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quarta-feira, 9 de março de 2016

A judiaria fomenta uma iminente guerra civil na Europa



Há qualquer coisa no ar, que nos adverte para uma iminente guerra civil.

Jacques Attali, um político judeu sem influência nenhuma (sic), dizia em 2015, que “ainda não tínhamos visto nada”, referia-se ele, sem dúvida, a um afluxo massivo de imigrantes-invasores para 2016, pior que em 2015. Os transtornos sociais devem começar a agitar-se com maior amplitude do que até agora tinha sido visto.

O Rabino Touitou, judeu talmudista-cabalista, dizia que o ponto principal onde deverá começar a guerra civil é na França e alastrar-se por toda a Europa como dinamite 1. O que se passou em 2005 e 2011 na França e Inglaterra, foi apenas o aperitivo do que virá muito proximamente. Muita atenção então deve ser dada à França, mais que qualquer outro país europeu. O “estado de emergência” decretado pelo governo franco-judaico da França, não é obra do acaso. Ele impede mesmo os muçulmanos de saírem do país, segundo os bons desejos dos juízes. Tudo é bom para reter os muçulmanos dentro da França.

Quando começará a guerra civil ?

Eis a questão. Aqui ninguém pretende ter uma bola de cristal, mas podemos-nos aventurar na especulação, sem mais. Se tivermos em conta o que os judeus, filhos da Sinagoga de Satanás, dizem, provavelmente entre este ano e 2017, algo vai acontecer. Podemos especular mais ou menos uma data, se atendermos ao facto de que antes de cada eleição, misteriosamente em França sempre se produz um atentado 2. As próximas eleições estão previstas para Abril de 2017... muito provavelmente alguma coisa acontecerá. Este poderá ser o sinal da judiaria para o início das hostilidades étnicas. Também se poderá dar o caso de um colapso económico que rapidamente espalharia o caos em todo o lado.

Sobre o começo da guerra civil em França, um ex-policia francês, dizia que já um relatório secreto de 2000 3, estimava que os ghettos em França dispunham de armamento suficiente para armar cerca de 3 milhões de afro-árabes... nós já estamos em 2016 desde então. Para os antagonismos, estimula-se o nacionalismo, apoiado pela rede Gladio, a preparar-se para o confronto. Este mesmo Gladio que dá logística de armamento aos ghettos, sem que uma e outra parte desconfiem que o adversário fornece-se no mesmo grossista. Esta maneira de proceder encontramos-a muitas vezes na história da judiaria, nada de novo. De um lado e de outro, encontramos sempre os mesmos.

O Rabino Chaya, dizia o seguinte: “Quando no combate de galos, os mais fortes se massacrarem um ao outro, o pequeno galo, fraco, raquítico, que ficou num canto da arena a observar os grandes no combate, surgirá então como o mais forte e único sobrevivente4. Ele referia-se às turbulências que vão afligir a Europa, no qual o único vencedor será Israhell, o pequeno galo. Por isso é que todo o judeu apoia a imigração massiva para a Europa, salvo para a terra deles. Esta é a arma dos judeus para desencadear o caos. “O Islão é a nossa vassoura”, dizia um Rabino, “quando queremos fazer um trabalho, nós enviamos os filhos de Ismael”, continuava ele. O mesmo dizia o seguinte “Esta guerra entre Islão e Ocidente é necessária, porque um vai utilizar o outro para que Israhell não entre em guerra5.

Primavera Europeia

Ainda não à muito tempo, vimos bem o começo do que foi a Primavera Árabe e o resultado: milhares de mortos, países completamente destruídos, e um florescimento do terrorismo até lá impensável.

