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terça-feira, 3 de novembro de 2015

O Congo de Leopoldo II (1ª parte)

Esta é a 1ª parte, tirada do livro do melhor especialista sobre a África, Bernard Lugan (extremamente politicamente incorrecto!), do seu livro « God Bless Africa ». No fim estará o link para ter acesso ao livro.

O mito do colonialismo bárbaro que tanto nos acusam, não aguenta um só segundo face a este maravilhoso especialista. Nem a ONU, covil dos talmudistas, escapa. É realmente implacável este Lugan! Aconselho-vos a leitura dos seus livros, este homem há mais de 40 anos que estuda a África, viajou para trás e para a frente dentro da África, conhece todas as suas tribos, os conflitos, resumindo: nada lhe escapa, sobretudo os mitos de que o africano é o coitadinho e o europeu é o bicho-mau. Na realidade, muito e muito ajudamos a África... vejam só o exemplo do Congo...

O paradoxo belga

 A Bélgica começou o seu imperialismo contra a sua vontade, e portanto a sua colónia do Congo não lhe custou nada.
O Rei Leopoldo II, coroado em 1866, queria uma colónia. Sabendo que esse projecto era impopular na opinião, tanto á direita como á esquerda, ele contava financiar o projecto com a sua fortuna pessoal, que era... recheada.

No 24 de Outubro de 1869, ele escreve a Huber Frère-Orban, o seu chefe secretaria: «Eu prometo solenemente não pedir nada ao Ministério das Finanças.»

No 15 de Julho de 1880, numa letra enviada ao mesmo destinatário: «A Bélgica terá a sua parte do Movimento Africano e da abertura deste continente sem despesas para o Estado.»

Em 1885, o Estado Independente do Congo (EIC) é criado. Leopoldo II será o seu soberano com a autorização das Câmaras belgas, mesmo se o Parlamento tenha hesitado, preocupado pelo custo da empresa. Mas o Rei assegurou os representantes afirmando que era apenas questão de uma «união pessoal» e que a administração e as finanças do Congo seriam distinctas daquelas da Bélgica. Para mais, o Congo não estará á carga do país, pois as matérias-primas locais vão assegurar a sua autonomia.

Por mais recheada que ela seja, a fortuna de Leopoldo II acaba por se gastar: as somas dispensadas para o Congo atingiram entre 1878 e 2885 um total de 10 milhões de francos-ouro. As «matérias-primas locais» são durante esta época inexistentes e, em 1890, o EIC está na falência. Contrariamente á sua palavra, o Rei vira-se então para o Estado-Belga, que acorda em 1890 um primeiro empréstimo ao EIC: 25 milhões de francos-ouro, dos quais 5 milhões são virados imediatamente e o resto em dez anuidades de 2 milhões cada uma. Em contrapartida, o Rei legará o Congo á Bélgica.

Em 1895, virada a última anuidade do primeiro empréstimo, a falência ameaça de novo. São 6 milhões que serão necessários desta vez. Eles só serão concedidos pelas Câmaras após um aceso debate sobre a oportunidade de possuir o Congo. Os deputados não querem deixar-se serem arrastados numa espiral orçamental, como a da Holanda que, não tendo um orçamento colonial separado, viu o défice orçamental das colónias ser preenchido pelo orçamento do Estado.

Em 1896, uma inversão ocorre. O marfim e especialmente a borracha finalmente permitem equilibrar o orçamento do EIC que irá em seguida tornar-se beneficiário. A partir dessa data, o território não vai custar mais nada para a Bélgica. Em vez disso, em 1900, o Rei Leopoldo II apoia-se nos recursos do Congo  para lançar na Bélgica uma política de grandes obras. Vai criar para efeito, a Fundação da Coroa, á qual atribui um décimo do superfície do Congo belga.

