sábado, 27 de fevereiro de 2016
Werner Sombart: os judeus e a vida económica (5ª parte)
Continuação da 4ª parte
O principio puramente capitalístico, no qual o valor de troca de uma mercadoria só importa ao capitalista, o qual não tem de dar conta da sua qualidade como bem de consumação, esse principio, dizíamos, conseguiu impor-se muito lentamente e com dificuldade, e nós temos por prova as lutas de opinião que se desenrolaram a esse propósito na Inglaterra, não mais tarde que o séc.18. É evidente que sobre esse ponto, como muitos outros, Jos. Child era oposto à grande maioria dos seus contemporâneos e mesmo dos seus colegas, quando pretendia que era aos empresários de julgar qual género de mercadoria e de que qualidade deveria ser produzida para o mercado. E ficamos com uma impressão estranha, quando o entendemos reivindicar para o fabricante o direito de produzir e de por à venda mercadorias de pacotilha. “Se nós queremos, diz ele 39, conquistar o mercado mundial, nós devemos imitar os Holandeses que fabricam as piores como as melhores mercadorias, pois é unicamente assim que nós seremos em estado de satisfazer todos os mercado e todos os gostos”.
Ao conjunto das representações que nós acabamos de esboçar o quadro, liga-se de uma maneira orgânica a ideia do justo preço, que manifestamente perdurou durante as primeiras fases da época capitalista. O preço não é uma coisa que o primeiro sujeito económico a surgir possa manobrar à sua vontade. Como todo o processo económico, a formação dos preços é subordinada às leis supremas da religião e da moral. O preço deve ser estabelecido, de maneira a que estejam salvaguardados tanto os interesses do produtor, do comerciante e do consumidor. E o estabelecimento do preço que satisfaz esta condição depende, não do arbitrário individual, mas de certas normas objectivas. Quais são essas normas e onde temos de as ir buscar ? Esta questão recebeu ao longo dos séculos as respostas mais variadas. Segundo a maneira de ver da idade-média, tal e qual nós a encontramos ainda em toda a sua pureza em Lutero, o montante do preço devia ser estabelecido segundo os gastos e o trabalho que a fabricação de uma mercadoria tivesse custado ao produtor (ou comerciante) : o preço, podemos dizer, era estabelecido com base nos gastos de produção. Mas sob a influência da extensão das relações comerciais, e mais particularmente a partir do séc.16, as ideias sobre o justo preço sobrem uma profunda modificação e ficam cada vez mais dependentes das variações e oscilações do mercado. Saravia della Calle, que jogou, sob o meu ponto de vista, um papel dos mais importantes no desenvolvimento da teoria dos preços, já deduz sem reservas o justum pretium daquilo a que chamamos hoje a relação entre a oferta e demanda 40. Mas seja como for, o que importa, é que o preço é concebido como algo não influenciável pelo arbitrio individual e cuja formação obedece a normas objectivas, obrigatórias para todos. Tal é ainda a maneira de ver dos escritores do séc.17 : os Scaccia, os Straccha, Turri, etc. E a necessidade objectiva que preside à formação dos preços é de ordem moral (e não, como se fará mais tarde, de ordem “natural”) : o indivíduo não deve (mais tarde dizer-se-à pelo menos : “não deveria”, “não pode”) estabelecer os preços arbitrariamente.
A atmosfera geral criada pela obediência a esses princípios era, durante as primeiras fases do capitalismo, aquela de uma vida calma, isenta de imprevistos. A estabilidade, o tradicionalismo, tais eram ainda as características de toda essa época. O indivíduo, mesmo enquanto se ocupava de negócios, não estava ainda perdido no barulho e frenesim dos negócios. Ele era ainda mestre de si mesmo. Ele conservava ainda a dignidade de homem livre e recusava-se a sacrificar o melhor de si mesmo em busca de benefícios. Uma espécie de honra pessoal manifestava-se ainda nas relações de negócios. Para tudo dizer em uma só palavra, o comerciante ainda tinha postura. Isto é naturalmente ainda mais verdade na província que nas grandes cidades, centros do capitalismo em vias de desenvolvimento. Um bom observador da sua época insiste com força sobre o “tom honroso e altivo dos negociantes da província” 41. Nós vemos claramente à nossa frente o comerciante ao velho estilo : um pouco rígido e rústico, vestido com os seus calções e casaco longo, penteado com uma peruca, ele anda calmamente, consciente da sua dignidade, habituado que está em fazer os seus negócios sem grande esforço cerebral e sem muito zelo, a servir uma clientela que conhece de longa data, cujos gostos e necessidades não lhe reservam nenhuma surpresa, o que lhe permite ganhar a sua vida sem precipitação e sem pressas.
Considera-se hoje que um homem é tanto mais ocupado quanto mais os seus negócios sejam prósperos e o vejamos mais apressado e importunado. Ora, no séc.18 ainda, os homens apressados, correndo a toda a velocidade eram, ao contrário, considerados como desorientados : o homem verdadeiramente ocupado caminha com um passo medido. Mercier tinha pedido, em 1778, a Grimold de la Reynière, o que ele pensava dos negociantes de Lyon, este deu-lhe esta resposta infinitamente interessante e que pinta de um só traço toda uma época 42: “Em Paris corremos, estamos apressados, porque somos ociosos ; aqui nós caminhamos calmamente, porque estamos ocupados”.
Podemos perfeitamente fazer entrar nesta categoria o piedoso não-conformista, o Quaker, o Metodista, que nós consideramos de livre vontade como o primeiro representante das ideias capitalistas. Cheio de dignidade, cheio de postura, ele segue o seu caminho ; como na sua vida interior, ele deve observar a medida na sua conduta exterior. “Caminha silenciosamente, sem fazer barulho com os teus pés”, diz um mandamento da moral puritana 43. “O crente tem, ou deveria ter, e, se ele é verdadeiramente crente, ele deve ter uma atitude bem medida e ficará na sua viatura com pose e elegância” 44.
Notas:
39. Josiah Child, A New Discourse of Trade, 4th ed., p. 159.
40. Such teaching is met with as early as the later 16th century. Saravia della Calle, whom I regard as of supreme importance in the history of the theory of just price, goes so far as to deduce it from the relationship of supply and demand. His work, together with that of Venuti and Fabiano, is printed in the Compendia utilissimo.
41. (Mercier) Tableau de Paris, vol. 11 (1788), p. 40.
42. “A Paris on court, on se presse parce qu’on y est oisif; ici l’on marche posément, parce que l’on y est occupé.” Quoted by J. Godard, L’Ouvrier en Sole, vol. 1 (1899), pp. 38–9.
43. Memoirs of the Rev. James Fraser, written by himself. Selected Biographies, vol. 2, p. 280; Durham’s Law Unsealed, p. 324, quoted by Buckle, History of Civilization, vol. 2, p. 377.
44. Durham’s Exposition of the Song of Solomon, quoted by Buckle, loc. cit.
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Partes 1 a 5 em versão pdf para descarregar:
https://drive.google.com/file/d/0B2kgizPDAAx0RHBLLXZoU21zM0E/view?usp=sharing
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
O que pensa a maioria dos judeus sobre a imigração
Não é propriamente, e sistematicamente, o Talmude em si que rege o pensar de todos os intelectuais judeus...
“Os nossos próprios estudos, de facto, mostram que a totalidade dos intelectuais judeus incentivam a mestiçagem entre brancos, negros e árabes. Que eles sejam religiosos, laicos ou ateus, que eles sejam marxistas ou liberais, que eles sejam sionistas ou anti-sionistas, judeus de Israel ou da diáspora, todos os intelectuais judeus, sem alguma excepção, são partidários da sociedade multirracial e incentivam com todas as suas forças a imigração terceiro-mundista onde quer que eles estejam instalados ." Hervé Ryssen
“A mestiçagem dos povos é uma das grandes obsessões do judaísmo. É encontrado em todos os intelectuais judeus, sejam eles religiosos ou ateus, marxistas ou liberais. Isto é porque o povo judeu não pode ser reconhecido como o "povo eleito de deus" sem que todas as outras identidades nacionais sejam reduzidas a pó. O judaísmo político é na verdade uma força de destruição, e este solvente é tanto mais poderoso que a presença judaica no sistema mediático nacional é importante.” Hervé Ryssen
“Esta expectativa messiânica está no coração da religião hebraica e da mentalidade judaica em geral, incluindo entre os judeus ateus.” Hervé Ryssen
"Os Intelectuais judeus podem ser liberais, marxistas, sionistas, religiosos ou ateus. Mas todas essas divergências não invalidam em nada o fundamento messiânico das suas aspirações. E sobre a imigração, precisamente, eu posso confirmar que há neles uma unanimidade." Hervé Ryssen
Será, para retomar a expressão de Jacob Cohen, o "tribalismo judaico" ?
Vejamos que com Talmude ou sem Talmude, os intelectuais judeus pensam todos da mesma forma. Todos sem excepção! O que nos resta para além do Talmude, é a noção de tribo, os laços do sangue. Conquanto seja uma raça mestiçada, eles guardam entre si, apesar disso, traços familiares muito fortes . Esta talvez seja a explicação para este pensar homogéneo, tanto no judeu talmudista como no judeu não-talmudista. Sendo o judeu um cosmopolita por excelência, e seja qual for o judeu, minoritário ou maioritário, não será muito difícil deduzir que nenhum se possa verdadeiramente opor à imigração. Uma tal oposição seria como negar todas as raízes cosmopolitas que se encontram na maneira de estar e de viver do judeu desde há séculos.
É portanto um engano, pensar ou crer que a maioria dos judeus seguem uma cúpula sionista ou que então sejam influenciados por esta. Não é necessário segui-la para se ter estes ideais. Não é necessário ser religioso algum para se estar de acordo com a ideologia talmúdico-cosmopolita, a própria raça exprime desde há séculos estes ideais, conscientemente ou inconscientemente.
Independentemente da condição social ou crenças, todo o judeu é pró-imigração... salvo para o país deles. Portanto em Israhell 1 em cada 4 casais sofrem de esterilidade, enquanto na Europa, a proporção é de 1 para cada 6... Israhell só não sofre de um declínio demográfico, graças à GPA e genética eugénica.
PS: Escusado será por todas as citações dos livros dos intelectuais judeus, sejam eles Rabinos ou simples escritores ateus, seria muito longo. O que Hervé Ryssen resume de todos os escritos dos intelectuais judeus desde há séculos, é o que está aí. Existe uma grande uniformidade na maneira de pensar de todo o judeu ao longo dos séculos. É impossível dizer que esta maneira de pensar faz parte de uma suposta "minoria". Ao contrário, são todos eles que pensam assim. Parece um pensamento fotocopiado século após século até aos nossos dias.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Um ponto de vista sobre as violações de Colónia
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| E elas ainda dizem bem-vindos... |
Em todos os tempos, o ser humano sempre sentiu a necessidade da ajuda de seus semelhantes. Ele organizou-se, de maneira a que um conjunto de membros, se disponham de maneira elaborada para defender a sua tribo, o seu clã, seu território.
Este conjunto de pessoas dividiam os vários trabalhos entre si no dia a dia. Uns especializavam-se no fabrico de armas, outros na caça, agricultura, colheita, pastoreio... Sendo que o caçador necessitava da arma fabricada pelo ferreiro, assim como ambos necessitavam da arte de outros em trabalhar a terra, da colheita, do pastor, e inversamente. Esta coesão era reforçada pelos laços familiares. No entanto à medida que a tribo crescia, fazia-se urgente alargar o território, ou mudar para um local com alimento mais abundante, e como de costume naqueles tempos, a mentalidade era a de pilhar as tribos vizinhas. Sendo esta pilhada, então passava-se à seguinte, e assim sucessivamente por esses territórios afora. Estávamos nos tempos dos nómadas.
