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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Incrível naturalização massiva de extra-europeus em França



O governo miserável da França, do judeu François Hollande, do seu ministro Manuel Valls, casado com uma judia, acabam de lançar um incentivo à naturalização massiva do terceiro-mundo por decreto!

As condições requeridas são as seguintes (concerne unicamente os departamentos mencionados logo de inicio) :

- ter mais de 18 anos de idade
- ter autorização de residência válido
- residir em França de maneira continua desde há cinco anos

O tempo de cinco anos é reduzido a dois anos se tiver estudos superiores válidos

O tempo de cinco anos é suprimido se :

- se for refugiado
- se for argelino nascido antes do 3 Julho de 1962
- se for um habitante de um país (ver lista de países em baixo) cuja língua oficial seja o francês e seja a língua praticada pela pessoa, ou tenha sido escolarizado pelo menos durante cinco anos num estabelecimento cuja língua francesa era ensinada

Países referidos - Bélgica, Benim, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Canada, República Centro-Africana, Ilhas Comores, Republica Democrática do Congo (Brazzaville), Republica do Congo (Kinshasa), Costa do Marfim, Djibouti, Gabão, Guiné Equatorial, Haiti, Luxemburgo, Madagascar, Mali, Monaco, Nigéria, Ruanda, Senegal, Ilhas Seicheles, Chad, Togo, Vanuatu.

Fonte: borislelay.com
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Segundo Boris Le Lay, o governo do judeu François Hollande, conta assim ganhar votos nas próximas eleições de Abril 2017, graças a esta naturalização massiva, visto que está na desgraça do povo. Basta apenas falar o francês e ser proveniente de um dos países citados em fim de artigo, nem é necessário ser "refugiado"! De um momento para o outro, qualquer um pode ser francês, não estamos a falar de "autorização de estadia" mas sim de "naturalização".

Os departamentos mencionados logo no inicio, são aqueles conglomerados afro-árabes, os ghettos, que giram à volta de Paris, onde cerca de 66% dos nascimentos são oriundos de extra-europeus ou de mestiçagem.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Veganismo, a ideologia anti-espécie dos “anti-touradas”


 Por vezes, sem o sabermos, e sem termos a mínima consciência das nossas atitudes, a não ser a protecção custe o que custe da identidade nacional, daquilo que é um marcador da nossa história, dos nossos costumes que vêm lá do fundo da antiguidade, deparamos, sem querer, com um jogo sórdido, do qual mais tarde tomamos a plena consciência, e sabemos, e temos a certeza, de estar no bom caminho.

E aqui refiro-me, aqueles que pensam ou fazem pensar os outros, que são os defensores da identidade nacional, quando na realidade não passam de simples seres manipuladores e manipulados.

Provavelmente fazem-no sem ter consciência do que tal defesa de posição acarreta em si. Os russos chamam-lhe “Tecnologia Política”, aqui para estes lados damos o nome de “Engenharia Social”. Não vamos entrar no que significam estes termos, nem como vieram à luz. O facto é que são armas extremamente eficazes, em que dia após dia somos perfeitamente manipulados e ao mesmo tempo manipuladores. Tudo isto mesmo sem termos plena consciência. Todos nós, sem excepção alguma, aqui não há espertos, entramos uma vez no quadro de manipulados e outra vez no quadro de manipuladores sem sequer darmos conta disso.

Há alguns tempos atrás, falávamos nós das “Touradas”, em que se tomava a defesa deste costume que faz perfeitamente parte da identidade nacional. E isto quer se goste ou não deste costume. O facto é que é bem um marco identitário, e como tal, não deve ser repudiado.

Isto dito, da maneira e das acções que são tomadas contra este costume, elas nada mais visam na realidade que o mesmo objectivo perverso, ao mesmo titulo que a as questões das raças, do sexo, de povos, de nações, de costumes, etc. É a indiferença geral de tudo e de todos, de uns e de outros, incluindo os animais.

