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quinta-feira, 9 de junho de 2016

A Igreja tem a solução...



“A Doutrina Social da Igreja Católica poderia ser a base de um renascer de limites podendo enquadrar a sociedade ?

- Com certeza, na medida em que ela se desdobra sobre bases antropológicas sãs. No seu fundamento, não se encontra a ideia que o homem possa ser Deus, mas sim a concepção segundo a qual ele é criado à imagem e semelhança de Deus, e mesmo à imagem de um Deus-Trino.


Em cultivando em todos os sentidos o respeito por esta imagem, uma sociedade pode esperar crescer e ser feliz. Veja-se um exemplo preciso : existe duas maneiras de negar especificamente a Trindade, seja por unidade de indistinção (o Deus único dos muçulmanos), ou então por fragmentação (politeísmo) ; de maneira análoga, existem duas maneiras de sabotar o casamento desejado por Deus, seja por unidade de indistinção (mono-parentalidade, teoria do género, casamento gay...), ou então por fragmentação (adultério, divórcio, poligamia...). Para restar à imagem de Deus-Trino e ser-se feliz, o casamento humano só pode repousar que numa distinção (homem e mulher) e na unidade (fidelidade, indissociabilidade do casamento). E esta estabilidade da família será benéfica ao conjunto da sociedade.


Fonte: echelledejacob.blogspot.pt

quarta-feira, 8 de junho de 2016

O orgulho, a soberba, a altivez... tem o seu preço

Choro de crocodilo ?

Este poema foi escrito por Abou Ishaq de Elvira em 1066. Foi a resposta à soberba, orgulho, e desprezo de um vizir judeu, de seu nome Joseph Ibn Nagrela. Um altivo e arrogante, inchado de orgulho como um balão. Depressa se lhe espetou o alfinete e logo desinchou mais rápido do que tinha inchado...

Desde esta carta, bastou apenas umas semanas para que a população entrasse de força no palácio do Sultão e tratasse da saúde ao vizir soberbo de crista alta, e em seguida dos seus protegidos. Foi este o dito "Massacre de Granada". Quem busca sempre alcança. Isto faz lembrar os tempos de hoje, onde escutamos e vemos os orgulhosos judeus dizerem trinta por uma linha, ao ponto de dizerem que o "branco será uma peça de museu para as gerações futuras". Podemos desde já dizer que as mesmas causas produzem sempre os mesmo efeitos, então assim como desincharam no passado, vão desinchar novamente. De que maneira ? Não sabemos, apenas sabemos que a lei da natureza diz que "o desinchaço será proporcional ao inchaço".


Poema contra os judeus de Granada

"Ide, mensageiro meu, relatai a todos os berberes, as luas cheias e os leões de nosso tempo, estas palavras de um homem que os ama, que lhes tem pena e acredita faltar aos seus deveres religiosos, se não lhes oferecer conselhos salutares:

Vosso Mestre cometeu uma falta cujos maldosos se regalam: podendo escolher o seu secretário dentre os crentes, ele o tomou dentre os infiéis! Graças a este secretário, os judeus, de desprezados que eram, tornaram-se grandes senhores, e agora o seu orgulho e arrogância não conhecem mais limites. De repente, e sem estarem cientes disso, eles obtiveram tudo o que poderiam desejar; eles chegaram ao cume das honras, de modo que o macaco mais vil entre esses canalhas conta hoje entre seus servos uma multidão de muçulmanos piedosos e devotos. E tudo isto, não é de seus próprios esforços que o conseguiram; não, aquele que os elevou tão alto é um homem da nossa religião! Ah! Porque é que este homem não segue a esse sujeito o exemplo deixado pelos bons príncipes e devotos de outrora? Por que não os repõe no seu devido lugar, por que não faz deles os mais vis dos mortais? Então, andando em bandos, levavam entre nós uma vida errante, exposta ao nosso gozo e desprezo; e assim eles não tratavam nosso nobres com altivez, nossos santos com arrogância; eles não se assentavam ao nosso lado, estes homens de raça impura, e eles não andavam lado a lado com os grandes senhores da corte!

