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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Werner Sombart: os judeus e a vida económica (7ª parte)

Judeu usureiro roubando o goy
               Continuação da 6ª parte
Ora que vemos nós ?

Em primeiro lugar, o Judeu apresenta-se a nós como o homem de negócios puro, como o homem que, em negócios, só conhece os negócios e que, se conforma ao espírito da verdadeira economia capitalista, proclama, em presença de todos os fins naturais, a primazia do ganho, do lucro, do beneficio.

Eu não poderia deixar de citar a melhor prova, a apoiar esta proposição, que as Mémoires de Glückel von Hameln. Este livro, hoje traduzido em alemão, é, em muitos pontos, uma fonte infinitamente preciosa para aqueles que desejem conhecer o papel que os Judeus tiveram nas fases iniciais do capitalismo, assim como o carácter e género particular de suas actividades. Glückel von Hameln era a mulher de um negociante de Hamburgo e vivia na época da primeira grande expansão da comunidade judaica de Hamburgo-Altona (1645-1724). Esta extraordinária mulher aparece como um tipo verdadeiramente vivente dos Judeus de então. Nos primeiros capítulos (os outros já ressentem a velhice da autora), o seu relato é de um natural impressionante, de uma frescura e de um espontaneidade deliciosa. Nós vimos através dessas Mémoires alguém que nos conta toda a sua vida, e uma vida muito rica.

Se eu cito precisamente este livro para mostrar que o amor do ganho era o traço dominante dos Judeus dessa época, é porque pensei que esta particularidade era verdadeiramente comum para que a encontremos como uma característica dominante numa mulher assim excepcional como Glückel. Nesta mulher, de facto (e, notemos, em todas as outras pessoas que ela tem qualquer coisa a dizer), todas as ideias e todos os sentimentos só têm um centro e um só objectivo: o dinheiro. Bem que os relatos concernentes a certos negócios propriamente ditos ocupem muito pouco espaço nas suas Mémoires, encontrei no entanto 609 passagens (313 páginas) onde é questão de dinheiro, de riqueza, de lucro, etc. A autora nunca fala de uma pessoa e de suas acções, sem fazer a esse propósito uma remarca relativa aos negócios de dinheiro. E se há um interesse que domina todos os outros é aquele que toca ás vantagens pecuniárias do casamento. O casamento dos seus filhos: isto é o que preocupa principalmente Glückel. “Ele viu o meu filho, com o qual ele estava próximo de se entender, mas um diferendo quanto a mil marcos fez o caso ir abaixo” (p.238). Veja-se em que termos ela fala do seu próprio recasamento (p.280): “À tarde, eu casei-me, e o meu marido ofereceu-me nessa ocasião um lindo anel de uma onça”.

Eu veria voluntariamente nesta maneira singular, outrora muito comum entre Judeus, de tratar os casamentos uma prova do grande apreço que eles tinham pelo dinheiro, e sobretudo um sintoma de suas tendências a avaliar em dinheiro mesmo as coisas que não podem ser comercializadas. Mesmo as crianças têm um preço: e é, aos olhos dos Judeus desta época, uma verdade incontestável. “Eles são todos meus filhos, escreve Glückel, e será perdoado a todos, tanto aqueles que me custaram muito dinheiro quanto àqueles que nada me custaram”. As crianças (enquanto objectos de casamento) têm um preço, e eles têm mesmo um valor que varia consoante a situação do mercado. É assim que nós aprendemos, neste caso, que um pai especulou sobre os seus próprios filhos. Conhecemos bem o relato muito citado de Salomon Maïmon sobre o qual Graetz nos conta o seguinte: “Aos 11 anos ele conhecia tanto o Talmud... que ele era desejado como noivo. O seu pai, que estava sempre em necessidade, tinha-lhe procurado, por excesso de especulação, duas noivas de uma vez, sem que o jovem afiançado... tenha visto uma só”.

Os casos deste tipo poderiam ser citados por dezenas, o que permite de os considerar como típicos.