Vamos-nos focar no ponto da pilhagem. Pois este vai-nos fazer compreender o porquê das violações de massa.
As razias tinham como objectivo principal o roubo dos animais domésticos, fonte de muitas calorias. Para além do aspecto alimentar, ter muitos animais domésticos procurava o prestígio social à tribo e era sinónimo de riqueza. É assim que por exemplo os antigos gregos descreviam os bárbaros germanos e celtas, com os seus animais domésticos, tais como os rebanhos de vacas, cabras e ovelhas, os seus maiores tesouros. Para se ver o contraste, eles nem tão pouco passavam cartão ao ouro.
O segundo objectivo, era raptar mulheres, isto proporcionava o alargamento da tribo, da comunidade. Este aspecto era de certeza, geralmente seguido após a razia dos rebanhos. Os homens eram feitos escravos e as mulheres integradas à tribo. Com o tempo, mesmos os homens eram assimilados à tribo. Podemos ver neste caso, no rapto de mulheres, a necessidade instintiva de prolongar os genes da tribo.
Estas práticas de outrora, foram praticadas com mais ou menos frequência em todas as partes do mundo. Elas cessaram, numa certa medida, desde que o homem deixou o nomadismo e adopta a fase de sedentarismo. Mas mesmo assim, não era raro, e mesmo muito frequente no tempo da expansão islâmica, que estes façam autênticas razias com o único objectivo de capturar mulheres europeias, para vendê-las no mercado da escravatura.
Onde quero chegar é o seguinte, é isto que se passa exactamente com estes imigrantes invasores. Hoje eles não precisam de roubar rebanhos como se fazia outrora, os próprios governos das nações europeias oferecem-lhes os recursos calóricos que necessitam e todos os bens próprios à nossa época sem pagar um tostão. Alguém paga, mas de certeza não sai do bolso deles nem dos políticos corruptos. Comida à borla, cama à borla, serviços hospitalares à borla, escola à borla, transportes públicos à borla etc, etc. Este ponto é o que se assemelha ao primeiro objectivo de uma razia, de que falávamos lá atrás. Salvo que desta vez, é o próprio invadido que oferece todo o recheio sem resistência alguma.
Só no segundo objectivo da razia, o do rapto das mulheres, é que os nómadas de agora, os imigrantes, têm de fazer um esforço. Diga-se, à margem da lei. As violações nada mais são que este instinto bárbaro de raptar as mulheres das outras tribos como troféu. De uma Europa civilizada, nós estamos a recuar para uma época incivilizada, que vai reflectir a moral pútrida destes invasores no seu geral ao longo do tempo. O mais ignóbil nesta história, é que muitas das mulheres violadas, foram precisamente aquelas pró-imigração... apenas estão a sofrer as consequências das suas acções.
Podemos resumir e compreender então, que estamos a subir uma autêntica invasão se tivermos em conta os mesmos princípios que levavam os antigos povos nómadas a proceder da mesma maneira: a invasão seguida de rapto de mulheres.
Mesmo se o rapto não será propriamente um sinónimo de violação, um e outro têm o mesmo carácter que resulta sempre num acto forçado e contrário à vontade da víctima.
Haveria muitas considerações a ter em conta, como a feminização da sociedade europeia ; o culto da pornografia no qual sempre se mete uma mulher europeia como protagonista, e que em consequência nada mais faz que aguçar o apetite de violar uma europeia ; a conivência e o bem-estar dos nossos políticos com toda esta situação... mas chegará o dia em que lhes tocará a eles, terão de sofrer as consequências de terem obedecido àquele grupinho minúsculo que não tem nenhuma influência na política, nem na economia, coitadinhos. Eles não representam a comunidade da qual fazem parte, são uma ínfima minoria sem autoridade alguma.
Autor: gang2 ervilha
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Modernidade e Progresso
Dizemos que algo é moderno quando temos um ponto no passado por comparação. Neste mesmo instante, ao escrever e finda a frase, já estamos no passado e portanto em um nada de tempo deixou de ser moderno, já é antigo. Devemos então entender o “moderno” como o instante. Quando se diz que algo é moderno quando comparado com o passado, na realidade só estamos a pôr dois tempos passados em comparação ; um tempo mais próximo de nós com um tempo mais longínquo.
Para apoiar, o conceito de “modernidade” já em si mesmo evoca apenas o instante. Basta decompormos a palavra e olharmos para o seu significado original ; grego : modos ; latim : modus. Tanto um como outro significam apenas o instante, o hoje. O moderno é o agora.
Que significa então ser moderno ? Viver o instante conforme a ideologia dominante, visto que esta é a moda. Não seguir a moda significa ser retrógrado, antigo, homem do tempo das cavernas. Escutar rap é a moda, ver novelas, é a moda, ver as informações manipuladas, é a moda, ser efeminado é a moda. Isto é ser um homem do tempo moderno.
Diz-se que isto é o progresso da sociedade, a liberdade total. Aqui talvez tenhamos de andar à volta desta esquisita e obscura palavra “progresso”.
Parece significar algo cujas funções já existentes são afinadas para melhor, sem portanto deixar de ter as suas funções primárias postas em causa. Para exemplificar, olhemos para os meios de locomoção antigos até agora. Não é por andarmos de avião, que este deixa de ser um meio de locomoção como outrora os meios de transporte animais. Esta função, que é a locomoção, apenas progrediu de maneira a melhorar as suas performances. Olhemos para os antigos mensageiros, que iam levar a mensagem ao seu destinatário manualmente. Hoje a mensagem chega ao seu destinatário por mail sem que necessite de intervenção humana. A função de “entrega” da mensagem não foi modificada, apenas progrediu para uma performance mais elevada. Mas ela está lá quer se olhe para o antigamente ou para o agora. Isto pode-se definir como “progresso”.
Após uns pontos nos “i” acima, agora pergunto-me :
- Como se pode chamar a moda da feminização da sociedade como um progresso ? Porventura esta não retira ao homem as suas funções de progenitor ? De chefe de família ?
- Como se pode afirmar que o “individualismo” é um sinal do progresso ? Não retira este a função de entreajuda necessária entre vários membros de uma mesma sociedade ?
- Como se pode dizer que a entreajuda para com os imigrantes é sinónimo de progresso quando ao mesmo tempo esta é negada aos membros da sociedade que acolherá estes imigrantes graças ao incentivo do individualismo ?
Isto é progresso ? Atrevemos-nos a dizer : progresso para uns, retrocesso para outros. Mas mesmo, isto não está correcto em afirmá-lo. Jamais os nossos antepassados viveram individualmente ou foram efeminados. Nem progresso é, mas nem retrocesso é. Isto é uma “mudança”, uma mudança radical de valores, inversão da moral. Isto é a falta de um código moral que outrora reinava nas nossas sociedades e reprimia com voracidade as tentativas do apátrida para destruir a humanidade.
Um apátrida de seu nome Edward Bernays, escrevia o seguinte em 1928 :
Infelizmente nesta “modernidade”, neste “progresso” humanitário, somos ensinados pelo apátrida ranhoso a seguirmos a seguinte moral : cada um por si e todos pelos invasores.
E o judeu labrego diz: Viva a democrassia. A democrassia é moderna. A democrassia é progresso. O goy moderno todo contente ainda responde : Viva! Viva! Viva!
Notas:
1 - Propaganda, pág. 31
Para apoiar, o conceito de “modernidade” já em si mesmo evoca apenas o instante. Basta decompormos a palavra e olharmos para o seu significado original ; grego : modos ; latim : modus. Tanto um como outro significam apenas o instante, o hoje. O moderno é o agora.
Que significa então ser moderno ? Viver o instante conforme a ideologia dominante, visto que esta é a moda. Não seguir a moda significa ser retrógrado, antigo, homem do tempo das cavernas. Escutar rap é a moda, ver novelas, é a moda, ver as informações manipuladas, é a moda, ser efeminado é a moda. Isto é ser um homem do tempo moderno.
Diz-se que isto é o progresso da sociedade, a liberdade total. Aqui talvez tenhamos de andar à volta desta esquisita e obscura palavra “progresso”.
Parece significar algo cujas funções já existentes são afinadas para melhor, sem portanto deixar de ter as suas funções primárias postas em causa. Para exemplificar, olhemos para os meios de locomoção antigos até agora. Não é por andarmos de avião, que este deixa de ser um meio de locomoção como outrora os meios de transporte animais. Esta função, que é a locomoção, apenas progrediu de maneira a melhorar as suas performances. Olhemos para os antigos mensageiros, que iam levar a mensagem ao seu destinatário manualmente. Hoje a mensagem chega ao seu destinatário por mail sem que necessite de intervenção humana. A função de “entrega” da mensagem não foi modificada, apenas progrediu para uma performance mais elevada. Mas ela está lá quer se olhe para o antigamente ou para o agora. Isto pode-se definir como “progresso”.
Após uns pontos nos “i” acima, agora pergunto-me :
- Como se pode chamar a moda da feminização da sociedade como um progresso ? Porventura esta não retira ao homem as suas funções de progenitor ? De chefe de família ?
- Como se pode afirmar que o “individualismo” é um sinal do progresso ? Não retira este a função de entreajuda necessária entre vários membros de uma mesma sociedade ?
- Como se pode dizer que a entreajuda para com os imigrantes é sinónimo de progresso quando ao mesmo tempo esta é negada aos membros da sociedade que acolherá estes imigrantes graças ao incentivo do individualismo ?
Isto é progresso ? Atrevemos-nos a dizer : progresso para uns, retrocesso para outros. Mas mesmo, isto não está correcto em afirmá-lo. Jamais os nossos antepassados viveram individualmente ou foram efeminados. Nem progresso é, mas nem retrocesso é. Isto é uma “mudança”, uma mudança radical de valores, inversão da moral. Isto é a falta de um código moral que outrora reinava nas nossas sociedades e reprimia com voracidade as tentativas do apátrida para destruir a humanidade.
Um apátrida de seu nome Edward Bernays, escrevia o seguinte em 1928 :
“Só a energia gasta por algumas mentes brilhantes pode trazer toda a população a aprender novas ideias e a aplicá-las.”1Mentes brilhantes ? Que mentes são estas ? Não serão as mesmas que originaram milhões de mortos quando criaram o bolchevismo ? Não serão as mesmas que incendiaram as duas guerras mundiais ? E ainda por cima são estas que nos ensinam a ser modernos e a progredir ?
Infelizmente nesta “modernidade”, neste “progresso” humanitário, somos ensinados pelo apátrida ranhoso a seguirmos a seguinte moral : cada um por si e todos pelos invasores.
E o judeu labrego diz: Viva a democrassia. A democrassia é moderna. A democrassia é progresso. O goy moderno todo contente ainda responde : Viva! Viva! Viva!
Notas:
1 - Propaganda, pág. 31
Autor: gang da ervilha
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
O Bolchevismo judaico brevemente estará de volta...
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| Serge Monast |
Este assunto é muito complexo. Uma trama incrível. Vivemos num mundo manipulado de uma ponta à outra. Estamos fechados numa jaula no meio de lobos.
Para aqueles que não conhecem Serge Monast, foi aquele que acertou em cheio quando há 30 anos atrás, tinha previsto, ou aliás, teve acesso a documentos de grupos maçónicos muito poderosos sobre muita coisa que se passou e se passa ainda hoje. Com uma pontaria extrema.
