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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O que pensa a maioria dos judeus sobre a imigração


 Não é propriamente, e sistematicamente, o Talmude em si que rege o pensar de todos os intelectuais judeus...
“Os nossos próprios estudos, de facto, mostram que a totalidade dos intelectuais judeus incentivam a mestiçagem entre brancos, negros e árabes. Que eles sejam religiosos, laicos ou ateus, que eles sejam marxistas ou liberais, que eles sejam sionistas ou anti-sionistas, judeus de Israel ou da diáspora, todos os intelectuais judeus, sem alguma excepção, são partidários da sociedade multirracial e incentivam com todas as suas forças a imigração terceiro-mundista onde quer que eles estejam instalados ." Hervé Ryssen
 
“A mestiçagem dos povos é uma das grandes obsessões do judaísmo. É encontrado em todos os intelectuais judeus, sejam eles religiosos ou ateus, marxistas ou liberais. Isto é porque o povo judeu não pode ser reconhecido como o "povo eleito de deus" sem que todas as outras identidades nacionais sejam reduzidas a pó. O judaísmo político é na verdade uma força de destruição, e este solvente é tanto mais poderoso que a presença judaica no sistema mediático nacional é importante.” Hervé Ryssen
 
“Esta expectativa messiânica está no coração da religião hebraica e da mentalidade judaica em geral, incluindo entre os judeus ateus.” Hervé Ryssen

"Os Intelectuais judeus podem ser liberais, marxistas, sionistas, religiosos ou ateus. Mas todas essas divergências não invalidam em nada o fundamento messiânico das suas aspirações. E sobre a imigração, precisamente, eu posso confirmar que há neles uma unanimidade." Hervé Ryssen

Será, para retomar a expressão de Jacob Cohen, o "tribalismo judaico" ?

Vejamos que com Talmude ou sem Talmude, os intelectuais judeus pensam todos da mesma forma. Todos sem excepção! O que nos resta para além do Talmude, é a noção de tribo, os laços do sangue. Conquanto seja uma raça mestiçada, eles guardam entre si, apesar disso, traços familiares muito fortes . Esta talvez seja a explicação para este pensar homogéneo, tanto no judeu talmudista como no judeu não-talmudista. Sendo o judeu um cosmopolita por excelência, e seja qual for o judeu, minoritário ou maioritário, não será muito difícil deduzir que  nenhum se possa verdadeiramente opor à imigração. Uma tal oposição seria como negar todas as raízes cosmopolitas que se encontram na maneira de estar e de viver do judeu desde há séculos.

É portanto um engano, pensar ou crer que a maioria dos judeus seguem uma cúpula sionista ou que então sejam influenciados por esta.  Não é necessário segui-la para se ter estes ideais. Não é necessário ser religioso algum para se estar de acordo com a ideologia talmúdico-cosmopolita, a própria raça exprime desde há séculos estes ideais, conscientemente ou inconscientemente.

Independentemente da condição social ou crenças, todo o judeu é pró-imigração... salvo para o país deles. Portanto em Israhell 1 em cada 4 casais sofrem de esterilidade, enquanto na Europa, a proporção é de 1 para cada 6... Israhell só não sofre de um declínio demográfico, graças à GPA e genética eugénica.

PS: Escusado será por todas as citações dos livros dos intelectuais judeus, sejam eles Rabinos ou simples escritores ateus, seria muito longo. O que Hervé Ryssen resume de todos os escritos dos intelectuais judeus desde há séculos, é o que está aí. Existe uma grande uniformidade na maneira de pensar de todo o judeu ao longo dos séculos. É impossível dizer que esta maneira de pensar faz parte de uma suposta "minoria". Ao contrário, são todos eles que pensam assim. Parece um pensamento fotocopiado século após século até aos nossos dias.

sábado, 17 de outubro de 2015

Letra do Rabino Baruch Lévy a Karl Marx

Esta letra, é já bem conhecida, mas nunca é demais repeti-la em alto e bom som sempre que se tenha a oportunidade. Reproduzo-a aqui apenas com algumas modificações e com a fonte original que poderá ser vista ou descarregada para que o leitor possa verificar a veracidade das informações.

Antes é preciso destacar um erro: que o autor da letra é o Rabino Baruch Lévy, que a escreveu ao seu destinatário Karl Marx, e não o contrário. Isto pode-se constatar verificando a fonte. Portanto quando se vê o tipo de titulo "Letra de Karl Marx a Baruch Lévy", o leitor saberá que é um erro, pois dever-se-ia dizer o inverso "Letra de Baruch Lévy a Karl Marx". A data da carta não pôde ser descoberta, pois existem centenas de "Baruch's Lévy's" no web que francamente fiquei perdido no meio de tantos "Lévy's" sem saber qual era o bom. A fonte original também não fala de alguma data no que toca á letra. Mas há-de se descobrir com o tempo qual é o bom e assim a data da letra, seja através de livros ou do web. Isto porque se foi antes de Marx escrever "O Capital", poder-se á ter uma forte ideia das influências que puderam obrar no espírito de Marx. Segundo o site donde foi tirada a tradução, a data é a de 1848, mas pessoalmente não consegui verificar se é a boa data. Na dúvida prefiro deixar a questão em aberto.