Esta fundação recolhe as receitas dos domínios concessionados. É um período negro da colonização, com uma autêntica política de exploração baseada no trabalho forçado, denunciada desde 1899 por Joseph Conrad no seu livro Heart of Darkness. A borracha congolesa enriquece inegavelmente o património de Bruxelas, que se vê dotado com o "Arcade du Cinquantenaire" (6 milhões de francos-ouro), museu do "Tervuren" (8 milhões de francos-ouro) e de uma extensão do Palácio Real de Laeken (12 milhões e meio de francos-ouro). Seja um total de 30 milhões de francos-ouro. O que provoca de uma parte a ira dos «coloniais», que denunciam esta política de picar os recursos congoleses para o benefício da metrópole, e de outra parte a viva emoção da opinião pública: uma campanha é lançada a partir do Reino Unido afim de denunciar os abusos do regime leopoldiano.

Em 1908, o Estado-Belga retoma o Congo e suprime a Fundação.

Resumindo, por mais lamentável que possa ter sido, o «período negro» ele só durou uma dezena de anos e, a partir de 1908, o Congo retorna ao seu Estado de direito, os recursos já só servem para a sua valorização e a Bélgica lança um formidável programa de  equipamento rodoviário, ferroviário, portuário... E no entanto, querem-se servir desta breve parêntese, servindo-se destes erros, para descrever o que seria suposto ser todo o conjunto das práticas coloniais. Nada é mais falso ou mais desonesto.

No 20 de Agosto de 1908, um ano antes da morte de Leopoldo II, o Parlamento vota a anexação do Congo pela Bélgica. Nesta data, o Congo não custou nada ao pais e as finanças do longínquo território são excedentárias. Ao total, durante o primeiro período «leopoldiano», das origens da aventura até 1908, Bruxelas tinha dispensado 50 milhões de francos-ouro e retirado 66 milhões, para reembolso de empréstimos em especial. Apenas 16 milhões de benefícios portanto. Um pouco menos do que foi necessário para construir o Palácio da Justiça de Bruxelas (43 milhões). Esses 16 milhões não representavam grande coisa no orçamento de um Estado como o da Bélgica. Será assim durante todo o período «pós-leopoldiano», até á crise dos anos 1930, que arruína um tempo o Congo. Os preços do cobre desmoronam-se, originando assim um desemprego importante e o retorno de muitos quadros europeus para a metrópole. O Estado belga é então forçado a intervir. Vai então criar a Loteria Colonial que gerará 58 milhões de francos enquanto o Tesouro belga participa á altura de 104 milhões entre os anos 1933 e 1940. Esta Loteria Colonial é nada mais que um imposto que levantado na Bélgica para a conta do Congo, um «imposto» subtraído da riqueza da metrópole á qual poderia ter sido atribuída.

Finalmente, e tal como bem resume Stengers:
« Em 1908, [...] no momento da retoma do Congo pela Bélgica, o Congo tinha dado lucro ao Estado-Belga com 26 milhões de francos-ouro. A partir de 1908-1950, as despesas coloniais efectuadas pela Bélgica [...] atingiram um total de 259 milhões de francos-ouro. Durante o período, as vantagens recolhidas pela Bélgica graças ao Congo foram no total 24 milhões. As despesas líquidas da Bélgica de 1908 a 1950 ascendeu assim para 235 milhões. O Congo havia gerado lucro de 26 milhões no momento da retoma. Ele custou 235 milhões desde então. No geral, ele custou á Bélgica, até 1950, 209 milhões de francos-ouro.» 
 Site de Bernard Lugan  Livro « God Bless Africa » versão pdf 

O trecho vai da p.129-133

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«« Extra »»


Origem do tráfico negreiro

O papel da expansão muçulmana.


«« É nesta base que foi realmente «inventado» o tráfico. Não é questão aqui de «responsabilidade» (o que seria absurdo, pois anacrónico), mas de mecanismos. Um conjunto de factores, dos quais alguns remontam á antiguidade, como já o vimos, subitamente se configuraram de uma maneira especifica, a um certo momento e sob certas condições, dando assim nascença ao tráfico dos Negros tal e qual o havíamos definido. Historicamente a expansão muçulmana coincide com o momento em que se produz essa impulsão. É um facto. O tráfico ter-se ia desenvolvido sem essa impulsão, nunca o saberemos, e a questão não tem interesse. O mundo muçulmano, aliás, estava longe de só recrutar escravos negros. Sempre ao longo da sua história, ele alimenta-se igualmente e largamente em todos os países eslavos, o Cáucaso e a Ásia Central. »» (Olivier Pétré-Grenouilleau, Les traitres négriéres, p.29)