Hoje vimos que ele acertou em cheio. Os documentos aos quais ele teve acesso não eram histórias da carochinha. Todos os dias vemos o cumprimento desta plano satânico em frente dos nossos olhos : centenas e centenas de invasores afro-árabes entram na Europa todos os dias, com o único objectivo de provocar a desestabilização social, uma guerra civil (vide como exemplo o artº 5 do plano "Aurora Vermelha").
Monast pagou caro, pagou-o com a própria vida. Uma morte misteriosa.
Por vezes nós temos de enquadrar as nossas posições sob uma perspectiva diferente daquela que tínhamos antes, revê-las, ou lançar grandes interrogações a nós mesmos sobre uma dada opinião. Falando por mim próprio, vou ter de rever muitas posições defendidas até agora, vou ter de dar um passo atrás.
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Neste trecho, nós estamos em 1994, data de edição do livro, portanto há cerca de 30 anos atrás, Monast escreveu isto segundo as informações disponíveis que ele teve acesso :
«« Segundo informações de fonte segura que nós temos nas nossas mãos desde 1991, é nos possível de reconhecer que o “Comunismo” não está morto desde a “Queda da Cortina de Ferro” em 1989, mas que ele se transformou numa nova cara, com um crescimento militar e tecnológico sem precedentes desde 1917. Mais, esta transformação, digamos antes, esta transmutação, é apenas uma macabra fachada que esconde o erigir da Nova Ordem Mundial. Neste sentido, é previsto que o Comunismo. Tal como se conheceu até esta data, desapareça em aparência para dar lugar a um faz-de conta de democracia. Esse tempo de “Falsa Democracia” deverá permitir, para se prepararem, aos novos dirigentes do Império Vermelho de :
1. - Ceder um controlo nominal da Europa de Leste ;
2. - Encorajar, só em aparência, o nascer e a eclosão de movimentos democráticos na Europa de Leste e mesmo no interior da Rússia ;
3. - Abrir a “Cortina de Ferro”, e destruir o “Muro de Berlim” ;
4. - Permitir a reunificação da Alemanha Oriental com a Alemanha Ocidental – enfraquecer assim a Economia da Alemanha Ocidental, e permitir, ao extremo, a emergência de tensões sociais e políticas interiores ;
5. - Declarar abertamente a morte do “Comunismo”, o fim da “Guerra Fria”, e o suposto – desaparecimento dos Partidos Comunistas da União Soviética e da Europa de Leste ;
6. - Com a ajuda do KGB, purgar a antiga “Guarda”, e colocá-los nos bastidores da cena política, os comunistas e os antigos colaboradores ;
7. - Mudar assim o nome do “Partido Comunista”, e declarar que o Comunismo é morto na Rússia ;
8. - Dar nascença a novas Organizações democráticas, mas controladas, acima de tudo, pelos Comunistas e KGB ;
9. - Dar lugar a supostas eleições democráticas, mas manipuladas e controladas na realidade pelos novos comunistas ;
10. - Anunciar, com grande apoio publicitário, o desmantelamento da “Polícia Secreta”, tudo em renovando a antiga estrutura dando-lhe um novo nome, e novas tarefas ;
11. - Utilizar o período de euforia e de confusão criado pela sedução da queda do Comunismo para renovar, encoberto pelo desarmamento e a “Paz”, o material militar soviético, e destruir o antigo ; e mesmo permitir uma importação massiva de tecnologia ocidental sem ter, como era o caso no passado, de se servir de um numero incalculável de agentes secretos ;
12. - Estabelecer a “Confusão” no interior da Igreja Católica dando a impressão que as “Promessas de Fátima” se realizam, e, no dia em que as máscaras da ilusão cairão, se servir da criação desta “Impressão” para desacreditar, e as “Aparições Mariais”, e todos os diferentes locais de Aparição ; o que terá como consequências primárias de enfraquecer em todo o lado a credibilidade da Igreja, e de lançar a confusão nos seus quadros ; (ndt: segundo apurei, "promessas de Fátima" refere-se ao 3º segredo de Fátima, no qual consta que a Rússia deveria se converter ao cristianismo, mas se não o fizer, devastará a Europa no fim dos tempos)
13. - Sob um outro ângulo, fazer o Ocidente carregar o fardo : (40-50$ biliões por ano) da Europa de Leste ; esta outrora era suportada pela URSS ;
14. - Provocar a retirada das tropas americanas da Europa de Oeste ;
15. - Incentivar a Europa de Oeste a uma certa neutralidade, e provocar a queda da NATO ;
16. - Fazer de maneira que os Estados-Unidos e o Oeste se encontrem a financiar a economia da União Soviética (pela 6ª vez desde 1921) ;
17. - Fazer emergir num só bloco económico, a Europa de Oeste com a Europa de Leste incluindo a Rússia ;
18. - Incentivar os Estados-Unidos e o Oeste a um desarmamento massivo nesta nova era de fim de “Guerra Fria” ;
19. - Levar assim os Estados-Unidos a interromper o apoio aos “movimentos anti-comunistas” em todo o mundo ;
20. - Fazer de maneira que os Estados-Unidos retirem as suas tropas militares da Coreia do Sul e das Filipinas ;
Elie Faure dirá, da sua parte, em Europa, p.451, 1937 : Nós reivindicamos o direito de nos servirmos dessas palavras-camaleão para a necessidade da nossa linguagem e segundo as circunstancias onde as devemos utilizar.
E hoje Gorbachev, na Perestroika, confessa : “Nós não iremos mudar o Poder Soviético ou sequer abandonar os seus princípios fundamentais, mas por um lado, nós reconhecemos a necessidade de mudanças que reforcem o Socialismo”.
E esta declaração contemporânea junta-se a outra declaração, feita, pelo fundador dos Illuminati, Adam Weishaup, á cerca de 200 anos : “O fim justifica os meios. O bem da Ordem dos Illuminati justifica a calúnia, o envenenamento, a infidelidade, a traição, a revolução, enfim tudo o que os homens chamam de crimes”.
Segundo outras informações que eu tenho entre mãos, destaca-se isto:
1. - O suposto “Poder Democrático” na Rússia será varrido por um vento de Conservadorismo e de Nacionalismo sem precedentes desde Outubro de 1917 ;
2. - De um dia para o outro, todos os acordos políticos e económicos assinados com a Rússia serão abandonados, com vista a provocar um colapso rápido das bolsas mundiais ;
3. - A Rússia renovada num “Super-Nacionalismo-Socialista” servir-se á do suposto naufrágio da democracia e da economia de mercado na Rússia para se lançar num ataque de fundo, uma nova efervescência de propaganda contra o Ocidente e América ;
4. - Servindo-se deste novo apoio ideológico, a Rússia abaterá no sangue, todos os movimentos democráticos da Rússia ; o que lhe permitirá então de reunir o maior golpe da sua história : depois de por a descoberto todos os oponentes do Comunismo através de uma fachada de pseudo-democratização, desde os começos da Perestroika, então ser-lhe à possível, sem quase nenhum esforço de aniquilar definitivamente, toda a oposição ao seu projecto inicial de um “Comunismo Universal” ;
5. - Ela provocará então o renascimento de todos os moviments revolucionários em todo o mundo, e provocará o colapso de Governos, por exemplo ao Sri Lanka, nas Filipinas, no Uruguai, em S. Salvador, na África do Sul, no Tchad, entre outros tantos ; e renovará as suas ligações – nunca abandonadas – com os grupos revolucionários da Líbia, de Angola, do Iraque, da Síria, de Moçambique, e reconsolidará as suas ligações com Cuba e a China.
6. - Com o seu novo material militar, ela retomará de força todas as suas antigas Repúblicas interiores, tudo em aniquilando, com a ajuda do novo KGB, todos os grupos de oposição ;
7. - A efervescência revolucionária e as explosões, tanto económicas como da violência política através do mundo, provocarão uma instabilidade política e económica em todo o Ocidente ao ponto de provocar o colapso de vários Governos Nacionais, e uma explosão de toda a política do Médio-Oriente ;
8. - A instabilidade política e económica mundial trará aos Governos Ocidentais, o pretexto para restringir os “direitos e liberdades” no interior do seu próprio território ; e mesmo uma reorganização das Nações-Unidas, e de Forças Multinacionais ;
9. - De um momento para o outro, e de preferência de noite ou durante a ocasião de uma Festa, tal como o Natal, ou da Páscoa, mas de improviso, a Rússia atacará os antigos países do Pacto de Varsóvia, e fará uma forte penetração militar na Europa ;
10. - Esta penetração militar da Rússia terá como consequência desejada, a de provocar uma emigração massiva da classe intelectual para fora da Europa, com destino ao enclave da América do Norte , ou Canadá ;
11. - Esta emigração da Elite europeia permitirá sem obstáculos a consolidação das bases do Governo Mundial ; de mesmo que juntará, num ponto preciso do mundo, a Elite...
Este cenário previsto pelos Illuminati poderá variar na sua aplicação, mas no geral, ele resume bem as etapas previstas para a instauração, no caos universal, de uma Nova Ordem Mundial! »»
Fonte e Download do livro, verificar estas infos nas páginas 24 a 27.
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E agora ? Segundo o que é dito aqui, até agora passou-se exactamente com a Rússia, até ao dia de hoje, como está aí descrito. Quem segue as informações dia a dia, o avanço militar da Rússia de Putin é gigantesco, colossal. Tal e qual como descrito. Existe uma grande efervescência de patriotismo na Rússia... tal e qual como previsto. A continuação desse plano, como o foi até agora, trazer-nos à o renascer do Bolchevismo. Ele está nos bastidores à espera que o chamem para devastar o mundo...
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Como vai o mundo ?
![]() |
| Mansão de Obama a Dubai ? |
Escutamos que a
Suécia iria reenviar cerca de 80 mil invasores fora das suas fronteiras. Que a Áustria
iria reduzir o fluxo de invasores e idem idem. É tudo mentira! Os
invasores continuam a chegar em massa à Europa. Apoiados por uma
logística posta em marcha por ONG's e pela própria comunidade
europeia, chegam discretamente e sem fazer muito barulho, à Sérvia,
rapidamente encaminhados para um centro temporário, com uma espera
de cerca de 3 horas, e reencaminhados para o interior da Europa
através de 3 comboios diários que partem diariamente da Sérvia. A
descrição e rapidez de execução é tão eficaz, que nem as
populações locais têm tempo de ver um único invasor (vide esta reportagem). Uma média de 4
mil invasores por dia. Não esquecer que estamos em período de
Inverno. Quando um tempo clemente chegar, esse número vai triplicar.
Síria
As Forças Armadas
de Bashar al-Assad continuam a progredir no terreno, e moral não
lhes falta, graças á ajuda da Rússia de Putin. Continua-se a
provar assim que Putin não traiu a Síria mesmo se apesar de tudo, o
seu amigo Israel tenha ficado com o famoso plano Yinon furado no que
respeita à Síria. Neste caso está em jogo os supremos interesses
da Rússia nesta região, que não olha a amigos (Israel), quando se
trata de defendê-los. O tempo passa, e por mais adversidades que a
Rússia tenha tido e as constantes provocações de que é alvo,
Putin não desmorona e não se deixa levar para uma 3ª
guerra-mundial. Visto a solidez de Putin, é de esperar uma outra
aproximação para atear o fogo no mundo: o de um colapso económico que degenerará em guerra mundial.