Letra do Rabino Baruch Lévy a Karl Marx:

«O povo judeu na sua totalidade será ele mesmo o seu próprio Messias. O seu reino sobre o universo realizar-se-á pela unificação das outras raças, eliminação das monarquias e das fronteiras que são a proteção do particularismo, e pelo estabelecimento de uma república universal que reconhecerá em toda a parte os direitos de cidadania dos judeus. Nesta nova organização da humanidade, os filhos de Israel disseminados atualmente sobre toda a superfície da terra, todos da mesma raça e de igual formação tradicional, conseguirão, sem grande oposição, constituir o elemento dirigente em toda a parte e de tudo, se conseguirem impôr a direção judaica às massas operárias. Assim, pela vitória do proletariado, os governos de todas as nações passarão para as mãos dos israelitas por intermédio da realização da República universal. A propriedade individual poderá então ser suprimida pelos governantes de raça judaica que então poderão administrar em todo o lado as riquezas dos povos. E assim realizar-se-á a promessa do Talmud de que quando chegarem os tempos messiânicos, os judeus terão sob controlo os bens de todos os povos da terra.»

A tradução é tirada do site judaismoemaconaria, a fonte original pode ser vista aqui, na página 574, ou se descarregar, rapidamente encontrada na página 576 do leitor pdf.

 Autor: Gang2 Ervilha

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 3ª parte

Continuação da 2ª parte

18) Ele passa então em detalhe os planos da guerra revolucionária, a arte do combate de rua; ele define e insiste sobre as grandes linhas do "Reino do Terror" que deve acompanhar todo o esforço Revolucionário "porque é a maneira mais económica de subjugar a população a uma rápida submissão".

19) Ele discute da Diplomacia. Após todas estas guerras, deve-se insistir sobre a diplomacia secreta "de maneira a que os nossos agentes, se dissimulem sob a máscara de conselheiros "políticos", "financeiros" e "economistas" possam espalhar as nossas ordens sem perigo de expor a identidade das "potências secretas" detrás dos negócios nacionais e internacionais". O conferencista diz em seguida ás pessoas presentes que pelo meio da diplomacia secreta eles exerceriam um tal controlo "que as nações nunca poderiam chegar a um acordo sem que os nossos agentes lhe ponham a mão".

20) Último objectivo, o Governo Mundial. Para alcançar esse objectivo, o conferencista disse: "Será necessário estabelecer gigantescos monopólios, acumular riquezas colossais, que até mesmo as maiores fortunas dos Goyim dependerão de nós, e irão para o fundo conjuntamente com o credito de seus governos NO DIA APÓS A BANCARROTA POLÍTICA". O conferencista em seguida acrescenta: "Vocês, os Senhores aqui presentes, economistas, podem apenas fazer uma pequena estimação da importância deste plano".

21) Guerra económica. Discutem então elaborar Planos para roubar as propriedades terrenas e industriais dos Goyim. Recomenda-se a a combinação de impostos elevados e de uma concorrência desleal que trará a ruína económica dos Goyim, de seus interesses financeiros nacionais e de seus investimentos. No domínio internacional, terá de se fixar desde que seja possível o curso dos mercados, o que seria realizado rapidamente com um controle minucioso das matérias-primas, entreter a agitação entre trabalhadores com vista á diminuição das horas de trabalho e um salário mais alto, e também graças á fragilização da concorrência. O conferencista adverte os seus conspiradores associados que eles deveriam ocupar-se dessas matérias e controlar a situação para que "os aumentos de salários obtidos pelos trabalhadores não sejam em nada proveitosos".

22) Os armamentos. Sugere-se lança a fabricação de armas para que os Goyim se auto-destruam a uma escala colossal e que finalmente "haja apenas no mundo as massas de trabalhadores e alguns milionários fiéis á nossa causa, assim que uma polícia e soldados em número suficiente para assegurar a protecção dos nossos interesses".

23) A Nova Ordem. Os membros do Governo Mundial serão nomeados pelo Director que escolheria esses homens dentre os científicos, os economistas, os financeiros, industriais e também milionários "pois em fim de conta tudo será regulado em termos de números".

24) A Juventude e sua importância. Fez-se notar fortemente a importância a cativar o interesse da Juventude: "Os nossos agentes infiltrar-se-ão em todas as classes, a todos os níveis da sociedade e do governo com o objectivo de enganar, apodrecer e corromper a juventude da sociedade ensinado-a - nós o sabemos - com falsas teorias e princípios".

25) Leis nacionais e internacionais não devem ser substituídas, mas serem utilizadas tal e qual como são para destruir a civilização dos Goyim " levando-os em contradições de interpretação tais que a lei será em primeiro tempo maquilhada, depois em seguida completamente escondida. Nosso último objectivo é substituir a Arbitragem á Lei". O conferencista diz então aos auditores: " Vocês poderão pensar que os Goym se precipitarão sobre nós com armas, mas no Oeste algo foi previsto a esta eventualidade: uma organização que pratica um terror tão monstruoso que mesmo os corações mais vigorosos tremerão... o "Underground"...as redes ocultas...o mundo subterrâneo...tudo isto será instalado nas capitais e cidades de todos os países antes que esse perigo nos ameace".

NdT: quando é dito "Oeste", compreenda-se "Estados-Unidos da América".

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Os judeus no tempo das persecuções contra os cristãos

Os judeus no tempo de Nero

Nós não sabemos a parte que os judeus tiveram nesta famosa persecução (64) quando Nero entregava como pasto a cães furiosos os cristãos envoltos com peles de animais, onde os barrava de betume, transformando-os em tochas vivas para aclarar as suas orgias nocturnas.

O que nós sabemos, é que Nero, acusado pelo seu povo de ter acendido o famoso incêndio de Roma para obter a partir do topo da sua torre a ilusão agradável do incêndio de Tróia, considerou muito hábil acusar os cristãos, e para dar crédito á calunia, de desencadear sobre eles a persecução.

