quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Porque razão se diz que o africano é preguiçoso ?
Este é um tema complexo que me decidi atacar e encontrar uma explicação lógica.
Diz-se, e não é por acaso, que o africano é preguiçoso e sanguessuga do trabalho do branco. Isto na realidade tem algo de verdade, pois a maioria dos africanos está aqui na Europa a viver ás custas do trabalho do branco. Passam o tempo a explorar as ajudas sociais que lhes são proporcionadas por governos submetidos ao vampirismo judaico. Basta alguém dirigir-se a um centro de ajudas sociais, que notaremos que a fila é constituída na sua maioria por africanos.
A representação africana nessas filas é desproporcional á sua população instalada em território europeu.
Pode-se alegar que essa desproporcionalidade é devida ao racismo, á discriminação, etc, etc. Mas estas alegações não passam de mentiras débeis. Se tal fosse assim, porque razão então vêm para a Europa ? Será porque gostam de ser discriminados ? Se tal é o caso, nós estamos em face de puro sadomasoquismo. Então poderíamos dizer que o africano investe os países europeus porque simplesmente gosta de ser discriminado, não é assim ?
Ora, a razão pela qual o africano é visto como preguiçoso e sanguessuga, no seu geral, é muito simples, segundo a minha perspectiva.
Na realidade, o africano não é preguiçoso. Isto é falso. E nós vamos ver o porquê.
O ambiente onde o africano se desenvolveu ao longo dos séculos, na sua terra natal, a África, sempre a natureza lhe proporcionou o que mais nenhum povo do mundo teve. Árvores de fruto, animais comestíveis, uma diversidade alimentar com tanta abundância, que praticamente o africano apenas teria de se dar ao trabalho de estender a mão e comer. É devido a toda esta abundância alimentar, que o africano pouco ou nada adquiriu a predisposição para pensar no que comer no dia a seguir, não ter de trabalhar para alimentar a sua família, não se preocupar com o dia de amanhã para ser breve. Porque razão fazê-lo se existe tanta fartura alimentar ?
Esta tendência a não se preocupar com o futuro, é perfeitamente normal no ambiente da África. Mas logo quando o africano sai do seu ambiente natural para embarcar para a Europa, a coisa muda completamente de figura: pois aqui não existe a abundância e diversidade alimentar de onde ele veio. Não é o seu ambiente natural. Logo forçar o africano a trabalhar duro para poder-se alimentar, não está de acordo com a sua natureza forjada ao longo dos séculos, num ambiente de abundância alimentar em que só bastava esticar a mão e comer.
Por esta razão, o africano num ambiente europeu tende a ser visto pelos europeus como preguiçoso. O que em si não é falso quando se encontra num ambiente que não seja a África ou similar. Logo o africano tem uma predisposição a viver de acordo com a sua natureza, esticar a mão ás ajudas sociais, que é uma maneira de viver sem se preocupar com o amanhã, porque a natureza (ler ajudas sociais) oferecem-lhe tudo o que é necessário para viver tal e qual o ambiente de África lhe oferecia tudo o que desejasse apenas esticando a mão.
Para resumir, na Europa o africano está fora do seu ambiente natural. Não é em 50 anos que essa natureza poderá ser mudada. Ninguém num tão curto espaço de tempo poderá modificar o que a natureza elaborou durante séculos e séculos.
Se esta imigração continuar, vamos chegar a um momento em que o europeu não poderá mais encher a segurança social de dinheiro. E aqueles que vivem á custa dela, vão se ver confrontados a cobiçarem a riqueza do vizinho. Este ver-se á na obrigação de defender o que é seu. E mais tarde ou mais cedo, os conflitos raciais vão explodir tal e qual como o judeu deseja que aconteça. Por isso (para além de outras razões) é que ele incentiva os africanos e todos os outros povos a virem para a Europa.
Autor: Gang2 Ervilha
O conceito cabalístico de "judio-cristianismo"
Mas afinal o que é essa coisa de "judio-cristianismo" ?