Poderiam nos dizer: nas famílias cristãs os interesses de dinheiro ocupam um lugar também muito importante, só que ninguém o admite: simples hipocrisia. Esta objecção é se calhar em parte justificada. Mas então eu considerarei este traço especificamente judaico esta ingenuidade, esta simplicidade com a qual os Judeus fazem do interesse de dinheiro o principal dos seus interesses vitais, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Tal é o julgamento que tinham formulado sobre os Judeus os seus contemporâneos dos séc. 17 e 18. E esse consensus omnium pode bem ser citado a titulo de prova a favor da exactidão e ponto de vista que nós defendemos aqui. Durante o período da economia capitalista ainda imperfeitamente desenvolvido, o Judeu é considerado como o representante da mentalidade económica fundada unicamente sobre a paixão do lucro. O que o distingue do cristão, não era tanto o facto de se livrar à “usura”, de buscar o lucro, de acumular riquezas, mas sim o de ter praticado todas estas coisas em pleno dia, sem se esconder, sem buscar dar algo em troca. Sebastian Brandt e Geyler de Kraisersberg falam-nos de “usureiros” cristãos que eram bem piores que muitos dos seus congéneres judeus, muitos dos quais desprovidos de escrúpulos. E o que agravava ainda mais o caso desses usureiros cristãos, é que eles exerciam a sua profissão muito mal, afectando hipocritamente as intenções cristãs. “Enquanto um Judeu faz a coisa abertamente, sem ter vergonha, esses usureiros (cristãos) só têm o nome do Cristo na boca51.

Num relato publicado a 18 de Março de 1655, o reverendo Johannès Megalopolis diz dos Judeus que o seu único deus é Mammon, seu único objectivo é de ganhar dinheiro 52. E um outro observador muito atento da época julga com mais perspicácia ainda, quando afirma sobre os Judeus o seguinte 53: Não nos podemos fiar nas promessas feitas pelos Judeus daqui (no Brasil), raça sem fé e covarde, inimiga de todo o mundo, e particularmente dos Cristãos, sem se preocuparem em saber a quem pertence a casa que arde, desde que possam aquecer-se em frente ás brasas, prontos a sacrificar a vida de cem Cristãos para salvarem cem coroas.

Chama-se um verdadeiro Judeu, um comerciante usureiro e muito interesseiro, que amedronta e depena aqueles que tratam com ele”, diz Savary, que no entanto era muito favorável aos Judeus 54. E ele acrescenta: “estar entre as mãos dos Judeus é lidar com pessoas duras, tenazes e difíceis.” É verdade que a expressão: “os negócios são os negócios” é uma expressão de origem cristã. Mas é certo, por um lado, que são os homens de negócios judeus que foram os primeiros a aplicar esse principio, abertamente e francamente.

Não se deve negligenciar o facto que nos provérbios de todas as nações, o Judeu é representado como um homem avaro ao ganho, amoroso do dinheiro acima de tudo: “Mesmo para os Judeus, a Virgem Maria é uma santa mulher”, diz um provérbio húngaro (alusão aos ducados de ouro de Kremnitz que eram à efígie da Santa Virgem). “O amarelo é a cor favorita dos Judeus” (provérbio russo e alemão).

Todas as máximas e práticas de que se acusava os Judeus emanavam naturalmente deste irresistível amor pelo ganho que não olha a nenhum principio moral. Esta paixão que explica a conduta particular ou, se quisermos, má-conduta, segundo a expressão dos representantes da antiga organização corporativa de economia, má-conduta que os fazia passar por cima de todas as leis e todos os preceitos que traçavam um limite entre os diferentes ramos profissionais, entre as diversas especialidades do comércio e da industria. Uma das queixas mais frequentes, formuladas pelos produtores e comerciantes cristãos em todos os lugares onde eles tinham os Judeus como vizinhos e concorrentes era esta aqui: os Judeus não se contentam com uma só especialidade; eles patinam constantemente sobre todos as outros ramos, transtornando assim a organização cooperativa; eles atiram a eles todo o comércio e toda a industria; eles têm uma irresistível tendência à expansão. “Os Judeus, à força de se apropriarem todo o comércio acabarão por suprimir todos os comerciantes ingleses”, lemos nós num relatório do ano 1655 (55). “Os Judeus são homens engenhosos que não ignoram nenhum negócio”, diz Child resumindo a opinião dos seus contemporâneos 56. E Glückel von Hameln conta-nos (pág.25): “O meu pai fazia comércio de pedras preciosas e de muitas outras coisas: como bom Judeu, ele tocava um pouco a tudo”.