Estados-Unidos
Obama foi apanhado
com a mão na massa, uma grande mansão comprada em Dubai (info original aqui). O que evidencia a corrupção
generalizada da política americana pelos petrodollars da
Arábia-Saudita. Lembremos-nos de que os Saoud não passam de
marionetas nas mãos de Israel. É de esperar nos tempos próximos,
que o estado Saudita seja atacado (pelo Irão ?), começa a ficar
muito pesado e sujo aos olhos de seus aliados. Muito provável que
se Trump ganhar as eleições americanas, este esteja disposto a
apoiar o Irão contra os Saoud, ele hoje começa a ganhar o apoio de
vários comandantes e generais expulsos de postos chave pela
administração Obama (vide a informação acima sobre a mansão e esta que fala do mesmo assunto mas com causas diferentes).
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Nazismo = supremacismo ariano ?
Panfleto da era Nazi.
Veja-se como o NSDAP denomina o "Klu-Klux-Klan", de cultura do terror.
Veja-se como o NSDAP denomina a não emancipação do africano, simbolizada pelos dois africanos presos na gaiola, de cultura do terror. *
Infelizmente a história está toda trocada, se deitarmos um olho atentivo ao passado, nós vamos descobrir que o que nos ensinam está tudo aldrabado. Desde quando o nazismo é algo que proclama a supremacia do branco ? Ao contrário, proclama sim o respeito das raças, o cultivar da diversidade racial, que hoje o judeu tenta acabar justamente chamando-lhe orwellianamente de "diversidade", "multiculturalismo"... quando na realidade ele não aspira a nenhuma diversidade mas sim á extinção das raças em prol de uma só raça híbrida, mestiça, salvo a deles, claro.
* Após ter escrito esse resumo, no que toca ao que se passa na gaiola, na realidade a interpretação do autor do panfleto era outra. Ver aqui. As minhas desculpas pela interpretação pessoal feita sem ter verificado a história do panfleto. Não é costume, e é a 1ª vez que acontece um erro destes, mas quando menos se espera, acontece, errar é humano. De qualquer das maneiras, importa esclarecer que se existe algum desprezo em relação á dança dos negros na gaiola, esse escárnio existe igualmente para as "Misses", portanto brancas. Então entenda-se que não é questão de algum racismo ou algo parecido. Apenas cultura degenerada, anti-cultura.
Algo mais aqui: http://gangdaervilha.blogspot.pt/p/propaganda-nacional-socialista-da-epoca.html
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Werner Sombart: os judeus e a vida económica (4ª parte)
Continuação da 3ª parte
Ele não existe ainda nos jornais até á segunda metade do séc.18: o primeiro numero, aparecido no 13 de Maio de 1751, da célebre folha de anúncios Les Petites Affiches não contêm um único anuncio comercial propriamente dito 35. É assim que a simples indicação: “eu vendo (ou fabrico) esta ou aquela mercadoria neste ou naquele local” adquire direito de cidade em Inglaterra só a partir da primeira metade do séc.18, em França bem mais tarde. No que toca à Alemanha, nós encontramos casos isolados de anúncios comerciais desde o começo do séc.18, nas cidades como Berlim, Hamburgo, etc. Só os livros começaram a ser anunciados bem mais cedo, o que se explica facilmente pelas condições especiais de sua venda.
Mas mesmo depois de ser adoptado o anúncio comercial, tinha-se continuado, e durante muito tempo, a ter-se como suspeito, e mesmo a reprovar, o reclame comercial, quer dizer o anúncio cujo autor se atribuía para si mesmo elogios, demonstrando ao público que a sua casa oferecia vantagens jamais encontradas em outras casas. Mas o procedimento que, entre todos, era considerado como o mais desleal era aquele que consistia a anunciar que se vendia melhor mercado que os concorrentes.
A baixa de preços, que os Alemães chamavam de “Unterbieten” e os Ingleses “Underselling”, seja qual fosse a forma que se apresentasse. Era considerado como uma pratica incorrecta: “Vender a prejuízo dos seus concidadãos e muito estragar os preços, jamais traz alegria” 36.
O anúncio público da baixa de preços era considerado como uma pratica simplesmente desonesta. Na 5ª edição de Complete English Trademan (1745), encontra-se a seguinte nota do editor 37: “Desde que o autor escreveu este livro (De Foe, morto em 1731), o mau uso de oferecer as mercadorias a baixo preço desenvolveu-se com uma impunidade incrível (“this underselling practice is grown to such a shameful height”) que algumas pessoas hesitam em anunciar publicamente que eles vendem as suas mercadorias mais baratas que os outros comerciantes”. Mas o autor revela rapidamente a mentalidade económica que explica a indignação com a qual ele assinala esta má pratica: “Nós chegamos a conhecer comerciantes que ofereciam as suas mercadorias a preços com os quais um comerciante sólido seria incapaz de resistir”. Nós encontramos nesta queixa o velho ideal de subsistência. O nível de vida era regulado cada um sabendo sobre qual venda poderia contar, os preços das mercadorias não podiam nem deviam estar abaixo de uma certa taxa.
Nós possuímos um testemunho particularmente precioso no que toca à França. Datado da segunda metade do séc.18, este testemunho mostra-nos com toda a claridade possível que mesmo nesta época o baixar de preços e o anúncio público desta pratica eram ainda considerados neste país como algo monstruoso. Trata-se de uma ordenança do ano 1761 que declara que tais praticas não podem ser outra coisa que artifícios aos quais têm recurso, em desespero de causa, um comerciante cujos negócios correm mal. A ordenança proibia rigorosamente a todos os comerciantes de grosso e de detalhe de Paris e de seus arredores de tentarem ultrapassar uns e outros para vazarem as suas mercadorias, e sobretudo de distribuir panfletos destinados a atirar a atenção sobre estas. Os considerados desta ordenança são tão característicos do espírito que reinava então nas esferas dirigentes que eu não posso resistir à tentação de reproduzir aqui as passagens mais importantes 38: “Alguns comerciantes desta cidade (Paris) decidiram desde há alguns tempos de fazer espalhar no publico bilhetes em seu nome, para anunciar a venda de seus estofos e outras mercadorias, a um preço que eles expõem ser inferior aquele que essas mercadorias de costume são vendidas pelos outros comerciantes: uma tal falta, que é quase sempre o último recurso de um negociante infiel, só pode ser severamente reprimida”.
Mas não podemos esquecer que ao lado e acima do produtor e do comerciante estava o consumidor. Num certo sentido, este era mesmo o personagem principal, pois a ingénua concepção ainda não havia completamente desaparecido, segundo a qual a produção e o comércio de bens só existem que em vista do consumo de bens nas melhores condições possíveis.
O que designei por orientação natural reinava igualmente nesse domínio: toda a actividade económica tinha como único objectivo a produção de bens de consumo; não se produz ainda por produzir. Por isso é que constatamos ainda durante as primeiras fases da época capitalista a tendência manifesta a produzir boas mercadorias, mercadorias que sejam realmente o que elas parecem ser, mercadorias cuja confecção não entra nenhuma fraude. É a partir desta tendência que nasceram todas as muitas regulamentações de fabricação das mercadorias que enchem os sécs. 17 e 18. O que, de um ponto de vista da regulamentação, distingue esses dois séculos dos séculos anteriores, é que é o Estado ele-mesmo que exerce o controle através dos seus funcionários. Encarregados de vigiar a fabricação das mercadorias.
Mas, pode-se dizer, o facto mesmo do Estado crer em vigiar a boa qualidade das mercadorias não provaria precisamente que a mentalidade económica da época era de natureza a favorecer a produção de bens de consumo de qualidade medíocre ou má ? Uma tal conclusão seria no entanto injustificada. O controle exercido pelo Estado tinha mais por objectivo o de impedir as transgressões de alguns produtores isolados com pouca consciência. De uma maneira geral, cada um prontificava-se ainda a honrar o fornecimento de boas e autênticas mercadorias: tradição que os artesãos da idade-média tinham transmitido ao primeiro período capitalista.
Notas:
35. P. Datz, Histoire de la Publicité (1894), p. 161, contains a facsimile of the whole of the first issue of Les Petites Affiches.
36. Allgemeine Schatzkammer, vol. 4, p. 677.
37. D. Defoe, op. cit., vol. 5 2 , p. 163.
38. Cf. G. Martin, La grande Industrie sous Louis XV (1900), p. 247.
Na Alemanha, migrantes atacam reformados no metro
Em Munique, um grupo de migrantes atacou dois reformados que tinham tomado a defesa de uma mulher víctima de uma agressão sexual.
Trechos do vídeo chocante da agressão filmada por um smartphone foram publicadas no jornal Dayli Mail.
Segundo o autor do vídeo, o incidente aconteceu logo que um migrante apalpou e pôs a mão no ombro da mulher. Esta última afastou o homem que bateu fortemente contra o vidro. Logo dois alemães idosos tentaram defender a mulher, eles foram atacados por um grupo de migrantes.
“Isso passou-se no centro da cidade em pleno dia”, conta um testemunho. Outros viajantes que intervieram conseguiram “controlar a situação”, conta ele.
Logo que o metro chegou á estação, um viajante chamou a polícia, mas os agentes chegados ao local disseram nada poder fazer por “falta de motivos suficientes”.
Interrogada pela Sputnik sobre o incidente, a polícia alemã declarou não dispor de provas que confirmem que a mulher e os reformados foram agredidos pelos migrantes. O assunto está agora nas mãos de uma comissão de investigação. De momento, os investigadores não conseguiram identificar os agressores.
“É imperativo tomar medidas contra a violência e os comportamentos desrespeitosos contra o próximo. Vários migrantes manifestam um desprezo para com as mulheres e mostram-se malcriados e violentos para com os homens, mesmo sendo idosos, sem falar das nossas leis e nossa polícia”, exclamou o autor da vídeo.
Este incidente é o último de uma série de ataques cometidos por migrantes contra os alemães, sobretudo contra mulheres.
Mais de uma centena de mulheres foram víctimas de apalpanços no 31 de Dezembro em Colónia. Segundo as estatísticas mais recentes, a polícia conta mais de 700 queixas por feitos de agressão e roubo.
Fonte: Sputnik
Ndt: “... a polícia conta mais de 700 queixas por feitos de agressão e roubo.” Estamos no politicamente correcto, Sputnik é um órgão de informação pró-imigracionista (razão pela qual achei a informação fidedigna), o contrário de RT que já tem um tom anti-imigracionista. A curiosidade é que ambos trabalham para o mesmo patrão e defendem pontos de vista opostos no que toca a este assunto. Curioso, estratégia da tensão aqui a trabalhar. Por “700 queixas de agressão” entenda-se “agressões de carácter sexual”, o assunto assim fica mais claro e límpido. Há que descodificar o Newspeak Orwelliano a cada informação. No que toca a estes invasores, rascaria vinda não sei de onde, caminhamos para uma guerra civil, onde o vencedor é sempre o mesmo, ele esfrega as mãos de contente.
Um Rabino dizia o seguinte "o Islão é a nossa vassoura, eles vão fazer o trabalho por nós... vocês europeus vão pagar muito caro todo o mal que nos fizeram... serão degolados... está escrito no livro".
Talvez as contas deste Rabino saíam furadas...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Ayatollah Khamenei: "nós podemos-nos levantar contra a ignorãncia".
- Quem ajuda o regime fantoche sionista ?
- Quem os apoia ?
- Quem limpa o caminho para eles ?
- Quem está por detrás deles ?
- São os poderes ocidentais, liderados pela América.
- Tudo isto enquanto eles dizem em slogans estar opostos ao terrorismo e ao ISIS
- Eles mentem!
