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quarta-feira, 20 de abril de 2016

A perversão dos judeus (conteudo susceptível de ferir a pudor)

Parece que estas todas andam assim com um "andar" esquisito...
Brevemente, daqui a alguns dias, os judeus (inclusive o “judeu da massa”), vão começar os festejos da Pessah. No Wikipédia os leitores poderão informar-se do que se trata esta festa.

Se porventura, algum de vós que conheça uma judia, e note que, sobretudo durante 7 semanas, a partir da Pessah, essa mesma, comece a andar assim com um passo estranho e, um pouco torta... vamos então descobrir o porquê desse “andar estranho”, desse “novo passo”...

Advirto que a partir de agora as palavras serão “pesadas” e tal e qual escrito pelo Rabino sem tirar nem acrescentar uma linha. No fim do artigo, o documento talmúdico estará disponível para quem o desejar ler em inteiro. E desde já peço desculpas pela falta de pudor, mas é necessário que as pessoas saibam quem são estes “elementos”, que espécie de “moral” os rege...

Este artigo é baseado na obra de Hervé Ryssen, quando virem “ndt” em negrito e itálico, é uma busca pessoal acrescentada, sempre com a fonte citada cajo seja necessário e podendo ser confirmada por quem assim duvidar do que se afirma.


A Sodomia na Halaka

(ndt: “halaka” ou “halachá”, é o conjunto dado ás leis do judaísmo)

- A sodomia de que falamos aqui, consiste exclusivamente na intromissão do pénis do marido no ânus [pî haṭṭabba‘at] (mais exactamente no recto [ḥalḥolet]) da sua esposa quando de uma relação sexual. Ela é correntemente chamada em hebreu kirkûsh, ḥilḥûl ou hasdâma. Deve-se lembrar que todo o acto sexual fora do casamento (que seja vaginal ou anal) é explicitamente interdito, e é passível de flagelação (malqût). Bem entendido, as relações homossexuais entre dois homens(1) são totalmente proibidas, e passíveis de morte ( pela lapidação [seqîla]).

Nota: (1) – As relações sexuais entre duas mulheres não são interditas (T. Yevâmôt 76a, T. Shabbât 65a).

- “A Sodomia não é considerada pela Torah como um acto impróprio nem um interdito, mas como uma alternativa normal ao coito vaginal. O ânus é um dos 3 mishkâvîm (orifícios sexuais) normais da mulher, tal e qual como a sua vagina e a sua boca(2), no qual é licito ao homem ejacular sem arriscar zéra‘ levaṭṭâla (desperdício de semente, esperma).

Nota: (2) – Existem 3 orifícios sexuais na mulher, chamados em hebreu “bocas” - pî-hallâshôn (boca da língua, a boca), pî-haṭṭabba‘at (boca do anel, o ânus) e pî-hârèḥem (boca da matriz, a vagina) – nos quais é licito ao marido ejacular. Esses 3 orifícios são denominados mishkâvîm (dormitórios) … Segundo os nossos Sábios, existem dois tipos de relações sexuais: as relações maiores (bî’a ḥamûra) pelo ânus ou pela vagina, e as relações menores (bî’a qalla) pela boca.

- Contrariamente à sua vagina, sujeita aos desejos da natureza e outros corrimentos sanguíneos, o ânus da mulher jamais é interdito ao seu marido(3). Mesmo quando ela é nidda (com menstruação), em caso de desejo sexual muito apressado do marido – para evitar um desperdício seminal (zera‘ levaṭṭâla) ou uma relação sexual ilícita – esta deve deixá-lo concretizar o desejo pelo ânus (ou oralmente(4)), cumprindo assim uma grande caridade ((ḥésed).

Nota: (3) - […] “Logo que uma mulher esteja isolada devido ao seu estado de nidda, não te aproximes dela para descobrir a sua nudez” (Lev. 18:19). [ndt: os Rabinos respondem] : São as relações vaginais com a nidda que a Torah proíbe ; todo outro coito (oral, anal) é permitido pela Torah …. 
Nota: (4)Ela deve engolir o esperma do seu marido, senão é zera‘ levaṭṭâla.

- A partir do principio do 4º mês de gravidez, as relações sexuais vaginais são proibidas com a mulher grávida, e só a sodomia é permitida (a felação também). Durante os 40 dias (para um rapaz, 80 dias para uma menina) que se seguem após o fim da gravidez, só as relações anais (ou orais) são licitas (Lev. 13). Igualmente durante 21 dias após uma falsa gravidez.

