segunda-feira, 4 de julho de 2016
Líbia : os traficantes de escravos “aliados” da UE
Na Líbia, nós sabemos que organiza o desprezível tráfico de seres-humanos para o sul da Itália. Não é o Estado-Islâmico porque este está localizado em Syrte. São os nossos “amigos” e “aliados”, a Irmandade Muçulmana de Misrata e os salafistas de Tripoli e de outras cidades litorais. Eles estão em muita alta estima aos olhos dos Ocidentais atacando em atacando o Estado-Islâmico, o seu ex-parceiro.
Não é de surpreender ver a avalanche de clandestinos adquirir mais e cada vez mais volume, pois foi aos organizadores do tráfico que a UE subcontratou a erradicação do Estado-Islâmico. Os contrabandistas avisam os navios europeus quando eles lançam nas águas embarcações impróprias; para não terem em sua consciência a morte de milhares de clandestinos, os bons samaritanos, precipitam-se a correr para salvá-los do afogamento. E para os instalar na Europa ... No 25 de Maio, 5600 clandestinos foram assim “resgatados”. No 26 de Junho, eles eram 3324. De quinta-feira 23 de Junho a terça-feira 28 Junho, o número explodiu para 10 000. Do 1 de Janeiro ao 28 de Junho de 2016, de acordo com o ACNUR, 66 000 foram desembarcados nos portos italianos pelos navios de guerra europeus.
Sob ordens de quem? A questão não merece ser colocada aos nossos políticos ?
Apoiada militarmente pela Turquia, pelo insaciável minúsculo Emirado do Qatar, pela UE e pelos USA, estes que estão na origem do caos da Líbia, agora apresentam-se como os garantes do retorno à paz. Tudo em continuando a organizar e amplificar o lucrativo tráfico de clandestinos, rebaptizados de “migrantes”.
Porque cessariam ? Pois a ONU e a “diplomacia” da UE os levaram ao poder através do governo dito de “União Nacional” formado no 19 de Janeiro de 2016 ? Encabeçado por Fayez el-Sarraj, este aprendiz da ONU é dominado por Misrata e posto à mercê das suas milícias. E aí está os incendiários que viraram bombeiros …
Este cenário pode levar a uma guerra entre a Tripolitânia gangster-islâmica e a Cyrenaica do General Haftar, por isso, é então urgente mudar de paradigma. A prioridade agora deve ser a erradicação dos gangs de milícias em favor dos verdadeiros lideres tribais deixados de fora do processo político.
Uma política realista seria a de ajudar na reconstituição das alianças tribais destruídas pela intervenção Franco-OTANiana em 2011. A oportunidade existe porque os advogados de Saif al-Islam, filho do coronel Kadhafi, pediram ao TPI para abandonar a acusação de “crimes contra a humanidade”.
Ora, só ele, pelos seus laços de sangue, com a confederação tribal da Cirenaica e da Tripolitânia, é capaz de desempenhar o papel unificador necessário para a pacificação da Líbia. Tanto mais que desde o 14 de Setembro de 2015, o Conselho Supremo das tribos líbias nomeou-o como o seu representante legal.
O obstáculo para esse retorno à realidade tem um nome: a ignorância (ou complacência) da UE que insiste em apoiar a Irmandade-Muçulmana de Misrata e os salafistas de Tripoli. Por quê ? Esta é uma pergunta que deve ser posta a Bruxelas.
Fonte: bernardlugan.blogspot.pt Autor: Pr. Bernard Lugan
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Elie Wiesel morreu
Elie Wiesel morreu no sábado 2 Julho de 2016 com a idade de 87 anos
Ele passa por uma grande testemunha, por excelência, de Auschwitz. Mas, no seu testemunho sobre o acampamento, ele nunca menciona as câmaras de gás, mas alega que os alemães estavam a exterminar as suas vítimas em incêndios ao ar livre.
No seu testemunho, ele também lembra-nos que em Janeiro de 1945, com a aproximação das tropas soviéticas, os alemães decidiram partir deixando a escolha para os internados de ficar, ou ir para o interior da Alemanha conjuntamente com os guardas alemães. Após cuidadosa reflexão, Wiesel pai e Wiesel filho decidiram partir com os guardas e seus carrascos, em vez de esperarem pelos seus libertadores soviéticos.
O Exército Vermelho apoderou-se de Auschwitz no 27 de Janeiro e eu descobri pessoalmente que a “Pravda” (A Verdade) ficou em silêncio sobre a descoberta do acampamento no 28, 29, 30, e 31 de Janeiro e que foi só no 2 de Fevereiro de 1945 que anunciou a grande notícia: em Auschwitz, os alemães matavam sistematicamente as suas vítimas por electrocução; elas caíam numa escada rolante que os transportava até ao topo de um alto-forno onde eram despejados e queimados.
Na mesma época, o documento Nuremberg PS-3311, que resume em Inglês depoimentos polacos, aprendemos que em Treblinka os judeus eram mortos ao vapor de água em “câmaras de vapor” .
Mas muito rapidamente todo esse lindo mundo de mentirosos subscreveram-se ao gás dos americanos do War Refugee Board, deixando de lado o fogo, a água, a electrocução, a cal, bombas para esvaziar e outras invenções da propaganda de guerra, quase sempre retomas de invenções, durante a 1ª Guerra-Mundial, propaganda dos Aliados sobre as costas dos Hunos e Germanos.
“O delírio de mentir e de crer apanha-se como a sarna” (Céline). Como dizem as boas pessoas: “Tudo isso é forçosamente verdade! É tão grande! Isso não pode ser inventado! Quem poderia inventar tais horrores?”
Fonte: robertfaurisson.blogspot.com Autor: Pr. Robert Faurisson
Complemento :
Elie Wiesel – Um proeminente falso testemunho - Por Robert Faurisson
Adeus, Elie Wiesel
quarta-feira, 29 de junho de 2016
O Brexit vitorioso. E agora ?
A vitória dos adeptos da despedida do Reino-Unido da União-Europeia (Brexit), com o apoio em particular do multimilionário Paul Sykes, constitui um passo importante no quadro da repartição e regulação dos poderes políticos e financeiros no seio do mercado transatlântico em formação. O Reino-Unido, que já beneficiava de uma forma de Brexit disfarçado, com direitos particulares no seio da União-Europeia, oficializa a sua ruptura.
Teoricamente, a arquitectura final deste conjunto deve resultar na “mecânica” seguinte : uma parceria transpacifica de livre-comércio, assinado no 4 de Fevereiro de 2016, que integras os países da região Ásia-Pacifico (com excepção da China) ao bloco norte-americano, enquanto que uma negociação transatlântica em curso deve ser estabelecida com uma Inglaterra que servirá de ponte entre o Antigo e o Novo-Mundo, como pedia o então Richard Coudenhove-Kalergi (a Paneuropa) em 1950. Neste negócio, a América do Norte jogaria o papel de centro múltiplo entre a Ásia-Pacifico e a Europa. Para impor as normas anglo-saxónicas, esse bloco constituiria o “primus inter pares” ás custas do BRICS, em particular da Rússia e China.
Esta política só pode ser atingida pela coerção forçada para dar livre curso ao materialismo mais desenfreado a primazia aos tribunais sobre os Estados. Os habitantes desta imensa zona de livre-comércio não passarão de simples utensílios de uma casta predadora que constitui o governo mundial em formação. Desgraçadas as pessoas mal ou pouco formadas ao bom funcionamento do Moloch mundialista, não passarão de bocas inúteis. Esta visão unicamente utilitária fará definitivamente do dinheiro-rei o alpha e o ómega de toda a coisa ou. Para retomar uma expressão querida a Jacques Attali “uma forma superior de organização das relações humanas permitindo de regular sem violência todos os conflitos, inclusive de ordem religiosa”.
