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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O Bolchevismo judaico brevemente estará de volta...

Serge Monast

Este assunto é muito complexo. Uma trama incrível. Vivemos num mundo manipulado de uma ponta à outra. Estamos fechados numa jaula no meio de lobos.
Para aqueles que não conhecem Serge Monast, foi aquele que acertou em cheio quando há 30 anos atrás, tinha previsto, ou aliás, teve acesso a documentos de grupos maçónicos muito poderosos sobre muita coisa que se passou e se passa ainda hoje. Com uma pontaria extrema.
Hoje vimos que ele acertou em cheio. Os documentos aos quais ele teve acesso não eram histórias da carochinha. Todos os dias vemos o cumprimento desta plano satânico em frente dos nossos olhos : centenas e centenas de invasores afro-árabes entram na Europa todos os dias, com o único objectivo de provocar a desestabilização social, uma guerra civil (vide como exemplo o artº 5 do plano "Aurora Vermelha").

Monast pagou caro, pagou-o com a própria vida. Uma morte misteriosa.

Por vezes nós temos de enquadrar as nossas posições sob uma perspectiva diferente daquela que tínhamos antes, revê-las, ou lançar grandes interrogações a nós mesmos sobre uma dada opinião. Falando por mim próprio, vou ter de rever muitas posições defendidas até agora, vou ter de dar um passo atrás.

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Neste trecho, nós estamos em 1994, data de edição do livro, portanto há cerca de 30 anos atrás, Monast escreveu isto segundo as informações disponíveis que ele teve acesso :

«« Segundo informações de fonte segura que nós temos nas nossas mãos desde 1991, é nos possível de reconhecer que o “Comunismo” não está morto desde a “Queda da Cortina de Ferro” em 1989, mas que ele se transformou numa nova cara, com um crescimento militar e tecnológico sem precedentes desde 1917. Mais, esta transformação, digamos antes, esta transmutação, é apenas uma macabra fachada que esconde o erigir da Nova Ordem Mundial. Neste sentido, é previsto que o Comunismo. Tal como se conheceu até esta data, desapareça em aparência para dar lugar a um faz-de conta de democracia. Esse tempo de “Falsa Democracia” deverá permitir, para se prepararem, aos novos dirigentes do Império Vermelho de :

1. - Ceder um controlo nominal da Europa de Leste ;

2. - Encorajar, só em aparência, o nascer e a eclosão de movimentos democráticos na Europa de Leste e mesmo no interior da Rússia ;

3. - Abrir a “Cortina de Ferro”, e destruir o “Muro de Berlim” ;

4. - Permitir a reunificação da Alemanha Oriental com a Alemanha Ocidental – enfraquecer assim a Economia da Alemanha Ocidental, e permitir, ao extremo, a emergência de tensões sociais e políticas interiores ;

5. - Declarar abertamente a morte do “Comunismo”, o fim da “Guerra Fria”, e o suposto – desaparecimento dos Partidos Comunistas da União Soviética e da Europa de Leste ;

6. - Com a ajuda do KGB, purgar a antiga “Guarda”, e colocá-los nos bastidores da cena política, os comunistas e os antigos colaboradores ;

7. - Mudar assim o nome do “Partido Comunista”, e declarar que o Comunismo é morto na Rússia ;

8. - Dar nascença a novas Organizações democráticas, mas controladas, acima de tudo, pelos Comunistas e KGB ;

9. - Dar lugar a supostas eleições democráticas, mas manipuladas e controladas na realidade pelos novos comunistas ;

10. - Anunciar, com grande apoio publicitário, o desmantelamento da “Polícia Secreta”, tudo em renovando a antiga estrutura dando-lhe um novo nome, e novas tarefas ;

11. - Utilizar o período de euforia e de confusão criado pela sedução da queda do Comunismo para renovar, encoberto pelo desarmamento e a “Paz”, o material militar soviético, e destruir o antigo ; e mesmo permitir uma importação massiva de tecnologia ocidental sem ter, como era o caso no passado, de se servir de um numero incalculável de agentes secretos ;