Quem sugeriu esta ideia de acusar os cristãos ? "Os cortesãos", dizem os historiadores. Ora, sabemos que Nero não tinha cortesãos mais assíduos que os judeus. Hoje eles dizem : "Foram os clérigos, os da água benzida". Eles bem podiam dizer então : "Foram os Nazarenos". Eles nunca mudam o refrão.
Em todo o caso, os judeus se vangloriam eles mesmos de ter provocado as persecuções sob cinco imperadores romanos.

Vamos citar os seus próprios testemunhos:

Os judeus sob Domiciano (81-96)

O livro judeu Sefer Juchasin (edição Amesterdão 1717) relata que no tempo do Papa Clemente (100), os judeus meteram á morte, em Roma e fora dela, uma multidão de cristãos "incontáveis como a areia do mar", diz o texto.

Os judeus sob Antonino Pio (138-161)

Antonino Pio, bem entendido, tolera os cristãos. Fala-se mesmo de um édito promulgado a favor. Mas este édito, a supor a sua autenticidade perfeitamente estabelecida, o que não o é, significava no entanto que este imperador perseguia menos do que o precedente.

O édito, em todo o caso, visava apenas os cristãos da Ásia, não anulava o seguinte facto contado no Seder Hadoroth dos judeus, página 127, no que respeitava aos cristãos de Roma :

Rabbenu Jehuda, está escrito, tinha os favores do monarca (Antonino).
Ele então aponta a malícia dos Nazarenos como a causa de uma doença pestilenta e obtém a morte de todos os Nazarenos que se encontravam em Roma no ano de 3915 (155 d.C).

Os judeus sob Marco Aurélio (161-180)

A mesma passagem do mesmo livro indica que foi sob a influência dos judeus que Marco Aurélio massacra todos os Nazarenos que podia, em 177.
Desses Nazarenos, foram Santo Pothinus, bispo de Lyon, e 47 dos seus fiéis, dos quais Santa Blandina com os cristãos Maturus e Sanctius.

Os judeus sob Caracala (211-217)

Caracala é o nome desse monstro que degolou o seu irmão Geta entre os braços da sua Mãe, depois matou 20.000 romanos culpados de terem chorado a morte do jovem príncipe.
Sob o reino deste imperador, os judeus deram-se de coração e joia contra os "Nazarenos".
O Seder Hadoroth diz, na página 125, que : "No ano de 3974 (214 d.C), os judeus mataram 200.000 cristãos em Roma e todos os cristãos de Chipre."

Os judeus sob Diocleciano (285-305)

O édito de persecução promulgado por este imperador (303), no qual "todas as Igrejas devem ser demolidas, todos os cristãos que se recusem a adoração aos deuses do império, serão enviados para o suplicio", fez correr o sangue cristão como fonte durante 10 dias consecutivos, período sanguinário que foi precisamente chamado de a "Era dos Mártires".

Que parte tiveram os judeus ? No seu livro, Sefer Juchasin, na página 108 diz : "Sobre o desejo dos judeus, Diocleciano mata um grande número de cristãos, dos quais os Papas Caio e Marcelino, assim como o irmão de Caio e sua irmã Rosa."

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NdT: Este é um breve trecho (sem as notas complementares), tirado do livro " Le juif sectaire ou la tolérance talmudique (O judeu sectário ou a tolerância talmúdica) do autor Vial Marie - Léon, editado em 1889. Os livros talmúdicos que ele faz referência tais como Sefer Juchasin e Seder Hadoroth existem na realidade. No link correspondente ao Sefer Juchasin (no artigo), é dito sobre o autor : "A sua obra mais importante, intitulada: Sepher Juchasin (Livro das linhagens), foi pela primeira vez impressa em Constantinopla, no ano de 1566, e nela se encontram curiosas notícias a respeito da história religiosa da nação dos israelitas e a respeito dos rabinos que viveram até 1500 e dos violentos ataques contra o cristianismo."

Esta é mais uma prova, segundo os livros dos próprios talmudistas, em que seja que lado for e em que época for, onde existe matança de cristãos, é quase certinho que quem puxa os cordelinhos é um talmúdico.

O livro está disponível AQUI para download. O trecho é tirado da página 37-38.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 2ª parte

 Continuação da 1ª parte

11) Ele expõe em seguida ponto por ponto as suas teorias sobre a guerra. Desde 1773, ele estabelece um principio que todos os governantes da Grande-Bretanha e Estados-Unidos fizeram conhecer publicamente como sua política em 1939: ter-se ia de fazer a política daqueles que querem a guerra para dirigir as conferencias de paz de maneira a que nenhum dos beligerantes obtenha ganhos territoriais. Diz também que as guerras seriam levadas de tal maneira que as nações implicadas, dos dois lados, veriam a sua dívida nacional aumentar mais e mais sob a influência de seus agentes.

12) Depois a administração. Diz aqueles que estavam presentes que eles deveriam se servir de suas riquezas "para escolher os candidatos ás funções públicas que fossem servos e obedientes de maneira a que eles possam ser rapidamente utilizados por homens avisados e engenhosos, ás nossas ordens, como piões num jogo. Esses homens seriam designados atenciosamente por nós para enfim agir nos bastidores dos governos como conselheiros oficiais". Ele acrescenta: "Os homens que nós designaremos como "Conselheiros" foram educados e treinados desde a infância segundo as nossas ideias para dirigir os negócios do mundo".

13) Ele ocupa-se da propaganda e explica como a união de suas riquezas permitiria controlar a informação publica enquanto eles ficariam na sombra e ao abrigo de toda acusação. Sem considerar as consequências da publicação de artigos difamatórios, caluniadores ou mentirosos, o conferencista declara: "Graças aos Média nós confiscamos o Ouro, um Ouro extraído de oceanos de sangue e lágrimas...Mas ele nos remunerou mesmo se nós sacrificamos muitos dos nossos. Cada victíma do nosso campo vale mais que um milhão de Goyims".