Donde surgiu tal conceito que por mais absurdo que seja, cá ficou para ser repetido por aqueles mesmos que desejam ou tencionam desmoronar o monopólio da oligarquia judaica ? É que parece que em vez de se oporem, na realidade só estão a correr no tapete preparado pelos judeus. E parecem maravilhados e grandes senhores de si cada vez que correm neste lindo e belo tapete judaico.
O ensino hoje em dia é como um McDonald's: pronto a servir, pronto a comer. Não há questões, é só comer. Mas imaginem que alguém se recusa a ser servido e a comer algo elaborado por outro ? Ora bem, esta pessoa entra na sua casa, após ter comprado todos os ingredientes necessários á elaboração de um hambúrguer e acompanhamentos, dá-se ao trabalho de cozinhar um delicioso hambúrguer 100 vezes mais saboroso que essa merda de McDonald's que mais parece comida de plástico. E pelo mesmo preço dessa plástico em forma de hambúrguer, ele faz uns 5 na sua casa. Nós temos de fazer assim com a história, com o ensino. Temos de ser nós a buscar ou temos de seguir aquele pequeno círculo de historiadores "incorrectos". Hoje em dia é considerado "incorrecto" todo aquele que não se dobre de joelhos á ideologia dominante. Incluindo o ensino. O ensino é visto como um produto de consumo. Nós assentamo-nos durante anos nas escolas unicamente para sermos servidos com um hambúrguer de plástico. E ainda por cima, para cumulo dos cúmulos, ainda pagamos para sermos ensaboados cerebralmente! Já viram como o sistema está viciado ?
14. Mas, acima de tudo, vamos monopolizar a Educação. Por isso significa difundir ideias que sejam úteis para nós e moldar os cérebros das crianças como nos convém. FonteAs fundações do conceito cabalístico de "judio-cristianismo".
Existe toda uma série de eventos anteriores ao aparecimento desse conceito. Não é algo que surgiu de um dia para o outro sem mais nem menos. Há um trabalho muito laborioso de fundo que foi sendo moldado pelos judeus até ganhar forma. Uma espécie de "cabala apocalíptico-messiânica". Nós vamos simplesmente debruçarmo-nos sobre o momento que ele ganhou forma, o quando, por quem e porquê e não sobre a historiografia da cabala até ao nosso personagem central ou, pelo menos aquele que deu continuidade a esta evolução da cabala até dar corpo aos fundamentos do conceito de "judio-cristianismo". Nós vamos ver que é uma armadilha lançada pelos judeus e que muitos de nós caímos lá sem sabermos ler nem escrever. Os judeus comandam o ensino, e se eles comandam o ensino e exigem que este conceito nos seja ensinado, por alguma razão deve ser. Basta atentarem nas palavras do Rabino aí acima para perceberem isso e, que não são palavras lançadas ao vento.
Estamos no fim da época medieval e começo do renascentismo. Um marrano português, de seu nome Solomon Molkho (Diogo Pires), homem muito influente na corte portuguesa, um belo dia recebe um outro judeu, de seu nome David Reubni.
Solomon Molkho sob a influência de David Reubni, aceita ser discípulo deste ultimo e parte para a Turquia de maneira a receber lições de talmudismo e cabala. Por agora vamos ficar neste ponto e vasculhar um pouco o percurso deste cabalista David Rebeuni...
Mas porque afinal David Reubni se encontrou em Portugal ? O que o levou lá ? Este cabalista aventureiro, antes de se encontrar em Portugal, tinha passado pela Itália, onde pede para ser recebido pelo Papa Clemente VI, de maneira a convencê-lo a ajudá-lo a refundar o Reino de Israel. [1] Parece que o encontro não correu como ele esperava. Não se sabe como nem porque razão [2], o Rei D. João III de Portugal, convida-o a vir ao Reino português.
Do encontro com o Rei de Portugal, Reubni parece tê-lo convencido a fornecer ajuda militar para combater os muçulmanos no Oriente, fazendo crer ao Rei que este ganharia imensas riquezas. O Rei de Portugal disponibiliza assim 8 navios de guerra e 4 mil canhões ao serviço do Rabino Reubni. Tudo parecia correr bem a Reubni que conseguira enrolar no engodo o Rei português, quando aparece o inquisidor-mor que adverte o Rei a não cair na trapalhada e que na realidade as verdadeiras intenções do Rabino eram a de criar o Reino de Israel. O projecto cai por terra, é neste momento que ele encontra Solomon Molkho e partem para a Turquia.