A génese deste ideal pode ser encontrada, entre outras, nos princípios do revolucionário Anarchis Cloots (1755-1794), que havia perfeitamente compreendido, numa obra editada em 1792, que a Revolução de 1789, nada mais era que apenas uma etapa para a “Republica Universal”. Incentivando um livre-comércio mundial antes da hora (“abolir a feudalidade universal”) no quadro de uma humanidade unificada (“a nação única”) regulada pelo “estabelecimento universal dos direitos do homem”, este espírito nómada profetizava uma métapolitica que nós observamos a finalização em ligação com Vaticano II e o seu objectivo de uma religião universal (o noachismo – leis de Noé para o Goy).
No entanto, este Brexit pode subir constrangimentos devido à implosão em curso da economia americana (bomba da divida), sem esquecer os 200.000 mil milhões de dollars de divida no mundo.
Os dirigentes politicos (Obama, Cameron, Merkel, Hollande,...) são apenas simples empregados mais ou menos talentosos podendo dizer tudo e o seu contrário. Os verdadeiros dirigentes dos Estados, constituidos de fações opostas sobre o método, mas não sobre o objectivo, podem ser levados a mudar de partição na açcão em forma do governo mundial. Uma moeda unica universal, o “Phoenix”, prevista teoricamente para 2018, segundo o The Economist, a fragmentação em sete mega-regiões dos Estados-Unidos no quadro de uma União Norte-Americana em formação, como o revelava o New York Times em estreita ligação com outros blocos continentais (União Eurasiana, UNASUR,...) são elementos que sublinham as diferentes combinações possíveis conduzindo ao coroamento de Mammon, tudo em aproveitando-se, graças ao Brexit, das crises politicas (outros referendos, movimentos separatistas) e financeiros na União-Europeia.
A famosa fórmula “ordo ab chao”, tão util para passar a uma etapa superior, arrisca-se de fazer sentido.
Fonte: bvoltaire.fr Autor: Pierre Hillard
Para quem não conhece Pierre Hillard, o texto pode parecer algo difícil a compreender, de um modo geral, este BREXIT foi pilotado pelos mundialistas. Olhem só para os multimilionários que finaciaram o UKIP de Nigel Farage, um dos quais é dono de muitos canais pornográficos. Muito possivelmente, um dos objectivos é o de pôr a City, centro financeiro mundial, ao abrigo do caos que vai germinar na Europa, como também nos USA. Segundo Pierre Hillard, os USA, obrigatoriamente vão ter de passar por um colapso do dollar, e uma devastação sem precedentes, cuja crise dos anos 30, será vista apenas como um magro aperitivo em comparação. Na Europa, igualmente. Sem caos, o governo mundial nunca poderá ver o dia.
Como diz Hillard, desgraçado aquele que pensa na sua cabeça que foi a vontade do povo que quis tal coisa...há que ver mais longe. Este BREXIT é o sinal de que o caos aproxima-se a longos passos.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
A similitude entre o assassinato de Jo Cox e Anne Lindh
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| Anne Lindh e o assassino |
O caso do assassinato da deputada Jo Cox, não nos deixa indiferentes pela sua similitude com o caso da então ministra sueca dos negócios estrangeiros, Anne Lindh, também assassinada, esfaqueada, pouco antes do referendo sobre a entrada ou não da Suécia no euro, no ano de 2003. Ela também pró-euro tal e qual Jo Cox era pró-UE.
Bem que se possa alegar que um diz respeito ao euro e outro em relação à UE, ambos no entanto são meios de escravizar as Nações Europeias ao jugo judio-americano.
Um político francês, de seu nome François Asselineau, presidente do UPR, partido extremamente euro-céptico - neste domínio, é o partido da Europa que faz as análises mais afinadas e apuradas - patriota, tinha previsto a possibilidade do mesmo cenário que acontecera outrora na Suécia em 2003, no actual Brexit inglês, isto numa entrevista à Radio Sputnik (a partir do minuto 16), no dia 9 deste mês e posta em linha no dia 10. Teve pontaria este homem. Era um destes que precisávamos na selecção nacional.
Na altura, segundo Asselineau, os médias exploraram o máximo que puderam o caso de Anne Lindh para tentar virar a opinião do povo sueco de maneira a votarem na entrada do euro. Tanto era, que os médias já davam, a apenas 48 horas do referendo, os pró-euro vitoriosos. Não foi o caso, talvez os mundialistas descuidaram-se no timing, muito curto. Certamente contavam eles, com o choque emocional provocado pela notícia logo em cima do voto. Parece que desta vez, resolveram fazer o golpe Anne Lindh bem mais cedo, com uns bons dias de avanço - não vá o diabo tecê-las como em 2003 - e assim poderem explorar ao máximo o assunto com o intuito de favorecer os pró-
UE.
terça-feira, 14 de junho de 2016
As verdadeiras intenções do atentado de Orlando ?
Não parece muito coerente o atentado de Orlando, cometido pelo muçulmano Omar Mateen.
Este personagem, afegão, é originário da tribo Pashtoun. Esta tribo afegã, tem uma longa tradição de homossexualidade – é mesmo uma instituição! Dá pelo nome de “Bacha Bazi”, tipo de praticas pedófilo-homossexuais com as quais foi criado e educado este personagem. Muito provavelmente ele mesmo foi um “boy play” na sua infância. A homossexualidade é a coisa mais normal do mundo para um afegão. Veja-se por exemplo mais sobre o assunto nesta reportagem.
Talvez então tenhamos de buscar as razões deste “ataque terrorista” algures, e não na pretensa doutrina alcorânica, que na realidade, proíbe práticas homossexuais, mas não soube apagar o costume e tradição do povo afegão neste tipo de matérias. Existe evidentemente aqui um jogo perverso, algo que não bate certo.
Poderíamos enumerar como hipótese, a ameaça de punição de entidades israhellitas à empresa de segurança GS4, onde trabalhava o dito “extremista”. É um facto! E esta hipótese é a mais provável de elas todas. Um ataque "encomendado".
Ainda por detrás deste “atentado”, talvez se esconda o insano objectivo, de que, por magia, os movimentos LGBT gozam de mais uma grande e vasta propaganda no mundo europeu e americano; ademais, todo aquele que lhes for hostil, é imediatamente amalgamado como terrorista, daeshista, al-qaidista. Isto faz com que estes grupos super-minoritários no seio da Europa e América, passem a gozar de uma protecção popular muito forte. Tudo o que for contra, logicamente é daeshista.
Sem falar que, ao mesmo tempo, toda esta salada, favorece uma só entidade neste mundo, aquela que apoia os terroristas do Daesh, aquela que os alberga e lhes livra cuidados médicos, quem será ?
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Dos fracos não reza a história : Cristianismo vs Paganismo
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| Sim, tenho muitas questões! |
- Questão: Se o Cristianismo varreu o paganismo europeu em 2 tempos 3 movimentos, qual era então o mais forte e o mais fraco dentre os dois ?
Não diz o ditado que "o fraco sujeita-se sempre ao mais forte" ? É esta a lei da natureza. Sendo assim, a resposta é...?