14) Explica em seguida a necessidade, para os seus agentes de aparecer bem em evidência publicamente logo que a situação fosse favorável e que as massas tivessem sido submetidas, se necessário pelo terror. Ele remarca que logo que chegasse o tempo de restabelecer a ordem, eles o fariam de tal maneira que as victímas acreditassem  estar quase submergidas por criminosos e irresponsáveis. "Em executando os criminosos e os malucos depois que se tivesse posto em acção o nosso «reino do terror», nós nos presentaremos como os salvadores dos oprimidos e campeões dos trabalhadores". O conferencista acrescenta então: "O que nós queremos na verdade, é o contrário...a eliminação dos Goyims".

15) Ele explica em seguida como é que eles poderiam "fabricar" as depressões industriais e o pânico financeiro e como poderiam utilizá-los para que servissem seus objectivos: "O desemprego e a fome serão impostos de maneira artificial ás massas graças ao poder que nós temos de criar penhorias de alimentos. Nós acordaremos ao Capital o direito de dirigir mais seguramente do que ele foi acordado á verdadeira aristocracia e pela autoridade legal dos Reis". Declara que graças ao controlo das massa pelos seus agentes, ser-lhes ia possível de utilizá-los para varrer todos aqueles que ousassem se opor no seu caminho.

16) Discutem em seguida de maneira ampla da infiltração na Franco-Maçonaria continental. O conferencista declara que o objectivo seria de aproveitar as facilidades e o sigilo que oferecia a Franco-Maçonaria. Remarca que eles poderiam organizar as suas próprias Lojas do Grande Oriente na Franco-Maçonaria Azul para difundir as suas actividades revolucionárias e esconder a verdadeira natureza de sua empresa sobre a manta da filantropia. Ele declara que todos os membros iniciados nas suas Lojas do Grande Oriente seriam utilizadas para fins de proselitismo, para difundir suas ideologias materialistas e ateístas no meio dos Goyims.

Ele termina esta etapa da discussão com estas palavras: "Quando a hora chegará para o nosso Senhor soberano do Mundo inteiro ser coroado, essas mesmas mãos afastariam tudo o que se pudesse entravar no seu caminho".

17) Ele dá explicações sobre o valor das mentiras sistemáticas, fazendo remarcar que os seus agentes deveriam ser aptos e muito exercidos ao emprego de frases bem balanceadas e de slogans populares. Eles deveriam por as massas muito afeiçoadas de promessas. Ele observa: "Podemos sempre em seguida fazer o oposto do que se prometeu...isso não acarretará nenhuma consequência". O seu raciocínio era o seguinte: em utilizando palavras como "Liberdade", "Direito da Cidade", podiam fazer os Goyims ir a um tal grau de fervor patriótico que seria mesmo possível fazê-los combater as leis de Deus e da Natureza. E acrescenta: "E por esta razão, depois que nós tivermos obtido o poder absoluto, nós rasgaremos para sempre da "Criação" o "Nome de Deus".

Continuação na 3ª parte

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Para que servem os partidos de Direita e de Esquerda ?

Partidos de Esquerda: para destruir a religião, a família, a educação, a ordem e armadas militares, ao nome do laicismo, pacifista, generoso, igualdade e justiça social.

Partidos da Direita: para destruir as pequenas propriedades agrícolas, o artesão, o pequeno comércio, as PME e PMI, ao nome do liberalismo económico, dos consumidores e livre-comércio, no interesse do dinamismo económico, do emprego e dos consumidores.

Partidos do Centro: destruir as ideias de nação e patriotismo ao nome da amizade entre os povos e do humanismo.

Todos os três da vigarada cantam e exaltam através de campanhas anti-racismo para favorecer na opinião pública, a miscigenação, desenraizando assim todos os indivíduos de suas culturas, religiões, tradições, língua e história.

Os intelectuais judeus estão no topo de todas estas "promoções", exigem dos outros o que eles mesmos se recusam a fazer em casa. Em Israel é proibido por lei um judeu casar-se com alguém que não tenha sangue judeu. Para os outros exigem os casamentos multi-raciais.  Exigem que se destrua toda forma de patriotismo ou nacionalismo, enquanto eles em casa o cultivam. O judeu sempre tem uma dupla linguagem seja qual for a circunstância: exige sempre dos outros o que eles não se exigem a eles próprios.

 Autor: Gang2 Ervilha

domingo, 13 de setembro de 2015

A Máfia Judaica (entrevista a Hervé Ryssen, 2008)

A Máfia Judaica

Entrevista com Hervé Ryssen

Réfléchir et Agir, Setembro 2008 (
versão pt/BR a partir do original)

R&A: Você publica um quarto livro sobre o judaísmo, e é ainda um livro de 400 páginas. Que traz ele de novo? Pensávamos que já tinha dito tudo?

HR: Remarque que eu também pensava assim! Mas o judaísmo é um mundo muito fechado, muito secreto, e vocês vejam que, depois de todos estes anos de estudo, ainda se aprende coisas muito desagradáveis e chocantes. Desta vez, eu explorei o mundo criminal vindo da comunidade judaica internacional, e o que se descobre é simplesmente incrível. Na realidade a máfia judaica é a principal máfia que existe neste planeta: racket, proxenetismo, tráfico de drogas, de armas, de diamantes e contrabando, de obras de arte, mortes a contrato, falcatruas em bando organizado, roubos á mão armada, etc. A pornografia, os meios do casino e discotecas são também largamente controladas por esses mafiosos israelitas.

