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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Dostoïevsky diz “não” à propaganda de Mestiçagem


Fédor Dostoïevsky (1821-1881)
 “... parece-me que os homens de qualquer nacionalidade deveriam amar acima de tudo as mulheres da sua terra.

Se os homens começam a preferir as mulheres do estrangeiro àquelas da sua própria terra, creio que esse povo não está longe da sua decomposição e do seu fim.”

Fonte: Fédor Dostoïevsky em "Jornal de um Escritor", pág.369

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Paganaria tenta sacudir a água do capote


Marr Wilhem
Os pagõezinhos, que andam sempre de mãos dadas com os judeuzinhos-kabbalistas, têm o grande costume de afirmar, muito convictos, de que a culpa da decadência europeia, ocidental, e mesmo mundial, é do Cristianismo. E têm a ousadia, de afirmar mesmo que este foi culpado da decadência do Império Romano!

Tais acusações não têm fundamento algum, simplesmente a propagação de tais ideias visam unicamente cobrir os verdadeiros culpados.

Se considerarmos, como fazem os pagano-sinagogais em relação ao Cristianismo, de que se um estado, uma nação, um reino, um império, etc, tem por religião tais e tais dogmas, e de que, se toda acção dessa entidade estatal está em perfeita sintonia com a sua religião, lhe servindo como modelo, então poderíamos arvorar alto e bom som de que o paganismo romano foi aquele que semeou as sementes do mal por esse mundo fora.

Exemplo concreto e historicamente irrefutável, é o facto de que foram bem os pagãos romanos, que dispersaram de força os judeus por toda esta Europa, Ásia e confins.

Leia-se Marr Wilhem que nos resume em simples palavras o resultado :

“Tito cometeu o acto mais débil de toda a história da humanidade, quando após a destruição de Jerusalém, enviou quantidade de presos judeus para Roma e dispersou todo o resto.

O realismo abstracto do judaísmo foi assim importado de força na sociedade ocidental pelos Romanos...


Na história, o judaísmo... encontrou no Ocidente um terreno mais fértil para o seu realismo insolente e especulativo que jamais encontrara na Palestina.” (1)

Marr Willhem é correcto nesta observação. Se devemos muita coisa de bom aos Romanos, também lhes devemos a propagação do elemento judaico pela Europa fora, o florescimento desses ghettos de outrora, hoje transformados em impérios financeiros que sufocam todos os povos da terra.

A sociedade transforma-se hoje em dia, sob as directivas desta pesada herança, que perante todos os obstáculos levantados, soube germinar lentamente e dar os seus frutos.

Este acto de Tito, parece ser o ponto zero, de onde tudo começou. Lembro que o Cristianismo tinha apenas uns 40 anos de existência quando tal aconteceu, e que nenhuma influência teve neste episódio que hoje assola o Mundo inteiro com as garras de uma escravidão mental e física. Este facto aconteceu num ambiente puramente pagão, feito por adoradores do paganismo, conduzido por dirigentes pagãos.

Quem ousa acreditar que um camponês lança uma semente no seu campo, a regue, a tenha visto crescer, cuidado dela durante anos a fio, colha os seus frutos, e de repente ouse cortar essa árvore ? Levanta-se agora a seguinte pergunta: os pagõezinhos, ousam agora virem-nos dar lições de como cortar o mal - como se tentassem sacudir a água do capote - quando na realidade foram eles mesmos que o semearam séculos atrás ? Têm a memória bem curta!

Notas:
(1) Victória do Judaísmo sobre o Germanismo, pág.8,9

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Odin - a divindade zarolha - e a inversão dos valores cristãos

Odin auto-sacrificado na Yggdrasil
Uma das primeiras coisa que me chamou a atenção nestas histórias, é essa dita “árvore da vida”, ou “árvore do conhecimento”. Que coincidência estranha encontrar esta “árvore” em várias mitologias. Encontramos-a nas lendas nórdicas, celtas, indígenas na América do Norte e mesmo na China. De certeza absoluta de que existem muito mais lendas espalhadas por esse mundo fora, em todos os continentes, que falam desta misteriosa “árvore do conhecimento”.

Na Bíblia, a referência máxima, encontramos esta “árvore”. E que nos diz ela ? Que tal foi proibida a Adão e Eva de se aproximarem; incitados pela serpente, comeram do seu fruto, adquiriram o “conhecimento”.