A repudiação das touradas, tida como um maltrato sobre o animal, ela apoia-se na realidade em casos particulares, e de facto, do maltrato que é aplicado aos animais, tal e qual como o anti-racismo se apoia, de facto também, sobre casos particulares de racismo.

O importante tanto num caso como noutro, é que o esquema vai além das aparências. Por exemplo o anti-racismo, não é em nada o combate contra o racismo, como a maioria de nós pensa, mas sim a acção ultima e perversa de abolir todas as diferenças raciais, étnicas.

Ora bem, os “anti-touradas” procedem da mesma maneira, seguindo o mesmo esquema aplicado ao “anti-racismo”, sempre com a mesma perversidade : o da abolição das diferenças ; desta vez, entre espécies. Toma-se neste caso, o maltrato como pretexto, tal e qual como se toma um caso isolado de racismo como pretexto, ou tal e qual se toma um caso isolado de maltrato de mulher para se defender o feminismo.

Se num caso o resultado esperado é a abolição das diferenças raciais, étnicas, de sexo, no outro passa-se ao patamar da abolição das diferenças entre espécies.

O Veganismo(1) é para as touradas o que o anti-racismo é para o racismo, ou o que os LGBT são para a feminização do homem. Pratica-se sempre e sempre a mesma metodologia que, sob pretexto de defender qualquer coisa, faz avançar outra causa em paralelo sem que ninguém se aperceba.

Esta é a rigor matemática da Engenharia Social, da Tecnologia Política, que consiste em proceder sistematicamente por culpabilização : “óh tu és contra os direitos das mulheres, és machista retrógrado!”, “óh tu és contra os direitos do homossexual, és heterossexual!”, “óh tu és contra os direitos de asilo dos refugiados, és racista!”, “óh tu és contra os direitos do animal, és um carniceiro!”.

A causa a ser defendida, no geral, é sempre boa, por vezes imoral, por vezes moral, mas a estratégia que se esconde por detrás de tais actos vai muito além do que parece à primeira vista, neste caso especifico das touradas, destruir toda e qualquer referência identitária numa primeira fase e o passo seguinte é a abolição das diferenças entre espécies. O humano e o animal, farão parte de uma só massa. Estamos em pleno trans-humanismo. Já se estuda mesmo os "direitos dos robots"!

Autor: gang2 (baseado nos livros, estudos pesquisas de Lucien Cerise, especialista em Marketing e Social Engineering)

Notas:

(1) - Veganismo não toma unicamente a forma de um movimento para a abolição de alimentos animais, mas sim também a defesa dos “direitos dos animais”.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Não, os imigrantes não pagarão as vossas reformas!



Em rejuvenescendo a população (pela imigração), contribui-se necessariamente a pagar as reformas”. Análise de um mito.

Recentemente ainda, um economista do Banco Mundial Hernan Winkel justificava a imigração para a Europa pelo argumento frequentemente repetido : “Em rejuvenescendo a população (pela imigração), contribui-se necessariamente a pagar as reformas”.

Ora esta afrimação é inexacta : o Estado não pode pagar os custos crescentes de uma população envelhecida unicamente com recursos suplementares ; e seja qual for a idade, os inactivos sem recursos não contribuem.

Para assegurar as futuras reformas, são os recursos do Estado que se deve aumentar, sobretudo aumentando o numero de empregos produtivos.

A imigração poderia contribuir de duas maneiras : seja, os imigrantes colmatem uma escassez de mão-de-obra nos sectores produtivos ; seja, se os imigrantes criem novas empresas geradoras de empregos produtivos.

Mas globalmente na Europa, a imigração actual proveniente dos países do terceiro-mundo não é escolhida em função do mercado de trabalho e é pouco qualificada. Os desempregados pouco qualificados já são numerosos, esta imigração não selectiva só vai fazer crescer o numero global de desempregados e de ajudas sociais. Estes imigrantes não têm no geral as competências necessárias para criar novas empresas.

Na realidade, esta imigração europeia não selectiva só vai piorar o problema das reformas. De facto, os desempregados e beneficiários de ajudas sociais que ela requer exigem recursos suplementares.