«« Nós já o vimos, a escravatura Negreira não rima unicamente com escravatura ocidental. « A escravatura Negreira, como o escreveu Fernand Braudel, não foi uma invenção diabólica da Europa.» Os primeiros escravos negros importados para a Europa foram-no a partir do comércio trans-sahariano, e Charles Verlinden como Paul Lovejoy insistiram sobre a « Muslim connection ». Para este último, a escravatura negreira, na sua primeira fase, antes do começo das relações entre a Europa e o Reino do Congo, foi apenas uma extensão do velho tráfico trans-sahariano. Mais curta, por vezes mais intensiva - mas nem sempre -, a escravatura negreira (ndt:europeia) é no entanto, e de longe, mais bem conhecida que as outras escravaturas negreiras" »» (Olivier Pétré-Grenouilleau, Les traitres négriéres, p.38)

Livro « Les traitres négriéres », versão pdf

Aqui, para compreender o porquê da grande propaganda que visa unicamente culpar e inculcar todos os males da escravatura aos brancos, é necessário ler Kevin MacDonald (para afinar e limar o conhecimento), que explica detalhadamente o porquê da aliança entre judeus e negros.

Pétré-Grenouilleau é um historiador "politicamente correcto", no seu livro corre várias vezes ao socorro dos talmudistas, mas apesar disso, há factos impossíveis de esconder: escravatura negreira de massas, foi inventada pelo Islão, nasceu com o Islão... e durou 14 séculos sem interrupção. E ainda hoje permanece em certas zonas da África sub-sahariana. Mas ninguém se lembra de 14 séculos de escravatura, é mais fácil lembrarem-se de 4 séculos de escravatura europeia.

Links complementares:

Lenda Negra, Inquisição na América, Israel, Judeus e Escravidão de Índios e Negros

Quão culpados eram judeus-holandeses no comércio de escravos?

Os judeus no tráfico de negros

Os escravos brancos


Provas do aquecimento climático


A NASA filmou durante vários meses, dia após dia, a constante e visível desintegração do Ártico...

Links complementares:  http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015/04/quanta-imbecilidade.html
                                        http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015/07/ondas-de-calor.html

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

A Russia prepara-se para uma guerra nuclear

Após a última reunião do Conselho de Segurança da Federação Russa o chefe do Conselho declarou que Vladimir Putin ordenou a preparação do país para enfrentar uma guerra nuclear, em conexão com a ameaça do "Primeiro Golpe" dos USA, que aparece claramente na sua doutrina militar.

«Нужно проанализировать, насколько они отвечают реалиям сегодняшнего дня и при необходимости провести соответствующие коррективы. Уже в ближайшее время следует провести инвентаризацию индивидуальных средств защиты граждан, определить, какие из них морально и технически устарели, и выработать меры по восполнению запасов таких средств за счет современных образцов, но только на отечественной базе» (NdT: não me perguntem o que está aí escrito, só copiei a fonte original)

Vladimir Putin ordenou um inventário, uma renovação se houver necessidade, e um reaprovisionamento dos materiais de protecção individual dos cidadãos contra as ameaças NBC.

Está em curso há vários meses a renovação e aprovisionamento dos abrigos nas principais metrópoles da Rússia. Centros de comando descentralizadas também são instalados em vários lugares "anónimos" geralmente subterrâneos.

Testes de material foram ou serão proximamente efectuados:

- Tiros de mísseis balísticos intercontinentais Topol a partir do cosmódromo de "Plesetsk"

- Tiros de mísseis a partir do submarino Briansk (Frota do Norte) e Podolsk (Frota do Pacífico), nos mares de Barents e Okhotsk.

- Tiros de mísseis a partir dos navios da Frota do Mar Cáspio

- Lançamento de mísseis de cruzeiro a partir dos Tupolev TU-160 sobre alvos terrestres do Kamchatcka e da República Komis.

- Várias operações com mísseis Iskander

A Rússia está assim preparada para uma guerra nuclear na sequência de um possível "Primeiro Golpe" dos USA.

