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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

A “Torre de Babel” judio-yankee


De vários modos se vai para isso, dos quais a “uniformização” linguística em detrimento das línguas nacionais. Aos poucos, vai-se seguindo o plano de forças obscuras sem alguém dar conta disso, tendo como resultado final a “Torre de Babel”. Inconscientemente, já é tão vulgar, que pessoa alguma se passa de “inglesismos” no seu dia-a-dia, de comida de plástico americana... leiamos esta bela citação de um daqueles da "raça eleita" :


David Rothkopf
“Existe um interesse económico e político dos Estados-Unidos em tomar precauções de que se o mundo adopte uma língua comum, que seja o inglês ; que se o mundo se oriente em matéria de comunicação, de segurança e qualidade, que seja pelas normas americanas ; que se diferentes partes estejam interligadas pela televisão, a rádio e a música, que os programas sejam americanos ; que se elaborarem valores comuns, que sejam os valores pelos quais todos os americanos se reconheçam.” David Rothkopf

Fonte: Globalization and the Challenges of a New Century, pág. 448,449

A fortaleza judio-americana tenta nivelar o mundo pelos seus standards ; inclusive o melting-pot – característica fundamental da sociedade americana - que tentam impor de força às Nações europeias. É judio-yankeezar a Europa, como uma podridão, tanto igual ou pior, que a cultura macdonaldiana.

Não haverá, por aí algures, maneira de estoirar aquele esgoto e, fazer desaparecer de uma vez por todas, aquela vagabundagem ?

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Quem controla os médias ?


Só cristãos que controlam os médias! Controlam tudo! São os culpados de toda a lavagem cerebral, que malvados!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O Brexit vitorioso. E agora ?



A vitória dos adeptos da despedida do Reino-Unido da União-Europeia (Brexit), com o apoio em particular do multimilionário Paul Sykes, constitui um passo importante no quadro da repartição e regulação dos poderes políticos e financeiros no seio do mercado transatlântico em formação. O Reino-Unido, que já beneficiava de uma forma de Brexit disfarçado, com direitos particulares no seio da União-Europeia, oficializa a sua ruptura.

Teoricamente, a arquitectura final deste conjunto deve resultar na “mecânica” seguinte : uma parceria transpacifica de livre-comércio, assinado no 4 de Fevereiro de 2016, que integras os países da região Ásia-Pacifico (com excepção da China) ao bloco norte-americano, enquanto que uma negociação transatlântica em curso deve ser estabelecida com uma Inglaterra que servirá de ponte entre o Antigo e o Novo-Mundo, como pedia o então Richard Coudenhove-Kalergi (a Paneuropa) em 1950. Neste negócio, a América do Norte jogaria o papel de centro múltiplo entre a Ásia-Pacifico e a Europa. Para impor as normas anglo-saxónicas, esse bloco constituiria o “primus inter pares” ás custas do BRICS, em particular da Rússia e China.

Esta política só pode ser atingida pela coerção forçada para dar livre curso ao materialismo mais desenfreado a primazia aos tribunais sobre os Estados. Os habitantes desta imensa zona de livre-comércio não passarão de simples utensílios de uma casta predadora que constitui o governo mundial em formação. Desgraçadas as pessoas mal ou pouco formadas ao bom funcionamento do Moloch mundialista, não passarão de bocas inúteis. Esta visão unicamente utilitária fará definitivamente do dinheiro-rei o alpha e o ómega de toda a coisa ou. Para retomar uma expressão querida a Jacques Attali “uma forma superior de organização das relações humanas permitindo de regular sem violência todos os conflitos, inclusive de ordem religiosa”.

A génese deste ideal pode ser encontrada, entre outras, nos princípios do revolucionário Anarchis Cloots (1755-1794), que havia perfeitamente compreendido, numa obra editada em 1792, que a Revolução de 1789, nada mais era que apenas uma etapa para a “Republica Universal”. Incentivando um livre-comércio mundial antes da hora (“abolir a feudalidade universal”) no quadro de uma humanidade unificada (“a nação única”) regulada pelo “estabelecimento universal dos direitos do homem”, este espírito nómada profetizava uma métapolitica que nós observamos a finalização em ligação com Vaticano II e o seu objectivo de uma religião universal (o noachismo – leis de Noé para o Goy).

No entanto, este Brexit pode subir constrangimentos devido à implosão em curso da economia americana (bomba da divida), sem esquecer os 200.000 mil milhões de dollars de divida no mundo.

Os dirigentes politicos (Obama, Cameron, Merkel, Hollande,...) são apenas simples empregados mais ou menos talentosos podendo dizer tudo e o seu contrário. Os verdadeiros dirigentes dos Estados, constituidos de fações opostas sobre o método, mas não sobre o objectivo, podem ser levados a mudar de partição na açcão em forma do governo mundial. Uma moeda unica universal, o “Phoenix”, prevista teoricamente para 2018, segundo o The Economist, a fragmentação em sete mega-regiões dos Estados-Unidos no quadro de uma União Norte-Americana em formação, como o revelava o New York Times em estreita ligação com outros blocos continentais (União Eurasiana, UNASUR,...) são elementos que sublinham as diferentes combinações possíveis conduzindo ao coroamento de Mammon, tudo em aproveitando-se, graças ao Brexit, das crises politicas (outros referendos, movimentos separatistas) e financeiros na União-Europeia.

A famosa fórmula “ordo ab chao”, tão util para passar a uma etapa superior, arrisca-se de fazer sentido.

Fonte: bvoltaire.fr Autor: Pierre Hillard

Para quem não conhece Pierre Hillard, o texto pode parecer algo difícil a compreender, de um modo geral, este BREXIT foi pilotado pelos mundialistas. Olhem só para os multimilionários que finaciaram o UKIP de Nigel Farage, um dos quais é dono de muitos canais pornográficos. Muito possivelmente, um dos objectivos é o de pôr a City, centro financeiro mundial, ao abrigo do caos que vai germinar na Europa, como também nos USA. Segundo Pierre Hillard, os USA, obrigatoriamente vão ter de passar por um colapso do dollar, e uma devastação sem precedentes, cuja crise dos anos 30, será vista apenas como um magro aperitivo em comparação. Na Europa, igualmente. Sem caos, o governo mundial nunca poderá ver o dia.

Como diz Hillard, desgraçado aquele que pensa na sua cabeça que foi a vontade do povo que quis tal coisa...há que ver mais longe. Este BREXIT é o sinal de que o caos aproxima-se a longos passos.