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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
A "demokrassia" pagano-sinagogal
“… não estará longe o dia, em que as Nações da Europa descobrirão bruscamente que os bens do país pertencem aos judeus, e que em executando a estimada obra humanitária, a democracia trabalhou cegamente e sem o saber, para o triunfo da supremacia judaica, ao mesmo tempo que perdia a capacidade de manter a sua existência.”
The Modern Jew, Arnold White, pág.200 (1899)
A “demokrassia”... ai esta demokrassia...
Que esconde ela por detrás ? Quem a implantou ? De onde tiraram esta ideia de “demokrassia” ? Terá sido do Cristianismo ? Do Paganismo ?
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domingo, 25 de setembro de 2016
O voto, o eleitor e o candidato na óptica de Mirbeau
Num artigo, aparecido em 1888, o escritor Octave Mirbeau, matraca o candidato, sinónimo de rapina e abutre que olha unicamente para os seus próprios interesses, mas sobretudo o eleitor, aquela ovelha que vota precisamente para aquele que mais lhe deseja a pele e despojar os bolsos. Neste belo artigo, retém-se para amostra, este trecho que resume bem a burrice do eleitor, ou daquele que pensa que votando, terá assim beneficio :
“As ovelhas vão para o matadouro. Elas não dizem nada, elas não esperam nada. Mas ao menos, elas não votam para o carniceiro que as matará, e para o burguês que as comerá. Mais animal que os animais, mais ovelha que as ovelhas, o eleitor nomeia o seu carniceiro e escolhe o seu burguês. Ele fez revoluções para conquistar esse direito”
Fonte: LeFigaro,28 Novembro 1888
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Modernidade e Progresso
Dizemos que algo é moderno quando temos um ponto no passado por comparação. Neste mesmo instante, ao escrever e finda a frase, já estamos no passado e portanto em um nada de tempo deixou de ser moderno, já é antigo. Devemos então entender o “moderno” como o instante. Quando se diz que algo é moderno quando comparado com o passado, na realidade só estamos a pôr dois tempos passados em comparação ; um tempo mais próximo de nós com um tempo mais longínquo.
Para apoiar, o conceito de “modernidade” já em si mesmo evoca apenas o instante. Basta decompormos a palavra e olharmos para o seu significado original ; grego : modos ; latim : modus. Tanto um como outro significam apenas o instante, o hoje. O moderno é o agora.
Que significa então ser moderno ? Viver o instante conforme a ideologia dominante, visto que esta é a moda. Não seguir a moda significa ser retrógrado, antigo, homem do tempo das cavernas. Escutar rap é a moda, ver novelas, é a moda, ver as informações manipuladas, é a moda, ser efeminado é a moda. Isto é ser um homem do tempo moderno.
Diz-se que isto é o progresso da sociedade, a liberdade total. Aqui talvez tenhamos de andar à volta desta esquisita e obscura palavra “progresso”.
Parece significar algo cujas funções já existentes são afinadas para melhor, sem portanto deixar de ter as suas funções primárias postas em causa. Para exemplificar, olhemos para os meios de locomoção antigos até agora. Não é por andarmos de avião, que este deixa de ser um meio de locomoção como outrora os meios de transporte animais. Esta função, que é a locomoção, apenas progrediu de maneira a melhorar as suas performances. Olhemos para os antigos mensageiros, que iam levar a mensagem ao seu destinatário manualmente. Hoje a mensagem chega ao seu destinatário por mail sem que necessite de intervenção humana. A função de “entrega” da mensagem não foi modificada, apenas progrediu para uma performance mais elevada. Mas ela está lá quer se olhe para o antigamente ou para o agora. Isto pode-se definir como “progresso”.
Após uns pontos nos “i” acima, agora pergunto-me :
- Como se pode chamar a moda da feminização da sociedade como um progresso ? Porventura esta não retira ao homem as suas funções de progenitor ? De chefe de família ?
- Como se pode afirmar que o “individualismo” é um sinal do progresso ? Não retira este a função de entreajuda necessária entre vários membros de uma mesma sociedade ?
- Como se pode dizer que a entreajuda para com os imigrantes é sinónimo de progresso quando ao mesmo tempo esta é negada aos membros da sociedade que acolherá estes imigrantes graças ao incentivo do individualismo ?