Esta Primavera Árabe nada mais foi que a execução do plano Oded Yinon, mais um plano satânico da judiaria. Que me expliquem , como é que pessoas sem influência nenhuma, minoritários, conseguem mesmo assim por tais planos em execução ? São necessários meios financeiros gigantescos e uma influência poderosíssima na política. O pior, é que ainda não acabou. Em principio derrapou na Síria, mas com um preço muito alto a ser pago: milhares de mortos, destruição de infra-estruturas, cidades arrasadas, e uma imigração massiva para a Europa, impulsionada pela judiaria, esta mesma que destruiu os países destes imigrantes. Não sejamos cegos, pois a Primavera Europeia aproxima-se, que, como citado acima, os judeus esperam que ela arranque a partir da França e, durante décadas trabalharam para que isso aconteça. O que vimos nos países árabes, onde o Oded Yinon passou e tudo destruiu, vamos observá-lo na Europa igualmente.
Toda esta confusão sanguinária oriunda dos filhos da Sinagoga de Satanás, tem como objectivo unicamente de sacrificar vidas humanas ao demónio que eles adoram e levar avante o projecto de domínio mundial. Fazer com que a Europa deixe de olhar para a Palestina por momentos, ou incitar os europeus a porem-se do lado de Israhell (pelos vistos alguns já estão do lado deles mesmo antes da hora, os tais “nacionalistas” da Sinagoga), o que faria com que encontrassem muita pouca oposição caso decidam alargar o território e ocupar definitivamente a Palestina. Não sabemos como se vai passar, mas sabemos que as duas forças opostas, são apoiadas pela judiaria. Quantos e quantos jihadistas, bem treinados, já entraram no território europeu ? São células dormentes que apenas esperam o sinal dos porcos judeus para desencadear actos de vandalismo, que forçosamente encontrará uma reacção (prevista de longa data) por parte de entidades ligadas à área militar.

O que devemos fazer face a isto ?

Aqui é que a porca torce o rabo. Não existe solução clara para este problema. Em principio estamos todos metidos numa armadilha.

Nós estamos face ao seguinte problema: ou se aceita a assimilação, ou se aceita o choque de civilizações. Se você estiver contra a assimilação, obrigatoriamente está a favor do choque de civilizações, por um lado, se estiver contra este último, obrigatoriamente estará a favor da assimilação. Tanto num como noutro, o judeu está por detrás, e só ele sairá a ganhar seja qual for o resultado.

O problema aqui, não consiste a escolher uma das duas únicas opções que nos são apresentadas, mas sim a encontrarmos uma terceira via a esta problemática. Esta é a grande dificuldade. Nós estamos em pleno numa formulação hegeliana: Tese (assimilação) – Antítese (choque de civilizações) = Síntese (execução dos planos da judiaria e consequente domínio mundial)

Certos especialistas, sugerem que o choque de civilizações, culminará numa vitória dos europeus sobre os invasores, e que em seguida irão libertar a Palestina para os judeus. A Rabinaria por outro lado, deixa entender que os invasores vencerão os europeus (no mínimo matarão todos os cristãos, segundo o que dizem) e que em seguida se retornarão contra Israhell, e será lá, nesse momento, que virá o messias satânico dos judeus livrá-los dos árabes.

Sinceramente, não vislumbro uma solução à primeira vista. É necessário, e mais que urgente, pensarmos naquilo que poderia ser uma terceira via para esta problemática.

Notas:                                                              

1- https://youtu.be/805QONa3Jo8?t=48m50s
(A França é o único país do mundo que é capaz de vender todo um povo, toda uma cultura ao Islão em troco de envelopes por baixo da mesa. Quer dizer, pronta a destruir uma Nação inteira só para estar em alta e receber dinheiro. Só há um país capaz de fazer isso, é a França. E porque ela começou, todos os outros países a seguem […] A França será o arranque de toda a história da gueoula, como o dizia Rabi, a gueoula partirá da França. É de lá que tudo vai partir. Quando vocês começarem a ver as revoltas começarem, e eu afirmo-vos que será para brevemente, a França vai explodir. Nunca se queimou tantas viaturas na Europa, cerca de 12 mil viaturas... dêem-me um só país que faça isto ? Só mesmo em França. É a partir da França que tudo começará.) NdR: o Rabino, esqueceu-se foi de dizer que foram os seus mesmos compatriotas que abriram as portas à imigração, mas esta falsidade e hipocrisia é própria aos judeus, filhos da Sinagoga de Satanás. Nós conhecemos bem esta escumalha de longe!
2- http://gangdaervilha.blogspot.pt/2015/12/cronologia-dos-atentados-estranha.html
3- https://youtu.be/jjBTGMQsf_0?t=11m
de 15:33(...são toneladas de armas de guerra que se acumularam nos subsolos dos bairros sociais, desde há 20 ou 30 anos, e sobre os quais o Estado, sempre proibiu acções de polícia. E isso é algo que eu mesmo conheci quando era jovem polícia, é um assunto que remonta a 25 anos atrás. Nessa época quando era um jovem polícia, princípios dos anos 90, os oficiais superiores, os comandantes de grupo operacional de manutenção da ordem, estimavam que a França, eu cito: “está num estado permanente de guerra civil apenas contido”. Princípio dos anos 90! Em 2000, houve um relatório dos serviços de vigilância, que foi elaborado por uma Comissária, uma mulher de seu nome Lucienne Bui Trong, comandado pelo Estado, não para que seja acessível ao público, evidentemente, mas para que os impostores da época, os traidores da Nação desse tempo, possam avaliar a situação e desenvolvimento da conspiração, que vai levar a França ao caos, esse caos que eu denuncio. E o que nos diz esse relatório ? Ele diz-nos que em 2000, das conclusões mais graves desse relatório, que em termos de armamento, os bairros sociais têm a capacidade de armar cerca de 3 milhões de insurgentes! Eu deixo-vos imaginar o que isso representa hoje...15 anos mais tarde.) NdR: este artigo não tem como objectivo traduzir vídeos, mas Stan Maillaud, fala-nos bem mais do assunto, inclusive da Rede Gladio que está por detrás de todos os dirigentes militares de alta patente que se preparam a ambientar os espíritos para o embate com os insurgentes. Esta mesma Rede Gladio que fornece toda a logística aos terroristas para cometerem os atentados em solo europeu, que fornece todos os ghettos de França em armamento extremamente ofensivo pela via das máfias dos Balcãs e afins.
 Vide o ponto 21 deste artigo, logo nos rendemos conta que os traidores do Estado Francês, todos enjudaizados, escondem o que se passa na realidade. O povo francês vai descobrir essa realidade no dia J, e seguidamente quase todos os países europeus, assim que os filhos da Sinagoga de Satanás decidirem o momento.
4- https://www.youtube.com/watch?v=t0JExtZfXcU
5- https://youtu.be/WH7rj0xJwTU?t=6m27s
                                                                                           Autor: Gang2 Ervilha