Óh Badis! Vós sois um homem de uma grande sagacidade e vosso pensar é equivalente à certeza: como então é possível que vós não vides o mal desses diabos cujos cornos se mostram em todos os vossos domínios? Como podeis ter afeição por esses bastardos que vos renderam odioso para a humanidade? Com que direito esperais por consolidar vosso poder, quando tais gentes destroem o que haveis construido? Como podeis acordar assim tão cega confiança a um hipócrita e torná-lo vosso amigo intimo? Esquecestes que o Todo-Poderoso diz nas Escrituras que não devemos pactuar com hipócritas? Não tomeis estes homens para vossos ministros, mas abandonai-os ás maldições, pois toda a terra clama contra eles; brevemente ela tremerá e então todos nós morreremos! Olhai para os outros países e vereis que todos os judeus são tratados como cães e são postos de lado. Porque só vós agis de maneira contrária, vós que sois um príncipe amado do povo, vós que vindes de uma ilustre linhagem de Reis, vós que estimais vossos contemporâneos, como vossos antepassados estimavam os deles?

Chegado a Granada, vi que os judeus dominavam. Eles dividiram entre si a capital e as províncias; em todos os lugares comandava um desses malditos. Eles recebiam os impostos, e estavam bem gordos, andavam magnificamente vestidos, e vossas roupas, óh muçulmanos, estavam velhas e usadas. Todos os segredos de Estado por eles eram conhecidos; que imprudência confiá-los a traidores! Os crentes tinham uma má refeição a um dirham por cabeça; mas eles, eles comiam sumptuosamente no palácio. Eles têm-vos suplantado no favor de vosso Mestre, óh muçulmanos, e vós não os impedis, deixais andar? Suas preces ressoam como as vossas; vós não escutais, vós não o vides? Eles matam as vacas e ovelhas nos nossos mercados, e vós comedes sem vergonha a carne de animais mortos por eles! O líder desses macacos embelezou o seu hotel de incrustações de mármore; ele fez construir fontes de onde a água mais pura flui, e enquanto ele nos faz esperar à sua porta, ele escarnece de nós e da nossa religião. Deus, que desgraça! Se eu dissesse que ele é assim tão rico quanto vós, óh meu Rei, estaria dizendo a verdade. Ah! Apressai-vos a degolá-lo e oferecei-o em holocausto; sacrificai-o, é um carneiro gordo! Não poupeis os seus parentes e aliados; eles também acumularam imensos tesouros. Tomai o seu dinheiro; vós tendes mais direito do que eles. Não penseis que seria uma traição matá-los; não, a verdadeira traição, seria deixá-los reinar, eles quebraram o pacto que tinham feito connosco; quem ousaria culpar-vos se vós punísseis as perjuras? Como poderíamos aspirar a nos distinguir, quando vivemos no escuridão e que os judeus nos ofuscam com o brilho das grandezas? Comparados com eles, somos tão desprezados, e parece que somos nós a escumalha e essas gentes honestas pessoas! Não sofreis mais por eles nos tratarem como têm feito até agora, porque vós tendes de nos responder da sua conduta. Lembrai-vos também que um dia tereis de prestar contas ao Eternal da maneira que tendes tratado o povo que Ele escolheu e que irá desfrutar a felicidade eterna! "
 Fonte: "Recherches sur l'histoire et...", pág. 297-300

quarta-feira, 1 de junho de 2016

O “povo eleito” é o grupo mais favorável à depravação da moral



"Os judeus são o grupo religioso mais libertino nos USA segundo uma sondagem Gallup, mais ainda que os sem-religião, com mais tendência dentre todos os grupos, religiosos ou não, a acharem normal relações entre pessoas do mesmo sexo e o aborto."

Incrível ? Claro que não é incrível. Noticias destas só são incríveis para os cegos. Esta noticia vem do jornal religioso ultra-sionista Arutz Sheva. Vamos deitar um olho a alguns números ? Vamos lá a ver se realmente essas histórias que só falam mal dos judeus, desse “anti-semitismo primário”, desse “anti-semitismo secundário”, desse maldito “anti-semitismo terciário”, tem razão de ser...