12. - Estabelecer a “Confusão” no interior da Igreja Católica dando a impressão que as “Promessas de Fátima” se realizam, e, no dia em que as máscaras da ilusão cairão, se servir da criação desta “Impressão” para desacreditar, e as “Aparições Mariais”, e todos os diferentes locais de Aparição ; o que terá como consequências primárias de enfraquecer em todo o lado a credibilidade da Igreja, e de lançar a confusão nos seus quadros ; (ndt: segundo apurei, "promessas de Fátima" refere-se ao 3º segredo de Fátima, no qual consta que a Rússia deveria se converter ao cristianismo, mas se não o fizer, devastará a Europa no fim dos tempos)

13. - Sob um outro ângulo, fazer o Ocidente carregar o fardo : (40-50$ biliões por ano) da Europa de Leste ; esta outrora era suportada pela URSS ;

14. - Provocar a retirada das tropas americanas da Europa de Oeste ;

15. - Incentivar a Europa de Oeste a uma certa neutralidade, e provocar a queda da NATO ;

16. - Fazer de maneira que os Estados-Unidos e o Oeste se encontrem a financiar a economia da União Soviética (pela 6ª vez desde 1921) ;

17. - Fazer emergir num só bloco económico, a Europa de Oeste com a Europa de Leste incluindo a Rússia ;

18. - Incentivar os Estados-Unidos e o Oeste a um desarmamento massivo nesta nova era de fim de “Guerra Fria” ;

19. - Levar assim os Estados-Unidos a interromper o apoio aos “movimentos anti-comunistas” em todo o mundo ;

20. - Fazer de maneira que os Estados-Unidos retirem as suas tropas militares da Coreia do Sul e das Filipinas ;

Elie Faure dirá, da sua parte, em Europa, p.451, 1937 : Nós reivindicamos o direito de nos servirmos dessas palavras-camaleão para a necessidade da nossa linguagem e segundo as circunstancias onde as devemos utilizar.

E hoje Gorbachev, na Perestroika, confessa : “Nós não iremos mudar o Poder Soviético ou sequer abandonar os seus princípios fundamentais, mas por um lado, nós reconhecemos a necessidade de mudanças que reforcem o Socialismo”.

E esta declaração contemporânea junta-se a outra declaração, feita, pelo fundador dos Illuminati, Adam Weishaup, á cerca de 200 anos : “O fim justifica os meios. O bem da Ordem dos Illuminati justifica a calúnia, o envenenamento, a infidelidade, a traição, a revolução, enfim tudo o que os homens chamam de crimes”.

Segundo outras informações que eu tenho entre mãos, destaca-se isto:

1. - O suposto “Poder Democrático” na Rússia será varrido por um vento de Conservadorismo e de Nacionalismo sem precedentes desde Outubro de 1917 ;

2. - De um dia para o outro, todos os acordos políticos e económicos assinados com a Rússia serão abandonados, com vista a provocar um colapso rápido das bolsas mundiais ;

3. - A Rússia renovada num “Super-Nacionalismo-Socialista” servir-se á do suposto naufrágio da democracia e da economia de mercado na Rússia para se lançar num ataque de fundo, uma nova efervescência de propaganda contra o Ocidente e América ;

4. - Servindo-se deste novo apoio ideológico, a Rússia abaterá no sangue, todos os movimentos democráticos da Rússia ; o que lhe permitirá então de reunir o maior golpe da sua história : depois de por a descoberto todos os oponentes do Comunismo através de uma fachada de pseudo-democratização, desde os começos da Perestroika, então ser-lhe à possível, sem quase nenhum esforço de aniquilar definitivamente, toda a oposição ao seu projecto inicial de um “Comunismo Universal” ;

5. - Ela provocará então o renascimento de todos os moviments revolucionários em todo o mundo, e provocará o colapso de Governos, por exemplo ao Sri Lanka, nas Filipinas, no Uruguai, em S. Salvador, na África do Sul, no Tchad, entre outros tantos ; e renovará as suas ligações – nunca abandonadas – com os grupos revolucionários da Líbia, de Angola, do Iraque, da Síria, de Moçambique, e reconsolidará as suas ligações com Cuba e a China.