R&A: Você pretende que o tráfico de droga internacional está em grande parte nas mãos dos mafiosos judeus. Será que está convicto de não querer se focalizar demais sobre o sujeito ?

HR: Não pretendo que a máfia judaica controla a maior parte do comércio internacional da droga, pois não existem estatísticas sobre o sujeito, mas a coisa não me parece exagerada, a julgar por todas as informações que consegui reunir. O facto é que desde o tráfico de ópio na China do séc.19 até aos nossos dias, esta máfia é muito empreendedora neste domínio. Sobre o tráfico de ecstasy, podemos afirmar com certeza que a máfia judaica está em posição de monopólio. O ecstasy é uma droga que faz mais desgastes na juventude europeia na actualidade. Uma pílula de XTC dá uma sensação de força e bem-estar durante algumas horas, mas é sobretudo uma autêntica lixeira química. Seus efeitos, a longo termo, são terríveis, pois irreversíveis: perda de memória, disfunção do comportamento, do sono, da concentração, lesões cerebrais nas crianças de mães drogadas. O primeiro país productor é a Holanda, mas os grandes traficantes que foram foram apanhados desde á uma dezena de anos na França, Bélgica, nos Estados-Unidos ou Austrália, possuem todos passaportes israelitas. O comércio do ecstasy está 100% nas mãos dos mafiosos judeus, que não são todos originários da Rússia, pois encontramos também traficantes sefaraditas. Se você compra uma pílula XTC, em todo o caso, você pode estar certo de financiar a máfia judaica. Alguns dos maiores traficantes estão também implicados no comércio da heroína e cocaína.

R&A: A máfia judaica terá ela ligações com os famosos cartéis da droga colombianos ?

HR: Sobre isso não há nenhuma dúvida. Veja um só exemplo: no 16 de Fevereiro de 1993, os agentes de policia russos de Viborg, perto da fronteira russo-filandesa, ao lado de São-Petersburgo, meteram a mão em mais de uma tonelada de cocaína colombiana dissimulada em latas de conserva corned-beef. Era um israelita residente em Bogotá, Elias Cohen, casado com uma colombiana muito chegada a um dos clãs ligados ao cartel de Cali, que assegurava o aprovisionamento da rede aos lados de um certo Yuval Shemesh. O destinatário final da cocaína era um grupo de traficantes instalados na Holanda. A cabeça do grupo era um certo Jacob Korakin. Korakin era um judeu religioso, portava a kippa, e era muito respeitado no bairro de diamantes de Anvers.

R&A: Alguns diamantários de Anvers, de Nova York e Tel-Aviv parecem efectivamente ter um role importante, e em especial no branqueamento de dinheiro sujo.

HR: Os diamantários estão no centro das operações de branqueamento de dinheiro da droga dos cartéis colombianos. Em Manhattan, a 47ª rua, que é o coração de toda a sua actividade, é também a maior lavandaria de dinheiro da droga. O rabino Yosef Crozer foi detido em Fevereiro de 1990, quando ele se rendia a Brooklyn com as malas e sacos empilhados de notas, em pequenos maços. Havia quase 300 mil dollars. A sua cooperação com os policias havia permitido prender no mês seguinte umas 30 pessoas na comunidade de judeus ortodoxos, dos quais Avraham Sharir, um outro judeu religioso, proprietário de uma loja de venda de ouro na 47ª rua, e que na realidade, era um dos personagens chefe do branqueamento do dinheiro proveniente da droga de Nova-York. Avraham Shafir, cidadão israelita de 45 anos, confessou em seguida ter branqueado 200 milhões de dollars por conta do cartel de Cali. Os seus empregados, que contavam as notas, eram obrigados a sair para apanharem ar fresco, porque as notas, em pequenos maços, estavam enroladas e tinham servido para snifar cocaína.

R&A: Parece que alguns judeus religiosos não se incomodam lá muito com a moral...

HR: Os judeus hassídicos estão mesmo muito implicados nos tráficos. Em 2001, a policia tinha desmantelado uma rede dirigida por um outro judeu hassídico, Sean Erez, que tinha investido no tráfico de ecstasy. A droga era passada fraudulentamente nos chapéus ou ainda dentro dos rolos de rezas desses judeus religiosos, que os alfandegários não eram supostos desconfiar.

Em Julho de 1998, a pequena comunidade de diamantários de Anvers na Bélgica, foi fortemente sacudida após uma série de arrestações nos Loubavitchs. Tinha-se descoberto que o comércio de diamantes na cidade neerlandesa cobria um tráfico internacional de heroína. Quinze quilos foram apreendidos. Um judeu ortodoxo, Dror Hazenfratz, estava na liderança da rede. Nascido em Haifa, Hazenfratz tinha um passaporte israelita e uma carta de identidade belga. Frente ao tribunal, ele aparecia com vestimenta tradicional, em negro, chapéu e tranças, o que não impediu de ser condenado a 11 anos de prisão. Existem inúmeros exemplos.

R&A: Você foi até aos gangsters americanos dos anos 30...

HR: Sim, interessei-me também a esses gangsters místicos que tinham trabalhado com as máfias sicilianas. Os gangsters judeus estavam notavelmente implicados na "Murder Incorporated", uma espécie de mutual do assassinato graças á qual um chefe local poderia beneficiar dos serviços de assassinos vindos de uma outra localidade e evitar assim a inculpação. Murder Incorporated era um gang composto principalmente de malfeitores judeus, que se encarregavam de executar as ordens do Sindicato do crime. Estima-se que, de 1933 a 1940, a organização foi responsável por mais de 700 assassinatos, mas alguns falam de 2000. As execuções com arma de fogo eram muito facilmente identificáveis, preferia-se o afogamento, a arma branca, o taco de basebol, a corda de piano e sobretudo o picador de gelo. Tudo isso faz também parte da história do povo judeu.