Fonte: jeanfouche Via: reseauinternational
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NdT: é mais que óbvio que os talmudistas vão fazer tudo o que lhes estiver ao alcance para provocar uma guerra entre USA e Rússia.

De momento, a Rússia de Putin barra os planos de reconfiguração do Médio-Oriente elaborados pelos talmudes. Será por vingança ? Por teimosia ? Devido á falta de acordo entre talmudes israelitas e talmudes judio-russos ? Ou será que Putin faz uma cavalgada no Médio-Oriente para proteger os cristãos como o afirma o ex-político Phillipe de Villiers: « ... e a razão principal pela qual ele decidiu ir para a Síria... eu sei! Mas ninguém fala; é para proteger os cristãos! Ele disse-me: "eu continuo o trabalho do Santo Luís". Porque ele fez uma promessa sobre os cristãos do Levante: " a França jamais vos abandonará, porque vocês são os primeiros cristãos, nós somos os cristãos do do ocidente, vocês são os cristãos do levante.  Esta promessa, ela manteve-se durante muito tempo...até Mitterrand, exclusivamente. Abandonamos os cristãos do Líbano, abandonamos os cristãos do levante. Hoje Putin, cumpre essa missão, ele defende os cristãos - ortodoxos, é verdade - da Síria. (11:40 a 12:22)

Em todo o caso, sabemos muito bem que os talmudistas fomentam uma guerra de grandes proporções. São os próprios Rabinos que o dizem (aqui também) : « a 3ª guerra mundial começará na Síria ». Sebosos que são, tudo farão para forçar esta profecia cabalística se concretize ( que na realidade não é nenhuma profecia, caso o fosse não precisaria de ser forçada ). E o avião russo que se despenhou no Egipto, não é uma pura coincidência. É obra 100% dos talmudes com toda a certeza. O tempo nos dirá.

domingo, 1 de novembro de 2015

O Talmudista "Aranovich" e os Europeus

Tanto se enriqueceram com a escravatura, que até dinheiro cagam

Aqui um senhor, com tantos títulos de presidente e menções honrosas, que mesmo Platão, Epicuro, Parmênides, Heráclito e Sócrates juntos, ficariam envergonhados por não terem nem um só titulo digno de comparação.

De títulos... de títulos que nada dizem. Que nada valem, apenas estampilhagens com vista a assegurar e reforçar o cretinismo das massas.

É justamente por esses grandes filósofos não terem nenhum título, que pensavam forte, contrariamente aos "cheios" de currículos.

Diz simplesmente que a culpa de tudo o que se passa na África e Médio-Oriente, é dos europeus...

Este refrão, sabe-se muito bem quem o canta, sabe-se muito bem de onde ele vem. Não é difícil afirmar que é um talmudista. Um sanguinário que sai aos seus que matam crianças na Palestina, que mantêm milhões de pessoas num cerco, para as privar das suas terras. Este é o ladrão! O verdadeiro terrorista que só está contente enquanto o sangue de inocentes jorra. Culpados por mais de 30 milhões de pessoas mortas na época do comunismo, liderado por judeus, inventado por judeus. É destes que o talmudista Aranovich descende. Culpados pelos cerca de 13,5 milhões de africanos feitos escravos, pelos mestres judeus da escravatura de então... durante 4 séculos de colonialismo.

Do feito que esta vaga de clandestinos seja "um refluxo" da colonização, um castigo por séculos de colonialismo.

O plano Kalergi será ele também um "refluxo" da colonização ou um "refluxo" do satanismo talmúdico ? Não será este plano que está em acção desde os anos 70 aqui na Europa ?

Se um "refluxo" fosse algo natural, imaginem há já quanto tempo os judeus talmudistas não teriam sofrido um "refluxo" ainda maior ? Pois foram eles os grandes mestres da escravatura durante séculos. Os verdadeiros exploradores do povo africano.

Quem controla todas as multinacionais hoje ?

Quem controlava ( e ainda controla!) a City no tempo do Império Britânico ?

Quem detinha o comércio do açúcar no Brasil e do algodão na América ?

Mas diga-se também, que durante o colonialismo, o povo africano não morria de fome e guerra como acontece hoje. Mas sim, foi escravizado, foi explorado pelos judeus. Mas estes não o reconhecem. São soberbos, barrigudos e altivos.
 