sábado, 27 de fevereiro de 2016

Werner Sombart: os judeus e a vida económica (5ª parte)


 Continuação da 4ª parte

O principio puramente capitalístico, no qual o valor de troca de uma mercadoria só importa ao capitalista, o qual não tem de dar conta da sua qualidade como bem de consumação, esse principio, dizíamos, conseguiu impor-se muito lentamente e com dificuldade, e nós temos por prova as lutas de opinião que se desenrolaram a esse propósito na Inglaterra, não mais tarde que o séc.18. É evidente que sobre esse ponto, como muitos outros, Jos. Child era oposto à grande maioria dos seus contemporâneos e mesmo dos seus colegas, quando pretendia que era aos empresários de julgar qual género de mercadoria e de que qualidade deveria ser produzida para o mercado. E ficamos com uma impressão estranha, quando o entendemos reivindicar para o fabricante o direito de produzir e de por à venda mercadorias de pacotilha. “Se nós queremos, diz ele 39, conquistar o mercado mundial, nós devemos imitar os Holandeses que fabricam as piores como as melhores mercadorias, pois é unicamente assim que nós seremos em estado de satisfazer todos os mercado e todos os gostos”.

Ao conjunto das representações que nós acabamos de esboçar o quadro, liga-se de uma maneira orgânica a ideia do justo preço, que manifestamente perdurou durante as primeiras fases da época capitalista. O preço não é uma coisa que o primeiro sujeito económico a surgir possa manobrar à sua vontade. Como todo o processo económico, a formação dos preços é subordinada às leis supremas da religião e da moral. O preço deve ser estabelecido, de maneira a que estejam salvaguardados tanto os interesses do produtor, do comerciante e do consumidor. E o estabelecimento do preço que satisfaz esta condição depende, não do arbitrário individual, mas de certas normas objectivas. Quais são essas normas e onde temos de as ir buscar ? Esta questão recebeu ao longo dos séculos as respostas mais variadas. Segundo a maneira de ver da idade-média, tal e qual nós a encontramos ainda em toda a sua pureza em Lutero, o montante do preço devia ser estabelecido segundo os gastos e o trabalho que a fabricação de uma mercadoria tivesse custado ao produtor (ou comerciante) : o preço, podemos dizer, era estabelecido com base nos gastos de produção. Mas sob a influência da extensão das relações comerciais, e mais particularmente a partir do séc.16, as ideias sobre o justo preço sobrem uma profunda modificação e ficam cada vez mais dependentes das variações e oscilações do mercado. Saravia della Calle, que jogou, sob o meu ponto de vista, um papel dos mais importantes no desenvolvimento da teoria dos preços, já deduz sem reservas o justum pretium daquilo a que chamamos hoje a relação entre a oferta e demanda 40. Mas seja como for, o que importa, é que o preço é concebido como algo não influenciável pelo arbitrio individual e cuja formação obedece a normas objectivas, obrigatórias para todos. Tal é ainda a maneira de ver dos escritores do séc.17 : os Scaccia, os Straccha, Turri, etc. E a necessidade objectiva que preside à formação dos preços é de ordem moral (e não, como se fará mais tarde, de ordem “natural”) : o indivíduo não deve (mais tarde dizer-se-à pelo menos : “não deveria”, “não pode”) estabelecer os preços arbitrariamente.