R&A: Como se explica que nunca entendemos falar disso ?

HR: É sempre esse famoso reflexo de projecção que eu falei nos meus dois anteriores livros. Os intelectuais judeus projectam sempre sobre os outros as coisas que eles se sentem culpados. Eles dizem ser victímas do comunismo, por exemplo, sendo que eles eram os principais instigadores. Da mesma maneira, Freud projectava um problema próprio ao povo judeu - o incesto - num plano universal, e toda a gente cai na armadilha.

Nos anos 1990, os médias falavam na terrível "máfia russa". Mas a verdade obriga a dizer que todos os mafiosos "russos" que foram presos estavam todos em possessão de passaportes israelitas. O principal deles, Semion Mogilevitch, grande traficante de armas que fazia trabalhar centenas de mulheres russas e ucranianas em Praga e Budapeste, foi preso a Moscovo em Janeiro de 2008. Em França, o Courrier International foi o único jornal a falar disso, mas claro, o facto de o personagem ser judeu não aparece: era um "russo"!

No cinema de Hollywood, igualmente, os traficantes de droga, os malfeitores, os maus da fita, quando eles não são sicilianos, são muito frequentemente homens brancos de tipo nórdico: nunca judeus! Os realizadores cosmopolitas têm sem dúvida qualquer coisa a haver nesse truque de passe-passe.

SITE DE HERVÉ RYSSEN
(se não vêm nada mais que livros no site, é porque todos os sites de Hervé foram censurados no passado, limitando-se agora a expor unicamente os seus livros sem comentários)

Mais informações sobre a Máfia Talmúdica aqui.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Serão os judeus os principais promotores da pornografia mundial ?

Já há alguns anos atrás, Nathan Abrams, um judeu, escreveu um artigo sobre um facto algo desconhecido ou pouco falado: a influência desproporcional dos judeus na indústria pornográfica.

Considerando que apenas sejam 2% da população americana, foram eles que impulsionaram toda a indústria pornográfica nos Estados-Unidos. De lá então contaminaram todo o mundo. Não são só eles os culpados, pois já dizia o grande filósofo Ibn Khaldoun que o servo tem sempre tendência a se comportar como o Mestre, seguir as suas tendências, se vestir como ele, a mesma maneira de falar, os mesmos costumes, etc, mas sempre em se rebaixando cada vez mais, servindo-o mais e melhor até que a língua se gaste e não mais possa lamber as solas do Mestre. Nos nossos tempos dizer-se-ia de tal "servo" um simples "lacaio". É precisamente neste caso de figura que se encontra a maior parte do mundo.

Já não me lembro em que documentário televisivo se dizia que 90% de toda a pornografia mundial é proveniente dos Estados-Unidos. Infeliz destino o deste País, cujos objectivos obscuros são o de criar a desordem aos quatro cantos da terra, tanto no plano físico como moral (os países anglo-saxões são o ferro de lança dos talmudistas).

Apesar das múltiplas informações que o artigo nos faz descobrir, passo a citar alguns trechos do artigo que me parecem mais relevantes:

« Al Goldstein, editor de Screw, diz: a única razão pela qual os judeus estão na pornografia, é que nós não gostamos do Cristo e do Catolicismo. Nós não cremos no autoritarismo." A pornografia é então um meio de corromper a cultura cristã e, como ela penetra até ao coração da mentalidade americana (sem dúvida consumida por esses mesmos WASP- White Anglo-Saxon Protestant)

[...] Uma grande quantidade da propaganda sobre a liberação sexual foi escrita por judeus. Aqueles que estão na frente progressiva desse movimento que forçou a América a adoptar uma visão mais liberal do sexo eram judeus.

[...] Wilhelm Reich, Herbert Marcuse e Paul Goodman substituíram Marx, Trotsky e Lénine dentro das leituras revolucionárias. As preocupações centrais de Reich eram o trabalho amor e sexo, enquanto Marcuse profetizava que uma utopia socialista permitiria libertar os indivíduos e de os fazer alcançar a satisfação sexual. Goodman escrevia que as "belas consequências culturais" que resultariam da legalização da pornografia: "enaltecer toda a nossa arte" e "humanizar a sexualidade".
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Não me impressiona esta maneira de pensar tipicamente de pessoas imorais. Mas seja em que lado for e que negócio for, para roubar não se fazem rogados. O primeiro filme culto do porno-talmude com a actriz Linda Lovelace e Harry Reems , aliás de seu verdadeiro nome Herbert Streicher (diz-se que se converteu anos mais tarde ao cristianismo), realizado por Gerard Damiano cuja esposa foi Paula Morton, aliás Paula Reisenwitz , deu origem a um encaixe de 600 milhões de dollars e apenas pagaram 1250 dollars á actriz, que disse mesmo assim nunca ter recebido tal quantia (sic!).

Agora este trecho que não deixa mesmo nada de ser super-interessante: "No geral, os artistas pornográficos são um grupo de pessoas que louvam a rebelião, a satisfação e a promiscuidade."

Nesta frase, o autor do artigo tenta ardilosamente proteger os seus compatriotas talmudilheiros. Ao longo de todo o artigo, o acento é posto no feito de que os patrões judeus da pornografia mundial são ateus...se minha memória não está errada, por acaso não eram os Marranos que também diziam ser cristãos ? Não eram também os Dohmes que diziam ser muçulmanos ?

Nem vale a pena estarem a esconder os nomes, porque com o tempo tudo se descobre mais tarde ou mais cedo.

Seria talvez mais propicio e claro dizer-se "talmudografia" em vez de "pornografia".