- Eles dizem coisas que não são a verdade.
- É ignorância...
- Ninguém na Europa ousa falar do Holocausto, sendo que não está claro se foi uma realidade ou não.
- Mesmo se foi real, a maneira pela qual se passou não está clara.
- Falar do Holocausto e exprimir duvidas sobre esse assunto é considerado como um grande pecado.
- Se alguém o faz, eles o impedem, param-no, perseguem-no em justiça e é aprisionado.
- Tudo isso enquanto pretendem ser os defensores da liberdade.
- Esta é a ignorância que existe no mundo de hoje...
- Nós devíamos estar atentos.
- Vocês meus caros irmãos, amado povo do Irão, muçulmanos da Oumma Islâmica, e oficiais dos diferentes países, vocês devem saber que:
NÓS PODEMOS-NOS LEVANTAR CONTRA A IGNORÂNCIA!
sábado, 30 de janeiro de 2016
Ivan o Terrível, e o seu amor pelos judeus...
“A propósito do que nos escreves para que nós possamos permitir aos teus judeus a entrada nas nossas terras, nós já te escrevemos várias vezes, falando das acções desagradáveis dos judeus, que desviam o nosso povo do Cristo, introduzindo no nosso Estado drogas envenenadas, e causando grandes dificuldades para o nosso povo. Tu devias ter vergonha, nosso irmão, de nos escrever sobre eles, mesmo sabendo os seus malefícios. Nos demais Estados também, eles fizeram muito mal, e por isso foram expulsos ou mortos. Não podemos permitir que os judeus venham para o nosso Estado, porque nós não queremos ver o mal; nós só queremos que Deus permita que as pessoas no nosso país vivam em paz, sem qualquer perturbação. E tu, nosso irmão, tu não deves mais, no futuro, nos escrever a propósito dos judeus.”
Os sucessores de Ivan, o Terrível também acautelaram-se. Um século
e meio depois, Pedro o Grande, que tinha portanto convidado gente
estrangeira de valor a vir para a Rússia, tinha emitido no seu
Manifesto uma reserva no que toca aos judeus:
“Eu quero ver em minha casa de preferência maometanos e pagãos em vez de judeus . Eles são ladrões e manipuladores. Eu erradico o mal, eu não os protejo; não haverá para eles na Rússia nem alojamento nem comércio, apesar de todos os seus esforços e tentativas em subornar os meus súbditos.”
Nos territórios
conquistados por Pedro o Grande, na Ucrânia, Catarina 1ª . que lhe
sucedeu, tinha publicado o seguinte édito:
“Os judeus de sexo masculino e aqueles de sexo feminino que se encontram na Ucrânia, e em outras vilas russas, são todos para expulsar imediatamente, fora das fronteiras da Rússia. Não os admitiremos doravante na Rússia sob algum pretexto, e vigiaremos severamente em todos os locais.”
Tais foram as
origens da famosa “zona de residência”, que confiara os judeus
do Império á periferia ocidental, e isto, até à revolução de
Fevereiro de 1917.
Os revolucionários
judeus tomaram em seguida o poder e, deve-se repetir, exterminaram 30
milhões de cristãos, num espaço de trinta anos.
Fonte e Autor: Hervé Ryssen
Fonte e Autor: Hervé Ryssen
10 factos que todos deviam saber a propósito de Israel
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| Israhell é um Estado ladrão, ilegítimo, por isso merece a sanita. |
1. Sobre os 14,2 milhões de Judeus por esse mundo fora (em 2016), eles são uma minoria de 43% a viver em Israel.
2. Bem que 75% dos Israelitas sejam judeus, 21% são Árabes autóctones cujos direitos civis são restritos.
3. Israel tem a taxa de natalidade mais elevada do mundo desenvolvido, com uma média de 3 crianças por mulher.
4. O governo de Netanyahou recebe actualmente mais de 6 biliões de dollars por ano do Congresso Americano e da AIPAC, seja o equivalente de 1000 $ anuais por cada Judeu israelita, cortesia dos contribuintes norte-americanos.
5. Israel levou mais de 500.000 cidadãos judeus a estabelecerem-se ilegalmente na Palestina ocupada, na Cisjordânia e em Jerusalém Este, fechando assim o olho á vontade da ONU de criar um Estado Palestino independente para 5 milhões de Árabes autóctones.
6. Israel é o único Estado do mundo dotado de armas nucleares não declaradas, cujo stock secreto contem cerca de 400 ogivas nucleares. É um Estado que não faz parte do TNP (Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares) no qual a Europa, os Estados-Unidos e até o Irão estão submetidos a inspecção por parte da IAEA (Agência Internacional de Energia Atómica).
7. Angela Merkel acordou unilateralmente a Israel a capacidade militar de um “segundo ataque” nuclear mortal sob a forma de uma frota de submarinos alemães da classe Dolphin, que é agora mais potente que tudo o que as forças armadas da França, da Grande-Bretanha ou da Alemanha possuem, deixando assim, toda a Europa perigosamente vulnerável.
8. Netanyahu desafiou directamente a UE esta semana autorizando ainda outra expropriação de terras nos territórios ocupados, violando assim as disposições do acordo de Associação de Comércio , convidando assim a UE, a impor tarifas alfandegarias às exportações israelitas para o mercado único europeu.
9. De acordo com estatísticas publicadas, Israel é o lugar mais perigoso para um judeu viver comparativamente à Grã-Bretanha, França, Estados Unidos ou Canadá.
10. O pai do actual Primeiro-Ministro de Israel, foi secretário pessoal de Vladimir Zhabotinsky, o fundador do Irgun, uma organização paramilitar sionista revisionista. Duas das operações pelas quais o Irgun é mais conhecido, são o bombardeio do Hotel King David em Jerusalém, a 22 de Julho de 1946, e do massacre DeirYassin, realizada em conjunto com o Lehi a 9 de Abril de 1948.
* Todos estes factos citados acima são verificáveis e disponíveis em domínio público
Notas:
http://www.globalresearch.ca/israel-must-now-open-its-nuclear-program-to-iaea-inspection-or-face-sanctions/5502024
http://www.globalresearch.ca/netanyahu-to-seize-154-hectares-of-palestinian-land-in-violation-of-international-law-and-in-direct-challenge-to-eu/5502931
Fonte: GlobalResearch Autor: Anthony Bellchambers
NdT: Há que saber ler nas entrelinhas do artigo e entender o que significa por exemplo "...vontade da ONU...", sabendo que esta mesma ONU é um covil de lacaios ao serviço da oligarquia talmúdica, forças aparentemente opostas que trabalham para o mesmo patrão. Bem decifrado, o artigo não deixa de ser pertinente.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Werner Sombart: os judeus e a vida económica (3ª parte)
Continuação da 2ª parte
Por outro lado, toda a concorrência entre as diversas economias no interior do país é reconhecida como algo em principio impossível.
A cada individuo é estipulado o seu campo de actividade; nos limites desse campo, ele pode comportar-se como deseja, mas á condição de respeitar a moral e a tradição e de não cobiçar os campos vizinhos onde os seus próximos têm o direito de concretizarem, como ele, o ciclo da sua existência, sem serem perturbados na sua tranquilidade. É assim que o cultivador recebia uma parcela de terras, compatível com a boa economia da sua gestão rural e com o apoio da sua família. É esta unidade, base da economia e da propriedade rural, que serviu de ponto de partida a todas as concepções ulteriores, incluindo aquelas sobre as quais foram organizadas as profissões e o comércio. A subsistência agrícola sempre serviu de modelo ideal: tirando do exemplo do agricultor, o artesão-produtor e o comerciante devia ter o seu circulo bem delimitado, no interior do qual eles pudessem livremente exercer a sua actividade. A clientela era para o citadino o que era para o agricultor a sua parcela de terra: uma fonte de subsistência. Como a parcela de terra, a clientela devia de ter um certo espaço que, limitando-se aos limites tradicionais, assegura aos produtos do artesão e do comerciante uma saída suficiente. Este espaço mínimo devia ser assegurado para cada sujeito económico, pois era o único meio de preservar uma vida estável. Um grande número de medidas foram concebidas com esse objectivo, que é igualmente aquele da moral comercial. Durante toda esta época, como durante a idade-média, o direito e a moral tendiam paralelamente para o mesmo objectivo: proteger o produtor e o comerciante contra a usurpação de seu vizinho sobre o seu campo de actividade, ou sobre a sua clientela. Assim que fosse caso de usurpação de um ramo de negócios sobre um outro, era a corporação que intervinha para manter o monopólio da possessão ou da produção , e em muitos casos ela obtinha esse resultado fechando o acesso de uma corporação onde o monopólio ou a profissão estivessem ameaçados conjuntamente. Quanto a cada comerciante em particular, ele era protegido contra os seus colegas pela moral comercial que nos interessa aqui de uma maneira muito particular, pois ela constituía a expressão mais adequada e mais directa da mentalidade económica.
Ora a moral dos negócios ordenava da maneira mais formal de ficar na sua loja á espera tranquilamente da clientela que, segundo todas as previsões, não podia faltar de vir. É assim que De Foe (ou os seus seguidores que, na 1ª metade do séc.18, escreveu o célebre Livro do Comerciante): “and then, with God's blessing and his own care, he may expect his share of trade with his neighbours” 24. Nada é mais conforme que esta ideia á mentalidade do “artesão”: o comerciante deve esperar tranquilamente a sua parte no comércio geral.
E mesmo, o visitante das feiras (séc.18) “espera pacientemente dia e noite os compradores, sem sair da sua loja” 25.
A “caça aos clientes” era rigorosamente interdita. Era uma acção “anti-cristã”, imoral tirar os clientes ao seu vizinho 26. Dentre as normas em uso pelos comerciantes que faziam comércio de mercadorias, encontramos esta, entre outras: “Nem por escrito, nem de viva voz, não tirem a alguém os seus clientes ou seus fornecedores e não façam a pessoa o que não querem que vos façam” 27. As ordenanças com respeito ao comércio insistem sem cessar sobre este principio: a Mayntzische Policey Ordnung (séc.18) diz 28: ninguém deve impedir seja quem for de comprar uma mercadoria ou de fazer em sorte que a compra seja impossibilitada pela aumentação exagerada do preço, e isto sob pena de confiscação da mercadoria. Ninguém devia intervir no comércio de outrem nem de fazê-lo seu de maneira a prejudicar outros cidadãos”. As ordenanças anglo-saxónicas sobre o comércio dos anos 1672, 1682, 1692 estipulam (artº.18) 29: “Nenhum comerciante deve desviar os compradores da loja do seu vizinho: é-lhe igualmente interdito de impedir as pessoas, por sinais ou gestos, de fazer as suas compras onde bem desejam ou de lhes dirigir para outros comerciantes, de lhes influenciar de uma maneira ou de outra, e mesmo se eles deverem dinheiro àqueles que lhes tentam influenciar”.
Estavam também proibidos todos os procedimentos que tivessem o objectivo de aumentar a sua clientela.
Ainda durante a metade do séc.18, os comerciantes de Londres olhavam como uma concorrência desleal os esforços que faziam alguns de seus colegas para ornamentar a sua loja ou atirar os clientes com uma montra feita com gosto e elegância. De Foe, que nós já citámos, e os editores posteriores da sua obra protestam contra uma tal concorrência desleal, que, dizem eles com satisfação, só os pasteleiros e alguns comerciantes de brinquedos até então se tinham rendido culpáveis 30.