A atmosfera geral criada pela obediência a esses princípios era, durante as primeiras fases do capitalismo, aquela de uma vida calma, isenta de imprevistos. A estabilidade, o tradicionalismo, tais eram ainda as características de toda essa época. O indivíduo, mesmo enquanto se ocupava de negócios, não estava ainda perdido no barulho e frenesim dos negócios. Ele era ainda mestre de si mesmo. Ele conservava ainda a dignidade de homem livre e recusava-se a sacrificar o melhor de si mesmo em busca de benefícios. Uma espécie de honra pessoal manifestava-se ainda nas relações de negócios. Para tudo dizer em uma só palavra, o comerciante ainda tinha postura. Isto é naturalmente ainda mais verdade na província que nas grandes cidades, centros do capitalismo em vias de desenvolvimento. Um bom observador da sua época insiste com força sobre o “tom honroso e altivo dos negociantes da província41. Nós vemos claramente à nossa frente o comerciante ao velho estilo : um pouco rígido e rústico, vestido com os seus calções e casaco longo, penteado com uma peruca, ele anda calmamente, consciente da sua dignidade, habituado que está em fazer os seus negócios sem grande esforço cerebral e sem muito zelo, a servir uma clientela que conhece de longa data, cujos gostos e necessidades não lhe reservam nenhuma surpresa, o que lhe permite ganhar a sua vida sem precipitação e sem pressas.

Considera-se hoje que um homem é tanto mais ocupado quanto mais os seus negócios sejam prósperos e o vejamos mais apressado e importunado. Ora, no séc.18 ainda, os homens apressados, correndo a toda a velocidade eram, ao contrário, considerados como desorientados : o homem verdadeiramente ocupado caminha com um passo medido. Mercier tinha pedido, em 1778, a Grimold de la Reynière, o que ele pensava dos negociantes de Lyon, este deu-lhe esta resposta infinitamente interessante e que pinta de um só traço toda uma época 42: “Em Paris corremos, estamos apressados, porque somos ociosos ; aqui nós caminhamos calmamente, porque estamos ocupados”.

Podemos perfeitamente fazer entrar nesta categoria o piedoso não-conformista, o Quaker, o Metodista, que nós consideramos de livre vontade como o primeiro representante das ideias capitalistas. Cheio de dignidade, cheio de postura, ele segue o seu caminho ; como na sua vida interior, ele deve observar a medida na sua conduta exterior. “Caminha silenciosamente, sem fazer barulho com os teus pés”, diz um mandamento da moral puritana 43. “O crente tem, ou deveria ter, e, se ele é verdadeiramente crente, ele deve ter uma atitude bem medida e ficará na sua viatura com pose e elegância44.

Notas:

39. Josiah Child, A New Discourse of Trade, 4th ed., p. 159.
40. Such teaching is met with as early as the later 16th century. Saravia della Calle, whom I regard as of supreme importance in the history of the theory of just price, goes so far as to deduce it from the relationship of supply and demand. His work, together with that of Venuti and Fabiano, is printed in the Compendia utilissimo.
41. (Mercier) Tableau de Paris, vol. 11 (1788), p. 40.
42. “A Paris on court, on se presse parce qu’on y est oisif; ici l’on marche posément, parce que l’on y est occupé.” Quoted by J. Godard, L’Ouvrier en Sole, vol. 1 (1899), pp. 38–9.
43. Memoirs of the Rev. James Fraser, written by himself. Selected Biographies, vol. 2, p. 280; Durham’s Law Unsealed, p. 324, quoted by Buckle, History of Civilization, vol. 2, p. 377.
44. Durham’s Exposition of the Song of Solomon, quoted by Buckle, loc. cit.