6. - Com o seu novo material militar, ela retomará de força todas as suas antigas Repúblicas interiores, tudo em aniquilando, com a ajuda do novo KGB, todos os grupos de oposição ;

7. - A efervescência revolucionária e as explosões, tanto económicas como da violência política através do mundo, provocarão uma instabilidade política e económica em todo o Ocidente ao ponto de provocar o colapso de vários Governos Nacionais, e uma explosão de toda a política do Médio-Oriente ;

8. - A instabilidade política e económica mundial trará aos Governos Ocidentais, o pretexto para restringir os “direitos e liberdades” no interior do seu próprio território ; e mesmo uma reorganização das Nações-Unidas, e de Forças Multinacionais ;

9. - De um momento para o outro, e de preferência de noite ou durante a ocasião de uma Festa, tal como o Natal, ou da Páscoa, mas de improviso, a Rússia atacará os antigos países do Pacto de Varsóvia, e fará uma forte penetração militar na Europa ;

10. - Esta penetração militar da Rússia terá como consequência desejada, a de provocar uma emigração massiva da classe intelectual para fora da Europa, com destino ao enclave da América do Norte , ou Canadá ;

11. - Esta emigração da Elite europeia permitirá sem obstáculos a consolidação das bases do Governo Mundial ; de mesmo que juntará, num ponto preciso do mundo, a Elite...

Este cenário previsto pelos Illuminati poderá variar na sua aplicação, mas no geral, ele resume bem as etapas previstas para a instauração, no caos universal, de uma Nova Ordem Mundial! »»

Fonte e Download do livro, verificar estas infos nas páginas 24 a 27.

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E agora ? Segundo o que é dito aqui, até agora passou-se exactamente com a Rússia, até ao dia de hoje, como está aí descrito. Quem segue as informações dia a dia, o avanço militar da Rússia de Putin é gigantesco, colossal. Tal e qual como descrito. Existe uma grande efervescência de patriotismo na Rússia... tal e qual como previsto. A continuação desse plano, como o foi até agora, trazer-nos à o renascer do Bolchevismo. Ele está nos bastidores à espera que o chamem para devastar o mundo...

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Como vai o mundo ?


Mansão de Obama a Dubai ?
Invasão imigratória

Escutamos que a Suécia iria reenviar cerca de 80 mil invasores fora das suas fronteiras. Que a Áustria iria reduzir o fluxo de invasores e idem idem. É tudo mentira! Os invasores continuam a chegar em massa à Europa. Apoiados por uma logística posta em marcha por ONG's e pela própria comunidade europeia, chegam discretamente e sem fazer muito barulho, à Sérvia, rapidamente encaminhados para um centro temporário, com uma espera de cerca de 3 horas, e reencaminhados para o interior da Europa através de 3 comboios diários que partem diariamente da Sérvia. A descrição e rapidez de execução é tão eficaz, que nem as populações locais têm tempo de ver um único invasor (vide esta reportagem). Uma média de 4 mil invasores por dia. Não esquecer que estamos em período de Inverno. Quando um tempo clemente chegar, esse número vai triplicar.

Síria

As Forças Armadas de Bashar al-Assad continuam a progredir no terreno, e moral não lhes falta, graças á ajuda da Rússia de Putin. Continua-se a provar assim que Putin não traiu a Síria mesmo se apesar de tudo, o seu amigo Israel tenha ficado com o famoso plano Yinon furado no que respeita à Síria. Neste caso está em jogo os supremos interesses da Rússia nesta região, que não olha a amigos (Israel), quando se trata de defendê-los. O tempo passa, e por mais adversidades que a Rússia tenha tido e as constantes provocações de que é alvo, Putin não desmorona e não se deixa levar para uma 3ª guerra-mundial. Visto a solidez de Putin, é de esperar uma outra aproximação para atear o fogo no mundo: o de um colapso económico que degenerará em guerra mundial.