- Durante as 7 semanas do 'Omer (desde o começo da festa Pèsah até aquela do Shâvû‘ôt), as mulheres não se purificam da nidda (até à véspera de Shâvû‘ôt), e só as relações anais ou orais são permitidas com eles.

- Logo que exista um risco da mulher ficar grávida (por exemplo se ela é muito jovem [menos de 16 anos], ou pelo seu filho se ela aleita), é então interdito de se praticar relação vaginal com ela, e só a sodomia é autorizada (assim como a felação). 

(ndt – já que se fala de “menores de 16 anos”, não sabemos como se processarão as leis judaicas para as crianças de 3 anos, pois o Talmud fala explicitamente, de “acto concretizado” com crianças de 3 anos. Esta questão é tão espinhosa para os próprios judeus que, se conhecem de facto, se a lei dos “3 buracos lícitos” aplica-se, ou não, eles parecem ou, dão aparência, de “não compreenderem” essa prescrição altamente satânica, demoníaca. Veja-se as desculpas sem pés nem cabeça do Dr. Talmudista Israel-Michel Rabbinowicz aqui na pág 365 (ver a prescrição e nota “1” em fim de página ), que reconhece bem a existência dessa Mischnah, mas diz não conseguir compreendê-la e acha-a absurda. O facto é que apesar de correrem por aí muitas aldrabices sobre o Talmud, esta da “coabitação” com uma criança de 3 anos é verídica e atestada. Resta-nos saber, o que preconizam os Sábios judeus para este caso ? Uma relação anal ? Vaginal ? Oral ? Ou será, mais questão de um “sacrifício humano” ao deus Mammon ? E não se riam caros amigos, fui eu que escrevi esse livro em 1879 sob o pseudo “ Israel-Michel Rabbinowicz” para vir 137 anos depois aqui, e “inventar” assim um complot contra os judeus da massa. Coitadinhos deles.

- Antes de toda a relação anal (como vaginal ou oral) com a sua esposa, convém de recitar uma reza... quando o marido ejacula convém também de recitar outra reza.

(ndt - a ultima reza, parece ser algo como aquela que é dita logo de manhã quando todo o judeu caga, ver aqui)

- Os nossos sábios aconselham de bem lubrificar o ânus da sua esposa antes de a sodomizar , com ajuda da saliva ou de todo outro lubrificante, à condição que seja kâshér. Eles prescrevem igualmente que a mulher vaia defecar antes do coito conjugal, para bem esvaziar o seu recto.

- Após a sodomia, afim de respeitar o resto do esperma deixado no pénis do seu marido (por causa de zera‘ levaṭṭâla), é preferível que a mulher limpe com a boca (como de costume após um coito vaginal), independentemente dos traços de merda que possam se encontrar, do que limpar com um pano. No entanto, ela pode limpar o exterior do ânus com um pano húmido...

- É perfeitamente licito passar alternativamente do ânus para a vagina sem ter alguma precaução, pouco importa o estado de sujidade da verga do marido. Contrariamente a certas ideias do actual mundo medical, os nossos Sábios consideram que isso reforça a saúde da vagina (T. ‘Avôda Zâra 22b, T. Nedârîm 20b).

- Nós vemos aqui que os argumentos avançados pelos cristãos e muçulmanos para proibirem a sodomia são afastados pela Torah... Para mais, as crianças concebidas enquanto os seus parentes praticavam exclusivamente a sodomia não são raros. A Tradição oral, conta que Maria (Mãe de Jesus) só ofereceu-se pelo coito anal a José durante o seu casamento, para preservar a exclusividade da sua vagina a Deus...

Download de documento
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Enfim meus caros, aprendemos que a homossexualidade entre mulheres é licita, que as mulheres judias, cada vez que têm relações, sejam anais, orais ou vaginais, são obrigadas a limpar tudo com a boca e engolir tudo até à ultima gota, mesmo se houver merda agarrada! Se por acaso uma judia vos dar um beijo de cumprimento … 

Enfim, enfim, isto é um autêntico script para um filme pornográfico, e tudo o que leram aqui, coincidência, é exactamente a pornografia judaica que se repercuta e leva tanta juventude a ficar “talmudizada”.

sábado, 16 de abril de 2016

A grande inteligência dos judeus (sic)