Vou citar o exemplo da confrontação entre três religiões fortes, potentes, sólidas, para apoiar com força o ponto de vista que tento exprimir. Se o leitor não estiver de acordo, faça o favor de se exprimir sem rodeios, directo ao assunto.
1º exemplo : Islão versus Hinduísmo
Apesar de o Islão ter conquistado a Índia, e de a ter dominado durante séculos, e após mais de 60 milhões de mortos, não conseguiu extinguir o hinduísmo e impor a sua crença por todo o território indiano. O Islão no entanto impôs-se em muitas zonas, sobretudo no que é o actual Paquistão, outrora fazendo parte da Índia, e mesmo no norte da Índia. Isto revela a força do Islão, mas também a força do Hinduísmo! É que apesar de tudo, o Hinduísmo não se sujeitou ao Islão, conseguiu sobreviver e é hoje (apesar de séculos de dominação islâmica) religião maioritária e bem viva. No meio da adversidade conseguiram preservar todas as suas tradições pré-invasão islâmica.
Neste caso Islão vs Hinduísmo, conclui-se que quando uma religião é fortemente sólida, coesa, unida, intrínseca, dificilmente uma outra consegue aniquilá-la.
- comparativamente : não foi o caso do paganismo-europeu que se sujeitou num abrir e fechar de olhos ao Cristianismo, com pouca e fraca resistência, rapidamente vencida, desbastada.
2º exemplo : Cristianismo vs Islão
a - Séculos e séculos de dominação islâmica no médio-oriente, e portanto os cristãos, a bem e a mal, sempre conservaram as suas tradições cristãs com séculos de existência e prática. Seja na língua, tipo aramaico, como nas liturgias.
- comparativamente : não foi o caso do paganismo-europeu, que não foi capaz de conservar uma só liturgia, reza, modo de proceder, livro sagrado... Tal foi a potência de um e tal foi a fraqueza de outro!
b - Durante séculos também, o Islão dominou em partes da Europa, sobretudo na Ibéria. No entanto, os cristão que viviam sob o regime islâmico, por vezes com muito mal, sempre conservaram as suas tradições, liturgias, livro sagrado, etc. Mais brilhante ainda, é que face a uma religião assim sólida e guerreira como o Islão, o Cristianismo não se sujeitou, ao contrário, deu a volta por cima e acabou por expulsar o Islão daqui para fora.
- comparativamente : não foi o caso do paganismo-europeu, que apesar de uma revolta aqui e ali, não chegou para impressionar o Cristianismo, que rapidamente tratou de lhe acertar o passo.
Resumindo...
Destas comparações, resulta então, que dentre o Cristianismo, o Islão, o Hinduísmo, e o Paganismo-europeu, três, souberam impor-se, resistir, avançar, solidificarem-se...e apenas um morreu, o mais fraco dentre todos.
O Hinduísmo também é uma religião politeísta tal e qual o politeísmo europeu. Se um soube resistir e o outro foi-se abaixo, não acham que existe um problema ?
O paganismo-europeu extinguiu-se porque era fraco. Se fosse sólido como um Hinduísmo que resistiu ao Islão, ainda estaria lá. Se fosse potente como um Cristianismo que soube fazer face ao Islão e retomar a vantagem, ainda estaria lá... a verdade é que nem uma reza ficou, nem como rezar a um Júpiter, a um Odin...
Compreendemos o porquê de se promover um suposto retorno (?) ao paganismo hoje em dia. Vivemos numa sociedade onde os valores morais são inversos à ordem natural, onde se clama o fraco em vez do forte, onde se elogia aquele que não merece em detrimento do que merece, onde o corrupto é visto com bons olhos e o honesto com maus olhos, onde o feio toma o lugar do bom e este toma o lugar do feio... onde se proclama um dito retorno às fraquezas e se afasta aquilo que nos rendia fortes e sólidos.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
A Igreja tem a solução...
“A Doutrina Social da Igreja Católica poderia ser a base de um renascer de limites podendo enquadrar a sociedade ?
- Com certeza, na medida em que ela se desdobra sobre bases antropológicas sãs. No seu fundamento, não se encontra a ideia que o homem possa ser Deus, mas sim a concepção segundo a qual ele é criado à imagem e semelhança de Deus, e mesmo à imagem de um Deus-Trino.
Em cultivando em todos os sentidos o respeito por esta imagem, uma sociedade pode esperar crescer e ser feliz. Veja-se um exemplo preciso : existe duas maneiras de negar especificamente a Trindade, seja por unidade de indistinção (o Deus único dos muçulmanos), ou então por fragmentação (politeísmo) ; de maneira análoga, existem duas maneiras de sabotar o casamento desejado por Deus, seja por unidade de indistinção (mono-parentalidade, teoria do género, casamento gay...), ou então por fragmentação (adultério, divórcio, poligamia...). Para restar à imagem de Deus-Trino e ser-se feliz, o casamento humano só pode repousar que numa distinção (homem e mulher) e na unidade (fidelidade, indissociabilidade do casamento). E esta estabilidade da família será benéfica ao conjunto da sociedade.
Fonte: echelledejacob.blogspot.pt
quarta-feira, 8 de junho de 2016
O orgulho, a soberba, a altivez... tem o seu preço
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| Choro de crocodilo ? |
Este poema foi escrito por Abou Ishaq de Elvira em 1066. Foi a resposta à soberba, orgulho, e desprezo de um vizir judeu, de seu nome Joseph Ibn Nagrela. Um altivo e arrogante, inchado de orgulho como um balão. Depressa se lhe espetou o alfinete e logo desinchou mais rápido do que tinha inchado...
Desde esta carta, bastou apenas umas semanas para que a população entrasse de força no palácio do Sultão e tratasse da saúde ao vizir soberbo de crista alta, e em seguida dos seus protegidos. Foi este o dito "Massacre de Granada". Quem busca sempre alcança. Isto faz lembrar os tempos de hoje, onde escutamos e vemos os orgulhosos judeus dizerem trinta por uma linha, ao ponto de dizerem que o "branco será uma peça de museu para as gerações futuras". Podemos desde já dizer que as mesmas causas produzem sempre os mesmo efeitos, então assim como desincharam no passado, vão desinchar novamente. De que maneira ? Não sabemos, apenas sabemos que a lei da natureza diz que "o desinchaço será proporcional ao inchaço".
Poema contra os judeus de Granada
"Ide, mensageiro meu, relatai a todos os berberes, as luas cheias e os leões de nosso tempo, estas palavras de um homem que os ama, que lhes tem pena e acredita faltar aos seus deveres religiosos, se não lhes oferecer conselhos salutares:Fonte: "Recherches sur l'histoire et...", pág. 297-300
Vosso Mestre cometeu uma falta cujos maldosos se regalam: podendo escolher o seu secretário dentre os crentes, ele o tomou dentre os infiéis! Graças a este secretário, os judeus, de desprezados que eram, tornaram-se grandes senhores, e agora o seu orgulho e arrogância não conhecem mais limites. De repente, e sem estarem cientes disso, eles obtiveram tudo o que poderiam desejar; eles chegaram ao cume das honras, de modo que o macaco mais vil entre esses canalhas conta hoje entre seus servos uma multidão de muçulmanos piedosos e devotos. E tudo isto, não é de seus próprios esforços que o conseguiram; não, aquele que os elevou tão alto é um homem da nossa religião! Ah! Porque é que este homem não segue a esse sujeito o exemplo deixado pelos bons príncipes e devotos de outrora? Por que não os repõe no seu devido lugar, por que não faz deles os mais vis dos mortais? Então, andando em bandos, levavam entre nós uma vida errante, exposta ao nosso gozo e desprezo; e assim eles não tratavam nosso nobres com altivez, nossos santos com arrogância; eles não se assentavam ao nosso lado, estes homens de raça impura, e eles não andavam lado a lado com os grandes senhores da corte!