Estados-Unidos

Obama foi apanhado com a mão na massa, uma grande mansão comprada em Dubai (info original aqui). O que evidencia a corrupção generalizada da política americana pelos petrodollars da Arábia-Saudita. Lembremos-nos de que os Saoud não passam de marionetas nas mãos de Israel. É de esperar nos tempos próximos, que o estado Saudita seja atacado (pelo Irão ?), começa a ficar muito pesado e sujo aos olhos de seus aliados. Muito provável que se Trump ganhar as eleições americanas, este esteja disposto a apoiar o Irão contra os Saoud, ele hoje começa a ganhar o apoio de vários comandantes e generais expulsos de postos chave pela administração Obama (vide a informação acima sobre a mansão e esta que fala do mesmo assunto mas com causas diferentes).

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Nazismo = supremacismo ariano ?


Panfleto da era Nazi.

Veja-se como o NSDAP denomina o "Klu-Klux-Klan", de cultura do terror.

Veja-se como o NSDAP denomina a não emancipação do africano, simbolizada pelos dois africanos presos na gaiola, de cultura do terror. *

Infelizmente a história está toda trocada, se deitarmos um olho atentivo ao passado, nós vamos descobrir que o que nos ensinam está tudo aldrabado. Desde quando o nazismo é algo que proclama a supremacia do branco ? Ao contrário, proclama sim o respeito das raças, o cultivar da diversidade racial, que hoje o judeu tenta acabar justamente chamando-lhe orwellianamente de "diversidade", "multiculturalismo"... quando na realidade ele não aspira a nenhuma diversidade mas sim á extinção das raças em prol de uma só raça híbrida, mestiça, salvo a deles, claro.

* Após ter escrito esse resumo, no que toca ao que se passa na gaiola, na realidade a interpretação do autor do panfleto era outra. Ver aqui. As minhas desculpas pela interpretação pessoal feita sem ter verificado a história do panfleto. Não é costume, e é a 1ª vez que acontece um erro destes, mas quando menos se espera, acontece, errar é humano. De qualquer das maneiras, importa esclarecer que se existe algum desprezo em relação á dança dos negros na gaiola, esse escárnio existe igualmente para as "Misses", portanto brancas. Então entenda-se que não é questão de algum racismo ou algo parecido. Apenas cultura degenerada, anti-cultura.

Algo mais aqui: http://gangdaervilha.blogspot.pt/p/propaganda-nacional-socialista-da-epoca.html

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Werner Sombart: os judeus e a vida económica (4ª parte)




Continuação da 3ª parte

Ele não existe ainda nos jornais até á segunda metade do séc.18: o primeiro numero, aparecido no 13 de Maio de 1751, da célebre folha de anúncios Les Petites Affiches não contêm um único anuncio comercial propriamente dito 35. É assim que a simples indicação: “eu vendo (ou fabrico) esta ou aquela mercadoria neste ou naquele local” adquire direito de cidade em Inglaterra só a partir da primeira metade do séc.18, em França bem mais tarde. No que toca à Alemanha, nós encontramos casos isolados de anúncios comerciais desde o começo do séc.18, nas cidades como Berlim, Hamburgo, etc. Só os livros começaram a ser anunciados bem mais cedo, o que se explica facilmente pelas condições especiais de sua venda.

Mas mesmo depois de ser adoptado o anúncio comercial, tinha-se continuado, e durante muito tempo, a ter-se como suspeito, e mesmo a reprovar, o reclame comercial, quer dizer o anúncio cujo autor se atribuía para si mesmo elogios, demonstrando ao público que a sua casa oferecia vantagens jamais encontradas em outras casas. Mas o procedimento que, entre todos, era considerado como o mais desleal era aquele que consistia a anunciar que se vendia melhor mercado que os concorrentes.

A baixa de preços, que os Alemães chamavam de “Unterbieten” e os Ingleses “Underselling”, seja qual fosse a forma que se apresentasse. Era considerado como uma pratica incorrecta: “Vender a prejuízo dos seus concidadãos e muito estragar os preços, jamais traz alegria36.