A origem do "refluxo" tem origens talmúdicas e não devido ao colonialismo: 

 Jean Daniel, director de imprensa: « Nada vai parar os movimentos de populações miseráveis para um Ocidente velho e rico... É por isso que a sabedoria, a razão, consiste então fazer como se nós fossemos receber cada vez mais imigrantes e preparar o seu acolhimento. »        ( 2005 )

Jacques Attali, escritor, ex-conselheiro de Mitterrand: A Alemanha:   « deverá abrir-se á imigração para compensar o défice demográfico actual. Tem de se fazer de maneira que a população estrangeira naturalizada atinja um terço da população global, e metade daquela das grandes cidades ». (1998)  
A França: « Tem de se dar os meios para um claro rejuvenescimento, aceitar a entrada de um grande número de estrangeiros.» ( 2003)

Daniel Cohen-Bendit, ecologista, parlamentar europeu: « O que me faz prazer em França, é o seu cosmopolitismo. Os negros, os árabes, os judeus. Gosto da França por isso.» (1979) 
Seria bom que a percentagem de estrangeiros atinja um dia o terço da população global... O barco está longe de estar cheio, está mesmo muito vazio... Para acabar com a xenofobia, o melhor seria ainda aumentar e não de querer reduzir o numero de estrangeiros.» (1998)
[NdT: reparem que na citação de Cohen, ele não cita os franceses, não lhe dão prazer! Este mesmo que comandou a revolução de 1968 em França e que confessou: « os judeus representavam uma maioria nada insignificante, senão mesmo a grande maioria dos militantes » ( Le Grand Bazar ). O pedófilo que diz neste vídeo: « ... a sexualidade das crianças é fantástica... sabe quando uma criança vos começa a despir... é fantástico! É fantástico! É fantástico porque é um jogo erótico... ». No livro citado acima confessa: « Aconteceu-me várias vezes que certas crianças me abrissem a braguilha e me começassem a fazer cócegas. » Que escória vergonhosa, esta, da qual o Aranovich faz parte!]

Pergunta-se então: "estes clandestinos são o "refluxo" da colonização ou o desenrolar de uma ideologia da qual todos os intelectuais judeus fazem descaradamente menção nos seus escritos e discursos ?"

Que os "colonialistas" durante séculos enriqueceram-se pilhando a África.

Com tantos séculos de "pilhagem", pergunta-se então como é que a África continua a ser o continente mais rico em matérias primas ? O continente mais rico em recursos alimentares ?

O mal está noutro lado, e não no europeu. Talvez tenha de se ver quem controla as grandes multinacionais que exploram a África. Aí é que está o bandido explorador e ladrão...todo o africano, todo o goy, deve tentar descobrir quem se esconde por trás dessas grandes indústrias exploradoras, que assolam e desbastam todo o território africano de uma ponta á outra, que pilham todas os recursos naturais sem dó nem piedade, que compram todos os dirigentes africanos através da corrupção e chantagem.

Esses, os "tais", não é só na África que pilham, também nos pilham a nós europeus.

Nada de demagogias, as riquezas da África estão lá. É dever dos africanos gerirem-na da melhor maneira e em proveito dos seus próprios povos em lugar do "povo eleito". Se desejarem culpar alguém, devem começar pelos seus próprios governantes e pelas multinacionais dirigidas pelo "povo eleito". Por isso é que este talmudista ranhoso lhe convém culpar o europeu de "colonialismo exploratório" para que o próprio africano não veja na verdade quem o está a explorar. Mantêm-se ao abrigo culpando os outros. O judeu tenta sempre reflectir nos outros os seus próprios pecados.

Sobre o Brasil, continua a ser um dos países mais ricos do mundo, com inúmeras matérias-primas. A riqueza não mudou de lugar, ela está lá. É a razão pela qual o Brasil é uma das economias mais fortes do planeta.

Mas se pilhagem houve, que houve sim, então onde foi parar essa riqueza "pilhada" se nenhum povo europeu se enriqueceu ?  Ela teve de ir para o bolso de alguém...