Isto é progresso ? Atrevemos-nos a dizer : progresso para uns, retrocesso para outros. Mas mesmo, isto não está correcto em afirmá-lo. Jamais os nossos antepassados viveram individualmente ou foram efeminados. Nem progresso é, mas nem retrocesso é. Isto é uma “mudança”, uma mudança radical de valores, inversão da moral. Isto é a falta de um código moral que outrora reinava nas nossas sociedades e reprimia com voracidade as tentativas do apátrida para destruir a humanidade.
Um apátrida de seu nome Edward Bernays, escrevia o seguinte em 1928 :
Infelizmente nesta “modernidade”, neste “progresso” humanitário, somos ensinados pelo apátrida ranhoso a seguirmos a seguinte moral : cada um por si e todos pelos invasores.
E o judeu labrego diz: Viva a democrassia. A democrassia é moderna. A democrassia é progresso. O goy moderno todo contente ainda responde : Viva! Viva! Viva!
Notas:
1 - Propaganda, pág. 31
Para apoiar, o conceito de “modernidade” já em si mesmo evoca apenas o instante. Basta decompormos a palavra e olharmos para o seu significado original ; grego : modos ; latim : modus. Tanto um como outro significam apenas o instante, o hoje. O moderno é o agora.
Que significa então ser moderno ? Viver o instante conforme a ideologia dominante, visto que esta é a moda. Não seguir a moda significa ser retrógrado, antigo, homem do tempo das cavernas. Escutar rap é a moda, ver novelas, é a moda, ver as informações manipuladas, é a moda, ser efeminado é a moda. Isto é ser um homem do tempo moderno.
Diz-se que isto é o progresso da sociedade, a liberdade total. Aqui talvez tenhamos de andar à volta desta esquisita e obscura palavra “progresso”.
Parece significar algo cujas funções já existentes são afinadas para melhor, sem portanto deixar de ter as suas funções primárias postas em causa. Para exemplificar, olhemos para os meios de locomoção antigos até agora. Não é por andarmos de avião, que este deixa de ser um meio de locomoção como outrora os meios de transporte animais. Esta função, que é a locomoção, apenas progrediu de maneira a melhorar as suas performances. Olhemos para os antigos mensageiros, que iam levar a mensagem ao seu destinatário manualmente. Hoje a mensagem chega ao seu destinatário por mail sem que necessite de intervenção humana. A função de “entrega” da mensagem não foi modificada, apenas progrediu para uma performance mais elevada. Mas ela está lá quer se olhe para o antigamente ou para o agora. Isto pode-se definir como “progresso”.
Após uns pontos nos “i” acima, agora pergunto-me :
- Como se pode chamar a moda da feminização da sociedade como um progresso ? Porventura esta não retira ao homem as suas funções de progenitor ? De chefe de família ?
- Como se pode afirmar que o “individualismo” é um sinal do progresso ? Não retira este a função de entreajuda necessária entre vários membros de uma mesma sociedade ?
- Como se pode dizer que a entreajuda para com os imigrantes é sinónimo de progresso quando ao mesmo tempo esta é negada aos membros da sociedade que acolherá estes imigrantes graças ao incentivo do individualismo ?
Isto é progresso ? Atrevemos-nos a dizer : progresso para uns, retrocesso para outros. Mas mesmo, isto não está correcto em afirmá-lo. Jamais os nossos antepassados viveram individualmente ou foram efeminados. Nem progresso é, mas nem retrocesso é. Isto é uma “mudança”, uma mudança radical de valores, inversão da moral. Isto é a falta de um código moral que outrora reinava nas nossas sociedades e reprimia com voracidade as tentativas do apátrida para destruir a humanidade.
Um apátrida de seu nome Edward Bernays, escrevia o seguinte em 1928 :
“Só a energia gasta por algumas mentes brilhantes pode trazer toda a população a aprender novas ideias e a aplicá-las.”1Mentes brilhantes ? Que mentes são estas ? Não serão as mesmas que originaram milhões de mortos quando criaram o bolchevismo ? Não serão as mesmas que incendiaram as duas guerras mundiais ? E ainda por cima são estas que nos ensinam a ser modernos e a progredir ?
Infelizmente nesta “modernidade”, neste “progresso” humanitário, somos ensinados pelo apátrida ranhoso a seguirmos a seguinte moral : cada um por si e todos pelos invasores.
E o judeu labrego diz: Viva a democrassia. A democrassia é moderna. A democrassia é progresso. O goy moderno todo contente ainda responde : Viva! Viva! Viva!
Notas:
1 - Propaganda, pág. 31
Autor: gang da ervilha
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