Notas:


51. Geyler von Kaiserberg’s sermon on the 93rd “Narrengeschwarm,” in S. Brandt’s Narrenschiff (to be found in the collection called Das Kloster, vol. I, p. 722, published by J. Scheible). Cf. Oskar Franke, Der Jude in den deutschen Dichtungen des 15, 16, und 17 Jahrhunderts (1905), especially section 4.

52. Quoted by A. M. Dyer, op. cit; p. 44.

53. Will. Ussellinx, quoted by Jameson, in Transactions of the Jewish Historical Society of America, vol. 1, p. 42. For Usselinx, see E. Laspeyres, Volkswirtschaftliche Ansichten der Niederlande (1863), p. 59.

54. Savary, op. cit., vol. 2, p. 449.

55. See Transactions of the Jewish Historical Society of America, vol. 3, p. 44.

56. Josiah Child, Discourse on Trade, 4th ed., p. 152.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

As origens do "Acordo Ortográfico": o judeo-bolchevismo


Interessei-me a um livro de Stanislav Volski 1, porque a sua data de edição, 1920, fez-me crer que, muito provavelmente um livro escrito após dois anos da revolução judaico-bolchevista, certamente deveria oferecer muito conteúdo original e, sobretudo, certamente impregnado daquela ingenuidade própria a alguém que descreve durante o fogo da acção, toda uma sucessão de eventos acabados de lhe passar à frente sem que, por tanto lhe venha à ideia ou tenha tempo de ocultar certos feitos menos agradáveis. E, é neste relato de Stanislav, que sente-se uma naturalidade tão genuína que a descrição que ele faz, não nos deixa outra escolha que não seja a de visualizar mentalmente o que é descrito. É uma visão cinzenta, sem um mínimo de cor alegre, sem um raio de sol, morte, fome... que mais poderia trazer de bom ao mundo uma criação judaica, à parte a fome, morte e miséria ?

Nas páginas 12 e 13, somos obrigados a parar, porque algo lá descrito chamou-me imenso a atenção. Coisas de aparência vulgar, que as pessoas naquela época nem imaginariam que quase um século mais tarde, seria aplicada com sucesso. Digamos que, para os olhos atentos de Stanislav, esse facto não pôde escapar, mesmo que nem lhe tenha passado seguramente pela cabeça o que se escondia por detrás e a repercussão que viríamos a sofrer hoje em dia.

Stanislav contas-nos que todos os homens de letras, doutores, enfim, todos aqueles que conseguissem raciocinar ou fossem suspeitos de poder raciocinar para além dos parâmetros estabelecidos pelo judeo-bolchevismo, eram simplesmente eliminados ou aprisionados, eram inimigos. Quanto mais burra a pessoa fosse, melhor seria aceite na sociedade judaico-comunista. Na impossibilidade óbvia de eliminar tudo e todos à mínima suspeita, os dirigentes satânico-judaicos do bolchevismo, puseram em prática o que se conhece e se nomeia hoje em dia por “uniformização pelo baixo”.

Um dos sujeitos atingidos por essa “uniformização”, foi justamente a “ortografia”. E é neste ponto que a minha leitura fez uma pausa, porque se olharmos para o “Acordo Ortográfico” de hoje, é exactamente o mesmo procedimento, e é aqui, que talvez possamos afirmar que a primeira experiência de “uniformização” ou “desculturalização”, da linguagem e escritura, teve a sua primeira experiência na bolchevaría judaica. Eu não encontro na história, ditadura ou forma de governo que tenha feito algo semelhante com a linguagem e escrita, evidentemente, a par de uma "uniformização geral da sociedade" em todos os sentidos. Outra, as páginas 12 a 13, fazem lembrar de forma impressionante “1984” de George Orwell. Era mesmo capaz de dizer que George Orwell veio aqui inspirar-se para a sua obra.

Transcrevo aqui a página 12 e parte da 13:
Tudo à minha volta é o reino do frio... O pensar humano parece ter parado num gelo. Ele parece ter sido transformado em algumas fórmulas indefinidamente repetitivas e inúteis na vida corrente. Toda a gente tem no bolso a eterna verdade publicada uma vez para servir sempre as colunas dos jornais bolcheviques, imprimidas em papel de má qualidade, distribuídas gratuitamente e que devem ser aceites sem restrições.