Óh Badis! Vós sois um homem de uma grande sagacidade e vosso pensar é equivalente à certeza: como então é possível que vós não vides o mal desses diabos cujos cornos se mostram em todos os vossos domínios? Como podeis ter afeição por esses bastardos que vos renderam odioso para a humanidade? Com que direito esperais por consolidar vosso poder, quando tais gentes destroem o que haveis construido? Como podeis acordar assim tão cega confiança a um hipócrita e torná-lo vosso amigo intimo? Esquecestes que o Todo-Poderoso diz nas Escrituras que não devemos pactuar com hipócritas? Não tomeis estes homens para vossos ministros, mas abandonai-os ás maldições, pois toda a terra clama contra eles; brevemente ela tremerá e então todos nós morreremos! Olhai para os outros países e vereis que todos os judeus são tratados como cães e são postos de lado. Porque só vós agis de maneira contrária, vós que sois um príncipe amado do povo, vós que vindes de uma ilustre linhagem de Reis, vós que estimais vossos contemporâneos, como vossos antepassados estimavam os deles?
Chegado a Granada, vi que os judeus dominavam. Eles dividiram entre si a capital e as províncias; em todos os lugares comandava um desses malditos. Eles recebiam os impostos, e estavam bem gordos, andavam magnificamente vestidos, e vossas roupas, óh muçulmanos, estavam velhas e usadas. Todos os segredos de Estado por eles eram conhecidos; que imprudência confiá-los a traidores! Os crentes tinham uma má refeição a um dirham por cabeça; mas eles, eles comiam sumptuosamente no palácio. Eles têm-vos suplantado no favor de vosso Mestre, óh muçulmanos, e vós não os impedis, deixais andar? Suas preces ressoam como as vossas; vós não escutais, vós não o vides? Eles matam as vacas e ovelhas nos nossos mercados, e vós comedes sem vergonha a carne de animais mortos por eles! O líder desses macacos embelezou o seu hotel de incrustações de mármore; ele fez construir fontes de onde a água mais pura flui, e enquanto ele nos faz esperar à sua porta, ele escarnece de nós e da nossa religião. Deus, que desgraça! Se eu dissesse que ele é assim tão rico quanto vós, óh meu Rei, estaria dizendo a verdade. Ah! Apressai-vos a degolá-lo e oferecei-o em holocausto; sacrificai-o, é um carneiro gordo! Não poupeis os seus parentes e aliados; eles também acumularam imensos tesouros. Tomai o seu dinheiro; vós tendes mais direito do que eles. Não penseis que seria uma traição matá-los; não, a verdadeira traição, seria deixá-los reinar, eles quebraram o pacto que tinham feito connosco; quem ousaria culpar-vos se vós punísseis as perjuras? Como poderíamos aspirar a nos distinguir, quando vivemos no escuridão e que os judeus nos ofuscam com o brilho das grandezas? Comparados com eles, somos tão desprezados, e parece que somos nós a escumalha e essas gentes honestas pessoas! Não sofreis mais por eles nos tratarem como têm feito até agora, porque vós tendes de nos responder da sua conduta. Lembrai-vos também que um dia tereis de prestar contas ao Eternal da maneira que tendes tratado o povo que Ele escolheu e que irá desfrutar a felicidade eterna! "
quarta-feira, 1 de junho de 2016
O “povo eleito” é o grupo mais favorável à depravação da moral
"Os judeus são o grupo religioso mais libertino nos USA segundo uma sondagem Gallup, mais ainda que os sem-religião, com mais tendência dentre todos os grupos, religiosos ou não, a acharem normal relações entre pessoas do mesmo sexo e o aborto."
Incrível ? Claro que não é incrível. Noticias destas só são incríveis para os cegos. Esta noticia vem do jornal religioso ultra-sionista Arutz Sheva. Vamos deitar um olho a alguns números ? Vamos lá a ver se realmente essas histórias que só falam mal dos judeus, desse “anti-semitismo primário”, desse “anti-semitismo secundário”, desse maldito “anti-semitismo terciário”, tem razão de ser...
- 76% dos judeus são a favor do aborto, contra 73% dos sem-religião, 38% de católicos, 33% de protestantes e 18% de mormons
- 85% dos judeus são a favor da homossexualidade, contra 83% dos sem-religião, 62% de católicos, 41% de protestantes e 28% de mormons
- 73% dos judeus são a favor da eutanásia, contra 77% dos sem-religião, 47% de católicos, 43% de protestantes e 30% de mormons
- 83% de judeus não vêm problema no sexo fora do casamento, contra 88% dos sem-religião, 68% de católicos, 50% de protestantes e 29% de mormons
- 68% dos judeus são a favor de filhos fora do casamento, contra 80% dos sem-religião, 59% de católicos, 47% de protestantes e 25% de mormons
Estes números são anti-semitas, o Arutz Sheva tem de ser processado por anti-semitismo. Vamos chamar o SOS racismo para tratar do caso.
domingo, 29 de maio de 2016
O destemido e valoroso povo português
| Túmulo do nosso querido e amado, Sua Mercê, El Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques |
Porque razão é que a maioria de todos os povos da Europa nos desprezam ? Porque razão é que a maioria daqueles a quem legamos a nossa identidade nos desprezam igualmente ?
E ainda há quem lamba as botas a povos que nunca nos fizeram, nem nos deram, nem nos ofereceram o mínimo respeito, ao contrário, sempre tentaram delapidar-nos ao longo da história. E quando chegava o momento de nos respeitarem, tal sentimento não vinha deles mesmos, mas sim porque impusemos-lhes o respeito que nos é devido pela força.
Esta inveja e ódio para com o português só se explica pelo facto de esses mesmos notarem em nós, conscientemente ou inconscientemente, a bravura da qual eles mesmos carecem. Esta força sobre-humana da qual o nosso amado Camões menciona “... em perigos e guerras esforçados, mais do que prometia a força humana...”, óh que tais palavras não podem cair no vazio se olharmos para a nossa história e se os outros que nos desprezam atentarem para ela atenciosamente e descerem do pedestal do orgulho no qual eles mesmos se meteram sem algum mérito.
Hoje, numa Europa que é invadida por todos os lados por ditos “imigrantes” afro-árabes, esta mesma Europa, estas mesmas nações, deveriam olhar para quem deles melhor sabe lidar com este problema e deu largas provas na história, de séculos e séculos, de ser o único com capacidade para lidar com este problema. Nós, os portugueses! Sem esquecer os nossos irmãos espanhóis, que tanta experiência têm quanto a nossa nesta matéria.
Mas o problema de hoje não se resume só a invasão árabe, e é aqui que fazemos toda a diferença, seja com qual for o povo ou nação europeia, pois somos os únicos que tanto sabemos lidar com o problema árabe como com o problema africano. A nossa experiência e valentia seculares, passa de longe seja qual for o povo europeu que se apresente para liderar este problema.
Mas esta Europa está cega, continuam a falar mal de nós, a desprezar-nos dia após dia, apenas nos louvam pelo facto de sermos bons trabalhadores, bons para sermos explorados, carne para se espremer o suor.