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Partes 1 a 5 em versão pdf para descarregar:

https://drive.google.com/file/d/0B2kgizPDAAx0RHBLLXZoU21zM0E/view?usp=sharing
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O que pensa a maioria dos judeus sobre a imigração


 Não é propriamente, e sistematicamente, o Talmude em si que rege o pensar de todos os intelectuais judeus...
“Os nossos próprios estudos, de facto, mostram que a totalidade dos intelectuais judeus incentivam a mestiçagem entre brancos, negros e árabes. Que eles sejam religiosos, laicos ou ateus, que eles sejam marxistas ou liberais, que eles sejam sionistas ou anti-sionistas, judeus de Israel ou da diáspora, todos os intelectuais judeus, sem alguma excepção, são partidários da sociedade multirracial e incentivam com todas as suas forças a imigração terceiro-mundista onde quer que eles estejam instalados ." Hervé Ryssen
 
“A mestiçagem dos povos é uma das grandes obsessões do judaísmo. É encontrado em todos os intelectuais judeus, sejam eles religiosos ou ateus, marxistas ou liberais. Isto é porque o povo judeu não pode ser reconhecido como o "povo eleito de deus" sem que todas as outras identidades nacionais sejam reduzidas a pó. O judaísmo político é na verdade uma força de destruição, e este solvente é tanto mais poderoso que a presença judaica no sistema mediático nacional é importante.” Hervé Ryssen
 
“Esta expectativa messiânica está no coração da religião hebraica e da mentalidade judaica em geral, incluindo entre os judeus ateus.” Hervé Ryssen

"Os Intelectuais judeus podem ser liberais, marxistas, sionistas, religiosos ou ateus. Mas todas essas divergências não invalidam em nada o fundamento messiânico das suas aspirações. E sobre a imigração, precisamente, eu posso confirmar que há neles uma unanimidade." Hervé Ryssen

Será, para retomar a expressão de Jacob Cohen, o "tribalismo judaico" ?

Vejamos que com Talmude ou sem Talmude, os intelectuais judeus pensam todos da mesma forma. Todos sem excepção! O que nos resta para além do Talmude, é a noção de tribo, os laços do sangue. Conquanto seja uma raça mestiçada, eles guardam entre si, apesar disso, traços familiares muito fortes . Esta talvez seja a explicação para este pensar homogéneo, tanto no judeu talmudista como no judeu não-talmudista. Sendo o judeu um cosmopolita por excelência, e seja qual for o judeu, minoritário ou maioritário, não será muito difícil deduzir que  nenhum se possa verdadeiramente opor à imigração. Uma tal oposição seria como negar todas as raízes cosmopolitas que se encontram na maneira de estar e de viver do judeu desde há séculos.

É portanto um engano, pensar ou crer que a maioria dos judeus seguem uma cúpula sionista ou que então sejam influenciados por esta.  Não é necessário segui-la para se ter estes ideais. Não é necessário ser religioso algum para se estar de acordo com a ideologia talmúdico-cosmopolita, a própria raça exprime desde há séculos estes ideais, conscientemente ou inconscientemente.

Independentemente da condição social ou crenças, todo o judeu é pró-imigração... salvo para o país deles. Portanto em Israhell 1 em cada 4 casais sofrem de esterilidade, enquanto na Europa, a proporção é de 1 para cada 6... Israhell só não sofre de um declínio demográfico, graças à GPA e genética eugénica.

PS: Escusado será por todas as citações dos livros dos intelectuais judeus, sejam eles Rabinos ou simples escritores ateus, seria muito longo. O que Hervé Ryssen resume de todos os escritos dos intelectuais judeus desde há séculos, é o que está aí. Existe uma grande uniformidade na maneira de pensar de todo o judeu ao longo dos séculos. É impossível dizer que esta maneira de pensar faz parte de uma suposta "minoria". Ao contrário, são todos eles que pensam assim. Parece um pensamento fotocopiado século após século até aos nossos dias.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Um ponto de vista sobre as violações de Colónia

E elas ainda dizem bem-vindos...
Vamos fazer uma pequena e breve retrospectiva histórica para bem tomarmos o pulso a este assunto e tomarmos a plena consciência do que se passa, e aonde isto nos leva. Aviso desde já que poderei não estar certo, mas sinceramente não vejo outra maneira de olhar para o assunto.

Em todos os tempos, o ser humano sempre sentiu a necessidade da ajuda de seus semelhantes. Ele organizou-se, de maneira a que um conjunto de membros, se disponham de maneira elaborada para defender a sua tribo, o seu clã, seu território.