Assim todo o esforço de raciocínio individual é tido como inútil. É por isso, que todos são iguais uns aos outros, todos falam a mesma linguagem simplificada, todos seguem pelo seu pensar e pelas suas maneiras a moda prescrita do alto. Os restaurantes nacionalizados não se podem distinguir de um posto de policia que, por seu lado, muito dificilmente conseguem ser distinguidos dos teatros soviéticos. Os salões desses teatros lembram em parte as casernas e os postos de administração do Estado, assim como também a sala de quarentena. Também, tendo visitado um desses lugares, pode-se dizer ter visto tudo. Mas esta visita única pode mesmo ser evitada pelo viajante desejoso de se instruir. Basta que ele se lembre de um hangar em mau estado de conservação, a atmosfera de uma sauna turca de 3ª classe, e o aspecto geral de um asilo de noite. Então sem risco de inexactidão, ele pode descrever de uma maneira completa a arquitectura dos Comunistas Russos. (ndt: mais preciso, seria “arquitectura dos porcos judeus”)

A linguagem e a maneira de estar foram simplificadas tanto quanto a arquitectura. Os escritores de artigos de primeira página dos jornais soviéticos adoptaram, para serem populares, quase todas as expressões porcas em voga entre os cocheiros rascas. Estes, por um lado, para seguirem o progresso, adoptaram, no seu arsenal de expressões à moda, os termos de “sabotador” e “guarda branco” que eles designavam, segundo cada caso, os seus clientes. A ortografia também foi desembaraçada de todas as delicadas curiosidades linguísticas que a distinguiam ao tempo de Tolstoï e Dostoïevski de maneira que não houvesse nenhuma diferença entre aqueles que foram à escola e aqueles que nunca lá foram, De todo esse caos linguístico, pouco a pouco surge uma espécie de “língua vulgar” desprovida igualmente do respeito das regras da decência.

Por uma espécie de consentimento tácito, todos decidiram desembaraçar-se dos móveis. Os burgueses, porque esses móveis lhes seriam confiscados, os obreiros igualmente devido à falta de cavalos, que os impedia de transportar para suas casas os móveis que eles teriam escolhido nas casas dos burgueses, e os dirigentes porque apesar dos decretos mais rigorosos, nada do que se confiscava chegava ao destino. Se acrescentarmos que as cartolas de cano alto desapareceram completamente, e que os chapéus de feltro estavam tão desgastados que mais se assemelhavam aos bonés dos obreiros, o triunfo da homogeneidade universal será evidente. Parece que um barbeiro atravessou todo o país, com a sua lâmina tirando tudo o que distinguia os habitantes uns dos outros. Todos são iguais, todos repetem as frases e o pensar de um do outro, todos imitam os imitadores.
Contra o “acordo ortográfico” ? Sim senhora, estou de acordo, mas lembrem-se sempre, que o “acordo ortográfico” tem as suas origens (acabamos de o ver no artigo acima) no maior e mais amplo sistema de governo jamais criado pela escumalha judaica e responsável por mais de 300 milhões de almas sacrificadas aos deus Mammon por esse mundo fora... Nem o Islão, com os seus milhões de mortos (60 milhões só na Índia), consegue chegar aos calcanhares das criações mortíferas dos judeus.

Autor: gang2 ervilha

Notas:

1- "Dans le royaume de la famine et de la haine", Stanislav Volski , pág.12-13

segunda-feira, 28 de março de 2016

Werner Sombart: os judeus e a vida económica (6ª parte)


"Hé, hé! Deixa-me cá contar quanto é que roubei ao goy"

Continuação da 5ª parte

É neste mundo sólido e estável que os Judeus vieram dar o assalto. É a esta organização e a esta mentalidade económica que nós os observamos a dar golpes incessantes. As queixas dos comerciantes cristãos repousam sobre factos incontestáveis, e nós temos a prova não somente na concordância dos testemunhos, mas também na maneira em que as queixas são apresentadas e formuladas.