O anúncio comercial, sobretudo sob forma de reclame, contava entre o numero de coisa interditas, e isso durante muito tempo após o começo da época capitalista, até um período algo avançado do séc.18 (só faço excepção para a Holanda, sobre a qual não estou suficientemente informado mas onde o gelo parece ter sido quebrado desde o séc.16).
O anúncio comercial introduz-se na Holanda na segunda metade do séc.16, na Inglaterra no fim do mesmo século, em França bem mais tarde. O jornal Post-Tijdingen, fundado a Gand em 1667, continha no seu nº do 3 de Outubro desse mesmo ano o primeiro anúncio 31. As folhas de anúncios de Londres não contêm ainda, entre 1660 e 1670, um só anúncio, nenhuma casa tinha julgado útil fazer conhecer o seu novo endereço por via do anúncio. É só a partir de 1682, ano em que John Houghton tinha fundado a Collection for the improvement of husbandry and trade 32, que o mundo dos negócios, que já tinha recurso desde há alguns tempos á distribuição de prospectos nas ruas, vai pouco a pouco tomar o hábito de considerar o jornal como órgão de inserção.
Duas gerações mais tarde, Postlethwayt 33 escreve: “os anúncios nos jornais são uma moda corrente. Ainda há alguns anos, os comerciantes respeitáveis teriam considerado como humilhante e indigno de se dirigir ao público através de um anúncio; hoje, tudo mudou, e mesmo as pessoas com um pouco de dinheiro vêm no anúncio de jornal o meio mais simples e menos caro de fazer conhecer a todo o país os objectos que têm a oferecer”.
Na época em questão, a França estava bem menos avançada nesse aspecto. Veja-se o que escreve Savary 34 no seu “Dicionário” (1726) sobre a palavra Reclame: “Termo de imprimiria: é a primeira palavra de um caderno de um livro” etc. E sobre a palavra Afixo: “Termo de mestre pescador” ; Afixar: “Termo de sapateiro”, etc. É unicamente no suplemento de 1732 que ele junta á definição da palavra Afixo (que, em consequência, era apenas uma palavra pouco utilizada, pois conseguiu escapar a um lexicógrafo especialista em economia política): “Placa fixa em local público para mostrar algo notório a toda a gente”. Mas dentre as coisas que se faziam conhecer a “toda a gente”, através de placas fixas em local público, ele cita: venda de barcos, partida de barcos, anúncios das grandes companhias de carregamentos vindos nos barcos e da data de sua venda, fundação de novas fábricas, mudanças de domicilio. O anúncio comercial não existe ainda.
Notas:
24. D. Defoe, The Complete English Tradesman, 1st ed., 1726. I have used the 2nd edition in 1 vol. (1727), and the 5th edition in 2 vols. (1745), published after the author’s death. The passage cited in the text is from the 1st ed., p. 82.
25.
Allgemeine Schatzkammer, vol. 3, p. 148.
26.
Ibid.. vol. 4, p. 677.
27.
Ibid., vol. 3, p. 1325.
28.
Ibid., vol. 3, p. 1326.
29. Ibid., vol. 1, p. 1392 — “Sachsischen Krämer-Ordnungen” Of 1672, 1682, and 1692, §18.
30. See the highly instructive Letter (No. 19 in the 2nd ed., corresponding to No. 22 in the 5th) “Of fine shops and fine shews.”
29. Ibid., vol. 1, p. 1392 — “Sachsischen Krämer-Ordnungen” Of 1672, 1682, and 1692, §18.
30. See the highly instructive Letter (No. 19 in the 2nd ed., corresponding to No. 22 in the 5th) “Of fine shops and fine shews.”
31.
Jules de Bock, Le Journal à trovers les âges (1907), p. 30, quoted
in F. Kellen, Studien über das Zeitungswesen (1907), p. 253.
32.
Much useful information, especially as regards England, will be found
in Henry Sampson’s History of Advertising from the Earliest Times
(1875), pp. 76, 83.
33.
M. Postlethwayt, A Universal Dictionary of Trade and Commerce, 2
vols. (1741), 2nd ed. (1757), vol. 1, p. 22. Postlethwayt calls his
work a translation of Savary’s Lexicon, but in reality there are so
many additions in it that it may be regarded as original. It should
be mentioned by the way that the work is an invaluable source of
information concerning economic conditions in England in the 18th
century.
34.
Savary, Dict. du Commerce (1726), Suppl. 1732.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Werner Sombart: os judeus e a vida económica (2ª parte)
Continuação da 1ª parte
França – Mesmas queixas, de Marselha a Nantes. Veja-se o que dizem os comerciantes de Nantes (1752): “O comércio desleal desses estrangeiros causou um transtorno considerável aos comerciantes desta cidade, de maneira que se eles não podem ter autoridade sobre esses senhores, eles serão na dura necessidade de não poder sustentar as suas famílias, nem cumprirem com os seus impostos” 9.
“Toda a gente corre para os comerciantes judeus”, queixam-se os comerciantes cristãos de Toulouse em 1745 10. “Nós vos suplicamos de parar com os progressos desta nação que acabará certamente por arruinar todo o comércio do Languedoc”, lê-se numa petição da câmara de comércio de Montpellier 11.
E veja-se o que diz a corporação dos comerciantes de Paris: “A admissão desta espécie de homens não poderia deixar de ser muito perigosa. Podemos compará-los a vespas que se introduzem nas colmeias só para matar as abelhas, abrir-lhes o ventre e tirar o mel que está nas tripas: assim são os Judeus” 12.
“Que se julgue por esta generalidade e esta unanimidade da grave questão dos Judeus, vista sob o aspecto comercial” 13.
Mesmo bater de sino na Suécia 14 e na Polónia 15: em 1619, o magistrado de Posen queixa-se num correio ao rei Sigismond III das “dificuldades e obstáculos que a concorrência dos Judeus cria aos comerciantes e aos artesãos”.
Mas a simples constatação do facto de que os Judeus são pessoas que “tiram o pão da boca” não nos chega ainda. Nós queremos conhecer as razões do sucesso da concorrência que eles faziam aos Cristãos. Só depois de descobrirmos as razões é que nós poderemos ter uma ideia da maneira particular dos Judeus se comportarem nos negócios; atarefemos-nos portanto a penetrar os “segredos do negócio”, falado por Savary na passagem que citamos mais abaixo.
Interroguemos de novo os contemporâneos directamente interessados ou de pessoas que estavam muito perto das coisas da vida diária para estarem informadas: a razão da superioridade dos Judeus reside na sua conduta fraudulenta dos negócios. “Os Judeus e os comissários têm uma lei e uma liberdade: mentir e enganar, quando eles podem tirar vantagens”, diz Philander von Sittewald 16. Nós encontramos o mesmo parecer na engraçada obra, intitulada Dictionnaire des fraudes (dicionário das fraudes) e composto por Georg Paul Honn, “conselheiro intimo e colector de impostos” 17. Na rubrica “Judeus”, o autor intercalou um parêntesis (o único em todo o dicionário): “Os Judeus enganam tão bem em geral como em particular”. Um julgamento análogo é formulado no artigo “Judeus” de Allgemeine Schatzkammer der Kauffmannschaft 18. E um “pintor de moral” diz a cru dos Judeus de Berlin que “eles vivem de pilhagem e de fraude que, segundo os seus princípios, não são crimes” 19.
E no que toca á França, veja-se o parecer de Savary “Os Judeus têm a reputação de serem muito hábeis no comércio, mas eles são suspeitados de não o fazer com toda a legalidade e fidelidade possíveis” 20.
E esses julgamentos gerais encontram-se confirmados nas petições dos comerciantes de tal e tal localidade ou ramo particular.
Mas se examinarmos de perto as práticas de que eram acusados os Judeus na manobra de negócios, não tardamos a constatar que a maior parte delas não tinham nada do que possa constituir uma fraude, mesmo no sentido largo da palavra, que é o de uma deformação ou supressão intencional da verdade, ou de uma mentira pérfida que tenha por objectivo uma perda material. O emprego da palavra “fraude” tem mais por objectivo de exprimir a seco o facto que na sua conduta dos negócios os Judeus nem sempre têm conta das normas legais em vigor. O que, em consequência, caracteriza a maneira de agir dos comerciantes judeus, é a sua falta de respeito por certos costumes tradicionais dos comerciantes cristãos, era, (em casos muito raros) a sua violação da lei, era, enfim, e sobretudo, a sua atitude provocante face aos bons costumes do mundo do comércio. E se nós olharmos ainda mais perto, se nós examinarmos uma após outra as faltas acusadas aos Judeus, metendo-nos no terreno dos princípios , nós apercebemos-nos rapidamente que a luta entre comerciantes judeus e comerciantes cristãos leva-se, ao fundo, a uma luta entre duas concepções do mundo ou, pelo menos, entre duas mentalidades económicas diferentes ou mesmo opostas. Mas para compreender esse facto, nós devemos ter uma ideia do espírito que animava a vida económica na qual os elementos judeus começaram a penetrar cada vez mais numerosos a partir do séc.16 e com a qual eles não tardaram a por-se em oposição tão feroz que acabaram por adquirir uma reputação de importunadores.
Durante toda a época que eu considero como a época preparatória do capitalismo, portanto durante os séculos que viram a invasão progressiva do elemento judeu, a condução dos negócios era ainda dominada pelo mesmo principio que aquele em curso durante a idade média: o principio feudal-corporativo, que tinha encontrado a sua expressão exterior na divisão da sociedade em classes.
Conforme a esse principio (é esta a ideia dominante, aquela que inspira todas as maneira de agir e raciocinar), é o homem que forma o centro dos interesses económicos. O homem, enquanto produtor e consumidor de bens, determina conforme os seus interesses a maneira pela qual se comporta assim bem o individuo como a colectividade; e são ainda os seus interesses que encontram a sua expressão tanto na organização exterior do processo económico como no aspecto da vida dos negócios tal e qual ele aparece na prática. Todas as medidas que a colectividade e o individuo adoptam em vista da regulamentação dos processos económicos apresentam uma orientação pessoal. A maneira de pensar e de sentir de todos aqueles interessados na economia presente também, tem uma forte textura pessoal. Isso não significa que cada um não seja livre de se conduzir á sua maneira. Sabemos, ao contrário, que o individuo é submetido, no seu pensar e acções, a normas objectivas e fixas; mas essas mesmas normas, e é este o ponto capital, são derivadas de um espírito puramente pessoal. Os bens são produzidos e manipulados, para que os consumidores possam largamente e vantajosamente satisfazer as suas necessidades, mas também para que os produtores e comerciantes encontrem o seu honesto beneficio suficiente, e claro, que o interesse do consumidor como o do produtor sejam satisfeitos segundo os usos e costumes legados pela tradição. Poderíamos dizer ainda que a vida económica era então tomada de um ponto de vista essencialmente natural, quer dizer que a estimação tinha como critério o bem de consumação de uma qualidade determinada.
Produtor e comerciante deviam encontrar no exercício honesto de suas actividades os meios de uma subsistência em relação com a classe a que pertenciam. Esta ideia de subsistência ou de alimento domina ainda a maneira de pensar da maior parte dos sujeitos económicos no principio da época capitalista, ainda mesmo que esses sujeitos económicos conduzam já os seus negócios segundo os princípios claramente capitalistas. A ideia em questão encontra o seu reconhecimento exterior nos regulamentos escritos e a sua justificação teórica nos obras sobre o comércio: “Falamos de falta de subsistência ou de subsistência insuficiente, logo que alguém caia numa situação tal que ganhe menos do que ele necessita para levar uma vida honesta ou satisfazer os seus credores” 21.
