de maneira a que os nossos Agentes já infiltrados nos Ministérios dos Negócios Inter-Governamentais e da Imigração dos Estados-Nação façam uma aprofundada modificação das Leis desses Ministérios. Essas modificações terão essencialmente como objectivo de abrir as portas dos países ocidentais a uma imigração cada vez mais enorme dentro das suas fronteiras (imigração essa que nós mesmos provocaremos fazendo maneira que novos conflitos locais vejam o dia). Graças ás campanhas dos Média bem orquestradas na opinião publica dos Estados-Nação visados, nós provocaremos dentro desses Estados, um afluxo importante de refugiados que terá como efeito, a desestabilização da sua economia interior, e aumentar as tensões raciais no interior do território. Nós faremos de maneira que grupos de extremistas estrangeiros façam parte desses fluxos de imigração; o que facilitará a desestabilização política, económica e social das Nações visadas.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O método planetariano (por Hervé Ryssen)


 Este é apenas um pequeno trecho tirado da p. 81-82 do livro "Les Espérances planétarienes" do autor Hervé Ryssen. É descrito de uma maneira muito geral, o "método" utilizado pelas oligarquias talmúdicas e seus lacaios, da maneira de se fazer, para se impôr o governo mundial. O tema é desenvolvido ao longo do livro, que transborda de citações dos próprios intelectuais judio-talmúdicos.

Sempre e sempre esta obsessão de destruir o homem de raça branca. É impressionante tanto ódio.

Deixemos então o especialista em questões judio-talmúdicas, Hervé Ryssen, falar:

«« O método planetariano

A unificação do globo obriga a um incessante trabalho de educação das massas, sempre atiradas pelos velhos demónios do nacionalismo. Os Ocidentais devem assim aprender a tolerância e a abertura ao "Outro", pois a edificação da sociedade plural, multi-étnica e multicultural, é o único meio de chegar ao Império Global, que será também o Império da Paz. É questão então, com todos os meios, de sensibilizar a população aos temas da igualdade entre homens e da solidariedade planetária. [...]

Os velhos reflexos identitários não devem mais ter curso, e tudo deve ser posto em obra para culpabilizar as reacções nacionalistas vindas de um tribalismo de outra idade. Os Europeus, e os homens brancos em geral, devem ser convencidos de que são os responsáveis pelos males da humanidade. Eles são responsáveis do desregulamento climático, da guerra no Iraque, da exploração sem vergonha dos países do Sul e da fome em África. Toda a sua história é uma sucessão de monstruosidades: da Inquisição a Auschwitz, em passando pelas guerras de religião, do genocídio dos Índios, da colonização Africana...

[...] A culpabilização dos Europeus é no efeito o único meio de aniquilar os seus reflexos identitários. Assim, eles serão mais pré-dispostos a aceitar a edificação sobre o seu solo da sociedade plural. A construcção europeia participa desta visão do mundo, pois que em apagando as velhas nações em proveito de uma entidade política aos contornos obscuros, desmembra-se ainda mais os sentimentos de resistência étnica. Os Estados-Unidos neste plano são um modelo a seguir, e muitos dos antigos intelectuais marxistas tomam hoje posição em defesa da América democrática, precisamente por esta razão. Eles são nesse aspecto os intermediários intelectuais das esperanças da alta finança transnacional, cujo interesse é bem evidentemente promover em todo o mundo a edificação das sociedades democráticas, onde os homens de todas as cores, indiferenciados, iguais, se juntam na adoração da sociedade de consumo e o frenesim frenético por todos os gadgets, por todos os produtos, por todas as novidades vindas em permanência da matriz, como formigas que se aglutinam aos milhões á volta de algumas gotas de producto insecticida deliciosamente açucarado. Nada de raças, nada de religiões, nenhuma fronteira: nada que possa bloquear o ideal do consumismo e os planos da alta finança internacional. O sistema mediático encarrega-se de nos fazer compreender da maneira mais lúdica e mais distraída, mas também, por vezes com a severidade de um professor de escola. »»

Links complementares: http://www.toqonline.com/blog/jews-as-planetary-cultists/
https://www.toqonline.com/blog/herve-ryssen-part-1/

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Maurice Muret sobre Karl Marx

O judeu Maurice Muret conta-nos a história de Karl Marx, no seu livro datado de 1901, e é muito interessante a opinião de Muret  ao sujeito de Marx...

