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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O que pensa a maioria dos judeus sobre a imigração


 Não é propriamente, e sistematicamente, o Talmude em si que rege o pensar de todos os intelectuais judeus...
“Os nossos próprios estudos, de facto, mostram que a totalidade dos intelectuais judeus incentivam a mestiçagem entre brancos, negros e árabes. Que eles sejam religiosos, laicos ou ateus, que eles sejam marxistas ou liberais, que eles sejam sionistas ou anti-sionistas, judeus de Israel ou da diáspora, todos os intelectuais judeus, sem alguma excepção, são partidários da sociedade multirracial e incentivam com todas as suas forças a imigração terceiro-mundista onde quer que eles estejam instalados ." Hervé Ryssen
 
“A mestiçagem dos povos é uma das grandes obsessões do judaísmo. É encontrado em todos os intelectuais judeus, sejam eles religiosos ou ateus, marxistas ou liberais. Isto é porque o povo judeu não pode ser reconhecido como o "povo eleito de deus" sem que todas as outras identidades nacionais sejam reduzidas a pó. O judaísmo político é na verdade uma força de destruição, e este solvente é tanto mais poderoso que a presença judaica no sistema mediático nacional é importante.” Hervé Ryssen
 
“Esta expectativa messiânica está no coração da religião hebraica e da mentalidade judaica em geral, incluindo entre os judeus ateus.” Hervé Ryssen

"Os Intelectuais judeus podem ser liberais, marxistas, sionistas, religiosos ou ateus. Mas todas essas divergências não invalidam em nada o fundamento messiânico das suas aspirações. E sobre a imigração, precisamente, eu posso confirmar que há neles uma unanimidade." Hervé Ryssen

Será, para retomar a expressão de Jacob Cohen, o "tribalismo judaico" ?

Vejamos que com Talmude ou sem Talmude, os intelectuais judeus pensam todos da mesma forma. Todos sem excepção! O que nos resta para além do Talmude, é a noção de tribo, os laços do sangue. Conquanto seja uma raça mestiçada, eles guardam entre si, apesar disso, traços familiares muito fortes . Esta talvez seja a explicação para este pensar homogéneo, tanto no judeu talmudista como no judeu não-talmudista. Sendo o judeu um cosmopolita por excelência, e seja qual for o judeu, minoritário ou maioritário, não será muito difícil deduzir que  nenhum se possa verdadeiramente opor à imigração. Uma tal oposição seria como negar todas as raízes cosmopolitas que se encontram na maneira de estar e de viver do judeu desde há séculos.

É portanto um engano, pensar ou crer que a maioria dos judeus seguem uma cúpula sionista ou que então sejam influenciados por esta.  Não é necessário segui-la para se ter estes ideais. Não é necessário ser religioso algum para se estar de acordo com a ideologia talmúdico-cosmopolita, a própria raça exprime desde há séculos estes ideais, conscientemente ou inconscientemente.

Independentemente da condição social ou crenças, todo o judeu é pró-imigração... salvo para o país deles. Portanto em Israhell 1 em cada 4 casais sofrem de esterilidade, enquanto na Europa, a proporção é de 1 para cada 6... Israhell só não sofre de um declínio demográfico, graças à GPA e genética eugénica.

PS: Escusado será por todas as citações dos livros dos intelectuais judeus, sejam eles Rabinos ou simples escritores ateus, seria muito longo. O que Hervé Ryssen resume de todos os escritos dos intelectuais judeus desde há séculos, é o que está aí. Existe uma grande uniformidade na maneira de pensar de todo o judeu ao longo dos séculos. É impossível dizer que esta maneira de pensar faz parte de uma suposta "minoria". Ao contrário, são todos eles que pensam assim. Parece um pensamento fotocopiado século após século até aos nossos dias.