Einstein, o plagiário

Em 5 de Agosto de 2004, a revista Nouvel Observateur publicava um artigo de Fabien Gruhier que dava algumas precisões sobre a descoberta da relatividade e sobre os trabalhos de Albert Einstein: «Segundo o físico Jean Hladik, pode-se ler, o genial inventor da teoria da relatividade teria pilhado sem vergonha as descobertas de Henri Poincaré... Desde a longínqua época dos seus estudos, Jean Hladik, universitário, especialista em física teórica, autor de várias obras sobre a relatividade, pensava que qualquer coisa não estava bem quanto ao ensino da relatividade. E a sua paternidade um pouco unanimemente atribuída ao famoso Einstein. Ele mesmo, há 4 anos, escrevia um livro intitulado La Relativité selon Einstein, mas eles esforçava-se já por render a Poincaré o que era a Poincaré. Desde então, Hladik perseguiu as suas investigações, e decide-se a publicar um livro estrondosamente politicamente incorrecto, cujo título era nada menos que: “Como o jovem e ambicioso Einstein apropria-se da relatividade restricta de Poincaré - Comment le jeune et ambitieux Einstein s’est approprié la relativité restreinte de Poincaré”. Ao contrário da maioria dos especialistas, Jean Hladik foi ás fontes. Ele leu as publicações “totalmente ignoradas” de Henri Poincaré, um matemático e físico genial “bem melhor que Einstein” e encontrou negro sobre branco todos os elementos da relatividade do “espaço-tempo”. Passando pelo retardamento dos relógios em movimento, a contracção dos corpos no seu movimento e impossibilidade de definir de forma absoluta a simultaneidade de duas acções distantes. Tudo isto está sob a assinatura de Poincaré, nos textos publicados entre 1898 e o 5 de Junho de 1905. Ora, no 30 de Junho de 1905, os “Annalem der Physik” recebiam o manuscrito do famoso artigo fundador da relatividade restricta, assinado Einstein. Um artigo que, segundo Hladik, não traz “nada de novo” em relação aos escritos de Poincaré, e no qual o autor abstém-se de fornecer a mínima referência aos trabalhos de Poincaré. Desde logo, a questão é: Einstein, porventura descobriu tudo sozinho ? Não teria antes pilhado conscientemente e vergonhosamente a sabedoria de Poincaré ?


Para Jean Hladik, após minuciosa investigação, a dúvida não tem lugar, e só a segunda hipótese é sólida. Pois não somente Einstein lia perfeitamente o francês, mas ainda por cima, na época desses eventos, ele tinha, precisamente nos “Annalen der Physik”, uma rubrica que consistia em reportar os artigos aparecidos em certas revistas cientificas estrangeiras, e, como por coincidência, os “Relatórios da Academia de Ciências de Paris”, onde apareceu no dia 5 de Junho de 1905 o melhor artigo de Poincaré sobre o tema. O grande Albert então não poderia negar ter tido conhecimento. Nessa época, relata Hladik, Einstein estava na miséria. Ele tinha obtido com muito esforço um diploma de professor de liceu, viu ser recusada três vezes a sua tese de doutorado, e tentava destacar-se “em explorando as ideias dos outros”. E concretamente, ele conseguiu magnificamente o seu golpe. E uma “chapa de chumbo” cobriu o caso, e teve-se de esperar quase um século para que ela se se rache. Por isso, é que François Closets, que cita Hladik, tinha referido na sua recente biografia de Einstein o seguinte: “Poincaré tem na mão todas as peças do puzzle”. Desde então a ocultação absoluta e feroz de Poincaré, sobre o qual Einstein só renderá uma homenagem lacónica em 1955, dois meses antes de morrer.»

Fonte:  herveryssen    Autor: Hervé Ryssen

quarta-feira, 13 de abril de 2016

“Islamização da Europa é muito bom”