A continuar assim, esta Europa vai cair, nação após nação... mas uma coisa garanto-vos, que quando todas as outras nações caírem, e se isso acontecer, a nossa que tanto foi desprezada, este povo que tantas vezes é maldito, sobretudo por aqueles que lidam de perto connosco, estará de pé e não cairá como os outros caíram.
Não nos interessa ter armas sofisticadas e grandes tecnologias. Sempre fomos um povo humilde, amante da simplicidade da vida. A nossa força, que reside essencialmente no que nos foi transmitido pelos nossos antepassados, passa-se de todas as quinquilharias tecnológicas da qual sempre procede a soberba do homem.
Também não nos interessa ter um grande e numeroso exército para agradar a vista do insensato. Já o provamos inúmeras vezes durante a nossa história, que não é o numero que conta, mas a qualidade. E sobretudo acima desta qualidade, possuímos o carácter forjado século após século pela alma dos nossos antepassados que incide em nós, que nos guiará sempre à vitória quando a coesão nacional está em causa.
Os nossos actos falam por si, a história está lá para o confirmar. Mesmo se uma sinistra e nebulosa obscuridade nos força hoje em dia a desligarmos-nos do nosso passado, esta mesma jamais conseguirá impedir que o carácter valoroso e intrépido da alma nacional se exprima em cada português no momento oportuno.
Este desgosto de ouvir tantos europeus e por esse mundo fora falarem mal de nós, eu deixo-lhes um aviso, e que tomem em consideração este aviso : Atenção ao acordar do Lusitano. Maldizentes, quando isto acontecer, escondam-se por aí e fujam, porque não pensem que o sangue dos nossos antepassados se deixará gozar até vocês desejarem. Fujam enquanto é tempo... porque enganados estarão se pensam que a nossa história se limita a “cruzar os mares”.
sábado, 28 de maio de 2016
Dois pesos, duas medidas...
A versão italiana responde perfeitamente à visão mundialista. Esta é portanto dita "politicamente correcta".
A versão chinesa já é "politicamente incorrecta", ela não responde ás normas de mestiçagem dos mundialistas que desejam escurecer mesmo o povo chinês, que de momento, resiste bem mais que os europeus.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Léon Degrelle...
Hitler não era pagão
Jornalista :Você era um líder de um movimento nacionalista belga que se reclamava do catolicismo. Não havia contradição com o seu apoio aos lados das armadas hitlerianas ?
Degrelle : Toda a gente se engana lá a propósito de Hitler. Ele era intensamente crente e invocava regularmente o nome de Deus. Ele era de formação cristã, ele tinha mesmo feito parte do coro da Igreja local. Certos líderes nacionais-socialistas eram hostis à Igreja, sobretudo Bormann e Himmler, para não falar de Rosenberg, mas as suas influências sobre Hitler eram praticamente nulas. Ele não tomava a sério as buscas de Himmler sobre as antigas religiões germânicas e a sua política foi muito favorável à Igreja católica, mesmo se esta forneceu em seguida os rivais mais determinados ao regime.
Encontrei-o numa manhã quando me preparava para ir à comunhão, e quando lhe fiz parte da minha intenção – eu gostava muito de provocar os meus interlocutores alemães, era uma maneira de exprimir a minha independência deles - , ele não ficou surpreendido e respondeu-me que a sua Mãe adoraria acompanhar-me se ainda fosse viva, e o que contou Kubizek nas suas Memórias é muito revelador. A minha religião não me parecia nada contraditória com a minha adesão aos princípios e ideias avançadas por Hitler, e ele compreendia muito bem, ao ponto que um dia fez-me esta declaração : “Se eu tivesse um filho, gostaria que ele fosse como tu...” (1)
Hitler não tinha intenções de moldar o Cristianismo, e ria-se das teorias pagãs!
Quanto a Hitler, sublinha Degrelle, ele não era ateu, e ele não tinha planos para guerrear com as religiões.
A sua maneira de pensar era muito moderada, e ele explicou-me um dia : “Eu não quero organizar nenhuma persecução religiosa. Se me fazem problemas ao nome da religião, brigas políticas, farei face com vigor. Mas não é assim que virá o enfraquecimento das religiões. Estou convencido que daqui a 100 anos, ou 200, a ciência terá feito tais progressos, esclarecido tantos mistérios, dado explicações naturais e lógicos aos problemas do homem e da criação que a influência das Igrejas será fortemente reduzida ou virtualmente eliminada. Acho mais lógico crer nesta evolução.”
Um dia em que lhe fiz remarcar que ele tinha à volta dele vários teóricos anti-religiosos muito em voga, por exemplo Rosenberg, o autor do “Mito do séc.20”, ele respondeu-me : “Léon, já leste esse livro ? Eu, nunca consegui!”.
Nós desatamos a rir, porque, eu também não, nunca tinha conseguido passar da primeira dezena de páginas de textos estúpidos. Hitler deixava os caga-cópias confusos trabalhar, aqui e acolá ao seu redor. Isso dava ares de intelectual ao Movimento. Quando as pessoas não compreendiam (porque era incompreensível!), eles mexiam a cabeça e murmuravam : é profundo!
No Rex, eu possuía em reserva essas teorias consagradas em que nunca tinha lido uma linha. Elas explicavam gravemente, na capa, aos amadores de adivinhas políticas, as finezas distorcidas e subtis da minha doutrina – que era simples como um ovo com casca, e gozava com essas filosofias distorcidas !
Hitler fazia-me rir dizendo que ele agia exactamente como eu com essas impressionantes filosofias! (2)
Hitler, Mussolini e Salazar
Enquanto homens, Hitler e Mussolini eram bem diferentes. O povo alemão e o povo italiano eram diferentes. Enquanto doutrinas, o fascismo e o nacional-socialismo eram diferentes.
Se os dois principais movimentos “fascistas” da Europa, esses mesmo que se içaram ao poder em Roma e Berlim... pareciam já assim tão distintos um do outro, que dizer então dos outros “fascismos” surgidos na Europa, que fosse na Holanda ou em Portugal, na Roménia, na Noruega ou em outros lados! ….
Por outro lado, o “fascismo” em Portugal era sem paixão, como o era o seu mentor, o Pr. Salazar, um cerebral, que não bebia, não fumava, vivia como um eremita, vestido como um pastor, fixava os pontos da sua doutrina e etapas da sua acção tão friamente como se comentasse as leis romanas.
Ao lado do Hitler proletário, do Mussolini teatral, do Salazar professoral... (3)
Notas:
(1) – “Pourquoi j'ai cru en Hitler”, p.5
(2) - “Degrelle m'a dit”, p.384-85
(3) - “Hitler pour mille ans”, p.9,10
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Como bem dá a entender Degrelle, cada país tem a sua mentalidade e a sua maneira de conceber o nacionalismo. De um Hitler liberal, passamos a um Salazar anti-liberal. O primeiro deixava ás empresas terem campo livre para negociarem, inovarem como desejarem, conquanto não abusem dos limites impostos por lei, o segundo já entendia que tudo devia ser nacionalizado e o que se construisse seria por conta e propriedade do Estado. Hitler não tinha posição religiosa, embora respeitasse muito o Cristianismo, e Salazar era profundamente católico, tanto que o Estado era governado em total acordo com a doutrina da Igreja, sem mexer uma virgula.