- 76% dos judeus são a favor do aborto, contra 73% dos sem-religião, 38% de católicos, 33% de protestantes e 18% de mormons
- 85% dos judeus são a favor da homossexualidade, contra 83% dos sem-religião, 62% de católicos, 41% de protestantes e 28% de mormons
- 73% dos judeus são a favor da eutanásia, contra 77% dos sem-religião, 47% de católicos, 43% de protestantes e 30% de mormons
- 83% de judeus não vêm problema no sexo fora do casamento, contra 88% dos sem-religião, 68% de católicos, 50% de protestantes e 29% de mormons
- 68% dos judeus são a favor de filhos fora do casamento, contra 80% dos sem-religião, 59% de católicos, 47% de protestantes e 25% de mormons

Estes números são anti-semitas, o Arutz Sheva tem de ser processado por anti-semitismo. Vamos chamar o SOS racismo para tratar do caso.

domingo, 29 de maio de 2016

O destemido e valoroso povo português

Túmulo do nosso querido e amado, Sua Mercê, El Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques

Porque razão é que a maioria de todos os povos da Europa nos desprezam ? Porque razão é que a maioria daqueles a quem legamos a nossa identidade nos desprezam igualmente ?

E ainda há quem lamba as botas a povos que nunca nos fizeram, nem nos deram, nem nos ofereceram o mínimo respeito, ao contrário, sempre tentaram delapidar-nos ao longo da história. E quando chegava o momento de nos respeitarem, tal sentimento não vinha deles mesmos, mas sim porque impusemos-lhes o respeito que nos é devido pela força.

Esta inveja e ódio para com o português só se explica pelo facto de esses mesmos notarem em nós, conscientemente ou inconscientemente, a bravura da qual eles mesmos carecem. Esta força sobre-humana da qual o nosso amado Camões menciona ... em perigos e guerras esforçados, mais do que prometia a força humana..., óh que tais palavras não podem cair no vazio se olharmos para a nossa história e se os outros que nos desprezam atentarem para ela atenciosamente e descerem do pedestal do orgulho no qual eles mesmos se meteram sem algum mérito.

Hoje, numa Europa que é invadida por todos os lados por ditos “imigrantes” afro-árabes, esta mesma Europa, estas mesmas nações, deveriam olhar para quem deles melhor sabe lidar com este problema e deu largas provas na história, de séculos e séculos, de ser o único com capacidade para lidar com este problema. Nós, os portugueses! Sem esquecer os nossos irmãos espanhóis, que tanta experiência têm quanto a nossa nesta matéria.

Mas o problema de hoje não se resume só a invasão árabe, e é aqui que fazemos toda a diferença, seja com qual for o povo ou nação europeia, pois somos os únicos que tanto sabemos lidar com o problema árabe como com o problema africano. A nossa experiência e valentia seculares, passa de longe seja qual for o povo europeu que se apresente para liderar este problema.

Mas esta Europa está cega, continuam a falar mal de nós, a desprezar-nos dia após dia, apenas nos louvam pelo facto de sermos bons trabalhadores, bons para sermos explorados, carne para se espremer o suor.

A continuar assim, esta Europa vai cair, nação após nação... mas uma coisa garanto-vos, que quando todas as outras nações caírem, e se isso acontecer, a nossa que tanto foi desprezada, este povo que tantas vezes é maldito, sobretudo por aqueles que lidam de perto connosco, estará de pé e não cairá como os outros caíram.

Não nos interessa ter armas sofisticadas e grandes tecnologias. Sempre fomos um povo humilde, amante da simplicidade da vida. A nossa força, que reside essencialmente no que nos foi transmitido pelos nossos antepassados, passa-se de todas as quinquilharias tecnológicas da qual sempre procede a soberba do homem.

Também não nos interessa ter um grande e numeroso exército para agradar a vista do insensato. Já o provamos inúmeras vezes durante a nossa história, que não é o numero que conta, mas a qualidade. E sobretudo acima desta qualidade, possuímos o carácter forjado século após século pela alma dos nossos antepassados que incide em nós, que nos guiará sempre à vitória quando a coesão nacional está em causa.

Os nossos actos falam por si, a história está lá para o confirmar. Mesmo se uma sinistra e nebulosa obscuridade nos força hoje em dia a desligarmos-nos do nosso passado, esta mesma jamais conseguirá impedir que o carácter valoroso e intrépido da alma nacional se exprima em cada português no momento oportuno.

Este desgosto de ouvir tantos europeus e por esse mundo fora falarem mal de nós, eu deixo-lhes um aviso, e que tomem em consideração este aviso : Atenção ao acordar do Lusitano. Maldizentes, quando isto acontecer, escondam-se por aí e fujam, porque não pensem que o sangue dos nossos antepassados se deixará gozar até vocês desejarem. Fujam enquanto é tempo... porque enganados estarão se pensam que a nossa história se limita a “cruzar os mares”.