Interessei-me a um livro de Stanislav Volski 1, porque a sua data de edição, 1920, fez-me crer que, muito provavelmente um livro escrito após dois anos da revolução judaico-bolchevista, certamente deveria oferecer muito conteúdo original e, sobretudo, certamente impregnado daquela ingenuidade própria a alguém que descreve durante o fogo da acção, toda uma sucessão de eventos acabados de lhe passar à frente sem que, por tanto lhe venha à ideia ou tenha tempo de ocultar certos feitos menos agradáveis. E, é neste relato de Stanislav, que sente-se uma naturalidade tão genuína que a descrição que ele faz, não nos deixa outra escolha que não seja a de visualizar mentalmente o que é descrito. É uma visão cinzenta, sem um mínimo de cor alegre, sem um raio de sol, morte, fome... que mais poderia trazer de bom ao mundo uma criação judaica, à parte a fome, morte e miséria ?
Nas páginas 12 e 13, somos obrigados a parar, porque algo lá descrito chamou-me imenso a atenção. Coisas de aparência vulgar, que as pessoas naquela época nem imaginariam que quase um século mais tarde, seria aplicada com sucesso. Digamos que, para os olhos atentos de Stanislav, esse facto não pôde escapar, mesmo que nem lhe tenha passado seguramente pela cabeça o que se escondia por detrás e a repercussão que viríamos a sofrer hoje em dia.
Stanislav contas-nos que todos os homens de letras, doutores, enfim, todos aqueles que conseguissem raciocinar ou fossem suspeitos de poder raciocinar para além dos parâmetros estabelecidos pelo judeo-bolchevismo, eram simplesmente eliminados ou aprisionados, eram inimigos. Quanto mais burra a pessoa fosse, melhor seria aceite na sociedade judaico-comunista. Na impossibilidade óbvia de eliminar tudo e todos à mínima suspeita, os dirigentes satânico-judaicos do bolchevismo, puseram em prática o que se conhece e se nomeia hoje em dia por “uniformização pelo baixo”.
Um dos sujeitos atingidos por essa “uniformização”, foi justamente a “ortografia”. E é neste ponto que a minha leitura fez uma pausa, porque se olharmos para o “Acordo Ortográfico” de hoje, é exactamente o mesmo procedimento, e é aqui, que talvez possamos afirmar que a primeira experiência de “uniformização” ou “desculturalização”, da linguagem e escritura, teve a sua primeira experiência na bolchevaría judaica. Eu não encontro na história, ditadura ou forma de governo que tenha feito algo semelhante com a linguagem e escrita, evidentemente, a par de uma "uniformização geral da sociedade" em todos os sentidos. Outra, as páginas 12 a 13, fazem lembrar de forma impressionante “1984” de George Orwell. Era mesmo capaz de dizer que George Orwell veio aqui inspirar-se para a sua obra.
Transcrevo aqui a página 12 e parte da 13:
Tudo à minha volta é o reino do frio... O pensar humano parece ter parado num gelo. Ele parece ter sido transformado em algumas fórmulas indefinidamente repetitivas e inúteis na vida corrente. Toda a gente tem no bolso a eterna verdade publicada uma vez para servir sempre as colunas dos jornais bolcheviques, imprimidas em papel de má qualidade, distribuídas gratuitamente e que devem ser aceites sem restrições.Contra o “acordo ortográfico” ? Sim senhora, estou de acordo, mas lembrem-se sempre, que o “acordo ortográfico” tem as suas origens (acabamos de o ver no artigo acima) no maior e mais amplo sistema de governo jamais criado pela escumalha judaica e responsável por mais de 300 milhões de almas sacrificadas aos deus Mammon por esse mundo fora... Nem o Islão, com os seus milhões de mortos (60 milhões só na Índia), consegue chegar aos calcanhares das criações mortíferas dos judeus.
Assim todo o esforço de raciocínio individual é tido como inútil. É por isso, que todos são iguais uns aos outros, todos falam a mesma linguagem simplificada, todos seguem pelo seu pensar e pelas suas maneiras a moda prescrita do alto. Os restaurantes nacionalizados não se podem distinguir de um posto de policia que, por seu lado, muito dificilmente conseguem ser distinguidos dos teatros soviéticos. Os salões desses teatros lembram em parte as casernas e os postos de administração do Estado, assim como também a sala de quarentena. Também, tendo visitado um desses lugares, pode-se dizer ter visto tudo. Mas esta visita única pode mesmo ser evitada pelo viajante desejoso de se instruir. Basta que ele se lembre de um hangar em mau estado de conservação, a atmosfera de uma sauna turca de 3ª classe, e o aspecto geral de um asilo de noite. Então sem risco de inexactidão, ele pode descrever de uma maneira completa a arquitectura dos Comunistas Russos. (ndt: mais preciso, seria “arquitectura dos porcos judeus”)
A linguagem e a maneira de estar foram simplificadas tanto quanto a arquitectura. Os escritores de artigos de primeira página dos jornais soviéticos adoptaram, para serem populares, quase todas as expressões porcas em voga entre os cocheiros rascas. Estes, por um lado, para seguirem o progresso, adoptaram, no seu arsenal de expressões à moda, os termos de “sabotador” e “guarda branco” que eles designavam, segundo cada caso, os seus clientes. A ortografia também foi desembaraçada de todas as delicadas curiosidades linguísticas que a distinguiam ao tempo de Tolstoï e Dostoïevski de maneira que não houvesse nenhuma diferença entre aqueles que foram à escola e aqueles que nunca lá foram, De todo esse caos linguístico, pouco a pouco surge uma espécie de “língua vulgar” desprovida igualmente do respeito das regras da decência.
Por uma espécie de consentimento tácito, todos decidiram desembaraçar-se dos móveis. Os burgueses, porque esses móveis lhes seriam confiscados, os obreiros igualmente devido à falta de cavalos, que os impedia de transportar para suas casas os móveis que eles teriam escolhido nas casas dos burgueses, e os dirigentes porque apesar dos decretos mais rigorosos, nada do que se confiscava chegava ao destino. Se acrescentarmos que as cartolas de cano alto desapareceram completamente, e que os chapéus de feltro estavam tão desgastados que mais se assemelhavam aos bonés dos obreiros, o triunfo da homogeneidade universal será evidente. Parece que um barbeiro atravessou todo o país, com a sua lâmina tirando tudo o que distinguia os habitantes uns dos outros. Todos são iguais, todos repetem as frases e o pensar de um do outro, todos imitam os imitadores.”
Autor: gang2 ervilha
Notas:
1- "Dans le royaume de la famine et de la haine", Stanislav Volski , pág.12-13