Kevin MacDonald
Em 2012 um rabino aprova a Islamização da Europa, esse artigo é interessante na medida em que exprime um modo de pensar muito comum entre os judeus. O rabino Baruch Erfrati, dirigente de uma yeshiva (escola de estudos do judaísmo) e colono na Cisjordânia, escrevia o seguinte:
“A Islamização da Europa seria melhor do que uma Europa cristã por razões éticas e teológicas - como uma punição contra os Cristãos por terem perseguido os judeus e o facto de que o Cristianismo, em oposição ao Islão, é considerado como uma "idolatria" de um ponto de vista da halachá (conjunto de leis judaicas).
Os judeus deveriam regozijar-se com o facto de que a Europa cristã está a perder a sua identidade como uma punição pelo que ela nos fez sofrer durante séculos de exílio nas suas terras”, o rabino explica qual a razão ética para favorecer os muçulmanos, citando chocantes descrições da literatura Rishonim (escrito pelos principais rabinos que viveram durante os sécs. 11 a 15) sobre os massacres e assassinatos de massa cometidos pelos cristãos contra os judeus.
Nós nunca perdoaremos os Cristãos da Europa pelo abate de milhões de nossas crianças, mulheres e idosos ... Não apenas no recente Holocausto, mas ao longo de gerações, de uma forma consistente que caracteriza todas as facções hipócritas do Cristianismo...
 “E agora, a Europa está a perder a sua identidade em favor de outro povo e de uma outra religião, e não restará vestígios nem sobreviventes da impureza Cristã, que derramou tanto sangue e é incapaz de expiar as suas faltas.”
Tais opiniões seriam de pouca atenção, salvo que há indícios de que tais atitudes são muito comuns entre os judeus. Eu escrevi um artigo sobre isso há algum tempo, motivado pela declaração de um outro rabino, Joshua Hammerman, que comentava a forte fé cristã do jogador de futebol Tim Tebow:
Se Tebow ganha o Super Bowl contra todas as probabilidades, isso irá excitar os seus discípulos, e eles sentir-se-ão encorajados a cometer maus actos, tais como queimar mesquitas, atacar os gays, e indiscriminadamente banir os imigrantes. Mesmo se a América tornou-se mais aberta desde as primeiras incursões políticas de Jerry Falwell, uma victória de Tebow poderia fortemente contrariar esses esforços concretizados.
 “O medo profundo do Cristianismo - especialmente quando ele apela à emoção - é profundamente enraizado nos judeus americanos. Por exemplo, o patriota israelita Elliott Abrams reconhece que a comunidade judaica dominante na América “tem uma visão muito negra da América, como uma terra impregnada de anti-semitismo e sempre à beira de explosões anti-semitas”. De acordo com Abrams, foi por causa desta visão que os judeus assumiram a liderança de secularizar a América. Na verdade, o papel fundamental das organizações judaicas na formação da lei constitucional sobre as relações Igreja / Estado é bem conhecida. E nem sequer é um mistério para se saber quem está por detrás da guerra contra o Natal; é certo que Hollywood o detesta, como Edmund Connelly nos lembra (veja aqui e aqui).
Ou como Joel Kotkin nos lembra:
 “Durante gerações, os judeus [americanos] sempre olharam para os conservadores religiosos com uma combinação de medo e desprezo."
Ou como Norman Podhoretz:
[Os judeus] emergiram da Idade Média com a certeza de que – salvo algumas excepções individuais devidamente anotadas - o pior inimigo que tinham neste mundo era o Cristianismo: as igrejas onde ele se incarnava - tanto Católica, como Ortodoxa ou Protestante – e as pessoas que rezavam e que foram moldadas por eles. Esta certeza, as experiências vindouras dos judeus nos séculos seguintes, fariam muito pouco, ou quase nada, para ajudar as futuras gerações a desligarem-se. (link extincto)
Ou Steve Sailer a propośito de Steven Pinker:
“a profunda aversão deste em discutir intelectualmente da influência do Cristianismo. Sua aversão à cultura da cristandade antes do Iluminismo é notória. Por exemplo, ele reage à historiadora Barbara Tuchman que resumiu a teoria económica medieval, da seguinte maneira “Como o meu avô diria, ' Goyische koop!' - cabeça de goy." Esta interpretação da parte de alguém assim inteligente, só mostra de forma muito brilhante, este tribalismo, que tende a obscurecer certos pontos dos últimos dois milénios.
Este medo e ódio do Cristianismo é muito corrente entre a maioria dos judeus liberais como Hammerman, mais de 80% dos judeus americanos que, votaram em Obama.

Então quando nos deparamos com declarações como as do Rabino Erfrati, temos de ter em conta que fazem parte de uma longa tradição. Este medo persiste apesar do facto de que grandes áreas do protestantismo americano são filo-semitas, incluindo muitos milhões que apoiam Israel.

Finalmente, a declaração de Erfrati lembra-nos que esse medo e ódio para com as sociedades cristãs é uma das motivações do apoio judeu a uma imigração não-branca e não-cristã. Se o pior inimigo dos judeus no mundo é realmente o Cristianismo, como o afirma Podhoretz, uma das soluções consiste a fazer de maneira que as sociedades europeias se tornem não-cristãs.

Estes vários temas estão reunidos no meu artigo “Porquê tanto tanto medo e ódio dos judeus para com Donald Trump”: O que faz medo, é que “Trump pode realmente fazer algo sobre a imigração, legal e ilegal, que iria atrasar a desapropriação dos Brancos, e que isso talvez gerasse uma bola de neve de consequências imprevisíveis”. A verdadeira preocupação é que Trump poderia reverter o ataque em curso contra a América branca cristã.