É pedir demais que sejamos como os alemães, que têm um espírito matemático, lógico, racional e onde a ordem e organização é lei. Já não é a mesma coisa com o português, mais desordeiro, mais tendência para o espiritual que para o racional, mais agarrado ás coisas antigas, e portanto menos tendência a inovar. E isto é notório em todos os aspectos da vida. Basta ver a diferença entre Salazar e Hitler, cada um deles é uma imanência do espírito do seu povo.
Quanto aos paganismos, isso pelos vistos era os desenhos animados para Hitler rir-se de vez em quando! Devia ser uma autentica macacada naquele tempo, como o é agora. Hitler devia apanhar ataques de riso.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Num gráfico, o erro da abertura de fronteiras
O número de muçulmanos orientais (norte-africanos, árabes, turcos – paquistaneses não incluídos – etc.) vai dobrar daqui a 2100, passando de 450 milhões a 1 bilião. O numero de subsarianos vai ser multiplicado por 4 no mesmo período.
Só no período 2015-2040, haverá perto de 200 milhões de muçulmanos orientais e mais de 750 milhões de subsarianos suplementares.
Estas imensas populações, crescerão em regiões com falta de um quadro social, económico e já saturadas demograficamente, irão constituir um reservatório inesgotável de candidatos à colonização da Europa e ao djihad.
A primeira medida a tomar, antes de toda estratégia estrutural, é o fecho total das fronteiras europeias e inversão radical do processo de colonização da Europa.
Fonte:
borislelay.com
Autor: Boris Le Lay
terça-feira, 3 de maio de 2016
Nietzsche, o Koudenhove-Kalergi antes da hora
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| O filo-judaico Nietzsche com a sua amada judia Lou Solomé e o seu amiguinho judeu Paul Rée |
Nietzsche:
Koudenhove-Kalergi :
“O humano do futuro será mestiço. … A raça do futuro, negro-eurasiana, de aparência semelhante aquela do Egipto antigo, substituirá a multiplicidade dos povos por uma multiplicidade de personalidades.” (2)
“Os emissários principais da nobreza cerebral : do capitalismo, do jornalismo, da literatura, que ela seja corrompida ou integra, são os Judeus. A sua superioridade de espírito os predestina a serem um dos elementos mais importantes da nobreza do futuro.” (3)
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Conseguem notar alguma diferença ? Garanto-vos que se lerem o livro do Koudenhove-Kalergi, a diferença entre este e Nietzsche e os elogios ao judeu, são por demais semelhantes! Ambos pensam em “mestiçar”, ambos pensam que o judeu é um ser com uma inteligência superior e que terá um papel preponderante! Julguem por vocês mesmos, os links estão logo abaixo para download, leiam com vigor e força. Tudo na vida passa, só os livros ficam.
Aviso já que esses três trechos, dentro ou fora de contexto não variam de uma só vírgula no que exprimem e no que significam: um amor e carinho para com os judeus jamais visto, e um extremo ódio para com os povos europeus e nações europeias. Ambos falam da extinção das nações e de mestiçagem sem que lhes cause algum problema de ordem moral ou parecido. Ah filhos de uma cadela! Ratos, só ratos caramba, fosga-se, isto é demais.
Notas:
(1) - "Humano demasiado humano", §475
(2) - “Idéalisme Pratique”, p.18
(3) – idem, p.41
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Incrível naturalização massiva de extra-europeus em França
O governo miserável da França, do judeu François Hollande, do seu ministro Manuel Valls, casado com uma judia, acabam de lançar um incentivo à naturalização massiva do terceiro-mundo por decreto!
As condições requeridas são as seguintes (concerne unicamente os departamentos mencionados logo de inicio) :
- ter mais de 18 anos de idade
- ter autorização de residência válido
- residir em França de maneira continua desde há cinco anos
O tempo de cinco anos é reduzido a dois anos se tiver estudos superiores válidos
O tempo de cinco anos é suprimido se :
- se for refugiado
- se for argelino nascido antes do 3 Julho de 1962
- se for um habitante de um país (ver lista de países em baixo) cuja língua oficial seja o francês e seja a língua praticada pela pessoa, ou tenha sido escolarizado pelo menos durante cinco anos num estabelecimento cuja língua francesa era ensinada
Países referidos - Bélgica, Benim, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Canada, República Centro-Africana, Ilhas Comores, Republica Democrática do Congo (Brazzaville), Republica do Congo (Kinshasa), Costa do Marfim, Djibouti, Gabão, Guiné Equatorial, Haiti, Luxemburgo, Madagascar, Mali, Monaco, Nigéria, Ruanda, Senegal, Ilhas Seicheles, Chad, Togo, Vanuatu.
Fonte: borislelay.com
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Segundo Boris Le Lay, o governo do judeu François Hollande, conta assim ganhar votos nas próximas eleições de Abril 2017, graças a esta naturalização massiva, visto que está na desgraça do povo. Basta apenas falar o francês e ser proveniente de um dos países citados em fim de artigo, nem é necessário ser "refugiado"! De um momento para o outro, qualquer um pode ser francês, não estamos a falar de "autorização de estadia" mas sim de "naturalização".
Os departamentos mencionados logo no inicio, são aqueles conglomerados afro-árabes, os ghettos, que giram à volta de Paris, onde cerca de 66% dos nascimentos são oriundos de extra-europeus ou de mestiçagem.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Veganismo, a ideologia anti-espécie dos “anti-touradas”
Por vezes, sem o sabermos, e sem termos a mínima consciência das nossas atitudes, a não ser a protecção custe o que custe da identidade nacional, daquilo que é um marcador da nossa história, dos nossos costumes que vêm lá do fundo da antiguidade, deparamos, sem querer, com um jogo sórdido, do qual mais tarde tomamos a plena consciência, e sabemos, e temos a certeza, de estar no bom caminho.
E aqui refiro-me, aqueles que pensam ou fazem pensar os outros, que são os defensores da identidade nacional, quando na realidade não passam de simples seres manipuladores e manipulados.
Provavelmente fazem-no sem ter consciência do que tal defesa de posição acarreta em si. Os russos chamam-lhe “Tecnologia Política”, aqui para estes lados damos o nome de “Engenharia Social”. Não vamos entrar no que significam estes termos, nem como vieram à luz. O facto é que são armas extremamente eficazes, em que dia após dia somos perfeitamente manipulados e ao mesmo tempo manipuladores. Tudo isto mesmo sem termos plena consciência. Todos nós, sem excepção alguma, aqui não há espertos, entramos uma vez no quadro de manipulados e outra vez no quadro de manipuladores sem sequer darmos conta disso.
Há alguns tempos atrás, falávamos nós das “Touradas”, em que se tomava a defesa deste costume que faz perfeitamente parte da identidade nacional. E isto quer se goste ou não deste costume. O facto é que é bem um marco identitário, e como tal, não deve ser repudiado.
Isto dito, da maneira e das acções que são tomadas contra este costume, elas nada mais visam na realidade que o mesmo objectivo perverso, ao mesmo titulo que a as questões das raças, do sexo, de povos, de nações, de costumes, etc. É a indiferença geral de tudo e de todos, de uns e de outros, incluindo os animais.
A repudiação das touradas, tida como um maltrato sobre o animal, ela apoia-se na realidade em casos particulares, e de facto, do maltrato que é aplicado aos animais, tal e qual como o anti-racismo se apoia, de facto também, sobre casos particulares de racismo.
O importante tanto num caso como noutro, é que o esquema vai além das aparências. Por exemplo o anti-racismo, não é em nada o combate contra o racismo, como a maioria de nós pensa, mas sim a acção ultima e perversa de abolir todas as diferenças raciais, étnicas.