Seriam os Judeus os únicos a adoptarem uma posição contra o direito e a moral ? Será que somos autorizados a estabelecer uma distinção de principio entre o “comércio judeu” e o comércio não-judeu, qualificando este de comércio “sem consistência”, inclinado à mentira e à fraude, à violação das leis e da ordem estabelecida, e declarando-o como estrangeiro a todo o procedimento irrepreensível ? É certo que em principio os produtores e comerciantes cristãos deviam, eles também, violar mais de uma vez as prescrições do direito e da moral. A tendência a essas violações é muito inerente à natureza humana para que possamos afirmar que na época em que nós nos ocupamos tenha sido em geral melhor e mais honesta, mais consciente do seu dever que em outras. Só o número estonteante de ordenanças e de interdições que englobavam a vida económica de então é para nós uma prova que a tendência à desonestidade e à injustiça não devia ser negligenciada nos homens de negócios da época. Mas nós possuímos ainda uma grande quantidade de outros testemunhos donde ressalta que a moral comercial não apresentava então um nível muito elevado.

Logo que percorremos o Dictionnaire des fraudes que nós já citámos, livro que era muito lido no séc.18 (editado no principio desse século, teve várias edições em alguns anos) sentimos um verdadeiro mal-estar. Temos a impressão que o mundo inteiro é dominado pela fraude. Mesmo admitindo que esta impressão resulta da reunião num pequeno espaço de inúmeras possibilidades de fraude, não deixa de ser claro que a fraude e o engano deviam ser procedimentos muito em voga nessa época. É assim, por exemplo, que, segundo o autor de Allgemeine Schatzkammer der Kaufmannschaft (1742), “encontra-se hoje muitas poucas mercadorias que não tenham subido uma sofisticação45. Mais de um decreto do Império (como aquele de 1497), várias ordenanças de polícia (por exemplo, aquela de Augsbourg, de 1548) e ordenanças das corporações de comerciantes (por exemplo, aquela de Lübeck, de 1607) são dirigidas expressamente contra a sofisticação das mercadorias. E tanto que as mercadorias não fossem de primeira qualidade, a maneira de conduzir os negócios em geral deixava muito a desejar sob o ponto de vista da honestidade. Para os homens do séc.17 e do séc.18, a bancarrota fraudulenta devia ser um problema que se punha frequentemente, e de uma solução difícil. A todo o instante, nós entendemos as queixas ao sujeito da sua frequência 46. O relaxamento da moral comercial dos comerciantes ingleses do séc.17 era um facto universalmente reconhecido 47. Falsificações e fraudes eram “the besetting sin of English tradesmen”. “Nossos compatriotas, dizia um escritor do séc.17 48, dão a compreender a todo o mundo, pela sua subidas exageradas de todos os preços, que não hesitariam, se pudessem, a enganar toda a gente” (“by their infinite over-asking for commodities proclaim to the world that they would cheat all if it were in their power”).

Mas o que existe em tudo isto especificamente de judeu ? Será que podemos falar de uma maneira especifica judaica de se comportar em relação às regras estabelecidas ? Eu penso que sim e que a “transgressão das leis” especificamente judaica manifesta-se principalmente no facto de que nas violações do direito e da moral cometidas pelos Judeus não é questão de imoralidade acidental de um individuo sem escrúpulos, mas sim a manifestação da mentalidade comercial judaica, da sua maneira de compreender a conduta dos negócios. Da acção prática geral e contínua de certos actos, nós estamos em direito de concluir que os Judeus, em vez de considerarem como imoral e interdita esta maneira de agir, contrária às regras, estavam persuadidos, agindo como o faziam, que eles opunham uma verdadeira moral, um “direito verídico” a um sistema de direito e de moral absurda. Isto não se aplica naturalmente aos casos onde era questão de graves atentados contra a propriedade. É no mínimo necessário insistir sobre a diferença que existe entre os mandamentos e interdições sobre, por exemplo, à instituição mesmo da propriedade como tal (e isto aplica-se naturalmente também a toda a instituição jurídica) e os mandamentos e interdições sobre certas formas e certos modos de usufruto do direito de propriedade. As violações das primeiras serão consideradas como ilegais e sujeitas a punição, tanto quanto a propriedade existirá; quanto às violações das ultimas, elas serão julgadas diferentemente, segundo as concepções, variáveis de uma época à outra, sobre o modo de usufruto da propriedade (interdição da usura, usufruto privilegiado, etc.).