O talmudista Aranovich, aqui, de certeza começa-se a engasgar, pois nós sabemos que os da raça dele detinham 75% de todo o comércio de escravos, eram donos de muitos barcos cheios de escravos, e quando não o eram, a equipagem era talmudista. Detinham o comércio do açúcar no Brasil e do algodão na América. Quem o diz é o próprio judeu Arnold Wiznitzer e muitos mais (veja-se o vídeo abaixo de Joelle Ursull).

Nós Europeus, com toda a sinceridade, reconhecemos os nossos erros, mas não reconhecemos os erros que o "povo eleito" nos quer imputar. Sejamos francos, o colonialismo ofereceu á África um beneficio do qual ela não soube tirar proveito. O erro essencial, foi o de se fazer uma "descolonização" abrupta. Mas aí nesse ponto, o africano e os que apoiavam as guerrilhas africanas (comunistas e americano-sionistas), devem ser chamados á razão. O africano nada viu, foi manipulado por comunistas e americano-talmudistas e assim ajudou á destruição e pilhagem talmúdica dos seus recursos, que continua até hoje.

É fácil acusar o europeu de "pilhador" e "colonizador" para esconder os verdadeiros ladrões: o "povo eleito".

O talmudista, fala do colonialismo europeu, mas não se houve nem um murmúrio no que toca ao roubo de terras aos Palestinos. Só o "povo eleito" tem o direito a colonizar, a pilhar as terras pertencentes aos outros. Assiste-se hoje a um genocídio étnico na Palestina praticado pelos da raça dele, raça de bandidos usurários que escravizaram todo o mundo com dividas. São os mesmos do tempo do Cristo, os Fariseus.

Já agora, porque este talmudista não fala dos 14 séculos de escravatura e colonialismo dos árabes sobre os africanos ? Não deveriam porventura ter sofrido um "refluxo" também ?

Sobre o "apartheid" que tantos malefícios trouxe á África do Sul.

Este tipo de afirmações é de uma grande impostura. O "apartheid", acabou em 1992, desde então os crimes, mortes, violações, corrupções de todo o género não pararam de aumentar. No tempo do apartheid nada disto existia, reinava a ordem. Portanto a conversa de que o "apartheidista" branco é o culpado de todos os crimes actuais na África do Sul não tem por onde se pegue. Desde o fim do apartheid assiste-se a um país em declínio, com o crime e o desemprego cada vez mais crescente.

No livro Afrika Trek :

25 de Março de 2001, após o km 1405: " Em chegando a Fraukraal, uma encruzilhada perdida para lá de Jamestown, um policia armado manda-nos parar: "Mas que diabo vos traz por aqui, vocês não sabem que patrulhas estão a fazer uma batida na região ? Um jovem casal de agricultores vem de ser massacrado após as piores torturas. Pendurados nas casas de banho (BR-banheiro), os olhos arrachados á pequena colher, do sangue até ao tecto, e escuso vos contar mais detalhes. [...] O policia convida-os a entrar em sua casa: " Olhem as minhas estatísticas: antes de 1994, uma média de 60 crimes por ano no meu único distrito, depois, vejam a curva! De 90 a 147." [...] Eu não posso separar-me da minha arma de serviço. [...] Eu não sei se vocês estão ao corrente, mas desde 1991, o nosso país conheceu 1500 ataques contra zonas agrícolas que se soldaram por 1800 mortos, e isto intensifica-se! Desde 1998, 927 agricultores brancos foram massacrados, e eles não têm piedade, toda a gente passa, as mulheres, crianças, empregados... Isto espanta-vos heim ? Ninguém vos conta isto nos jornais da Europa. Isso faria desordem nesta nova África do Sul onde toda a gente é boa, toda a gente é simpática. A imagem da Nação Rainbow sofreria!

 Terça-Feira, 14 de Agosto 2001: " Em Duiwelskloof, mesmo antes de subir um terreno escarpado, um carro funerário pára á nossa altura." O condutor chama-se Schambriel: " Para os brancos, não faço mais enterramentos. Eles querem todos ser incinerados.
 - Porquê ? Interroga-se Sonia. Os cemitérios são profanados ?
 - Não, não é isso! Os mortos não riscam nada. É mais porque os cemitérios começaram a ser muito perigosos para os vivos. Já não se conta as violações e mortes perpetradas sobre as tombas que as víctimas tinham vindo visitar. Então os meus clientes preferem as urnas protegidas nos funerariums."