No fim fica claro que não é um mito que os judeus estão na vulgarização da pornografia mundial, pois é justamente um intelectual judeu que o afirma.

 Autor: Gang2 Ervilha

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 1ª parte

Esta parece ser a génese de todos os ditos "Protocolos talmudistas" que serão constantemente actualizados e postos em dia ao longo dos séculos. Ao que tudo indica, pelo menos do conhecimento público, as últimas actualizações parecem ser os quase desconhecidos "Protocolos de Toronto" e "Projecto Aurora Vermelha", este último, data de á cerca de 30 anos atrás e ao que parece é o seguimento dos ditos "Protocolos de Toronto", que ambos impressionam pela precisão matemática de todos os eventos até ao dia de hoje. Nota-se sobretudo á leitura do "Projecto Aurora Vermelha" que os planos talmudistas estão atrasados, pois pensavam poder implementar a Nova Ordem Mundial no fim do século passado. Creio a título pessoal, que foi a mão do Cristo que baralhou seus planos, pois se pensam com egoísmo poder estar acima das Leis Divinas, o tiro sair-lhes á pela culatra tantas vezes que Deus assim  entenda, pois Ele é Misericordioso e Magnânimo para com o ser humano.

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Nesta 1ª parte serão apresentados os 10 primeiros pontos de um total de 25. A tradução foi efectuada pessoalmente pelo autor do blog a partir do livro de William Guy Carr "Pawns in the game". As notas existentes não constam no livro, mas são complementos acrescentados pelo autor do blog, assinaladas por «Notas do Traductor» ou «NdT».
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Os protocolos de Mayer Rothschild (1773)

Em 1773, Mayer Rothschild, ainda só com 30 anos, convida cerca de vinte homens ricos e influentes a reencontrá-lo em Francfort. O objectivo era de os convencer a reagrupar todas as suas capacidades, eles poderiam assim financiar e controlar o Movimento Revolucionário Mundial, utilizá-lo como "Guia de Acção" e ganhar o controlo absoluto das riquezas, dos recursos naturais e o potencial humano do mundo inteiro.

«Notas do traductor- alguns autores afirmam que em vez de "20 convidados" eles seriam apenas "12 convidados".  Também conhecidos como os "Sábios de Sião". Esta organização viria dar origem aos ditos "Illuminatis" cuja braço se perpetua até hoje através da sociedade secreta "Skull & Bones" segundo o pesquisador Anthony Sutton. Ainda segundo este, todas as outras organizações secretas, tais o CFR, Bilderberg, Trilateral, são em efeito organismos exteriores cujo núcleo central são os Skull & Bones.»

Rothshild lhes revela então como a Revolução Inglesa tinha sido organizada, mas apontou também as falhas e erros que tinham sido cometidos. O período revolucionário tinha sido muito longo e a eliminação dos reaccionários não tinha sido executada com suficiente rapidez e rigor. O reino do terror, pelo qual se deveria realizar rapidamente a opressão das populações não tinha sido dirigido como deveria ser. Apesar de todas essas faltas, o primeiro objectivo da Revolução tinha sido realizado: os Banqueiros que tinham provocado essa revolução controlavam a economia nacional e tinham agravado a dívida nacional, intrigando durante anos á escala internacional, sobretudo para emprestar dinheiro destinado a financiar guerras e rebeliões.

Baseando os seus argumentos na lógica e um raciocínio rigoroso, Mayer Rothshild sublinha que os resultados financeiros obtidos após a Revolução Inglesa não eram nada comparados com os ganhos esperados após uma Revolução em França: o acordo concluído permitiria a unidade no objectivo e realização de tudo o que ele tinha minuciosamente pensado, assim como tudo o que tinha revisto do plano de revolução. O projecto seria apoiado por toda a poderio que poderia representar os recursos disponíveis em comum. O contrato foi assinado, e Mayer Rotschild divulga o seu plano revolucionário. Pelas manipulações astuciosas de suas riquezas, seria possível criar situações económicas tão desastrosas que as populações, pelo desemprego, seriam reduzidas a um estado próximo de carência alimentar. Seria então possível responsabilizar esses desastres ao Rei, á Nobreza, á Igreja, aos Industriais e empregadores, utilizando uma propaganda bem perspicaz. Ter-se ia de remunerar os propagandistas que excitassem os sentimentos de ódio e vingança contra as classes dirigentes, apresentando todos os casos, verdadeiros ou não, como extravagancia, conduta indecente, injusta, opressiva e de persecução. Inventariam assim escândalos para sujar a reputação daqueles que poderiam se opor a seus planos.

Quando da introdução geral e afim de suscitar um acolhimento entusiasta para o complot que ele queria por á prova, Rothschild toma um manuscrito e começa a ler um plano de acção minuciosamente preparado. É este plano que se vai seguir e pelo qual me asseguraram que era uma versão condensada do complot pelo qual os conspiradores esperavam apoderar-se do controlo absoluto e sem partilha das riquezas, dos recursos naturais e do potencial humano do mundo inteiro:

1) O conferencista começa a revelar o complot declarando que, pois que a maioria dos homens tinha uma inclinação para o "Mal" em vez do "Bem", poder-se ia obter melhores resultados, no domínio do governo, pelo uso da violência e do terrorismo e não por discussões académicas. O conferencista em seguida parte do raciocínio que ao começo, a sociedade humana tinha sido submetida á força brutal e cega que depois viria a ser a LEI. Pretendia que a LEI não passava de Força sob a forma de máscara e concluiu que "pelas leis da natureza, o direito reside na força".