Molkho após ter assimilado os ensinos cabalísticos sob a batuta do Rabino Reubni, parte pregar aos 4 ventos que os tempos do messias estão próximos. Ele convence-se ser ele mesmo o messias . De tal maneira que ele chega a convencer toda o clero e o Papa. O Papa dá-lhe mesmo autorização de pregar perante o clero e publicar textos.
Persistente, o Rabino Solomon Molkho impõe-se. Ele vai convencer o Papa a montar um exército de marranos para desmantelar o Império Otomano e recriar o Reino de Israel. No entanto o chefe da comunidade judaica de Roma, judeus talmudistas (durante muitos séculos houve uma grande antipatia entre judeus talmudistas e judeus cabalistas), acha que este Rabino Solomon Molkho é um problema para a comunidade. Pois tem medo que a Inquisição se abata sobre os judeus por causa dele.
Solomon Molkho é apanhado pela Inquisição e condenado. Incrivelmente o Papa vai livrá-lo, não se sabe por qual ardil, um outro será condenado á morte no lugar de Molkho. Nada mais resta aos cabalistas Solomon Molkho e David Reubni que fugir.
Persistentes, eles vão se dirigir ao Rei Charles V do Santo Império Germânico e tentar cantar a mesma cantiga que tinham feito outrora com o Papa e Rei de Portugal. Desta vez não passou, pois o Rei Charles V envia os dois para as mãos da Inquisição. É o fim da aventura, desta vez Molkho não escapa e é queimado na fogueira.
Porque esta personagem, Solomon Molkho é muito importante ? Porque é ele que vai lançar os fundamentos, a base, do conceito de "judio-cristianismo" e "choque de civilizações".
O "choque de civilizações" consiste a enviar todo o mundo cristão contra os muçulmanos. Os judeus na realidade contam que serão os europeus a fazer o trabalho sujo. Quer dizer, livrar a Palestina de mãos beijadas á judiaria. Sabem o que isto significa ? Que seremos nós europeus a exterminar toda a população da Palestina ou forçá-la a deslocar-se algures. Olhem para a história recente... o judeu sempre se serviu de nós, sempre nos sugou o suor... sempre nos utilizou como um exército pronto a obedecer-lhes. Os nosso morreram aos milhões a fazer as guerras deles. São sanguessugas que enquanto não nos sugarem até ao osso não descansarão. Raça maldita e perversa como dizia o Abade Meinville.
O "judio-cristianismo", ele vai fundá-lo com um tratado escrito em 1529 que diz o seguinte:
"Nós os judeus, devemos levar a cabo acções políticas e messiânicas em direcção dos cristãos".Esta é a teorização do conceito de "judio-cristianismo" que significa em termos curtos, submeter toda a hierarquia cristã ás visões messiânicas judaicas de maneira a que os cristãos, façam o trabalho em lugar dos judeus.
E basta ler a história dessa rabinaria, desse Solomon Molkho e David Reubni, que eles tentaram várias vezes usarem-se do poderio militar europeu para levarem os seus desejos messiânicos a bom porto.
É um mito, é uma construcção judaica jamais inexistente outrora. Tal conceito será posto em avante um século mais tarde com o Rabino Menasseh ben Israel e os protestantes vetero-testamentários.
Fonte: este é um breve resumo do livro do historiador Youssef Hindi: "L'Occident e l'Islam".
Notas:
[1] Na realidade o Rabino Maimonides no séc.13, profetizara que quando o "messias" vier, este iria exigir ao Papa para deixar criar o Reino de Israel.
[2] Parece segundo algumas fontes, que o Papa havia endereçado uma carta de recomendação ao Rei de Portugal ao sujeito do Rabino David Rebeuni.
