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| E elas ainda dizem bem-vindos... |
Em todos os tempos, o ser humano sempre sentiu a necessidade da ajuda de seus semelhantes. Ele organizou-se, de maneira a que um conjunto de membros, se disponham de maneira elaborada para defender a sua tribo, o seu clã, seu território.
Este conjunto de pessoas dividiam os vários trabalhos entre si no dia a dia. Uns especializavam-se no fabrico de armas, outros na caça, agricultura, colheita, pastoreio... Sendo que o caçador necessitava da arma fabricada pelo ferreiro, assim como ambos necessitavam da arte de outros em trabalhar a terra, da colheita, do pastor, e inversamente. Esta coesão era reforçada pelos laços familiares. No entanto à medida que a tribo crescia, fazia-se urgente alargar o território, ou mudar para um local com alimento mais abundante, e como de costume naqueles tempos, a mentalidade era a de pilhar as tribos vizinhas. Sendo esta pilhada, então passava-se à seguinte, e assim sucessivamente por esses territórios afora. Estávamos nos tempos dos nómadas.
Vamos-nos focar no ponto da pilhagem. Pois este vai-nos fazer compreender o porquê das violações de massa.
As razias tinham como objectivo principal o roubo dos animais domésticos, fonte de muitas calorias. Para além do aspecto alimentar, ter muitos animais domésticos procurava o prestígio social à tribo e era sinónimo de riqueza. É assim que por exemplo os antigos gregos descreviam os bárbaros germanos e celtas, com os seus animais domésticos, tais como os rebanhos de vacas, cabras e ovelhas, os seus maiores tesouros. Para se ver o contraste, eles nem tão pouco passavam cartão ao ouro.
O segundo objectivo, era raptar mulheres, isto proporcionava o alargamento da tribo, da comunidade. Este aspecto era de certeza, geralmente seguido após a razia dos rebanhos. Os homens eram feitos escravos e as mulheres integradas à tribo. Com o tempo, mesmos os homens eram assimilados à tribo. Podemos ver neste caso, no rapto de mulheres, a necessidade instintiva de prolongar os genes da tribo.
Estas práticas de outrora, foram praticadas com mais ou menos frequência em todas as partes do mundo. Elas cessaram, numa certa medida, desde que o homem deixou o nomadismo e adopta a fase de sedentarismo. Mas mesmo assim, não era raro, e mesmo muito frequente no tempo da expansão islâmica, que estes façam autênticas razias com o único objectivo de capturar mulheres europeias, para vendê-las no mercado da escravatura.
Onde quero chegar é o seguinte, é isto que se passa exactamente com estes imigrantes invasores. Hoje eles não precisam de roubar rebanhos como se fazia outrora, os próprios governos das nações europeias oferecem-lhes os recursos calóricos que necessitam e todos os bens próprios à nossa época sem pagar um tostão. Alguém paga, mas de certeza não sai do bolso deles nem dos políticos corruptos. Comida à borla, cama à borla, serviços hospitalares à borla, escola à borla, transportes públicos à borla etc, etc. Este ponto é o que se assemelha ao primeiro objectivo de uma razia, de que falávamos lá atrás. Salvo que desta vez, é o próprio invadido que oferece todo o recheio sem resistência alguma.
Só no segundo objectivo da razia, o do rapto das mulheres, é que os nómadas de agora, os imigrantes, têm de fazer um esforço. Diga-se, à margem da lei. As violações nada mais são que este instinto bárbaro de raptar as mulheres das outras tribos como troféu. De uma Europa civilizada, nós estamos a recuar para uma época incivilizada, que vai reflectir a moral pútrida destes invasores no seu geral ao longo do tempo. O mais ignóbil nesta história, é que muitas das mulheres violadas, foram precisamente aquelas pró-imigração... apenas estão a sofrer as consequências das suas acções.
Podemos resumir e compreender então, que estamos a subir uma autêntica invasão se tivermos em conta os mesmos princípios que levavam os antigos povos nómadas a proceder da mesma maneira: a invasão seguida de rapto de mulheres.
Mesmo se o rapto não será propriamente um sinónimo de violação, um e outro têm o mesmo carácter que resulta sempre num acto forçado e contrário à vontade da víctima.
Haveria muitas considerações a ter em conta, como a feminização da sociedade europeia ; o culto da pornografia no qual sempre se mete uma mulher europeia como protagonista, e que em consequência nada mais faz que aguçar o apetite de violar uma europeia ; a conivência e o bem-estar dos nossos políticos com toda esta situação... mas chegará o dia em que lhes tocará a eles, terão de sofrer as consequências de terem obedecido àquele grupinho minúsculo que não tem nenhuma influência na política, nem na economia, coitadinhos. Eles não representam a comunidade da qual fazem parte, são uma ínfima minoria sem autoridade alguma.
Autor: gang2 ervilha