Vamos ficar por aqui, porque são tantas atrocidades pós-apartheid descritas nesse livro que tão cedo não sairíamos daqui.

Mais uma vez, é dever e responsabilidade dos governantes sul-africanos beneficiarem o seu próprio povo e não as multinacionais do "povo eleito". É o dever deles meterem ordem na sua casa.

Já agora, importa esclarecer que 50% do território actual da África do Sul, foi outrora descoberto, pela primeira vez, em estado virgem, sem o mínimo vestígio de presença humana, pelos holandeses, descoberta de territórios jamais investidos pelo próprio africano até então.

O talmudista "Aranovich" no entanto guarda-se bem de evocar o apartheid que sofrem os palestinos dias após dia, porque segundo ele, o apartheid só é bom e não-racista se for o "povo eleito" a praticá-lo. Nós só escutamos que os judeus levam com facadas... mas ninguém nos mostra as crianças mortas pelos invasores da Palestina, ninguém nos mostras as víctimas do apartheid colonialista terrorista de Israel sobre pessoas inocentes. Tal e qual como na África do Sul pós-apartheid, não nos mostram a realidade. Tudo é deformado por aqueles que detêm os meios de informação.

Nós sabemos que a história de África é submetida ao filtro de uma ideologia talmúdica antes de ser acessível ao publico. Os feitos são expressamente deformados, com o único objectivo de "culpabilizar o branco" de todos os males da terra. O Sr. Aranovich, é um exemplo perfeito de ratazana talmúdica. Repita-se, nós europeus, não devemos nada a ninguém. Ainda a África era apenas um largo território meio-desconhecido, já nós elevávamos monumentos de uma tal beleza como o Templo de Delfos e afins, sem por tanto termos escravizado a África e sem a mínima ajuda de um dito "Prémio Nobel" judeu. Nem de escumalha cheia de títulos.

Da escravatura

A escravatura já era praticada pelos próprios africanos (os povos costeiros Benin, Oyo, Dahomey e Ashanti devem a sua grandeza e fortuna graças á escravatura e razias efectuadas noutros povos africanos, tais como os Youruba, Bariba, Nupé, etc.), o europeu apenas aproveitou a seu favor a escravatura já existente, praticada pelos próprios povos africanos entre eles. Era o próprio africano que vendia o seu próprio povo aos europeus, que os levavam para as Américas. Importante não esquecer que a maioria destes traficantes "europeus", nada tinham de europeus, eram talmudistas. Os comerciantes da escravatura eram Talmudistas.

Para resumo, quanto mais se é negociante de escravos, explorador, ladrão, mais santo se é aos olhos do mundo ?

Sobre o Congo, do qual a ratazana talmúdica fala, seria a mesma coisa que se agarrássemos num talmudista pedófilo como Cohen-Bendit e acusássemos todos os judeus de pedófilos. Que na verdade, diga-se, é uma prática muito comum entre talmudistas, e não me admiraria nada se o "Aranovich" fosse um pedófilo também. Certamente também, possivelmente, deverá ter feito o "ritual do banho" e uma "chuptza" ao seus filhos e mesmo possivelmente ter prostituído "legalmente" a sua própria mulher segundo a lei talmúdica do Shôshevînût.

Eu só espero e desejo, que o povo africano acorde da letargia e veja onde está o mal. Olhem que a maioria dos povos europeus, no tempo da escravatura, andavam a cultivar a terra para alimentar os seus, e enquanto isto, uma oligarquia colonizava-vos. Esses enriqueceram-se, não o pobre camponês, o pobre pastor, que nada teve a a haver com essa oligarquia, e que antes e depois da colonização, continuou a cultivar a sua terra e a pastorear para alimentar os seus. Hoje infelizmente, já nem terra tem para cultivar... até isso lhe roubaram, e é ele que continua a ser culpabilizado pela escravatura e colonialismo.