Fonte: theoccidentalobserver.net  Autor: Kevin MacDonald
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Um artigo complementar de Kevin MacDonald, sobre a mesma temática, pode ser visto aqui. Onde ele remarca bem, que o declínio da sociedade europeia coincide com o rápido declínio do Cristianismo... Seria se calhar ocasião, para nos livrarmos do pensamento semita que propagou a ideia de que a culpa é do Cristianismo.

domingo, 10 de abril de 2016

As ligações entre Attali, Trichet e Soros

Jacques Attali e Rabino Shoagold: mesmos gestos, mesmo sorriso.

Toda a gente conhece o pomposo Jacques Attali e as suas ideias fumosas, envoltas em pano de seda. Toda a gente conhece Jean-Claude Trichet por ter sido o director do Tesouro, e depois governador do Banco de França para terminar gloriosamente patrão do BCE e, last but not least, presidente da Trilateral, irmã mais nova do Bilderberg. Ninguém, no entanto, conhece as ligações destes personagens com George Soros. Estas ligações são discretas, mas elas existiram ou ainda existem.

Veja-se o que nos relata Marta Dyczok, da Universidade de Toronto, no seu livro sobre a Ucrânia: Movement without Change, Change without Movement na página 79 da sua obra: “As perspectivas económicas da Ucrânia são difíceis de prever, desde a reorganização do poder económico que esta muda rapidamente. Financeiros famosos como Jacques Attali e George Soros questionam-se sobre as relações entre a democracia e a economia de mercado e querem forçar o Ocidente a reconsiderar os fundamentos do seu sistema económico.” Sublinhamos o tom:querem forçar”.

No artigo “Organização do caos na Europa de Este por George Soros”, o historiador americano Frederick William Engdahl, diplomado de Princeton, relata: “Um outro parceiro silencioso que se tinha introduzido na organização do caos na ex-União Soviética é Shaul Eisenberg. Eisenberg, munido com uma carta de recomendação de Jacques Attali, na época chefe do BERD, conseguiu garantir uma concessão exclusiva de produtos têxteis e outros comércios no Uzbequistão. Eisenberg, acusado de fraude maciça e de corrupção pelo governo ouszbek, teve de parar as suas actividades. O que afectou consideravelmente o Mossad na região, porque o mesmo Eisenberg é relatado ter sido um membro do Mossad durante muito tempo, mas também um contribuinte para o tesouro de guerra de 10 mil milhões de dollars de George Soros, no seu Quantum Group of Funds, destinado em 1992 a demolir a estabilidade monetária europeia". Engdahl relata as ligações de Soros com a França: “Quando Soros chamava os investidores para destruir o Deutsche Mark em 1993 e fim de 1992, ele fazia-se passar nos médias franceses como um amigo dos interesses franceses. É do conhecimento comum que Soros é próximo do establishment francês, e particularmente de Jean-Claude Trichet.

Soros, chefe de orquestra da Nova Ordem Mundial, utiliza igualmente as suas relações no seio do Conselho Europeu para promover a sua desastrosa estratégia na Ucrânia, destinada a desestabilizar a odiada Rússia, especialmente (ainda) Jean-Claude Trichet, que desempenharia um “papel discreto” de acordo com Engdahl.

Segundo Valentin Katsonov, da Strategic Culture Foundation, professor, doutor em ciências económicas, membro associado da Academia Russa de Ciências Económicas e Comércio: “existem outros veteranos da política e financeiros que ajudaram Soros com o seu trabalho de propaganda, incluindo o ex-presidente do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), Jacques Attali. As filosofias entre George Soros e Jacques Attali são impressionantes. Os dois são cosmopolitas a fundo, os dois depositam confiança no papel organizacional dos Bancos, os dois atacam o que resta de cultura e religião, os dois estimam a necessidade de um Banco Central Mundial, um exército mundial, etc. Até parece que eles, têm, um só chefe e um só cliente! Você disse “Panama Papers” ?

Fonte: bvoltaire.fr Autor: Hildegard von Hessen am Rhein

Este artigo é muito interessante, contrariamente a Soros, Attali é muito discreto, tal uma raposa... mal se ouve falar dele em casos de corrupção, de negócios, nunca se ouviu o nome dele por ter instigado guerras como se ouvem os nomes dos seus congéneres judeus, este Attali, é o que se pode considerar um “santo”. A partir de agora ficou um pouco menos “santo”. Este homem é perigoso, ninguém fala dele, mas é tão ou mais perigoso que o Soros. Attali tem as ideias, Soros tem a massa...

Attali é o tal que diz: "Jerusalém é a capital ideal para um governo mundial, capital do universo".