A partir daqui, ficamos desde já com um quadro de referência quanto à natureza desta “árvore”. O essencial a reter, se cruzarem e observarem com atenção várias lendas, é de que ela dispõe do “conhecimento”.

Em várias lendas, a “árvore” não aparece literalmente, mas existe sempre uma referência a um “fruto”, quase sempre de “ouro”, que assim aproximado pelo personagem, comido, tocado ou desde que se entre em possessão do mesmo, logo adquire-se o “conhecimento”.

Por vezes, a referência é ainda mais longínqua, e difícil de se estabelecer a ligação com esta “árvore”, tal como um personagem vindo de algures, que ensina o “conhecimento” a um certo povo.

A temática do “conhecimento”, é uma constante. Podemos, desde já, tomar em consideração partes essenciais do “esqueleto” destas histórias: a árvore, um fruto, o conhecimento e um personagem. Não é necessário que todas estas partes estejam numa mesma história, por ordem bem estabelecida. Tanto se fala unicamente do personagem, sem designar nem árvore nem fruto, como se pode falar de árvore sem alguma referência a um fruto ou personagem. Estes três elementos que formam a espinha dorsal, podem aparecer isolados, como em conjunto na mesma história. Isto é devido à sedimentação de histórias após histórias ao estrato primordial, ao esqueleto.

Um exemplo concreto, que muitos que se dizem pagãos desconhecem, ignorantes que são, pois nem sabem o que são nem o que defendem, nem tampouco conhecem o que dizem ser, é o facto de Odin, uma divindade nórdica, ter-se auto-crucificado propositadamente, pendurado na “árvore” pernas para o ar, cabeça para baixo (sic!), auto-perfura-se a si mesmo com uma lança, para poder ir ao Reino dos Mortos adquirir o “conhecimento”. Neste exemplo, temos a referência à “árvore”, ao “personagem” e ao “conhecimento”. Podemos, se forçarmos um pouco, também encontrar o “fruto”, simbolizado pelas “runas” que ele traz em possessão das profundezas do Reino dos Mortos. Numa outra lenda, Odin desce pelo Poço da Sabedoria (Mimir), para tirar o “conhecimento” do mundo das ténebras.

A “árvore” na qual o desgraçado se auto-sacrificou, é conhecida como “Yggdrasil”.  Aqui não é necessário ir muito longe para estabelecer um fio entre a “árvore” da Kabbala e o Yggdrasil. Tanto uma como outra, dão acesso ao “conhecimento” e a “segredos mágicos” jamais conhecidos do homem.

Algo que me suscita a curiosidade, é a “lança”, com a qual Odin se espetou a si mesmo, embora não consiga estabelecer ligação alguma, mas vejo o caso como um resquício, ou uma variante, é a “lança” da lenda de Perceval, ou mais conhecida como a lenda do Graal. Que significa ? Não faço ideia se possa existir uma relação, mas é bem possível. Escusado será que alguém evoque essas histórias para meninos da “lança” que perfurou o Cristo, ou do “cálice” que contém o sangue do Cristo. A lenda original e genuína, não tem ponta de sangue na lança, nem tampouco fala de um cálice com sangue, mas unicamente de um “prato”, um “recipiente”, sem nada lá dentro. Tudo o que vem para além disto, é disneyland. É uma tentativa de pôr uma história pagã, que prossegue o seu caminho sob coberto de Cristianismo, fazendo cada cristão baixar as armas, só porque é evocado que tal e tal pertenceu ao Cristo ou contém algo de Ele mesmo.

Veja-se que nesta lenda, o que é visto como proibido na Bíblia, é um bem que deve ser aproximado, possuído, que traz o “conhecimento”. Estamos face a uma inversão. Existe oposição entre o que é dito na Bíblia a respeito desta “árvore” e as demais lendas que vêm com bons olhos todo o “conhecimento” que ela traz.

Vejam também o sacrifício do Cristo para salvar a humanidade comparativamente ao auto-sacrifício de Odin unicamente para apoderar-se do “conhecimento”. É um acto egoísta do deus pagão. Tudo é invertido; o Cristo de cabeça para cima, em direcção ao céu; o deus pagão de cabeça para baixo, em direcção à terra. O Cristo pendurado na Cruz símbolo da Salvação, Odin pendurado na árvore, símbolo do conhecimento pelo qual entrou o pecado no mundo.