Durante toda esta época, a pesquisa desenfreada, ilimitada de benefícios era considerada pela maior parte dos sujeitos económicos como algo indecente, contrário ao Cristianismo: porque o espírito da velha filosofia económica do Tomismo reinava ainda, pelo menos oficialmente, sobre os espíritos. “Se tu... possuis uma mercadoria, tu podes tirar um beneficio honesto; fá-lo unicamente como bom cristão, que a tua consciência não tenha nada que te acuse e que a tua alma não obtenha nenhuma desvantagem” 22. Seja como for, a vida económica, em todas as suas reviravoltas, ainda estava subordinada á lei religiosa ou moral; ainda não era questão de separação entre a vida económica, de um lado, a religião e moral, de outro. Todo o acto estava ainda sob a dependência imediata da suprema instância moral: a vontade divina. E conquanto o espírito da idade média estivesse em vigor, esta vontade era inteiramente e rigorosamente estrangeira á concepção mammonista (ndt: deus Mammon) das coisas, e por esse facto a vida material do tempo encontrava-se temperada por um sólido factor moral.
Produtor e comerciante devem encontrar no exercício da sua profissão o meio de assegurar a sua subsistência: esta ideia directriz devia chegar antes de tudo á delimitação de certas esferas de actividade no conjunto do comércio de um país ou de uma região e á atribuição de uma esfera de acção para cada sujeito económico, em relação com o lugar que ele ocupava. O que foi dito sobre a idade média 23 continuará a ser verdade em todas as concepções económicas que tiveram curso até ao fim do séc.19: cada direito comporta uma determina esfera de influência e o lugar que ocupa cada individuo na sociedade, em vez de ser deduzida de princípios gerais, une-se a uma esfera determinada na qual ele é julgado capaz de exercer a sua influência.
Por isso é que a colectividade (que se considera sempre como a responsável da sorte do individuo) vigia para que antes de tudo o conjunto dos seus produtores e comerciantes disponham de um campo de actividade assim vasto que possível: tal é a ideia fundamental de toda a política mercantil que segue em linha direita a política económica das conglomerações da idade média. Se necessário, toma-se de força ou defender-se-á pela força um campo de actividade nos quais os sujeitos do Estado precisam. Sabemos que nos nossos dias toda a política comercial e colonial repousa sobre esta ideia fundamental. A extensão das relações comerciais e, por consequência, a aumentação de saídas para os produtos nacionais aparecem assim única e exclusivamente como um problema que não pode ser resolvido que através da força exercida na sua mais alta tensão. Todas as vezes que haja concorrência, caso que não se poderia produzir senão fora das fronteiras do país, o sucesso dependia das aptitudes militares, e não comerciais.
Notas:
9. Given in Leon Brunschvicg, “Les Juifs en Bretagne au 18 sc.,” in R.E.J.. vol. 33 (1876), pp. 88, 111.
10. “Les Juifs et les Communautés d’Arts et Métiers,” in R.E.J., vol.36, p. 75.
11. M. Maignial, La question juive en France en 1789 (1903), contains a great deal of material from which the prevailing feeling among French merchants against the Jews in the 17th and 18th centuries becomes apparent.
12. p. 14, quoted by Maignial, op. cit., p. 92.
13. The opinion of Wegelin is given by Ernst Meyer, op. cit., pp. 513,522.
14. Czacki, Rosprava o Zydach, p. 82; cf. Graetz, vol. 9, p. 443. Almost word for word the same cry is heard from Rumania, cf. Verax, La Roumanie et les Juifs (1903)
15. Maignial, p. 92.
16. Philander von Sittewaldt, op. cit.
17. Georg Paul Honn, Betrugs-Lexicon, worinnen die moisten Betrügereyen in allen Standen nebst denen darwider guten Theils aienenden Mittein endeckt, Dritte Edition (1724).
18. Allgemeine Schatzkammer der Kaufmannschaft oder vollständiges Lexikon aller Handlungen und Gewerbe, vol. 2 (1741) p. 1158.
19. Charakteristik von Berlin. Stimme ernes Kosmopoliten in der Wüste (1784), p. 203.
20. J. Savary (Œuvre posthume, continue . . . par Phil-Louis Savary), Dictionnaire universel de Commerce, vol. 2 (1726), p. 447.
21.
Allgemeine Schatzkammer, vol. 1 (1741), p. 17.
22.
Allgemeine Schatzkammer, vol. 3 (1742), p. 1325.
23.
This is only the expression of the mediaeval view. It is excellently
well discussed in R. Eberstadt, Französische Gewerberecht (1899), p.
378.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Werner Sombart: Os judeus e a vida económica (1ª parte)
Werner Sombart
Os judeus e a vida económica
Formação de uma mentalidade capitalista
O que nós dissemos sobre a parte tomada pelos Judeus no processo de objectivação, da vida económica moderna já mostra com claridade suficiente que a influência dos Judeus se estende bem além das formas exteriores que eles elaboraram. É a Bolsa, que seguidamente á evolução subida durante os últimos séculos, cessou de ser uma simples organização exterior dos processos económicos: para bem o compreender, para bem tomar pulso ás suas características essenciais, nós devemos buscar a penetrar o espírito que a anima. As novas formas de organização industrial nasceram, também, de um espírito muito particular e não podem ser compreendidas se não as visualizarmos como uma emanação deste “espírito” particular. Assim aplicar-me-ei desde já a chamar a atenção do leitor, não somente sobre o feito que nossa economia nacional deve a sua marca aos Judeus, desde o momento que estes tomaram uma parte das mais activas na elaboração das partes mais importantes da sua estrutura exterior, mas também sobre um outro mecanismo interno da visa económica moderna, os princípios da direcção económica, em resumo o que forma o espírito da vida económica ou, para empregar um termo mais adequado, a mentalidade económica deixa-se levar na sua grande parte á influência judaica.
Para ter a prova desta afirmação, nós devemos enveredar por caminhos algo diferentes daqueles que seguimos até aqui.
É difícil, senão impossível, de fornecer a prova "documental" da influência da qual nos ocupamos aqui. O que nos servirá, nesta busca, o principal ponto de apoio, é a "mentalidade" que reinava nos meios onde o espírito judeu, no que tinha de mais particular, era percebido de maneira evidente como um espírito bem estrangeiro. Faço alusão aos comerciantes não-judeus e aos seus porta-palavras. As opiniões em curso nesses ambientes, apesar de sua parcialidade e do sentimento de ódio que quase sempre os anima, constitui entretanto a única fonte de informações que nós buscamos, porque elas representam a reacção inocente á natureza judaica, não conformada á dos não-Judeus, e reflectindo quase sempre esta como um espelho (por vezes côncavo, é verdade). Digamos que se nós queremos utilizar os julgamentos dos contemporâneos (que, pensamos bem, viam nos Judeus os seus piores inimigos), para fazermos uma ideia da maneira particular dos Judeus de se comportarem nos negócios, nós devemos antes de tudo ler nas entrelinhas e tomar precaução para extrair a verdade desta pilha de opiniões. O que no entanto é de maneira a facilitar a nossa pesquisa, é a uniformidade por assim dizer esquemática dos julgamentos, uniformidade não devida a cópias ou imitações, mas á semelhança ou mesmo á identidade das circunstâncias que as provocaram e constituem naturalmente a prova (quase sempre indirecta) desses julgamentos.
Ora, antes de tudo, um facto que parece ser evidente, é que em todo o lado onde os Judeus aparecem como concorrentes, entende-se queixas a acusar a sua influência nefasta sobre a situação dos comerciantes cristãos: nas memórias e súplicas que endereçam ás autoridades, estes queixam-se de que os Judeus são uma ameaça para a sua existência, tirando-lhes o seu ganha-pão, privando-os da sua “alimentação”, tudo isto em desviando para eles a corrente da clientela. Veja-se, sobre esse sujeito, alguns trechos de escritos do séc.17 e do séc.18, ou seja da época que nos interessa mais.
Alemanha – Em 1672, as corporações dos Estados de Brandeburg queixam-se de que os Judeus “tiram o alimento da boca aos outros habitantes do país” 1. E lemos quase palavra por palavra na petição dos comerciantes de Danzig, do 19 Março de 1717: “Esses seres nefastos arrancam-nos o pão da boca” 2. Os cidadãos da velha cidade de Magdebourg oporem-se (1712, 1717) á admissão de Judeus pela simples razão que “a prosperidade da cidade e o bom desenrolar do comércio só podem sofrer da concorrência judaica” 3. Numa representação endereçada pela cidade de Ettenheim (em 1740) ao príncipe-bispo lê-se isto: “é de notoriedade pública que os Judeus são para a comunidade uma fonte de grandes problemas e de grande corrupção”. Maneira de ver que tinha recebido a sua expressão no provérbio:
“Alles verdirbt in der Stadt
Wo es viele Juden hat”
Wo es viele Juden hat”
(“Tudo se degrada na cidade onde há muitos Judeus”). 4
Na introdução geral ao édito (prussiano) de 1750, lê-se: “os comerciantes nas nossas vilas queixam-se de que os Judeus trazem um grande prejuízo àqueles que têm o mesmo comércio que eles”. Os comerciantes (cristãos) de Nuremberga assistem com impotência ao espectáculo dos seus clientes irem fazer as compras aos Judeus. Após a sua expulsão de Nuremberga, a maior parte dos Judeus imigraram para Fürth (1469). Mas os burgueses de Nuremberga que, naturalmente, só buscavam a sua vantagem de consumidores, não hesitaram a deslocar-se a Fürth para fazerem as suas compras. E foi durante o séc.17 e todo o séc.18 uma avalanche de ordenanças proibindo ou tentando ao menos restringir as compras aos Judeus de Fürth 5.
Sabemos, que ainda durante todo o séc.13, as corporações de comerciantes (e naturalmente também as corporações de artesãos) estavam fechadas aos Judeus 6.
Inglaterra – Mesma atitude hostil dos comerciantes cristãos face aos Judeus durante os séc. 17 e 18: “Os Judeus são um povo subtil... que priva os comerciantes ingleses dos benefícios que eles realizariam se os Judeus não lá estivessem” ; os Judeus “fazem os seus negócios de maneira prejudicial aos comerciantes ingleses” 7. Uma lei foi votada em 1753 que deveria facilitar aos Judeus a naturalização; mas o descontentamento da população contra o povo detestado era tão grande que foram obrigados a revogar a lei logo no ano seguinte. Dentre as razões alegadas para que se pudesse recusar aos Judeus esse direito, uma das principais foi a apreensão de ver os Judeus, uma vez naturalizados, invadir o país e suplantar em todo o lado os ingleses: “oust the natives from their employment - tirar o emprego aos da terra” 8.
Notas:
1. König, op. cit., p. 97.
2. “Zur Geschichte der Juden in Danzig,” in Monatsschrift, vol. 6 (1857), p. 243
3. M. Güdemann, “Zur Geschichte der Juden in Magdeburg,” in Monatsschrift, vol. 14 (1865), p.370.
4. Quoted by Liebe, op. cit., pp. 91–2.
5. Regesten, in Hugo Barbeck’s Geschichte der Juden in Nürnberg und Fürth (1878), p. 68.
6. See, for instance, the conduct of the Berlin Retailers’ Gild as related in Geiger’s Geschichte der Juden in Berlin, vol. 2 (1871), pp. 24, 31.
7. Josiah Child, Discourse on Trade, 4th ed., p. 152. Child reports the prevailing opinion without saying one word by way of criticism. But he does make it clear that the accusation levelled against the Jews is no crime at all.