Veja-se esta mulher corajosa, politicamente incorrecta:


Transcrição do vídeo:

Joelle - Tem de se falar, mas eu digo que nós os negros, eu digo os negros, nós temos... nós esperamos um reconhecimento desta escravatura que todo o mundo participou. Eu poderia bem dizer também que muitos dos barcos negreiros, eram barcos judeus!

Entrevistador - Eu não estou certo disso...

Joelle - Óh sim, sim!

Entrevistador - Eu li-vos sobre isso, mas poucos historiadores o atestam.

Joelle - Tem de se ir rebuscar, por que o problema em França é que existem livros que são escritos por historiadores, mas que não vão lá onde eles deveriam ir. Portanto somos nós, que devemos ainda ir buscar. O Brasil ? O Brasil, quem eram ?

Entrevistador - A escravatura foi abolida em 1897 e havia um sistema particular directo entre o Brasil e a África...

Joelle - Quem estava lá no Brasil ? Eram os judeus! Eram os judeus que se ocupavam da escravatura, eram eles, era deles. Tenho muita pena! Era deles. Portanto eu não quero hoje fazer uma guerra. Quero que todo o mundo o reconheça, RECONHEÇA!

Entrevistador - Falando do reconhecimento, onde vamos nós ?

Joelle - Como assim "onde vamos nós" ?

Entrevistador - O reconhecimento leva aonde ? Ele traz o quê ? Onde vamos nós depois ?

Joelle - Para já, que nossos filhos possam levantar a cabeça, para que os nossos filhos na rua... esconderam-nos... mesmo os livros de história são falseados! Esconderam-nos muita coisa!

O engraçado, é que Joelle, uma cantora africana, tenta ser abafada pelo entrevistador, ele mesmo descendente de escravos! Este tenta desacreditar Joelle mas ela insiste apesar de ele lhe tentar cortar a palavra. O entrevistador, logicamente, tem o seu trabalho dependente de quem o comanda: o judeu! É assim que as pessoas são corruptas, mentirosas, víboras sempre prontas a tentar esconder a verdade. Mas Joelle não se deixou abafar um segundo sequer. Ela sabe muito bem que os judeus foram a máquina de escravizar os africanos! Ela sabe! Disse-o e deixou nas entrelinhas « mesmo os livros de história são falseados! Esconderam-nos muita coisa! » para quem não seja cego surdo e mudo... que compreenda o que ela quis dizer! Não é esse pacotilha de talmudista Aronovich que vem para aqui torcer a história e culpar o europeu de todo o mal do mundo. Isso era o que mais faltava! Os escritos dos talmudistas estão lá, basta lê-los.

Temos o já muito conhecido David Duke, igualmente com os seus dois vídeos muito conhecidos:

Pequeno trecho: « O sofrimento humano e os mortos causados pela escravatura, são a pedra angular da culpabilização dos brancos da América e em todo o resto do mundo. [...] ... em 1992, a Nação do Islão abre uma polémica controversa quando publicou o livro "As relações secretas entre Negros e Judeus ( The secret relationship between blacks and jews). Ele menciona vários historiadores judeus que concluíram que a escravatura negreira e a escravatura no Ocidente dos últimos 20 séculos, era completamente dominada pela comunidade judaica! »
Completamente dominada pela judiaria! Durante 20 séculos! Que proeza a do "povo eleito"! Recordistas, devem mesmo passar os árabes.


Os verdadeiros esclavagistas foram os judeus, os verdadeiros exploradores do povo africano, são as multinacionais nas mãos dos judeus. Os verdadeiros aparthadaistas, são os judeus. Inútil mandarem a culpa para o branco. Esse golpe talmúdico já tem ferrugem. O povo africano deve-se portanto mobilizar e pedir indemnização por tantos séculos de escravatura e sofrimento nas mão dos talmudes. Não pedem eles indemnizações ao Alemães ? Mais direito tem o povo africano em pedir, exijam a nota!

Autor: Gang2 Ervilha

 Links complementares:

Lenda Negra, Inquisição na América, Israel, Judeus e Escravidão de Índios e Negros

Quão culpados eram judeus-holandeses no comércio de escravos?

Os judeus no tráfico de negros

Os escravos brancos