Este conjunto de pessoas dividiam os vários trabalhos entre si no dia a dia. Uns especializavam-se no fabrico de armas, outros na caça, agricultura, colheita, pastoreio... Sendo que o caçador necessitava da arma fabricada pelo ferreiro, assim como ambos necessitavam da arte de outros em trabalhar a terra, da colheita, do pastor, e inversamente. Esta coesão era reforçada pelos laços familiares. No entanto à medida que a tribo crescia, fazia-se urgente alargar o território, ou mudar para um local com alimento mais abundante, e como de costume naqueles tempos, a mentalidade era a de pilhar as tribos vizinhas. Sendo esta pilhada, então passava-se à seguinte, e assim sucessivamente por esses territórios afora. Estávamos nos tempos dos nómadas.

Vamos-nos focar no ponto da pilhagem. Pois este vai-nos fazer compreender o porquê das violações de massa.

As razias tinham como objectivo principal o roubo dos animais domésticos, fonte de muitas calorias.  Para além do aspecto alimentar, ter muitos animais domésticos procurava o prestígio social à tribo e era sinónimo de riqueza. É assim que por exemplo os antigos gregos descreviam os bárbaros germanos e celtas, com os seus animais domésticos, tais como os rebanhos de vacas, cabras e ovelhas, os seus maiores tesouros. Para se ver o contraste, eles nem tão pouco passavam cartão ao ouro.

O segundo objectivo, era raptar mulheres, isto proporcionava o alargamento da tribo, da comunidade. Este aspecto era de certeza, geralmente seguido após a razia dos rebanhos. Os homens eram feitos escravos e as mulheres integradas à tribo. Com o tempo, mesmos os homens eram assimilados à tribo. Podemos ver neste caso, no rapto de mulheres, a necessidade instintiva de prolongar os genes da tribo.

Estas práticas de outrora, foram praticadas com mais ou menos frequência em todas as partes do mundo. Elas cessaram, numa certa medida, desde que o homem deixou o nomadismo e adopta a fase de sedentarismo. Mas mesmo assim, não era raro, e mesmo muito frequente no tempo da expansão islâmica, que estes façam autênticas razias com o único objectivo de capturar mulheres europeias, para vendê-las no mercado da escravatura.

Onde quero chegar é o seguinte, é isto que se passa exactamente com estes imigrantes invasores. Hoje eles não precisam de roubar rebanhos como se fazia outrora, os próprios governos das nações europeias oferecem-lhes os recursos calóricos que necessitam e todos os bens próprios à nossa época sem pagar um tostão. Alguém paga, mas de certeza não sai do bolso deles nem dos políticos corruptos. Comida à borla, cama à borla, serviços hospitalares à borla, escola à borla, transportes públicos à borla etc, etc. Este ponto é o que se assemelha ao primeiro objectivo de uma razia, de que falávamos lá atrás. Salvo que desta vez, é o próprio invadido que oferece todo o recheio sem resistência alguma.

Só no segundo objectivo da razia, o do rapto das mulheres, é que os nómadas de agora, os imigrantes, têm de fazer um esforço. Diga-se, à margem da lei. As violações nada mais são que este instinto bárbaro de raptar as mulheres das outras tribos como troféu. De uma Europa civilizada, nós estamos a recuar para uma época incivilizada, que vai reflectir a moral pútrida destes invasores no seu geral ao longo do tempo. O mais ignóbil nesta história, é que muitas das mulheres violadas, foram precisamente aquelas pró-imigração... apenas estão a sofrer as consequências das suas acções.

Podemos resumir e compreender então, que estamos a subir uma autêntica invasão se tivermos em conta os mesmos princípios que levavam os antigos povos nómadas a proceder da mesma maneira: a invasão seguida de rapto de mulheres.

Mesmo se o rapto não será propriamente um sinónimo de violação, um e outro têm o mesmo carácter que resulta sempre num acto forçado e contrário à vontade da víctima.

Haveria muitas considerações a ter em conta, como a feminização da sociedade europeia ; o culto da pornografia no qual sempre se mete uma mulher europeia como protagonista, e que em consequência nada mais faz que aguçar o apetite de violar uma europeia ; a conivência e o bem-estar dos nossos políticos com toda esta situação... mas chegará o dia em que lhes tocará a eles, terão de sofrer as consequências de terem obedecido àquele grupinho minúsculo que não tem nenhuma influência na política, nem na economia, coitadinhos. Eles não representam a comunidade da qual fazem parte, são uma ínfima minoria sem autoridade alguma.

Autor: gang2 ervilha