Estas lendas não se inventam só pelo prazer de se inventar. Isto não pode ser pura coincidência, mas sim o reflexo de um culto invertido praticado em oposição ao culto do verdadeiro Deus.
Estou em crer que este culto satânico, deve ter continuado, algures, até hoje. O homem tenta buscar a imortalidade através da Ciência, pensa que o “conhecimento” o fará adquirir a imortalidade e assim ser deus. Não é esta a mentalidade da Ciência dos nossos dias ?

Sobre esta lenda de Odin, que muito se teria a fazer em observações, mas não é o meu objectivo, um outro facto curioso chama-me a atenção: é o de Odin ter auto-sacrificado um olho! Deduzo então que ficou vesgo. Um deus zarolho ?

Ora, não é que um hadith escatológico do Islão, relata-nos o aparecimento do Dajjal, o “vesgo”, no fim dos tempos ? O Dajjal é uma espécie de anti-Cristo na escatologia islâmica, uma completa inversão do Cristo, que para os muçulmanos, foi um grande Profeta e há-de vir no fim dos tempos salvar a humanidade do desastre. Vejo este assunto do Dajjal, no Islão, como uma menção que nos enquadra uma vez mais com os resquícios de uma história longínqua, que foi passando de geração em geração e, cujos elementos similares, ainda são visíveis, com mais ou menos variantes, conforme as tradições de cada cultura. Bem possível que exista uma lenda algures lá pelo médio-oriente que fale de uma divindade zarolha, que também encontramos na mitologia nórdica no personagem de Odin - o deus zarolho, pendurado de cabeça para baixo a uma árvore.

Talvez, o facto de Odin ter auto-sacrificado o seu olho, deva-se revestir de uma simbologia que me escapa, tudo como o Dajjal na escatologia Islâmica. É provável que não se deva entender este acto literalmente, e sem certeza de poder estabelecer uma afiliação entre um e outro. Apenas fiz parte do meu pensar, que acha por demais estranho estas coincidências, detalhes bem estranhos que parecem ligar-se entre si.

Se tomarmos em conta o facto dos sacrifícios de Odin serem a inversão total do Cristo, ora não só se pode concluir, mas deve-se fazê-lo, de que Odin, com todo o seu “conhecimento” adquirido nos abismos, personifica na mitologia nórdica, todo o contrário do Cristo, o anti-Cristo, o anti-Deus. Ele significa a desobediência cometida no jardim do Éden, a continuação e exaltação do pecado através do “conhecimento”, que para nós significa todo o desrespeito do ensino do Cristo, de um egoísmo sem limites, de um individualismo cujas raízes germinam por tudo o que são os nossos tempos de hoje. Foi por essa razão que o Cristianismo foi “dar a outra face” com força e vigor, de maneira a fazer os pagãos curvarem-se, a bem ou pela força da espada, perante a “religião dos escravos”; para anular os ritos satânicos onde predominava o sacrifício humano, a pederastia, o engano e tudo o que se possa encontrar de mais escabroso à face desta terra.

Que exemplos podem dar deuses que se prostituem uns com os outros, praticam a pederastia, gostam do sacrifício humano, roubam-se uns aos outros, em suma, guiados por paixões cujo qualquer humano que se digne, pode ser considerado um santo em comparação ? Uma sociedade é a imagem dos seus modelos, tal como os actos reflectem o que vai no coração de cada um.

Notas: Sempre tenho costume de pôr as referências das minhas fontes. Neste caso as fontes são diversas, e são apenas o acumulado de leituras aqui e ali. De todas estas leituras, ressalta este artigo, que exprime uma compreensão pessoal de todo este condensado de leituras. As lendas nórdicas e demais outras, existem muitos livros que podem ser facilmente descarregados ou encontrados numa livraria, onde se poderão ler as histórias aqui evocadas no artigo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Pérolas para os “americanalhos”


Pierre-Antoine Cousteau
Para os “american dreammers” que vivem na ilusão ideológica do McDonald's, é com amargura e alguma ironia sarcástica, que um grande escritor, responde desta maneira:
Existe uma miragem americana. É uma muito antiga miragem, um fenómeno de aberração visual que tem a vida longa. Desde há dois séculos, por razões diferentes e contraditórias, a América fascina as pessoas do Velho Mundo.”(pág.1)
Este sabe o que diz. Conhecendo bem o espírito velho-testamentário do puritano povo americano, onde o judeu é acariciado, visto como o povo eleito, aquele a quem não se deve tocar, seja de que forma for.

