Aba_horizontal

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Satan a Hollywood (Hervé Ryssen)



Invariavelmente, encontramos sempre os mesmos! O historiador e escritor Hervé Ryssen, verdadeiro patriota, e sem dúvida alguma, o melhor especialista mundial da actualidade sobre a questão judaica, nesta obra, demonstra-nos, com múltiplas provas a apoiar, de que sistematicamente, quando se trata de falar mal do Cristianismo, sobretudo da Igreja Católica, é raro não encontrar um judeu a manobrar os cordelinhos !

E este esquema repercuta-se constantemente, não só nos filmes e séries, como também na sociedade no seu geral.

É ver por exemplo esses ditos etiquetados de “nacionalistas”, “patriotas”, “identitários”, proclamando-se inimigos do Cristianismo, exactamente como os judeus o fazem! E querem-nos fazer engolir que “defendem” a Pátria agindo desta maneira ? Julgam poder enganar-nos quando dizem por um lado combater a ideologia kabalística e, paralelamente alinham-se nos conformes dessa ideologia ?

"Diz-me com quem te alinhas, e direi quem tu és." 

Ryssen demonstra, que os mesmos que financiam a propaganda anti-cristã em Hollywood, são exactamente os mesmos que financiam a propaganda multiculturalista, de mestiçagem, hollywoodiana. Demonstração do profeta do mundialismo, Jacques Attali:

"As grandes empresas de hoje são de propriedade de judeus: Universal, Fox, Paramount, Warner Bros, Metro Goldwin, Columbia, são todas criações de judeus imigrantes da Europa de Leste" Jacques Attali

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Sob os comandos de um governo pró-católico...


Sob os comandos de um governo pró-católico, isto é possível. Desengane-se todo aquele, que pensando ingenuamente, conta passar-se das raízes profundamente cristãs de cada país europeu.

Quando se presta atenção a este facto, a força é inexplicável. É indescritível, pois quem está aos comandos, não é mais o homem, mas sim Aquele a quem o homem se deve subjugar naturalmente.

Feito isto, que poderão os judio-pagãos contra a religião dos escravos ? Que poderão contra os adoradores do homem pendurado na cruz ? Nós cá estaremos para dar a outra face, como bem o sabemos fazer ! Nós cá estaremos para demonstrar o que é a religião dos escravos aos “viris” judio-pagãos !

Apesar dos ataques brutais, selvagens, de que o Cristianismo é alvo, creio que tais actos bárbaros, nada mais farão que fortalecer a crença dos adoradores do homem pendurado na cruz. E que maior exemplo temos na história, que as perseguições judio-pagânicas dos primeiros séculos do Cristianismo ? Força é de constatar, que quanto mais perseguidos e trucidados eram, mais a Igreja crescia ! E tanto cresceu, que mais tarde chegou a hora daqueles que dão a outra face, de tratarem convenientemente todas as crenças pagãs à moda da religião dos escravos.

Se esta religião dos escravos, é assim, então nós só temos de estar muito orgulhosos do nosso passado ! Se a darem a outra face fizeram o que fizeram, imaginem um instante o que seria se tais gentes não dessem a outra face ?

Dar a outra face”, é como um travão à impetuosidade avassaladora do Cristianismo, cujas muralhas inimigas, por mais sólidas que sejam, desmoronam-se num ápice. Se não houvesse este travão, que o impede, digamos, de atingir o red-line, a energia dispensada seria tanta, que o mundo destruir-se-ia de si mesmo, falta de alicerces para suportar tal força.

Não é por acaso que o Cristo metia muito ênfase no amor para com o próximo. Se fosse voltado para si mesmo em vez de para com o próximo, a religião dos escravos levaria tudo à frente como um tsunami. E já assim o faz, quando existe unidade. Mas não, não sou teólogo, nem conhecimento para isso tenho, mas o facto do Cristo apontar constantemente em direcção do “amor para com o próximo”, resulta num travão natural, naquilo que poderia ser a mais poderosa força que o mundo jamais conhecera. O que seria se não fosse desta maneira ? Não se iludam... o Cristo não é só Amor, Ele também é Justiça!