Página 195

Página 196


«« Mas é preciso em primeiro analisar um fenómeno que parece contradizer a opinião do que nós fazemos aqui, ou seja, a influência preponderante dos judeus na luta contra o capital. Não nos esqueçamos, de facto, que se o socialismo contemporâneo deve muito a Ferdinand Lassalle e a Karl Marx, é também entre os Israelitas que se observa hoje, em números excepcionais, estas acumulações estéreis de riqueza injuriosa que o socialismo procura destruir, que legitimam, em certa medida, as suas reivindicações. Karl Marx e Rothschild representam os dois extremos. Ora diz-se dos extremos, que eles se tocam. E, neste caso, isso é verdade. Karl Marx e Rothschild incarnam-se um no outro, sob duas formas opostas, a ideia judaica amplificada até ao seu último grau de potência. O realismo imperturbável de Israel, sua sede de prazeres materiais, sua ignorância de uma vida futura e, consequentemente, a sua vontade de fazer reinar aqui na terra a felicidade, criando, de acordo com os temperamentos e habilidades, os Mayer Amschel Rothschild ou os Karl Marx. Entre essas pessoas assim tão diferentes, há uma similaridade essencial. Eles expressam a mesma visão da vida e do universo.

Karl Marx, medíocre psicólogo, não se deu conta. Ele conhecia mal as tendências humanitárias da sua raça. Este erudito, que se orgulhava de considerar todas as coisas sob o ângulo da história, ignorava o papel histórico dos seus congéneres. Ele não via o quanto ele se representava a si mesmo; ele só tinha olhos para o Rothschild e pensou-se obrigado, por isso, em içar a bandeira do antissemitismo. Karl Marx vê no judeu um ser anti-social. Ele pergunta: "Qual é o fundamento temporal do judaísmo ? São os juros. Qual é o culto temporal dos judeus ? A usura. Qual é o seu deus temporal ? O dinheiro". A estreiteza deste julgamento não deixa de surpreender um espírito a pretensões metafísicas. Pela tradição e pelo sangue, Karl Marx pertencia de corpo e alma ao judaísmo. »»

Sem estar fora de contexto, a frase "Eles expressam a mesma visão da vida e do universo", diz-nos muito. Tanto um como outro vão na mesma direcção, mas aparentemente opostos... e quem fala é o judeu Muret e não nenhum Goy. 

Sem mais comentários, meia palavra basta.

PS: Ao sujeito da afirmação de Mauret ser judeu, ela provém do também judeu Dommergue Menasce,p.16 . Apenas me dei ao trabalho de procurar o livro de Mauret e verificar as informações citadas por Dommergue relativas a Karl Marx, elas são exactas.

 Autor: Gang2 Ervilha

sábado, 17 de outubro de 2015

Letra do Rabino Baruch Lévy a Karl Marx

Esta letra, é já bem conhecida, mas nunca é demais repeti-la em alto e bom som sempre que se tenha a oportunidade. Reproduzo-a aqui apenas com algumas modificações e com a fonte original que poderá ser vista ou descarregada para que o leitor possa verificar a veracidade das informações.

Antes é preciso destacar um erro: que o autor da letra é o Rabino Baruch Lévy, que a escreveu ao seu destinatário Karl Marx, e não o contrário. Isto pode-se constatar verificando a fonte. Portanto quando se vê o tipo de titulo "Letra de Karl Marx a Baruch Lévy", o leitor saberá que é um erro, pois dever-se-ia dizer o inverso "Letra de Baruch Lévy a Karl Marx". A data da carta não pôde ser descoberta, pois existem centenas de "Baruch's Lévy's" no web que francamente fiquei perdido no meio de tantos "Lévy's" sem saber qual era o bom. A fonte original também não fala de alguma data no que toca á letra. Mas há-de se descobrir com o tempo qual é o bom e assim a data da letra, seja através de livros ou do web. Isto porque se foi antes de Marx escrever "O Capital", poder-se á ter uma forte ideia das influências que puderam obrar no espírito de Marx. Segundo o site donde foi tirada a tradução, a data é a de 1848, mas pessoalmente não consegui verificar se é a boa data. Na dúvida prefiro deixar a questão em aberto.

Letra do Rabino Baruch Lévy a Karl Marx:

«O povo judeu na sua totalidade será ele mesmo o seu próprio Messias. O seu reino sobre o universo realizar-se-á pela unificação das outras raças, eliminação das monarquias e das fronteiras que são a proteção do particularismo, e pelo estabelecimento de uma república universal que reconhecerá em toda a parte os direitos de cidadania dos judeus. Nesta nova organização da humanidade, os filhos de Israel disseminados atualmente sobre toda a superfície da terra, todos da mesma raça e de igual formação tradicional, conseguirão, sem grande oposição, constituir o elemento dirigente em toda a parte e de tudo, se conseguirem impôr a direção judaica às massas operárias. Assim, pela vitória do proletariado, os governos de todas as nações passarão para as mãos dos israelitas por intermédio da realização da República universal. A propriedade individual poderá então ser suprimida pelos governantes de raça judaica que então poderão administrar em todo o lado as riquezas dos povos. E assim realizar-se-á a promessa do Talmud de que quando chegarem os tempos messiânicos, os judeus terão sob controlo os bens de todos os povos da terra.»

A tradução é tirada do site judaismoemaconaria, a fonte original pode ser vista aqui, na página 574, ou se descarregar, rapidamente encontrada na página 576 do leitor pdf.

 Autor: Gang2 Ervilha