O anúncio público da baixa de preços era considerado como uma pratica simplesmente desonesta. Na 5ª edição de Complete English Trademan (1745), encontra-se a seguinte nota do editor 37: “Desde que o autor escreveu este livro (De Foe, morto em 1731), o mau uso de oferecer as mercadorias a baixo preço desenvolveu-se com uma impunidade incrível (“this underselling practice is grown to such a shameful height”) que algumas pessoas hesitam em anunciar publicamente que eles vendem as suas mercadorias mais baratas que os outros comerciantes”. Mas o autor revela rapidamente a mentalidade económica que explica a indignação com a qual ele assinala esta má pratica: “Nós chegamos a conhecer comerciantes que ofereciam as suas mercadorias a preços com os quais um comerciante sólido seria incapaz de resistir”. Nós encontramos nesta queixa o velho ideal de subsistência. O nível de vida era regulado cada um sabendo sobre qual venda poderia contar, os preços das mercadorias não podiam nem deviam estar abaixo de uma certa taxa.

Nós possuímos um testemunho particularmente precioso no que toca à França. Datado da segunda metade do séc.18, este testemunho mostra-nos com toda a claridade possível que mesmo nesta época o baixar de preços e o anúncio público desta pratica eram ainda considerados neste país como algo monstruoso. Trata-se de uma ordenança do ano 1761 que declara que tais praticas não podem ser outra coisa que artifícios aos quais têm recurso, em desespero de causa, um comerciante cujos negócios correm mal. A ordenança proibia rigorosamente a todos os comerciantes de grosso e de detalhe de Paris e de seus arredores de tentarem ultrapassar uns e outros para vazarem as suas mercadorias, e sobretudo de distribuir panfletos destinados a atirar a atenção sobre estas. Os considerados desta ordenança são tão característicos do espírito que reinava então nas esferas dirigentes que eu não posso resistir à tentação de reproduzir aqui as passagens mais importantes 38: “Alguns comerciantes desta cidade (Paris) decidiram desde há alguns tempos de fazer espalhar no publico bilhetes em seu nome, para anunciar a venda de seus estofos e outras mercadorias, a um preço que eles expõem ser inferior aquele que essas mercadorias de costume são vendidas pelos outros comerciantes: uma tal falta, que é quase sempre o último recurso de um negociante infiel, só pode ser severamente reprimida”.

Mas não podemos esquecer que ao lado e acima do produtor e do comerciante estava o consumidor. Num certo sentido, este era mesmo o personagem principal, pois a ingénua concepção ainda não havia completamente desaparecido, segundo a qual a produção e o comércio de bens só existem que em vista do consumo de bens nas melhores condições possíveis.

O que designei por orientação natural reinava igualmente nesse domínio: toda a actividade económica tinha como único objectivo a produção de bens de consumo; não se produz ainda por produzir. Por isso é que constatamos ainda durante as primeiras fases da época capitalista a tendência manifesta a produzir boas mercadorias, mercadorias que sejam realmente o que elas parecem ser, mercadorias cuja confecção não entra nenhuma fraude. É a partir desta tendência que nasceram todas as muitas regulamentações de fabricação das mercadorias que enchem os sécs. 17 e 18. O que, de um ponto de vista da regulamentação, distingue esses dois séculos dos séculos anteriores, é que é o Estado ele-mesmo que exerce o controle através dos seus funcionários. Encarregados de vigiar a fabricação das mercadorias.

Mas, pode-se dizer, o facto mesmo do Estado crer em vigiar a boa qualidade das mercadorias não provaria precisamente que a mentalidade económica da época era de natureza a favorecer a produção de bens de consumo de qualidade medíocre ou má ? Uma tal conclusão seria no entanto injustificada. O controle exercido pelo Estado tinha mais por objectivo o de impedir as transgressões de alguns produtores isolados com pouca consciência. De uma maneira geral, cada um prontificava-se ainda a honrar o fornecimento de boas e autênticas mercadorias: tradição que os artesãos da idade-média tinham transmitido ao primeiro período capitalista.

Notas:

35. P. Datz, Histoire de la Publicité (1894), p. 161, contains a facsimile of the whole of the first issue of Les Petites Affiches.
36. Allgemeine Schatzkammer, vol. 4, p. 677.
37. D. Defoe, op. cit., vol. 5 2 , p. 163.
38. Cf. G. Martin, La grande Industrie sous Louis XV (1900), p. 247.