Ora bem, os “anti-touradas” procedem da mesma maneira, seguindo o mesmo esquema aplicado ao “anti-racismo”, sempre com a mesma perversidade : o da abolição das diferenças ; desta vez, entre espécies. Toma-se neste caso, o maltrato como pretexto, tal e qual como se toma um caso isolado de racismo como pretexto, ou tal e qual se toma um caso isolado de maltrato de mulher para se defender o feminismo.
Se num caso o resultado esperado é a abolição das diferenças raciais, étnicas, de sexo, no outro passa-se ao patamar da abolição das diferenças entre espécies.
O Veganismo(1) é para as touradas o que o anti-racismo é para o racismo, ou o que os LGBT são para a feminização do homem. Pratica-se sempre e sempre a mesma metodologia que, sob pretexto de defender qualquer coisa, faz avançar outra causa em paralelo sem que ninguém se aperceba.
Esta é a rigor matemática da Engenharia Social, da Tecnologia Política, que consiste em proceder sistematicamente por culpabilização : “óh tu és contra os direitos das mulheres, és machista retrógrado!”, “óh tu és contra os direitos do homossexual, és heterossexual!”, “óh tu és contra os direitos de asilo dos refugiados, és racista!”, “óh tu és contra os direitos do animal, és um carniceiro!”.
A causa a ser defendida, no geral, é sempre boa, por vezes imoral, por vezes moral, mas a estratégia que se esconde por detrás de tais actos vai muito além do que parece à primeira vista, neste caso especifico das touradas, destruir toda e qualquer referência identitária numa primeira fase e o passo seguinte é a abolição das diferenças entre espécies. O humano e o animal, farão parte de uma só massa. Estamos em pleno trans-humanismo. Já se estuda mesmo os "direitos dos robots"!
Autor: gang2 (baseado nos livros, estudos pesquisas de Lucien Cerise, especialista em Marketing e Social Engineering)
Notas:
(1) - Veganismo não toma unicamente a forma de um movimento para a abolição de alimentos animais, mas sim também a defesa dos “direitos dos animais”.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Não, os imigrantes não pagarão as vossas reformas!
“Em rejuvenescendo a população (pela imigração), contribui-se necessariamente a pagar as reformas”. Análise de um mito.
Recentemente ainda, um economista do Banco Mundial Hernan Winkel justificava a imigração para a Europa pelo argumento frequentemente repetido : “Em rejuvenescendo a população (pela imigração), contribui-se necessariamente a pagar as reformas”.
Ora esta afrimação é inexacta : o Estado não pode pagar os custos crescentes de uma população envelhecida unicamente com recursos suplementares ; e seja qual for a idade, os inactivos sem recursos não contribuem.
Para assegurar as futuras reformas, são os recursos do Estado que se deve aumentar, sobretudo aumentando o numero de empregos produtivos.
A imigração poderia contribuir de duas maneiras : seja, os imigrantes colmatem uma escassez de mão-de-obra nos sectores produtivos ; seja, se os imigrantes criem novas empresas geradoras de empregos produtivos.
Mas globalmente na Europa, a imigração actual proveniente dos países do terceiro-mundo não é escolhida em função do mercado de trabalho e é pouco qualificada. Os desempregados pouco qualificados já são numerosos, esta imigração não selectiva só vai fazer crescer o numero global de desempregados e de ajudas sociais. Estes imigrantes não têm no geral as competências necessárias para criar novas empresas.
Na realidade, esta imigração europeia não selectiva só vai piorar o problema das reformas. De facto, os desempregados e beneficiários de ajudas sociais que ela requer exigem recursos suplementares.
O Estado encontra recursos em aumentando a pressão fiscal, o que têm como consequência inevitável a diminuição da competitividade das empresas. E para manter a competitividade, estas são obrigadas a fazer economias, por exemplo em reduzindo o pessoal ou deslocalizando-se para países cuja mão-de-obra seja barata... ou então arriscar-se à falência. Tudo isto diminui o emprego e agrava o problema das pensões.
E se, a recusa de uma aumentação da pressão fiscal mantendo fechado o envelope da segurança social, os montantes alocados aos desempregados e beneficiários sociais suplementares agravaria outros postos da segurança social, como por exemplo a segurança de doença-invalidez... ou mesmo as pensões!
Logo, em principio, independentemente de toda a consideração sobre as eventuais vantagens ou inconvenientes que a imigração actual proveniente dos países do terceiro-mundo trariam para a Europa, esta não resolveria em nada o problema das pensões. Poderia-se, sim, resolver esse problema em aumentando o emprego productivo.
Para isso, tinha-se, de um lado, melhorar a competitividade das nossas empresas, diminuindo o peso do Estado e assim a pressão fiscal. E de outro lado, facilitar a criação de empresas, notavelmente através de uma baixa significativa dos seus encargos administrativos e sociais. Mas seguramente, sem encorajar a imigração extra-europeia.
Assim, a afirmação “rejuvenescer a população pela imigração contribui a pagar as reformas” pode ser repetida ao infinito, ela não repousa actualmente na Europa sobre a realidade. É portanto um desses mitos ideológicos que se deve repudiar para resolver os problemas.
Autor: Jacques Stelliez
Artigo aparecido no 27/04/2016, traduzido e reproduzido a partir do site Polemia.com
Papa Francisco, o espantalho ao serviço do mundialismo
Este papa começa já a “encher o saco” como se costuma dizer lá para os lados do Brasil. Este homem começa a dar muitos problemas. Muitos mesmo. Esta pessoa chegou ali, não sei como, mas com um objectivo muito especifico, insano. Qual ? Talvez o de ajudar a preparar o caminho para os mundialistas, o que parece ser bem o caso. E um fenómeno interessante, é que a maioria dos cristãos estão a fugir em massa, graças ao discurso imigracionista desse papa e de suas heresias. Aqui está um artigo interessante do Padre Linus Clovis.
A seguir, apenas um pequeno trecho de um artigo, que demonstra o total descalabro que este papa provoca. “Pelos seus frutos os reconhecereis”, e parece que os frutos deste papa são desastrosos em todos os sentidos... as pessoas começam a fugir do Vaticano.
“E isso dá os resultados seguintes citados por Antonio Socci en Itália : Menos de 30% em um ano, é um desmoronamento vertical. Mesmo desmoronamento para a presença aos Angelus do Papa : 150.000 peregrinos contra 390.000 para o mesmo período em 2014. A cerimónia de abertura do Jubileu, no 8 de Dezembro, que foi seguido por metade da assistência prevista (50.000) também foi um falhanço.”
Socci continua : “Os números sobre a frequentação das audiências papais que a Prefeitura da Casa Pontifical forneceu – como manda a tradição – para a centésima audiência de Bergoglio, a coisa mais clara é o desmoronamento que se verificou entre o primeiro e o terceiro ano do seu pontificado : 1.548.500 presenças em 30 audiências de 2013, 1.199.000 presenças em 43 audiências de 2014 e – atenção – 400.100 presenças em 27 audiências até 26 de Agosto de 2015.”
É que Francisco funciona, apesar do seu culto protector, para espantar as pessoas.
“Números terríveis. E a tendência é igualmente confirmada pelo cálculo da participação média às audiências gerais. O que é que isso significa ? Que o entusiasmo inicial dos primeiros meses sucedeu a uma amarga decepção, tendo como consequência a fuga das audiências papais.”
Socci explica assim esse declínio : “Mas a imigração é apenas uma das numerosas razões pelas quais o povo cristão afasta-se de Bergoglio. Nem é mesmo a mais grave. 2016 será o ano da verdade.”