Na sua maneira de se comportarem nos negócios, os Judeus cometiam violações em uma e outra dessas categorias. Sem dúvida, os Judeus não se atardaram em recorrer anteriormente aos procedimentos considerados como ilegais no sentido próprio, puramente jurídico da palavra, logo que por exemplo (coisa que ninguém cessava de os acusar), eles livravam-se à dissimulação e comércio de mercadorias explicitamente roubadas 49. Mas essas práticas criminais no sentido próprio da palavra estavam longe de ser aprovadas pela maioria dos Judeus. Existia entre eles, tudo como os Cristãos, suficientemente de gente honesta para reprimir e condenar as práticas desse tipo. Por vezes essas práticas constituíam por assim dizer a especialidade de certos grupos determinados do povo judeu, mais ou menos suspeitos aos seus correligionários judeus cujas ideias sobre o direito e a moral aproximava-se bastante da dos Cristãos, para que eles sentissem, em presença de tais práticas, a mesma indignação que estes. A história dos Judeus de Hamburgo fornece-nos exemplos interessantes nos quais se manifestava esta oposição entre as concepções morais dos diferentes grupos da população judaica. A comunidade portuguesa desta cidade assume, no séc.17, frente às autoridades a responsabilidade da conduta comercial dos Judeus alemães recentemente imigrados. Assim que instalados, os “Tedescos” deviam assumir perante os “Portugueses” a responsabilidade de não aceitar objectos roubados e de não se livrarem aos negócios desonestos em geral.

Desde o ano seguinte, os representantes dos “Tedescos” foram convocados perante o “Mahamad” (presidente da comunidade dos “Sefarditas”), para responder a certas violações dos acordos concluídos. Uma outra vez, eles foram convocados por causa de uma compra, a uns soldados, de objectos que estes tinham roubado 50.

Nós devemos portanto, se quisermos saber em que consistia a moral comercial especificamente judaica, começar por eliminar (sem portanto exagerar a importância) aquelas violações do direito e da moral que provocavam a reprovação da maioria dos Judeus eles mesmos e ter só em conta aquelas que supunham o concensus omnium do mundo dos negócios judaicos em geral, e são estas transgressões, desta ultima categoria, que nos permitirão concluir da existência de uma mentalidade económica especificamente judaica.

Ora que vemos nós ?

Em primeiro lugar, o Judeu apresenta-se a nós como o homem de negócios puro, como o homem que, em negócios, só conhece os negócios e que, se conforma ao espírito da verdadeira economia capitalista, proclama, em presença de todos os fins naturais, a primazia do ganho, do lucro, do beneficio.

Notas:
45. Allgemeine Schatzkammer, vol. 4 (1742), p. 666.
46. See, for instance, Mercier, Tableau de Paris, vol. 2, p. 71.
47. Samuel Lambe, in his scheme for a national bank [see note 22, Chapter 6] speaks of the low commercial morality of English merchants as compared with the reliability of (say) the Dutch
48. Owen Felltham in his Observations (1652), quoted by Douglas Campbell, The Puritan in Holland, England, and America, vol. 2 (1892), p. 327.
49. This accusation was levelled against the Jews from the early mediaeval period down almost to this very day. Cf. G. Caro, Sozial- und Wirtschaftsgeschichte der Juden, vol. 1 (1908), p. 222; Bloch, op.cit., p. 12; article “Juden,” in Allgemeine Schatzkammer; von Justi, Staatswirtschaft, vol. 1 (1758), p. 150. For Germany more especially, see Liebe, Das Judenthum in der deutschen Vergangenheit (1903).
 50. According to a Minute Book of the Portuguese community in Hamburg — A. Feilchenfeld, “Die alteste Geschichte der deutschen Juden in Hamburg,” in Monatsschrift, vol. 43 (1899), p. 279.

PS: as partes 1 a 5 podem ser descarregadas aqui :  https://drive.google.com/file/d/0B2kgizPDAAx0RHBLLXZoU21zM0E/view

sábado, 26 de março de 2016

Rasgos de lucidez

Hervé Ryssen
 O inimigo prioritário

Nós o repetimos uma vez mais, para aqueles que duvidam ainda: O nosso pior inimigo está aninhado no interior das nossas Nações. Ele tomou posse dos comandos e utiliza-nos para chegar aos seus objectivos, ele sabe utilizar as massas muçulmanas na Europa e em todo o mundo. Nesta situação esquizofrénica, a confrontação com o mundo muçulmano aparece como uma verdadeira bênção, pois ela permite-nos tomar a medida do perigo. O Sistema entretém esta ameaça dentro dos nossos muros para nos enfraquecer, e combate-a no exterior para se proteger. Temos então, ao contrário, de combatê-la na nossa casa, na Europa, e encorajá-la na cena internacional, onde ela se opõe, por enquanto, ao eixo americano-sionista.

