Na nossa Antiga Grécia, um homem, grande filósofo ressuscitado no tempo da Renascença, diga-se por renascentistas kabalizados até à raiz de gnose judaica (não é sem razão que a Europa Cristã Medieval dava prioridade a Aristote, sem desdenhar uma boa filtragem), um grande pensador surge: Platão! Numa das suas obras, dá-nos a ideia de uma Prisão, que ele preconizara no seu tempo como remédio e castigo aos “desviantes” do Paganismo Ateniense de então. Será somente séculos mais tarde, através do judeu Lénine, que a ideia de Platão será posta em prática.
Eis como o pagão Platão nos descreve a ideia primordial dessa Prisão na sua obra “As Leis”. Após preconizar certas etapas de castigos, conforme a gravidade da falta, para aqueles que não acreditassem nos deuses pagãos, para os mais árduos infiéis, Platão conceptualiza o primeiro Campo da Morte, da história da humanidade, a ideia primordial.
Infelizmente, séculos mais tarde, os dirigentes judéo-bolcheviques vão se inspirar nesta ideia do filósofo pagão, para levarem à morte, pela fome, pelo trabalho árduo, pelo assassinato, milhões e milhões de seres humanos, naquilo que se viria a chamar de Goulag: a ideia do pagão Platão posta em prática:
“Haverá na cidade, três sortes de prisões, uma na Praça Pública, que será comum a todos os delinquentes e onde serão tomadas em conta as suas necessidades, uma outra onde se reunirão os magistrados à qual se dará o nome de Casa de Correcção; uma terceira no meio do país, num local deserto e o mais selvagem possível, que será nomeada Prisão da Punição...”
Observe-se o contexto... é questão daqueles que não acreditam nos deuses pagãos. O diálogo concentra-se nesse ponto. Para os mais inflexíveis, Platão preconiza uma reeducação (veja-se lavagem cerebral), ou a morte:
“... após cinco anos, logo que o seu tempo de prisão chegará ao fim, se ele se acalmou, irá viver com os cidadãos virtuosos, caso contrário, ele será punido de morte... Quanto aqueles, semelhantes a bestas selvagens, que não acreditam na existência, na providência e à inflexível justiça dos deuses... será condenado, segundo a Lei, pelo tribunal, a ser posto ao ferro na Prisão do meio do país; e nenhum homem livre se aproximará dele... Na sua morte, será posto fora das fronteiras sem sepultura. Se um homem livre o ajudar a sepultá-lo, ele será acusado de impiedade...”
Eis o conceito do Goulag judéo-bolchevique, que teve as suas raízes no Paganismo e deu os seus frutos no Judéo-Bolchevismo. A reeducação... ou a morte!
Fonte: Platão, “As Leis”, livro X
Bónus: Interessante notar, ademais, que foi precisamente num “Kibboutz” que a práctica do igualitarismo entre homem e mulher, idealizada por Platão na sua “Républica”, e “Timeu”, foi pela primeira vez posta em acção. Encontramos também estas ideias, aplicadas na Revolução Judéo-Bolchevique e durante a 2ª guerra mundial. Tais ideologias, hoje em dia destroem pouco a pouco todas as Nações.



