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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Líbia : os traficantes de escravos “aliados” da UE



Na Líbia, nós sabemos que organiza o desprezível tráfico de seres-humanos para o sul da Itália. Não é o Estado-Islâmico porque este está localizado em Syrte. São os nossos “amigos” e “aliados”, a Irmandade Muçulmana de Misrata e os salafistas de Tripoli e de outras cidades litorais. Eles estão em muita alta estima aos olhos dos Ocidentais atacando em atacando o Estado-Islâmico, o seu ex-parceiro.

Não é de surpreender ver a avalanche de clandestinos adquirir mais e cada vez mais volume, pois foi aos organizadores do tráfico que a UE subcontratou a erradicação do Estado-Islâmico. Os contrabandistas avisam os navios europeus quando eles lançam nas águas embarcações impróprias; para não terem em sua consciência a morte de milhares de clandestinos, os bons samaritanos, precipitam-se a correr para salvá-los do afogamento. E para os instalar na Europa ... No 25 de Maio, 5600 clandestinos foram assim “resgatados”. No 26 de Junho, eles eram 3324. De quinta-feira 23 de Junho a terça-feira 28 Junho, o número explodiu para 10 000. Do 1 de Janeiro ao 28 de Junho de 2016, de acordo com o ACNUR, 66 000 foram desembarcados nos portos italianos pelos navios de guerra europeus.

Sob ordens de quem? A questão não merece ser colocada aos nossos políticos ?

Apoiada militarmente pela Turquia, pelo insaciável minúsculo Emirado do Qatar, pela UE e pelos USA, estes que estão na origem do caos da Líbia, agora apresentam-se como os garantes do retorno à paz. Tudo em continuando a organizar e amplificar o lucrativo tráfico de clandestinos, rebaptizados de “migrantes”.

Porque cessariam ? Pois a ONU e a “diplomacia” da UE os levaram ao poder através do governo dito de “União Nacional” formado no 19 de Janeiro de 2016 ? Encabeçado por Fayez el-Sarraj, este aprendiz da ONU é dominado por Misrata e posto à mercê das suas milícias. E aí está os incendiários que viraram bombeiros …

Este cenário pode levar a uma guerra entre a Tripolitânia gangster-islâmica e a Cyrenaica do General Haftar, por isso, é então urgente mudar de paradigma. A prioridade agora deve ser a erradicação dos gangs de milícias em favor dos verdadeiros lideres tribais deixados de fora do processo político.

Uma política realista seria a de ajudar na reconstituição das alianças tribais destruídas pela intervenção Franco-OTANiana em 2011. A oportunidade existe porque os advogados de Saif al-Islam, filho do coronel Kadhafi, pediram ao TPI para abandonar a acusação de “crimes contra a humanidade”.

Ora, só ele, pelos seus laços de sangue, com a confederação tribal da Cirenaica e da Tripolitânia, é capaz de desempenhar o papel unificador necessário para a pacificação da Líbia. Tanto mais que desde o 14 de Setembro de 2015, o Conselho Supremo das tribos líbias nomeou-o como o seu representante legal.

O obstáculo para esse retorno à realidade tem um nome: a ignorância (ou complacência) da UE que insiste em apoiar a Irmandade-Muçulmana de Misrata e os salafistas de Tripoli. Por quê ? Esta é uma pergunta que deve ser posta a Bruxelas.



Fonte: bernardlugan.blogspot.pt        Autor: Pr. Bernard Lugan

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Porque razão se diz que o africano é preguiçoso ?


Este é um tema complexo que me decidi atacar e encontrar uma explicação lógica.

Diz-se, e não é por acaso, que o africano é preguiçoso e sanguessuga do trabalho do branco. Isto na realidade tem algo de verdade, pois a maioria dos africanos está aqui na Europa a viver ás custas do trabalho do branco. Passam o tempo a explorar as ajudas sociais que lhes são proporcionadas por governos submetidos ao vampirismo judaico. Basta alguém dirigir-se a um centro de ajudas sociais, que notaremos que a fila é constituída na sua maioria por africanos.
A representação africana nessas filas é desproporcional á sua população instalada em território europeu.

Pode-se alegar que essa desproporcionalidade é devida ao racismo, á discriminação, etc, etc. Mas estas alegações não passam de mentiras débeis. Se tal fosse assim, porque razão então vêm para a Europa ? Será porque gostam de ser discriminados ? Se tal é o caso, nós estamos em face de puro sadomasoquismo. Então poderíamos dizer que o africano investe os países europeus porque simplesmente gosta de ser discriminado, não é assim ?

Ora, a razão pela qual o africano é visto como preguiçoso e sanguessuga, no seu geral, é muito simples, segundo a minha perspectiva.

Na realidade, o africano não é preguiçoso. Isto é falso. E nós vamos ver o porquê.

O ambiente onde o africano se desenvolveu ao longo dos séculos, na sua terra natal, a África, sempre a natureza lhe proporcionou o que mais nenhum povo do mundo teve. Árvores de fruto, animais comestíveis, uma diversidade alimentar com tanta abundância, que praticamente o africano apenas teria de se dar ao trabalho de estender a mão e comer. É devido a toda esta abundância alimentar, que o africano pouco ou nada adquiriu a predisposição para pensar no que comer no dia a seguir, não ter de trabalhar para alimentar a sua família, não se preocupar com o dia de amanhã para ser breve. Porque razão fazê-lo se existe tanta fartura alimentar ?

Esta tendência a não se preocupar com o futuro, é perfeitamente normal no ambiente da África. Mas logo quando o africano sai do seu ambiente natural para embarcar para a Europa, a coisa muda completamente de figura: pois aqui não existe a abundância e diversidade alimentar de onde ele veio. Não é o seu ambiente natural. Logo forçar o africano a trabalhar duro para poder-se alimentar, não está de acordo com a sua natureza forjada ao longo dos séculos, num ambiente de abundância alimentar em que só bastava esticar a mão e comer.

Por esta razão, o africano num ambiente europeu tende a ser visto pelos europeus como preguiçoso. O que em si não é falso quando se encontra num ambiente que não seja a África ou similar. Logo o africano tem uma predisposição a viver de acordo com a sua natureza, esticar a mão ás ajudas sociais, que é uma maneira de viver sem se preocupar com o amanhã, porque a natureza (ler ajudas sociais) oferecem-lhe tudo o que é necessário para viver tal e qual o ambiente de África lhe oferecia tudo o que desejasse apenas esticando a mão.

Para resumir, na Europa o africano está fora do seu ambiente natural. Não é em 50 anos que essa natureza poderá ser mudada. Ninguém num tão curto espaço de tempo poderá modificar o que a natureza elaborou durante séculos e séculos.

Se esta imigração continuar, vamos chegar a um momento em que o europeu não poderá mais encher a segurança social de dinheiro. E aqueles que vivem á custa dela, vão se ver confrontados a cobiçarem a riqueza do vizinho. Este ver-se á na obrigação de defender o que é seu. E mais tarde ou mais cedo, os conflitos raciais vão explodir tal e qual como o judeu deseja que aconteça. Por isso (para além de outras razões) é que ele incentiva os africanos e todos os outros povos a virem para a Europa.

Autor: Gang2 Ervilha