Poderia agora andar aqui ás voltas deste tema, e martelar sem dó nem piedade encima desses judio-pagãos, que se crêem hoje os salvadores da Europa, mas que na realidade, durante séculos nada demonstraram que fosse nesse sentido;  só sei uma coisa, que nos livros de história antigos, o Rei fundador desta nobre terra, tinha o cognome de “D. Afonso Henriques, o Católico”! E ele ia de avante, e martelava com força em tudo o que era mouro e pagão! E ai de aquele que se atrevesse a fazer frente a este adorador do homem pendurado na cruz ! Ai de aquele que ousasse desembainhar a sua espada contra este seguidor da religião dos escravos !

Raízes do multiculturalismo, do cosmopolitismo, provêem-nos do paganismo


Culto pagão da elite cosmopolita à Coruja dos bosques

Se houvesse ou não judaísmo, fossem ou não fossem os oligarcas apátridas que têm quase todas as rédeas dos países, o multiculturalismo mesmo assim prosseguiria o seu caminho. Isto devido ao simples facto, de que o paganismo sai dos escombros da sua própria ruína, para mais uma vez tentar destruir a homogeneidade do território Europeu.

Pelo passado já o fizeram inúmeras vezes, e ao longo de séculos. A religião do multiculturalismo, dos cosmopolitas apátridas, hoje em dia, é o resultado de uma perfeita simbiose entre judaísmo, ateísmo e paganismo.

Antes de tudo, sobre a retrospectiva histórica aqui focada, é necessário que se tenha em conta, que o Cristianismo não existia. Logo pode-se, muito folgadamente, afirmar sem preconceito algum, que não é do Cristianismo, não é de lá que nasceram as raízes do cosmopolitismo multicultural apátrida, mas sim, com múltiplos factos históricos à prova, de ambientes pagãos, onde reinava a degenerescência intelectual.

- Dionísio de Halicarnasso, e a sua descrição do ambiente pagão multiculturalista, cosmopolita, e degenerescente de Roma.

Nos tempos em que todos os caminhos iam dar a Roma, um historiador grego conta-nos com precisão a sua lenta bastardização populacional.

Esta, perde grande parte da sua homogeneidade, tal e qual a Europa de hoje em dia. Os dirigentes das Nações europeias, fazem igualmente a mesma coisa que os dirigentes romanos e todos os seus predecessores; eles davam a cidadania a todo aquele que viesse parar a Roma, a todo o estrangeiro, a todo o escravo emancipado.

Uns obtinham a emancipação para terem acesso aos cereais e demais benefícios, para depois em seguida traficar essas mesmas benesses, diz-nos Dionísio! Essas benesses que os dirigentes pagãos ofereciam aos apátridas de outrora, tem hoje em dia a cara de “segurança social”, “ajuda para refugiados”, “ONG's”, etc, etc, onde o tráfico reina em toda a impunidade.

Quanto aos dirigentes pagãos daquele tempo, pelos vistos eles deixaram bem as ideias deles por aí, pois estamos a viver exactamente a mesma história que se viveu naqueles tempos.

Estamos no renascimento do paganismo apátrida.

Dizem-se “nacionalistas”, reclamam-se “patriotas”, auto-intitulam-se “identitários”, mas se tivéssemos um olho no bosque, é vê-los a todos adorar muito alegremente a Coruja!

Somos governados por um grupo pagano-sinagogal, cujas raízes são tão longínquas, que se perdem na idade do tempo. Há que desenterrá-las! Temos de mostrar de onde vêm as raízes do multiculturalismo, temos de apontar de onde se desencadearam as primeiras acções de subversão apátrida!

Não é só os judeus. Aliás, naquele tempo, o judeu não tinha voto na matéria. Escusado será então esconder-se unicamente atrás do judeu. É no paganismo que vamos descobrir as fontes primordiais do cosmopolitismo, é de lá que vem este mal que assola a Europa desde há décadas. Os judeus nada mais são hoje em dia, que o fio condutor de todo esse mal, eles incarnam nos tempos de hoje o que o paganismo deixou em parte, como uma herança maléfica para o mundo. Este malefício renasce, há que exterminá-lo, cortar o mal pela raiz de uma vez por todas.

Eis um pequeno trecho do relato :

“Mas hoje as coisas mudaram completamente. Tudo está em grande desordem, a integridade dos romanos degenerou tanto, que pouca vergonha têm da desonra e da infâmia, que os escravos compram a liberdade com dinheiro ganho por meios ilegítimos.

As brigas, as violências, a prostituição, e mil outros crimes são os meios que empregam para sair da escravatura, e assim ficam cidadãos romanos.

