domingo, 25 de setembro de 2016
A ecologia made in The City
Esses arrogantes banksters impingiram-nos ao longo de décadas, a treta da ecologia, moldada segundo uma visão judio-escumálhica de verdadeiros assassinos do mundo, apátridas que enriquecem onde jorra o sangue de milhões de vidas humanas inocentes. Eles destroem a natureza para sacar milhões e milhões, e mesmo assim, têm a grande lata de acusar os povos de serem os destruidores da natureza. O método de inversão acusatória é típico de um certo grupo de pessoas.
Veja-se aqui, em geral, bem resumido, num artigo do The Economist, o modo de pensar dessa gente :
“A dura realidade, é que a morte violenta e arbitrária parece ser o meio de conservação da natureza mais económico inventado até agora.”
Fonte: TheEconomist
O voto, o eleitor e o candidato na óptica de Mirbeau
Num artigo, aparecido em 1888, o escritor Octave Mirbeau, matraca o candidato, sinónimo de rapina e abutre que olha unicamente para os seus próprios interesses, mas sobretudo o eleitor, aquela ovelha que vota precisamente para aquele que mais lhe deseja a pele e despojar os bolsos. Neste belo artigo, retém-se para amostra, este trecho que resume bem a burrice do eleitor, ou daquele que pensa que votando, terá assim beneficio :
“As ovelhas vão para o matadouro. Elas não dizem nada, elas não esperam nada. Mas ao menos, elas não votam para o carniceiro que as matará, e para o burguês que as comerá. Mais animal que os animais, mais ovelha que as ovelhas, o eleitor nomeia o seu carniceiro e escolhe o seu burguês. Ele fez revoluções para conquistar esse direito”
Fonte: LeFigaro,28 Novembro 1888
domingo, 31 de julho de 2016
Eis os mais brilhantes contribuidores para o bem estar da humanidade...
“Nosso maior vicio, até aos dias de hoje, é o parasitismo. Nós somos um povo de abutres que vive do trabalho e do bom viver do resto do mundo...” (1)
“ Que triste espectáculo o Judeu deste continente, que ele mesmo pretende ter enriquecido! Não somente ele é incapaz de contribuir ao prestigio (cultura e arte) do viver. Ele nem contribui na força de trabalho. Ele não escava poços, não cultiva o solo, não construi estruturas, não poisa um tijolo, não cava uma trincheira, não faz trabalhar uma roda, não cozinha uma massa, não corta uma árvore, não fabrica uma lata de conserva, não limpa as ruas, não procura carvão, não acende um fogo nos fornos, não tece um vestido, não escava um túnel, não construi protecções, não estabelece uma barragem, não faz uma ponte, não combate os incêndios...
Como força de trabalho na América, o Judeu contribui unicamente pelos trabalhadores que ele emprega ao suor e armadilhas de ratos nos seus negócios...
Parece que é o código não escrito do Judeu: que ele não deve jamais trabalhar. A menos que algo se passe e que mude a sua visão, eu aventuro-me a dizer que ele jamais trabalhará...
Não consigo encontrar algo que valha a pena afirmar que os Judeus tenham criado algo durante os 250 anos que habitam no continente americano” (2)
Notas:
(1) – Jews Must Live, Samuel Roth (1934), pág.56
(2) – Idem, pág.101-108
domingo, 24 de julho de 2016
Que dizer ?
D. Afonso Henriques "O Conquistador" (1143 – 1185) / D. Sancho I "O Povoador" (1185 – 1211)
D. Afonso II "O Gordo"(1211 – 1223) / D. Sancho II "O Capelo" ( 1223 – 1248)
D. Afonso III "O Bolonhês"(1248 – 1279) / D. Dinis I "O Lavrador"( 1279 - 1325)
D. Afonso IV "O Bravo"(1325 – 1357) / D. Pedro I "O Justiceiro"(1357 – 1367)
D. Fernando I "O Formoso"(1367 – 1383) / D. João I "O de Boa Memória"( 1385 – 1433)
D. Duarte I "O Eloquente"(1433 – 1438) / D. Afonso V "O Africano"(1438 – 1481)
D. João II "O Príncipe Perfeito"(1481 – 1495) / D. Manuel I "O Venturoso"(1495 – 1521)
D. João III "O Piedoso"(1521 – 1557) / D. Sebastião I "O Desejado"(1557 – 1578)
D. Henrique I "O Casto"(1578 – 1580) / D. António I "O Determinado"(1580 – 1580)
D. Filipe I "O Prudente"(1581 – 1598) / D. Filipe II "O Pio"(1598 – 1621)
D. Filipe III "O Grande"(1621 – 1640) / D. João IV "O Restaurador"(1640 – 1656)
D. Afonso VI "O Vitorioso"(1656 – 1683) / D. Pedro II "O Pacífico"(1683 – 1706)
D. João V "O Magnânimo"(1706 – 1750) / D. José I "O Reformador"(1750 – 1777)
D. Maria I "A Piedosa"(1777 – 1816) / D. João VI "O Clemente"(1816 – 1826)
D. Pedro IV "O Rei Soldado"(1826 – 1826) / D. Miguel I "O Tradicionalista"(1828 – 1834)
D. Maria II "A Educadora"(1826 – 1853) / D. Pedro V "O Esperançoso"(1853 – 1861)
D. Luís I "O Popular"(1861 – 1889) / D. Carlos I "O Martirizado"(1889 – 1908)
D. Manuel II "O Rei Saudade"(1908 - 1910)
Espantoso! Todos os nossos queridos e amados Reis de Portugal, fundadores da nossa Nação, eram católicos! Perdão, enganei-me, peço desculpa, queria dizer antes, que eram todos pagãos...
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