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domingo, 31 de julho de 2016

Eis os mais brilhantes contribuidores para o bem estar da humanidade...



“Nosso maior vicio, até aos dias de hoje, é o parasitismo. Nós somos um povo de abutres que vive do trabalho e do bom viver do resto do mundo...” (1)

“ Que triste espectáculo o Judeu deste continente, que ele mesmo pretende ter enriquecido! Não somente ele é incapaz de contribuir ao prestigio (cultura e arte) do viver. Ele nem contribui na força de trabalho. Ele não escava poços, não cultiva o solo, não construi estruturas, não poisa um tijolo, não cava uma trincheira, não faz trabalhar uma roda, não cozinha uma massa, não corta uma árvore, não fabrica uma lata de conserva, não limpa as ruas, não procura carvão, não acende um fogo nos fornos, não tece um vestido, não escava um túnel, não construi protecções, não estabelece uma barragem, não faz uma ponte, não combate os incêndios...

Como força de trabalho na América, o Judeu contribui unicamente pelos trabalhadores que ele emprega ao suor e armadilhas de ratos nos seus negócios...

Parece que é o código não escrito do Judeu: que ele não deve jamais trabalhar. A menos que algo se passe e que mude a sua visão, eu aventuro-me a dizer que ele jamais trabalhará...

Não consigo encontrar algo que valha a pena afirmar que os Judeus tenham criado algo durante os 250 anos que habitam no continente americano” (2)

Notas:

(1)Jews Must Live, Samuel Roth (1934), pág.56
(2)Idem, pág.101-108

domingo, 24 de julho de 2016

Que dizer ?



D. Afonso Henriques "O Conquistador" (1143 – 1185) / D. Sancho I "O Povoador" (1185 – 1211)
D. Afonso II "O Gordo"(1211 – 1223) / D. Sancho II "O Capelo" ( 1223 – 1248)
D. Afonso III "O Bolonhês"(1248 – 1279) / D. Dinis I "O Lavrador"( 1279 - 1325)
D. Afonso IV "O Bravo"(1325 – 1357) / D. Pedro I "O Justiceiro"(1357 – 1367)
D. Fernando I "O Formoso"(1367 – 1383) / D. João I "O de Boa Memória"( 1385 – 1433)
D. Duarte I "O Eloquente"(1433 – 1438) / D. Afonso V "O Africano"(1438 – 1481)
D. João II "O Príncipe Perfeito"(1481 – 1495) / D. Manuel I "O Venturoso"(1495 – 1521)
D. João III "O Piedoso"(1521 – 1557) / D. Sebastião I "O Desejado"(1557 – 1578)
D. Henrique I "O Casto"(1578 – 1580) / D. António I "O Determinado"(1580 – 1580)
D. Filipe I "O Prudente"(1581 – 1598) / D. Filipe II "O Pio"(1598 – 1621)
D. Filipe III "O Grande"(1621 – 1640) / D. João IV "O Restaurador"(1640 – 1656)
D. Afonso VI "O Vitorioso"(1656 – 1683) / D. Pedro II "O Pacífico"(1683 – 1706)
D. João V "O Magnânimo"(1706 – 1750) / D. José I "O Reformador"(1750 – 1777)
D. Maria I "A Piedosa"(1777 – 1816) / D. João VI "O Clemente"(1816 – 1826)
D. Pedro IV "O Rei Soldado"(1826 – 1826) / D. Miguel I "O Tradicionalista"(1828 – 1834)
D. Maria II "A Educadora"(1826 – 1853) / D. Pedro V "O Esperançoso"(1853 – 1861)
D. Luís I "O Popular"(1861 – 1889) / D. Carlos I "O Martirizado"(1889 – 1908)
D. Manuel II "O Rei Saudade"(1908 - 1910)

Espantoso! Todos os nossos queridos e amados Reis de Portugal, fundadores da nossa Nação, eram católicos! Perdão, enganei-me, peço desculpa, queria dizer antes, que eram todos pagãos...

domingo, 17 de julho de 2016

Portugal, Campeão Europeu de Hóquei em Patins 2016!



E lá está outra vez um feito histórico. Estas vitórias certamente não são fruto do acaso. Elas querem-nos mostrar que devemos amar a nossa Nação, assim tanto desprezada por esse mundo fora, inclusive pelos países europeus, que não param de falar mal de nós.