Fonte: eurolibertes.com Autor: Nicolas Bonnal
segunda-feira, 25 de abril de 2016
A estupidez, declínio da sociedade (2ª parte)
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| Ibn Khaldoun |
Nesta continuação da 1ª parte, vamos ler um dos maiores e mais brilhantes filósofos de todos os tempos, um daqueles raros génios que a humanidade germina de tempos a tempos: Ibn Khaldoun. Neste pequeno trecho, uma pequena parte da sua longa descrição da queda de uma civilização, vamos mais uma vez observar semelhanças com a actualidade...
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O povo vencido tenta sempre imitar o vencedor no
seu ser, pela maneira de se vestir, pelas opiniões e pelos costumes
Os homens olham sempre como um ser superior aquele que os subjugou e que os domina. Inspirados de um medo reverencial para com ele, eles vêem-no rodeado de todas as perfeições, ou então atribuem-lhe-as, para não admitir que a sua subjugação foi efectuada por meios ordinários. Se esta ilusão se prolonga, ela é admitida como uma certeza. Então eles adoptam os costumes do mestre e tentam assemelhar-se-lhe sob todos os ângulos. É por espírito de imitação que eles agem assim, ou então porque eles imaginam que o povo vencedor deve a sua superioridade não ao seu poderio nem ao seu espírito de corpo, mas aos costumes e às práticas pelas quais ele se distingue.
Esta maneira de dissimular a sua própria inferioridade tem por motivo o que nós acabamos de citar. Assim podemos observar que por todo o lado os povos vencidos tentam parecer-se com os seus mestres pela vestidura, os equipamentos, as armas e todos os usos da vida.
Vejam como as crianças se modelam sobre os seus pais, e isso porque eles os vêm como seres sem defeito. Vejam, em todos os cantos da terra, como as populações regalam-se a levar a vestidura militar, tanto eles apreciam a superioridade das milícias e das tropas do Sultão. Igualmente todo o povo que fica na vizinhança de um outro, e que sentiu a preeminência, adquire este hábito de imitação a um alto grau. Nos nossos dias isso vê-se nos muçulmanos da Andaluzia, devido às relações com os Galícios (os cristãos de Léon e Castilla); eles assemelham-se-lhes pela maneira de vestir e estar; eles adoptaram mesmo a maior parte dos seus costumes, ao ponto de ornarem as paredes de suas casas e palácios com quadros. Nesses actos, o filósofo, só pode reconhecer um índice de superioridade.
De resto, Deus ordena o que Lhe parece bom! Esses fenómenos demonstram a verdade do provérbio popular, que cada povo segue a religião do seu Rei. De facto, o Rei domina sobre os seus súbditos, e estes o tomam como um modelo perfeito ao ponto de se esforçarem por imitá-lo em tudo. É assim que as crianças esforçam-se para se assemelharem aos seus pais e os estudantes aos seus mestres. Deus é um Ser Sábio!
Um povo vencido e submisso esmorece rapidamente
Logo que um povo se deixa despojar da sua independência, ele passa a um estado de abatimento que o rende servo do vencedor, um instrumento dos seus desejos, o escravo que ele deve alimentar. Então ele perde gradualmente a esperança de uma melhor fortuna. Ora, a propagação da espécie e aumento da população, dependem da força e da actividade que a esperança comunica a todas as suas faculdades do corpo.
Quando as almas engordam-se na submissão, e perdem a esperança, e mesmo pelo motivo de esperarem dias melhores, o espírito nacional apaga-se sob a dominação do estrangeiro, a civilização recua, a actividade dos trabalhos lucrativos cessa de facto, o povo, quebrado pela opressão, não mais tem a força para se defender e fica escravo do conquistador, a presa de cada ambicioso. Isto é a sorte que ele deve subir, mesmo que tenha fundado um Império e chegado assim ao termo do seu progresso, ou mesmo que nada tenha feito ainda.
O estado de submissão conduz, se não me engano, a um outro resultado: o homem é mestre da sua pessoa, graças ao poder que Deus lhe delegou; se ele se deixa despojar da sua autoridade e desviar do elevado objectivo que lhe foi dado, ele abandona-se tanto ao desleixo e à preguiça, que nem busca mesmo os meios de satisfazer as exigências da fome e da sede.
E isto é um facto cujos exemplos não faltam em alguma classe da espécie humana. Uma mudança semelhante tem lugar, diz-se, com os animais carnívoros: eles não copulam em captividade. O povo submisso continua assim a perder toda a sua energia e a esmorecer até que desapareça do mundo.(1)
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Este trecho de Ibn Khaldoun, é tão verdadeiro quanto a estarmos a vive-lo na actualidade. Para resumir “aquele que se deixa dominar, adopta sempre os costumes do vencedor, e assim o espírito nacional morre”.
Nós observamos este fenómeno por todo o lado, todos os dias a toda a hora.
Desde o “inglesismo” adoptado na linguagem corrente em detrimento da língua nacional, mc-donald's e hamburger's de plástico em todos os cantos do País, filmes e séries americanas a toda a hora, a maneira de vestir igual à dos americanos... tudo, mas tudo, provém deste americanismo, mesmo um simples penteado vindo dos USA, nós os submissos, vesgos como ovelhas, mesmo nisso nós o temos como um signo da superioridade desse povo corrupto e degenerado, e tão rápido aparece na televisão, tão rápido o adoptamos. E ficamos todos orgulhosos apesar de nos estarmos a submeter de livre vontade à degenerescência americana.
Os americanos são judeófilos, o modo de pensar deles é perfeitamente ancorado na filo-judeologia, e é esta uma das razões e uma das causas do declínio das nossas sociedades. Nós vivemos submissos a toda esta ideologia, como ovelhas labregas, "engordadas de submissão", prontas a alimentarmos o matadouro.
Escutemos, e atentemos para as palavras dos Sábios!
Notas:
(1) - Les Prolégomènes, Vol 1,pág. 309
sexta-feira, 22 de abril de 2016
O Papa e a Pessah
O Papa enviou um telegrama ao Grande Rabino de Roma, a felicitar umas boas festas da Pessah.
Um Papa que felicita o facto de as judias levarem na anilha durante 7 semanas consecutivas, que limpem com a boca, tudo, mesmo se houver merda agarrada, não me parece ser lá coisa muito cristã apoiar e felicitar esse tipo de práticas, que não diferem em nada da judio-pornografia.
Nós ouvimos correntemente muitas criticas ao Papa pelo seu mundialismo, por esse web fora; nesse aspecto, estamos de acordo. Também não me resigno a deixar de criticá-lo quando entendo que é necessário, embora não faça disso uma constante, pois apesar do seu mundialismo, não foi o Papa que financiou essas imigrações, não foi ele que promoveu essas guerras consignadas no plano judaico Oded Yinon, não foi ele que manipulou os políticos de cada país a aceitarem estas invasões, idem, idem. Em suma, o Papa não têm nenhum poder político-financeiro. Quanto mais, uma influência raquítica e muito restricta sobre um punhado de cristãos, que façam lá o que eles façam, não incrementam em nada estas invasões, será sempre uma gota de água no oceano.
Agora, os verdadeiros promotores e financiadores deste mundialismo, os destruidores da humanidade, os chupa-cabras, pshiu! Silêncio! Criticar o Papa é muito bom, muito bom, se possível todos os dias, salvo quando um judeu se encontra por perto.
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