Uns recebem a liberdade dos seus mestres como recompensa, porque foram cúmplices das suas abominações, dos seus homicídios, envenenamentos e outros atentados contra os deuses e a república.

Os outros emancipam-se unicamente para receber o trigo que se distribui cada mês e outras benesses que os ricos dão aos pobres, para depois encaminhar tudo para aquele de quem devem a liberdade.

Outros ficam livres unicamente pelo desleixo dos seus mestres, que procuram fazer-se honras.

Conheço quem pelo seu testamento libertaram todos os seus escravos, para depois da morte passarem por boas pessoas, e que o funeral fora seguido de um grande cortejo de emancipados que traziam chapéus para marcar a generosidade e a doçura dos seus libertadores.

Vimos nos funerais certos criminosos acabados de sair da prisão, e que mereciam os mais horríveis castigos pelos enormes crimes que haviam cometido; é o que se pode saber daqueles que os conhecem.

A maior parte das pessoas de bem que vêm em Roma esses infames chapéus dos escravos emancipados, não podem esconder a sua indignação.

Não será coisa indigna, que uma cidade assim tão célebre e que pretende dar a lição a todo o mundo, receba essa canalha como seus cidadãos ?” (1)

O relato fala por si só, e nós podemos imaginar a Roma daquele tempo, o que é hoje uma capital cosmopolita como Londres, Nova York, Paris... escusado será fazer mais comentários, apenas uma certeza: o multiculturalismo, o cosmopolitismo, o universalismo apátrida, tiveram sem sombra de dúvida alguma, origem, única e exclusivamente em ambientes pagãos.

E se o paganismo está na moda, ele é por qualquer coisa nestas ideologias universalistas que reinam entre os dirigentes das nações.

Notas:

(1) Antiguidades Romanas,Dionisío de Halicarnasso, Livro IV, cap.24

domingo, 30 de outubro de 2016

Possíveis traços de raça europeia no antigo-Egipto pré-diluviano

Deusa Hator, do antigo-Egipto, com os seus olhos azuis
Estava lendo um livro, sobre egiptologia, no qual se faz referência a uma raça pré-diluviana, cujo autor supõe ser a raça das primeiras dinastias do Egipto. O autor descreve, consoante algumas figuras de templos do antigo-Egipto, a fisionomia e o físico dessa raça. Não vou entrar em detalhes, porque esse tema seria longo e muito especulativo. Nem tampouco tenho credenciais para me aventurar em Egiptologia e afirmar isto ou aquilo. Mas apesar disso, como todo bom espírito cartesiano, temos de passar para além das especulações e buscar factos que nos ofereçam algumas pistas.

Sabendo que o livro já é algo ultrapassado, suscitado pela curiosidade, penso logo na egiptóloga Antoine Gigal, pois ela também fala de uma raça pré-diluviana. Esta mulher é uma pérola rara da Egiptologia, não-conformista. Apenas 9% dos sites arqueológicos do antigo-Egipto, são conhecidos do grande público. O resto está fechado, e muitos em mau-estado de conservação, devido à falta de meios financeiros.

No entanto esta arqueóloga, tem o estranho hábito, deveras delicioso, de fotografar sites desconhecidos, estátuas cuja erosão desfigurou com o tempo, enfim, vestígios arqueológicos que jamais o público terá a ocasião de ver com os seus próprios olhos. Uma delícia para os curiosos.

O meu espanto, foi ter caído numa fotografia fora do normal. Após uma longa pesquisa, não se encontra esta fotografia em alguma parte, salvo a que foi tirada por Gigal. É questão de Hator. Uma deusa do antigo-Egipto. Caída no chão, esquecida pelo tempo, esta figura de Hator tem a particularidade de ter conservado a sua cor dos olhos original. E qual não é o meu espanto, de remarcar que os seus olhos são azuis! Bem, olhos azuis, em principio, são oriundos de raça europeia. Muito típico das gentes do longínquo norte da Europa.

Eis aqui a mesma fotografia, manipulada por mim, com saturação de tons, onde a cor dos olhos de Hator fica bem realçada:

Saturação de tons, onde se aviva a cor original dos olhos

Vale a pena ler o artigo ao completo, aqui. Esta fotografia, como muitas outras, muito originais, só mesmo com Antoine Gigal.