O Estado encontra recursos em aumentando a pressão fiscal, o que têm como consequência inevitável a diminuição da competitividade das empresas. E para manter a competitividade, estas são obrigadas a fazer economias, por exemplo em reduzindo o pessoal ou deslocalizando-se para países cuja mão-de-obra seja barata... ou então arriscar-se à falência. Tudo isto diminui o emprego e agrava o problema das pensões.

E se, a recusa de uma aumentação da pressão fiscal mantendo fechado o envelope da segurança social, os montantes alocados aos desempregados e beneficiários sociais suplementares agravaria outros postos da segurança social, como por exemplo a segurança de doença-invalidez... ou mesmo as pensões!

Logo, em principio, independentemente de toda a consideração sobre as eventuais vantagens ou inconvenientes que a imigração actual proveniente dos países do terceiro-mundo trariam para a Europa, esta não resolveria em nada o problema das pensões. Poderia-se, sim, resolver esse problema em aumentando o emprego productivo.

Para isso, tinha-se, de um lado, melhorar a competitividade das nossas empresas, diminuindo o peso do Estado e assim a pressão fiscal. E de outro lado, facilitar a criação de empresas, notavelmente através de uma baixa significativa dos seus encargos administrativos e sociais. Mas seguramente, sem encorajar a imigração extra-europeia.

Assim, a afirmação “rejuvenescer a população pela imigração contribui a pagar as reformas” pode ser repetida ao infinito, ela não repousa actualmente na Europa sobre a realidade. É portanto um desses mitos ideológicos que se deve repudiar para resolver os problemas.

Autor:  Jacques Stelliez

Artigo aparecido no 27/04/2016, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com

Papa Francisco, o espantalho ao serviço do mundialismo


 Este papa começa já a “encher o saco” como se costuma dizer lá para os lados do Brasil. Este homem começa a dar muitos problemas. Muitos mesmo. Esta pessoa chegou ali, não sei como, mas com um objectivo muito especifico, insano. Qual ? Talvez o de ajudar a preparar o caminho para os mundialistas, o que parece ser bem o caso. E um fenómeno interessante, é que a maioria dos cristãos estão a fugir em massa, graças ao discurso imigracionista desse papa e de suas heresias. Aqui está um artigo interessante do Padre Linus Clovis.

A seguir, apenas um pequeno trecho de um artigo, que demonstra o total descalabro que este papa provoca. “Pelos seus frutos os reconhecereis”, e parece que os frutos deste papa são desastrosos em todos os sentidos... as pessoas começam a fugir do Vaticano.

E isso dá os resultados seguintes citados por Antonio Socci en Itália : Menos de 30% em um ano, é um desmoronamento vertical. Mesmo desmoronamento para a presença aos Angelus do Papa : 150.000 peregrinos contra 390.000 para o mesmo período em 2014. A cerimónia de abertura do Jubileu, no 8 de Dezembro, que foi seguido por metade da assistência prevista (50.000) também foi um falhanço.

Socci continua : “Os números sobre a frequentação das audiências papais que a Prefeitura da Casa Pontifical forneceu – como manda a tradição – para a centésima audiência de Bergoglio, a coisa mais clara é o desmoronamento que se verificou entre o primeiro e o terceiro ano do seu pontificado : 1.548.500 presenças em 30 audiências de 2013, 1.199.000 presenças em 43 audiências de 2014 e – atenção – 400.100 presenças em 27 audiências até 26 de Agosto de 2015.

É que Francisco funciona, apesar do seu culto protector, para espantar as pessoas.

Números terríveis. E a tendência é igualmente confirmada pelo cálculo da participação média às audiências gerais. O que é que isso significa ? Que o entusiasmo inicial dos primeiros meses sucedeu a uma amarga decepção, tendo como consequência a fuga das audiências papais.

Socci explica assim esse declínio : “Mas a imigração é apenas uma das numerosas razões pelas quais o povo cristão afasta-se de Bergoglio. Nem é mesmo a mais grave. 2016 será o ano da verdade.

Fonte: eurolibertes.com Autor: Nicolas Bonnal