No entanto é nesses mesmos países, cujos habitantes falam mal de nós, que basta deitarmos a cabeça fora da janela para vermos um barbudo a passar com os seus 10 filhos. Que basta sair à rua para vermos europeias agarradas a um árabe e que se arrastam atrás deles como escravas. Que basta darmos uma volta de carro para vermos guettos e guettos de árabes, mesquitas que pululam por toda a parte...lojas de kebabs a todos os cantos de rua. Não é na nossa Nação que se vê isto. Não é na nossa Nação que as nossas mulheres e filhas são constantemente violadas e ainda por cima, as que não são violadas, queixam-se de não terem sido violadas por um afro-árabe.

Que falem mal de nós como queiram e lhes apeteça, não nos aquecerá nem nos arrefecerá. Nós estamos aqui, e aqueles que defendem a nossa Nação, mostram-nos o caminho, mostram-nos que acima de tudo está o espírito da Nação de Portugal. Que devemos cultivar, custe o que custe, apesar da realidade, o espírito de coesão nacional.

E lembramos mais, que se porventura a escumalha teime em mestiçar ainda mais, garanto-vos que nunca na vida deles, conseguirão mestiçar o espírito dos nossos ancestrais, que permanece em cada um de nós. Esta é a força de Portugal. Um Portugal que desde os seus fundamentos é profundamente cristão e continuará a sê-lo, e haverá um renovar do espírito cristão nesta terra.

Não poderia esquecer uma magnifica profecia de Nossa Senhora de Fátima, que nos últimos tempos, nos tempos de adversidade, profetizou: “em Portugal permanecerá o Dogma da Fé”. Reparem que Nossa Senhora, diz “Portugal” e não uma qualquer terra sem fronteiras e apátrida. Se Nossa Senhora reservou esta bênção especial à nossa Nação e não a outra, isto significa algo muito profundo. Deus escreve direito por linhas tortas.

Estas vitórias, talvez signifiquem um sinal de aviso à Sinagoga dos Malfeitores da Humanidade, em que eles, conhecendo muito bem o teor destas profecias sobre Portugal, e que o simples facto de Portugal subir à ribalta em assim tão pouco espaço de tempo, signifique talvez um ar de aviso por parte de Nossa Senhora, de que está presente e pronta a contrariar os planos da Malfeitoria por esse mundo fora, por esta Europa adentro. Não é tanto a vitória em si que nos possa alegrar profundamente, mas sim esta noção essencial, anti-apátrida, de Nação de Portugal. E assim, estas vitórias fazem incrementar em nós mesmos, o amor pela nossa Pátria.

Não é humanamente possível vencer a Malfeitoria Apátrida, só com a ajuda do Divino poderemos conseguir vencer esta raça de apátridas parasitas. Nós esquecemos os nossos valores de outrora, esquecemos que a ordem natural pede que nos unamos, como dizia o nosso melhor estadista dos últimos tempos, Salazar. Mas pouco a pouco, se não formos orgulhosos, se descermos ao patamar da humildade, o céu dar-nos-à a mão e conduzir-nos-à pelo bom caminho, ardiloso, mas seguro.

sábado, 16 de julho de 2016

Mais um "atentado"...



Mais um atentado teve lugar. Obviamente acusa-se o Islão. Ainda é muito cedo para se falar sobre o assunto., mas para já segue-se uma questão : como é que um condutor de camião, num país em estado de urgência máxima, que apenas, em afirmando que vai descarregar uns gelados, consegue passar a barreira policial, numa zona vedada a veículos ? Num dia de grande festa ?

Bem, em todo o caso, nós estamos numa conjunctura, em que tudo indica que a escumalha está a perder o pedal dos eventos. Desde a aceleração industrial do plano kalergiano, aos atentados constantes estilo gladio, que ao que parece, têm o estranho hábito de acontecer praticamente só em França. Já tinha dito neste blog, que mais parece que correm contra o tempo, ou têm uma espécie de data limite a cumprir. Mas sobretudo, existe algo nesta França cuja escumalha treme de medo. Isto é fácil perceber, nos vídeos da Rabinaria. Sinceramente, não consigo descobrir o quê. O pesadelo da judiaria é a França. Creio profundamente que será de lá que a revolta contra a escumalha judaica vai começar. É tudo uma questão de tempo. Este país, é matracado pela judiaria desde 1789... o copo começa a ficar cheio e não tardará a transbordar faça a escumalha o que fizer.

Mas que raio de serviços policiais, deixam passar uma pessoa, ainda por cima numa via vedada à circulação, unicamente porque este lhes disse que ia distribuir gelados ? Mas quem vai acreditar nesta história ?