É de lembrar também Albert Pike, que prediz a 3ª guerra mundial, que será entre sionistas e mundo muçulmano. Que poderiam fazer os sionistas sem os europeus ? Nada! Mas graças ao conceito de "judio-cristianismo" que une artificialmente judeus e cristãos, eles poderão fazer muito...
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Entrevista com Vincent Reynouard, revisionista francês
Reynouard é um revisionista francês muito perseguido pela justiça shoática, recentemente condenado a 2 anos de prisão efectiva.
Porque razão os alemães guardam o silêncio sobre o shoaísmo e não o contestam ?
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Karl Marx e os Illuminati: um segredo bem guardado
Em 1848, o judeu Mordekkai Levy, aliás Karl Marx (1818-1883), é o autor do Manifesto do Partido Comunista. Marx é franco-maçon, iniciado na loja Apollo de Colónia (ver Hiram, nº5, 1990, p. 114). Ele também é membro de uma organização fundada pelos Illuminati, a Liga dos Justos para a qual ele escreveu o Manifesto. O livro de Gary Allen e Larry Abraham, None Dare Call it Conspiracy menciona que foi pedido a Karl Marx, por um misterioso grupo nomeado a Liga dos Justos -forçado a retirar-se em clandestinidade após o ataque lançado pelas autoridades da Baviera em 1786 tendo descoberto os planos revolucionários dos Illuminati da Baviera - para escrever o Manifesto. Nesse livro, Marx vai codificar e prever os mesmos planos e princípios revolucionários anunciados 70 anos antes por Adam Weishaupt, o fundador da Ordem dos Illuminati (ver Gary Allen, None Dare Call It Conspiracy, Concord Press, Seal Beach, California 1971, pp. 25-26). É de acrescentar que Weishaupt reconhecida no "O Testamento de Satanás", publicado em 1771, que a elite maçónica adorava Lúcifer. Em consequência, é curioso notar que a Ordem dos Illuminati foi fundada no 1º de Maio de 1776. O Dr. Johannes Rothkranz, teólogo alemão, afirma então, que o 1º de Maio jamais foi a celebração mundial do Dia do Trabalhador, mas sim a da Ordem dos Illuminati, financiados por Mayer Amschel Rothschild (1744-1812). Rothkranz expõe também que é o brasão vermelho, emblema dos banqueiros de Frankfurt, que o comunismo vai retomar.
Karl Marx afirma então a necessidade de mudanças económicas e políticas, mas também a urgência de mutações morais e espirituais de maneira a provocar o desaparecimento da ideia de Deus. Ele escreveu: "A ideia de Deus é o ponto chave de uma civilização pervertida. Ela deve ser destruída." Devemos acrescentar que o Darwinismo, descoberto por Marx (carta de Marx a Friedrich Engels do 18 de Dezembro 1860) e financiado pelos Rothschilds e defendido pela Maçonaria, foi implantado na China, a fim de preparar as pessoas para o evento do comunismo meio século mais tarde (O nome de Charles Darwin foi mencionado pela primeira vez num jornal diário em Shangai, em 1873. Dever-se ia esperar até 1920 para que a Origem das Espécies fosse traduzido para o chinês.)
O comunismo era apenas uma isca para conduzir os proletários e os intelectuais a abraçar um ideal de justiça social apresentado como uma carpete vermelha escondendo o ódio de Marx para com Deus (o comunismo e a maçonaria têm em comum o ódio a Deus e da Bíblia ) e a sua resolução de levar a humanidade para o inferno. Estes são indícios que fazem pensar que Marx era um satanista (ver Richard Wurmbrand, Marx & Satan, Living Sacrifice Book Co, 1986.)
Fonte: lelibrepenseur.org Autor: Laurent Glauzy
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Ndt: este excelente artigo, confirma bem as minhas suspeitas, devido á impressionante precisão de Karl Marx, sem falhas, de que com ar de oposição ao capitalismo, o comunismo é apenas a descrição pela qual o capitalismo se deve conduzir. Guy Carr, descreve no seu livro um grupo de pessoas ligados aos Illuminati ( Clinton Roosevelt, Horace Greeley e Chas Dana, p.9) que vão fornecer ajuda financeira a Marx e Engels.
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