Nós temos um inimigo prioritário, ainda mais pérfido, potente e destruidor que os mollahs asiáticos que, eles, têm pelo menos o mérito de serem facilmente identificáveis. Nada nos pode fazer perder de vista o nosso objectivo, que é o de libertar os povos da Europa do mundialismo, de arrancá-los da dormência democrática onde eles estão atolados, de os livrar de uma vez por todas, das utopias dos direitos do homem e da alienação hollywoodiana. Nós aspiramos antes de tudo a desembaraçar-nos daquele que é o nosso pior inimigo: a democracia ocidental, que tem de se considerar, agora, como a mais formidável máquina de guerra contra os povos brancos.

Nós lutamos contra a democracia parlamentar, porque esse regime de morte conseguiu a façanha de trazer para o nosso solo nossas centenas de milhares, milhões de imigrantes africanos em alguns anos e que os seus representantes entendem obviamente, trazer mais alguns milhões. Nós lutamos contra este regime para além das nossas fronteiras, porque por onde ele se conseguiu impor, destruiu povos, através da imigração e mestiçagem, e que são os povos europeus que mais têm sofrido até hoje.

A imigração não é algo natural

Tem de se dizer e repetir: a imigração não é um fenómeno natural, mas o resultado de uma constante propaganda cosmopolita que corresponde ao projecto político-religioso do povo judeu.

Pensem o que pensarem os esquerdistas e os ultra-democratas, a imigração não é um fenómeno natural. É planeado, organizado, orquestrado por oligarquias financeiras, por grupos de pressão bem identificados, que a utilizam para diluir as nações etnicamente homogéneas e enfraquecer a sua resistência.

Sobre a esquerda radical

O ódio à raça branca é mais forte do que a defesa do proletariado. Basta apenas ler um folheto desses "anti-mundialistas" para se perceber imediatamente que eles estão mais preocupados com o destino das massas do Terceiro-Mundo que pelas dificuldades sentidas pelos trabalhadores europeus.

 Como a África resolve o problema da imigração

- Em 1958, a Costa do Marfim expulsa 10.000 Daomé (Benin) em dois tempos três movimentos.
- Em 1969, o Gana expulsa um milhão de estrangeiros, sob o clamor alegre da população local.
- Em 1983, o Nigéria fez descampar um milhão e meio de indesejáveis sem sequer terem tempo para se barbearem.
- Em 1985, o Nigéria, mais uma vez, meteu à porta 700.000 ganenses após os servir devidamente com uma palestra.
- Em 1993, a África do Sul convida de forma educada mas firme 80.000 moçambicanos a descolar. Em 1994, a África do Sul livra-se de 90 000 desordeiros.
- Em 1995, o Gabão despeja 55.000 vândalos dos bairros pela força da bala.
- Em 1996, o Senegal manda para fora milhares de guineenses.
- No mesmo ano, o Gabão expulsa 80.000 vândalos e a Líbia 330.000.
- O Coronel Khaddafi considerava que eles constituíam uma ameaça para a segurança interna, chegando mesmo a acusar alguns deles de propagar o HIV.
- Em 1998, a Etiópia ejecta 50.000 eritreus para regozijo da população. 
(lista não exaustiva)


Os nossos concidadãos

Nós temos muita tendência a esquecer que vivemos num universo mental muito longínquo da maior parte dos nossos concidadãos. Logo que descobrimos o meio nacionalista e que comecemos a inclinarmos-nos para os seus trabalhos, nós não vamos logo de seguida para o que há de mais radical e barroco. Uma lenta evolução é necessária para se chegar à compreensão global da impostura democrática. Lendo muito, podemos pensar que será necessário 1 ano ou 2 para dar a volta à questão. Quer dizer que o fundo do nosso pensamento político está muito desfasado em relação às convicções dos eleitores democratas! O único meio de estabelecer um diálogo com todas essas pessoas intoxicadas é falar-lhes com a sua linguagem. É assim que se deve falar de “oligarquias financeiras” com um trotskysta, de “big brother” com um anarquista, de “justiça social” com um socialista, de “liberalismo” com um eleitor de direita ou de “imigração” e “insegurança” com os idosos. E considerar todo o bom mundo com a mais grande das simpatias em vez de menosprezar toda essa gente à nossa volta que não compreendem absolutamente nada – mas nada de nada – ao que lhes acontece. É o abc da propaganda política. Nós sabemos bem que nem sempre é fácil ser nacionalista: forte do seu saber e da compreensão infalível do andar do mundo, ele tem uma ligeira tendência a desprezar os seus compatriotas necessitados: o que é muito mau.

