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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Portugal acima da média europeia, Israhell muito burro

Vai longo o mito de que os israelitas são "muito" inteligentes. Quanto mais se diz ser assim, mais as pessoas creem, e a mentira vai engordando como uma bola de neve.

Vejamos então, está exposto o último relatório "PISA", onde se fazem testes a alunos de 15 anos no conhecimento das Ciências, Leitura e Matemáticas. Um comparativo Portugal vs Israhell :


Podem acessar AQUI e manobrar lá dentro os dados. Pode-se agarrar num dado País e comparar os dados. Grandes inteligentes heim ? Só mitos, não passam de uma cambada de burros! Mas na parasitagem, ninguém os passa, é para onde vai o pouco de inteligência que têm. Nisso são mestres na arte da sanguessuga.

Estamos muito bem no geral, passamos mesmo uns países nórdicos, e estamos de nível com outros tantos, reputados serem "muito" inteligentes. É um mito. Se tivéssemos o mesmo apoio e meios que os países nórdicos dão aos seus alunos, estou certo de que estaríamos nos países de topo europeus.

A Educação, infelizmente, é a grande esquecida neste Portugal : estruturas do tempo da pedra, professores mal pagos, sistema de ensino que muda de ano para ano... enfim, uma miséria. Agora até já ensinam os alunos de que a "migração" é um bem! Vi eu com os meus próprios olhos, custei a acreditar. Por onde isto já vai. Estes governos jacobinistas que por aí passam, a cada passagem, só deixam calotes e miséria e deturpam o verdadeiro ensino, já lhes começam a dar de beber o "cosmopolitismo" desde muito cedo. Está aí uma geração cheia de ideias mundialistas a ser formada.

Espanta-me os nossos vizinhos espanhóis estarem muito baixos na classificação. Certamente deve ser devido a um problema de ensino. Igualmente a Itália.

Num outro relatório, "Timss 2015", também recente, no geral vamos bem nas Matemáticas, muito acima de vários países nórdicos. Somos o oitavo país logo abaixo dos asiáticos :


Pode-se carregar o pdf AQUI ou ver o site ACOLÁ e navegar pelos dados.

Nas Ciências, já não estamos muito bem, estamos mal...

domingo, 4 de dezembro de 2016

Franco-Maçonaria: um descendente do Paganismo ?


Édouard Drumont (1844-1917)

“... faz crer que a Franco-Maçonaria nada mais é que um descendente vivo do velho materialismo pagão, que atravessou dezanove séculos de Cristianismo.”

Fonte: «A revolução preparada de avanço pela franco-maçonaria », pág.58,Jean De Lannoy (1911)

A estátua da liberdade lá no país dos yankees, a Mariana, o símbolo da republica... é o culto de Mitra, outrora muito querido no Império Romano. As divindades pagãs que os maçons rendem culto nos seus rituais e toda a simbologia pagã que lhe é inerente, é por demais flagrante. Tudo reenvia à Paganaria. Exemplos não faltam. Sem esquecer que tanto o Paganismo como o Judaísmo, incrustaram-se um no outro como um caduceu; que outra coisa que não seja a merda, poderia atirar as moscas ?

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Dostoïevsky diz “não” à propaganda de Mestiçagem


Fédor Dostoïevsky (1821-1881)
 “... parece-me que os homens de qualquer nacionalidade deveriam amar acima de tudo as mulheres da sua terra.

Se os homens começam a preferir as mulheres do estrangeiro àquelas da sua própria terra, creio que esse povo não está longe da sua decomposição e do seu fim.”

Fonte: Fédor Dostoïevsky em "Jornal de um Escritor", pág.369

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Paganaria tenta sacudir a água do capote


Marr Wilhem
Os pagõezinhos, que andam sempre de mãos dadas com os judeuzinhos-kabbalistas, têm o grande costume de afirmar, muito convictos, de que a culpa da decadência europeia, ocidental, e mesmo mundial, é do Cristianismo. E têm a ousadia, de afirmar mesmo que este foi culpado da decadência do Império Romano!

Tais acusações não têm fundamento algum, simplesmente a propagação de tais ideias visam unicamente cobrir os verdadeiros culpados.

Se considerarmos, como fazem os pagano-sinagogais em relação ao Cristianismo, de que se um estado, uma nação, um reino, um império, etc, tem por religião tais e tais dogmas, e de que, se toda acção dessa entidade estatal está em perfeita sintonia com a sua religião, lhe servindo como modelo, então poderíamos arvorar alto e bom som de que o paganismo romano foi aquele que semeou as sementes do mal por esse mundo fora.

Exemplo concreto e historicamente irrefutável, é o facto de que foram bem os pagãos romanos, que dispersaram de força os judeus por toda esta Europa, Ásia e confins.

Leia-se Marr Wilhem que nos resume em simples palavras o resultado :

“Tito cometeu o acto mais débil de toda a história da humanidade, quando após a destruição de Jerusalém, enviou quantidade de presos judeus para Roma e dispersou todo o resto.

O realismo abstracto do judaísmo foi assim importado de força na sociedade ocidental pelos Romanos...


Na história, o judaísmo... encontrou no Ocidente um terreno mais fértil para o seu realismo insolente e especulativo que jamais encontrara na Palestina.” (1)

Marr Willhem é correcto nesta observação. Se devemos muita coisa de bom aos Romanos, também lhes devemos a propagação do elemento judaico pela Europa fora, o florescimento desses ghettos de outrora, hoje transformados em impérios financeiros que sufocam todos os povos da terra.

A sociedade transforma-se hoje em dia, sob as directivas desta pesada herança, que perante todos os obstáculos levantados, soube germinar lentamente e dar os seus frutos.

Este acto de Tito, parece ser o ponto zero, de onde tudo começou. Lembro que o Cristianismo tinha apenas uns 40 anos de existência quando tal aconteceu, e que nenhuma influência teve neste episódio que hoje assola o Mundo inteiro com as garras de uma escravidão mental e física. Este facto aconteceu num ambiente puramente pagão, feito por adoradores do paganismo, conduzido por dirigentes pagãos.

Quem ousa acreditar que um camponês lança uma semente no seu campo, a regue, a tenha visto crescer, cuidado dela durante anos a fio, colha os seus frutos, e de repente ouse cortar essa árvore ? Levanta-se agora a seguinte pergunta: os pagõezinhos, ousam agora virem-nos dar lições de como cortar o mal - como se tentassem sacudir a água do capote - quando na realidade foram eles mesmos que o semearam séculos atrás ? Têm a memória bem curta!

Notas:
(1) Victória do Judaísmo sobre o Germanismo, pág.8,9