Ele apenas vislumbra algo de europeu, nas gentes do sul, nada egoístas. Simples agricultores que lavram a terra em detrimento do seu próprio suor. Eles ficam fascinados quando alguém lhes fala da Europa. Dizer-se-ia que o Velho Mundo lhes ocupa um pequeno cantinho no coração, e que qualquer lembrança, desperta-lhes de imediato tanto a alegria como a melancolia. O livro foi escrito em 1942... hoje isso acabou, o coração não tem mais cantinho para a Europa, os dollars ocuparam o lugar.

O Norte, é profundamente enjudaízado, onde o status social se reduz à simples contagem de dollars. Não se tem conta de nada à parte os maços de dollars. Quanto maior e espesso o maço, mais elevado socialmente se é no seio da população. Como não haveria o judeu de se maravilhar no seio destas gentes ditas “puritanas” ? Puritanas ? Sim, um puritanismo algo estranho e paradoxal, pois o progressismo marchava lado a lado. Talvez a resposta a este paradoxo, Cousteau a tenha encontrado aqui:
... a América oferecia a todos os deploráveis, a todos os falidos, aos maus rapazes e aos fanáticos em busca de virtude bíblica, maravilhosas perspectivas de vingança ou de evasão. Era a Terra das possibilidades ilimitadas, dos casos judiciários branqueados, da marcha para o ouro e de uma herança à Tio Sam.”
Um país de rápida prosperidade, que ousou criar uma identidade própria e, ao mesmo tempo rejeitar a sua herança cultural do Velho Continente, não poderia resultar em outra verdade que não fosse a contida nesta declaração:
Ela é como essas crianças-prodígio que ao principio surpreendem os seus parentes antes de saber escrever, e cujo desenvolvimento parou bruscamente na idade da puberdade. ”(pág.10)
Os americanalhos devem-se roer por dentro ao lerem estas sábias palavras do velho Cousteau. É um ignorante!

É um excelente livro, a ler absolutamente. Ele retraça-nos em passos largos, mas precisos, a história da “América Judaica”, esta mentalidade e moral que tem o deus-dollar num pedestal como exemplo máximo e o judeu por sacerdote. Esta inclinação que têm de fazer as guerras dos judeus por todos os lados, de se sacrificarem a eles mesmos e aos outros, como agradecimento ao seu grande-mestre judeu!

E para se notar até onde vai o raciocínio deste povo enjudaizado, ele diz:
É extraordinário que eles ignoram a um grau inimaginável os primeiros elementos da questão judaica. […] É porque não têm, como nós, uma tradição de anti-semitismo...”(pág.25)
E o velho ignorante (sic), constata o seguinte:
A grande calamidade da América, é de não ter dado a nascer anti-semitas de qualidade. Nada que se assemelhe a um Drumont ou a um Céline... Nenhum pensador, nenhum critico que se tenha dado ao trabalho de desbastar a democracia e de dotar o seu país de uma verdadeira doutrina nacionalista, de um anti-semitismo de razão onde se possa recomendar as pessoas de boa vontade.”(pág.49)
O velho Cousteau é forte demais! Ele termina a sua obra com uma espécie de profecia, válida enquanto os americanos não acordarem, e quanto mais tarde o fizerem, mais pesado será o preço a pagar :
Não é impunemente que um país abandona-se aos Judeus...”(pág.67)
Leitura feita, vi o Donald Trump na pele de Frank Roosevelt. Incrível as semelhanças. Percursos diferentes, mas promessas iguais, que pelos vistos não envelheceram. Também se nota o David Duke na pele do Padre Coughlin, o anti-sistema da época, que apoiou Roosevelt com base nas suas promessas... tal e qual como Duke com Trump. O problema, é que Roosevelt eleito, o Padre ficou desencantado e logo tratou de apontar baterias aos banqueiros judeus. Creio que Duke seguirá o mesmo desencantamento daqui a alguns meses. Estas coisas são impressionantes, parece uma fotocópia do que se passa hoje. Só mudam os nomes e a época.



Fonte: “L'Amérique Juive”, Pierre-Antoine Cousteau, 1942