A provocação escrita, verbal ou visual é em todos os casos a prescrever, pois é evidente que ela faz fugir mais do que ela fascina ; e vocês acordarão facilmente que não é esse o objectivo a alcançar. Não se deve de momento fazer medo, mas sim de assegurar e seduzir. O Sistema estabeleceu um cordão sanitário à nossa volta afim de impedir todo o diálogo. É assim que milhões dos nossos jovens compatriotas têm uma reacção pavloniana à mínima evocação do perigo da extrema-direita: palpitações cardíacas, olhos que saem das órbitas, baba nos lábios e insultos a profusão. […] : o povo deve ser educado, e é precisamente a primeira preocupação de cada nacionalista de dar provas de compreensão e da maior paciência com os nossos concidadãos ainda sob o poder dos tentáculos do audiovisual. Desprezemos um pouco menos, e tentemos da melhor maneira explicar o nosso ponto de vista, pois somos nós que temos razão e não é permitido duvidarem. Mesmo esses burros de anarquistas são capazes de compreender se lhe explicarmos bem as coisas; e por vezes em tão pouco tempo que nem o pensamos, à condição que eles não tenham passado a data de validade, bem entendido.

Sobre os americanos

Se nós somos anti-americanos, é porque os EUA são o ferro de lança da democracia multirracial no mundo. É assim tão complicado a compreender ?

Os Estados Unidos são o principal vector da democracia conquistadora do planeta. É por esta razão, e só por esta razão que consideramos os EUA como nossos inimigos.

O ódio judaico

É essencial compreendermos que o nosso destino depende da chama que cada um de nós entretém em si mesmo. Se os nossos inimigos são hoje assim tão poderosos, é porque eles estão perfeitamente convencidos que o seu deus lhes ofereceu a terra como pastagem e a destruição das nações da Europa será a realização da "Grande Obra". É esta fé inabalável que faz deles um povo militante, literalmente obcecado com a realização das profecias, animado por uma obstinação infernal para destruir o mundo branco, determinados a submeter todo o universo à sua vontade. Cada um dos seus filmes, cada um dos seus livros, cada um dos seus actos tende para esse objectivo. Tudo isto está escrito; tudo isto está nos textos. Toda esta propaganda multicultural que invadiu os nossos écrans e livrarias é apoiado por uma fé religiosa, messiânica, que legitima todos os enganos, todas as mentiras e todas as manipulações. Na cave húmida e sombria, os alquimistas da propaganda, etiquetaram a palavra "tolerância" no frasco de um elixir tóxico. Entre eles, de facto, o melhor néctar ainda tem sempre o gosto de veneno. Eles acarinham o seu cão antes de o degolarem, lisonjeiam o povo "soberano", antes de o depenar, eles provocam as guerras, mas sempre em nome da humanidade e da democracia. E eles imaginam que as populações mestiças do mundo ao qual aspiram não se retornem contra eles, a um momento ou outro!

O problema é que sempre ao longo da história e em todas as civilizações, sempre se encontrou pessoas, face a eles, determinados a não se deixarem depenar sem reagir. No que nos toca, nós também temos uma fé inabalável no cumprimento da nossa missão histórica. É sobre nós que pesa a missão de libertar a Europa e a humanidade toda inteira da tirania do deus Mammon e da finança internacional. É sobre nós que pesa a missão de abater esse monstro que se alimenta de ódio religioso contra as Nações do mundo inteiro. Nada nos poderá impedir de levar em frente o nosso combate a seu termo. Tudo é permitido ; todas as perspectivas estão abertas à nossa frente. Basta crer, e combater. Para já, podemos sentir a inquietude no inimigo. Brevemente, sentirão o terror.

Autor: Hervé Ryssen (pequena compilação feita pelo blog de vários textos presentes nos livros do autor)