8. See extracts from the polemical pamphlets of the period in Hyamson, p. 274.
Continua na 2ª parte
Fontes: principal - versão francesa (1924) de apoio -versão inglesa (1911, esta versão contém muitos cortes e abreviações, como é dito pelo tradutor na introdução do livro).
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Assimilação ou choque de civilizações ?
É um assunto complicado na medida em que muitos especialistas defendem que a judiaria e seus lacaios não estão em busca de qualquer tipo de "choque de civilizações" mas sim de assimilar todos os afro-árabes na sociedade europeia de maneira a que aos poucos e poucos os brancos sejam minoritários e em consequência, finalmente desaparecerem do mapa. Nós podemos entender a via da assimilação por uma óptica marxista. Esta consigna que na realidade os europeus têm um instincto revolucionário que mais nenhum outro povo tem. Nós temos de ter em conta que é questão de raça e não de uma luta de classes como Marx sempre desejou impor. Isto porque a classe proletária europeia não difere em nada da classe proletária asiática. Tanto num caso e noutro não se deixa de ser a (e não uma) classe proletária. Portanto só pela óptica de uma luta de raças poderemos entender o conceito de "instincto revolucionário" de Marx, próprio aos europeus, digamos, ás pessoas de raça branca, arianos. Só assim poderemos então entender a distinção obscura entre a classe proletária europeia e asiática, que deixa de ser obscura e clarifica-se compreendendo a coisa como raça ariana e raça asiática. Basta descodificar Marx e tentar transpor tudo para a "luta de raças", ver "luta de religiões". Ver aqui uma tentativa de descodificação.
Para resumir, entenda-se os conceitos marxistas pelo seguinte:
- luta de classes fica luta de raças
- classe proletária europeia fica raça ariana
Ora tentando assimilar outras raças na sociedade europeia, visa-se destruir este "instincto" europeu, que se extinguirá pelo meio de uma substituição de população que a Europa sobe desde há uns 40 anos. Estamos numa fase de industrialização imigratória, em grande escala. Os mundialistas pelos vistos estão apressados, tem se a sensação que correm contra o tempo. Poderiam ter optado pela discrição como tinha sido até á pouco tempo atrás, continuar a fazer vir imigrantes mas não de modo industrial como nestes últimos tempos. Isso não suscitaria tanta controvérsia e muitos europeus que acordaram entretanto, continuariam ainda a "dormir" e quando acordariam, já seria tarde demais, pois já seriam minoritários sem saberem ler nem escrever.
Agora porque é que os mundialistas optaram pela industrialização massiva imigratória ? Aqui só podemos tentar responder através de duas questões:
- será que correm contra o tempo ?
- será estão em busca do "choque de civilizações" ?
Se porventura correm contra o tempo, deduz-se que têm uma data na agenda mundialista a cumprirem. Sabemos que estas pessoas são muito viciados em números cabalísticos, e não admira que desejam chegar aquela data que têm em mente e prosseguirem com a fase seguinte do projecto cabalo-messiânico. Aqui só podemos fazer suposições porque aventurar-se em datas seria muito aleatório.
Mas esta inserção parece algo contraditória, pois sabemos que este tipo de satanistas pensam a longo termo. São como estafetas ao longo dos séculos que vão passando sem cessar, o marco a outros, e assim sucessivamente, prosseguindo a bem ou a mal o projecto. Mas não é impossível que tenham, apesar da mentalidade do "longo termo", uma data especifica em mente.
A outra hipótese, é que estão em busca de um "conflito de civilizações", entenda-se "conflitos raciais". Aqui é que está o problema; como conciliar "assimilação" e "conflitos raciais" ? Isto é contraditório! É que para se atingir o objectivo da "assimilação" afro-árabe na sociedade europeia, tem de se evitar custe o que custe, os conflitos raciais. Ora bem, nós assistimos cada vez mais a vários conflitos, sobretudo com estes imigrantes recentes. E isto vai em crescendo e não vai parar assim tão rápido. O caso das violações de mulheres europeias pelos afro-árabes, veio despertar ainda mais o sentimento de patriotismo naqueles que já o eram e também naqueles que até agora andavam a dormir no consumismo e bem-estar. Os mundialistas sabem muito bem que estas pessoas tem propensão para violar mulheres. Não é por acaso que só mandaram para aqui maioritariamente homens; cerca de 75% dos imigrantes são homens, autênticos frustrados sexuais habituados a verem as mulheres vestidas como um saco de batatas na terra deles, onde abandonaram mulheres, crianças e idosos á sua sorte.
Ainda para mais, quando estes imigrantes são altamente protegidos pelos lacaios governantes ao serviço da oligarquia talmúdica, mesmo com esta sucessão de violações e criminalidade sempre a aumentar, mais protegidos ainda são! Isto é um incentivo para estes imigrantes cometerem mais e cada vez mais crimes contra os europeus.
Visto assim, teremos de admitir que os mundialistas buscam o "conflito racial" propositadamente sem perderem então de vista a "assimilação" social afro-árabe. Aparentemente contraditório, temos antes de ver o desenrolar do "conflito de civilizações" como um meio para atingir um fim e não como um fim em si mesmo.
Para apoiar este ponto de vista, veja-se o artº 5 do projecto mundialista "Aurora Vermelha", que nada mais é que os Protocolos dos Sábios de Sião actualizados para o nosso tempo:
Eles contam provocar o caos em todos os sentidos dentro da Europa, para que a população a um dado momento esteja mais receptiva a escutar e aceitar as soluções que os mesmos mundialistas instigadores do caos proporão ás massas, tudo em prosseguindo os planos de assimilação e incentivo á mestiçagem.
É certo que os oligarcas judeus, pretendem o caos total. Que a Europa vá mesmo abaixo. Eles conjugam todas as forças para o conseguirem. Devemos-nos pôr na cabeça destes satanistas e ter em vista o principio cabalístico absoluto que os rege : "Ordo ab Chaos".
Será neste ponto, neste dito "Ordo Ab Chaos", que se as forças necessárias forem reunidas, os mundialistas poderão sofrer o reverso da medalha.
Alexandre Soljenitsyne previra que será neste momento, que homens valentes e corajosos, surgirão do meio das ruínas, da destruição total, para dar a glória de outrora á Europa... será do leste europeu que surgirão estes homens.
Autor: Gang2 Ervilha
Para resumir, entenda-se os conceitos marxistas pelo seguinte:
- luta de classes fica luta de raças
- classe proletária europeia fica raça ariana
Ora tentando assimilar outras raças na sociedade europeia, visa-se destruir este "instincto" europeu, que se extinguirá pelo meio de uma substituição de população que a Europa sobe desde há uns 40 anos. Estamos numa fase de industrialização imigratória, em grande escala. Os mundialistas pelos vistos estão apressados, tem se a sensação que correm contra o tempo. Poderiam ter optado pela discrição como tinha sido até á pouco tempo atrás, continuar a fazer vir imigrantes mas não de modo industrial como nestes últimos tempos. Isso não suscitaria tanta controvérsia e muitos europeus que acordaram entretanto, continuariam ainda a "dormir" e quando acordariam, já seria tarde demais, pois já seriam minoritários sem saberem ler nem escrever.
Agora porque é que os mundialistas optaram pela industrialização massiva imigratória ? Aqui só podemos tentar responder através de duas questões:
- será que correm contra o tempo ?
- será estão em busca do "choque de civilizações" ?
Se porventura correm contra o tempo, deduz-se que têm uma data na agenda mundialista a cumprirem. Sabemos que estas pessoas são muito viciados em números cabalísticos, e não admira que desejam chegar aquela data que têm em mente e prosseguirem com a fase seguinte do projecto cabalo-messiânico. Aqui só podemos fazer suposições porque aventurar-se em datas seria muito aleatório.
Mas esta inserção parece algo contraditória, pois sabemos que este tipo de satanistas pensam a longo termo. São como estafetas ao longo dos séculos que vão passando sem cessar, o marco a outros, e assim sucessivamente, prosseguindo a bem ou a mal o projecto. Mas não é impossível que tenham, apesar da mentalidade do "longo termo", uma data especifica em mente.
A outra hipótese, é que estão em busca de um "conflito de civilizações", entenda-se "conflitos raciais". Aqui é que está o problema; como conciliar "assimilação" e "conflitos raciais" ? Isto é contraditório! É que para se atingir o objectivo da "assimilação" afro-árabe na sociedade europeia, tem de se evitar custe o que custe, os conflitos raciais. Ora bem, nós assistimos cada vez mais a vários conflitos, sobretudo com estes imigrantes recentes. E isto vai em crescendo e não vai parar assim tão rápido. O caso das violações de mulheres europeias pelos afro-árabes, veio despertar ainda mais o sentimento de patriotismo naqueles que já o eram e também naqueles que até agora andavam a dormir no consumismo e bem-estar. Os mundialistas sabem muito bem que estas pessoas tem propensão para violar mulheres. Não é por acaso que só mandaram para aqui maioritariamente homens; cerca de 75% dos imigrantes são homens, autênticos frustrados sexuais habituados a verem as mulheres vestidas como um saco de batatas na terra deles, onde abandonaram mulheres, crianças e idosos á sua sorte.
Ainda para mais, quando estes imigrantes são altamente protegidos pelos lacaios governantes ao serviço da oligarquia talmúdica, mesmo com esta sucessão de violações e criminalidade sempre a aumentar, mais protegidos ainda são! Isto é um incentivo para estes imigrantes cometerem mais e cada vez mais crimes contra os europeus.
Visto assim, teremos de admitir que os mundialistas buscam o "conflito racial" propositadamente sem perderem então de vista a "assimilação" social afro-árabe. Aparentemente contraditório, temos antes de ver o desenrolar do "conflito de civilizações" como um meio para atingir um fim e não como um fim em si mesmo.
Para apoiar este ponto de vista, veja-se o artº 5 do projecto mundialista "Aurora Vermelha", que nada mais é que os Protocolos dos Sábios de Sião actualizados para o nosso tempo:
"...nós provocaremos dentro desses Estados, um afluxo importante de refugiados que terá como efeito, a desestabilização da sua economia interior, e aumentar as tensões raciais no interior do território."Este aumentar das "tensões raciais" corresponde perfeitamente com a visão de "conflito de civilizações" promovido pela oligarquia judaica em território europeu. Conceito esse idealizado cientificamente por Bernard Lewis, como se fosse uma novidade para o mundo neófito, mas na realidade há muito tempo inscrito nos anais judaicos desde os tempos de Solomon Molkho, afinado por Menasseh ben Israel e cabe finalmente a Bernard Lewis dar-lhe um corpo "cientifico".
Eles contam provocar o caos em todos os sentidos dentro da Europa, para que a população a um dado momento esteja mais receptiva a escutar e aceitar as soluções que os mesmos mundialistas instigadores do caos proporão ás massas, tudo em prosseguindo os planos de assimilação e incentivo á mestiçagem.
É certo que os oligarcas judeus, pretendem o caos total. Que a Europa vá mesmo abaixo. Eles conjugam todas as forças para o conseguirem. Devemos-nos pôr na cabeça destes satanistas e ter em vista o principio cabalístico absoluto que os rege : "Ordo ab Chaos".
Será neste ponto, neste dito "Ordo Ab Chaos", que se as forças necessárias forem reunidas, os mundialistas poderão sofrer o reverso da medalha.
Alexandre Soljenitsyne previra que será neste momento, que homens valentes e corajosos, surgirão do meio das ruínas, da destruição total, para dar a glória de outrora á Europa... será do leste europeu que surgirão estes homens.
Autor: Gang2 Ervilha
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