2) Ele sublinha que a liberdade política era uma ideia e não um feito e declara que afim de usurpar o poder político, tudo o que era necessário executar, era pregar o Liberalismo de maneira a que o eleitorado em busca de uma "ideia" acorde alguns de seus poderes e prerrogativas que os conjurados anulariam em proveito próprio.

3) O conferencista assegura que o poder do Ouro tinha caducado e usurpado a dos dirigentes liberais (1773). Ele recorda aos seus auditores que houve uma época onde a Fé reinava mas declara que uma vez a Fé substituída pela Liberdade, o povo não saberia como utilizá-la com moderação. Pretendendo que por causa, seria lógico impor a realização de uma ideia de Liberdade que generalizaria a "Luta de Classes". Recordando  que não era importante para o sucesso do Plano que os governos estabelecidos fossem destruídos por inimigos interiores ou exteriores, pois o vencedor deveria por necessidade assegurar-se do apoio do "Capital", que " está plenamente nas nossas mãos".

«Nota do traductor - note-se aqui a ideia da "Luta de Classes" desenvolvida posteriormente por Karl Marx»

4) Pretendia que a utilização de um só ou todos estes meios para atingir o objectivo final era justificado: o homem político que governa segundo o código moral não faz prova de habilidade, e mostra-se vulnerável, pois está numa posição instável no trono. "Aqueles que desejem tomar o poder devem ter recurso á astúcia e á duplicidade porque as grandes qualidades nacionais como a sinceridade e a honestidade são vícios na política".

5) Ele assegura: "Nosso direito reside na força. A palavra Direito é um conceito abstracto que nada prova: meti ao ponto um novo Direito...aquele de atacar pelo Direito do mais forte e de desordenar todas as forças da ordem e regulamentação, aquele de reconstruir todas as instituições existentes e ser o Senhor de todos aqueles: todos os que nos abandonarem voluntariamente seus Direitos e poderes pelo puro Liberalismo".

6) Em seguida adverte seus auditores nestes termos: "O poder de nossos meios deve ficar invisível até ao momento que tenha adquirido força suficiente para que nenhuma astúcia ou força o possa destruir". Declara então que todo o desvio da "Linha" do plano estratégico que dava a conhecer arriscaria naufragar o TRABALHO DE TANTOS SÉCULOS.

«Nota do Traductor - parece aqui que algo já existia bem anteriormente, aqui pensa-se que os talmudistas se refiram ao combate desde há 2000 mil anos contra o Cristianismo. Um autor no entanto evoca organizações anteriores no seu livro "Under the Sign of the Scorpion p.22" e que Mayer nada mais fez que reactivar os "Iluminati" no seu tempo, organização que existira anteriormente no tempo dos Marranos e Conversos, então denominada os "Alumbrados" - "Iluminados".

7) Ele recomenda em seguida a utilização da "Psicologia de massa" para obter o controlo das populações. Partiu do raciocínio que a "força" das massas é cega, sem sentido, sem razão e sempre á mercê de uma sugestão vinda de qualquer partido. "Só um dirigente totalitário poderia dirigir eficazmente uma população porque sem autoridade absoluta a civilização não pode existir: ela é produzida não pelas massas mas pelo seu guia, seja ele qual for". Previu que "no momento em que as populações adquirissem a inevitável Liberdade, rapidamente se daria a anarquia".

«Nota do traductor- é aconselhável a leitura do livro "Propaganda" do autor  Edward Bernays de 1928 para bem compreender a manipulação de massa. Outros livros mais actuais desenvolvem o assunto mais meticulosamente sob o prisma da psicologia humana, tais como "Neuroschiavi" existente em versão italiana e francesa.»

8) Recomenda o emprego do álcool, da droga, da corrupção moral e toda a espécie de vicio que seus agentes deveriam fomentar para corromper a moral á juventude de todas as nações. Aconselha o treinamento de agentes especiais para certas funções ou empregos: tutores, lacaios, governantes, empregados. As mulheres da organização frequentariam os locais de distracção habituais dos Goyim. "Quanto a estes últimos, conto sobre as ditas Senhoras da sociedade que voluntariamente sejam elementos da corrupção e da luxúria. Nós não devemos dirigir nosso olhar á corrupção, ao engano, á traição tanto que elas sirvam á execução de nossos objectivos".

9) Abordando a política afirma que eles tinham o Direito de conquistar a propriedade por todos os meios e sem hesitação através de uma conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra, as sentenças de morte menos perceptíveis e mais satisfeitas que são necessárias á conservação do Terror necessário para obter das pessoas uma submissão cega.

10) Sobre a utilização de slogans, ele diz: "Em tempos agora revolucionários, nós fomos os primeiros a inculcar ás massas os princípios de "Liberdade" de "Igualdade" e de "Fraternidade"...palavras repetidas até hoje pelos estúpidos papagaios; palavras que os pretensos conselheiros dos Goyim não podem representar-se na sua abstracção e não podem perceber a contradição no seu significado e sua correlação". Ele lembra as palavras que se devem repetir ás orelhas das "legiões que portam nossos ideais com entusiasmo". Parte então do raciocínio que não existe lugar na natureza para a "Igualdade", a "Liberdade" ou a "Fraternidade" e declara: "Nós estabelecemos a aristocracia do Dinheiro sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos Goyim...A essência desta aristocracia, é a Riqueza que depende de nós."

«Nota do traductor- muito interessante tomar em consideração os ideais da Répública Francesa "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", Guy Carr desenvolve bem os meandros da conspiração contra o então Reino de França - a Filha da Igreja- a então massiva propaganda panfletária que visou a manipular  a vontade do povo para a revolução de origem maçónica financiada na obscuridade pelos Illuminati.»

Continuação na 2ª parte