Continuação da 2ª parte
18) Ele passa então em detalhe os planos da guerra revolucionária, a arte do combate de rua; ele define e insiste sobre as grandes linhas do "Reino do Terror" que deve acompanhar todo o esforço Revolucionário "porque é a maneira mais económica de subjugar a população a uma rápida submissão".
19) Ele discute da Diplomacia. Após todas estas guerras, deve-se insistir sobre a diplomacia secreta "de maneira a que os nossos agentes, se dissimulem sob a máscara de conselheiros "políticos", "financeiros" e "economistas" possam espalhar as nossas ordens sem perigo de expor a identidade das "potências secretas" detrás dos negócios nacionais e internacionais". O conferencista diz em seguida ás pessoas presentes que pelo meio da diplomacia secreta eles exerceriam um tal controlo "que as nações nunca poderiam chegar a um acordo sem que os nossos agentes lhe ponham a mão".
20) Último objectivo, o Governo Mundial. Para alcançar esse objectivo, o conferencista disse: "Será necessário estabelecer gigantescos monopólios, acumular riquezas colossais, que até mesmo as maiores fortunas dos Goyim dependerão de nós, e irão para o fundo conjuntamente com o credito de seus governos NO DIA APÓS A BANCARROTA POLÍTICA". O conferencista em seguida acrescenta: "Vocês, os Senhores aqui presentes, economistas, podem apenas fazer uma pequena estimação da importância deste plano".
21) Guerra económica. Discutem então elaborar Planos para roubar as propriedades terrenas e industriais dos Goyim. Recomenda-se a a combinação de impostos elevados e de uma concorrência desleal que trará a ruína económica dos Goyim, de seus interesses financeiros nacionais e de seus investimentos. No domínio internacional, terá de se fixar desde que seja possível o curso dos mercados, o que seria realizado rapidamente com um controle minucioso das matérias-primas, entreter a agitação entre trabalhadores com vista á diminuição das horas de trabalho e um salário mais alto, e também graças á fragilização da concorrência. O conferencista adverte os seus conspiradores associados que eles deveriam ocupar-se dessas matérias e controlar a situação para que "os aumentos de salários obtidos pelos trabalhadores não sejam em nada proveitosos".
22) Os armamentos. Sugere-se lança a fabricação de armas para que os Goyim se auto-destruam a uma escala colossal e que finalmente "haja apenas no mundo as massas de trabalhadores e alguns milionários fiéis á nossa causa, assim que uma polícia e soldados em número suficiente para assegurar a protecção dos nossos interesses".
23) A Nova Ordem. Os membros do Governo Mundial serão nomeados pelo Director que escolheria esses homens dentre os científicos, os economistas, os financeiros, industriais e também milionários "pois em fim de conta tudo será regulado em termos de números".
24) A Juventude e sua importância. Fez-se notar fortemente a importância a cativar o interesse da Juventude: "Os nossos agentes infiltrar-se-ão em todas as classes, a todos os níveis da sociedade e do governo com o objectivo de enganar, apodrecer e corromper a juventude da sociedade ensinado-a - nós o sabemos - com falsas teorias e princípios".
25) Leis nacionais e internacionais não devem ser substituídas, mas serem utilizadas tal e qual como são para destruir a civilização dos Goyim " levando-os em contradições de interpretação tais que a lei será em primeiro tempo maquilhada, depois em seguida completamente escondida. Nosso último objectivo é substituir a Arbitragem á Lei". O conferencista diz então aos auditores: " Vocês poderão pensar que os Goym se precipitarão sobre nós com armas, mas no Oeste algo foi previsto a esta eventualidade: uma organização que pratica um terror tão monstruoso que mesmo os corações mais vigorosos tremerão... o "Underground"...as redes ocultas...o mundo subterrâneo...tudo isto será instalado nas capitais e cidades de todos os países antes que esse perigo nos ameace".
NdT: quando é dito "Oeste", compreenda-se "Estados-Unidos da América".
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 3ª parte
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 2ª parte
Continuação da 1ª parte
11) Ele expõe em seguida ponto por ponto as suas teorias sobre a guerra. Desde 1773, ele estabelece um principio que todos os governantes da Grande-Bretanha e Estados-Unidos fizeram conhecer publicamente como sua política em 1939: ter-se ia de fazer a política daqueles que querem a guerra para dirigir as conferencias de paz de maneira a que nenhum dos beligerantes obtenha ganhos territoriais. Diz também que as guerras seriam levadas de tal maneira que as nações implicadas, dos dois lados, veriam a sua dívida nacional aumentar mais e mais sob a influência de seus agentes.
12) Depois a administração. Diz aqueles que estavam presentes que eles deveriam se servir de suas riquezas "para escolher os candidatos ás funções públicas que fossem servos e obedientes de maneira a que eles possam ser rapidamente utilizados por homens avisados e engenhosos, ás nossas ordens, como piões num jogo. Esses homens seriam designados atenciosamente por nós para enfim agir nos bastidores dos governos como conselheiros oficiais". Ele acrescenta: "Os homens que nós designaremos como "Conselheiros" foram educados e treinados desde a infância segundo as nossas ideias para dirigir os negócios do mundo".
13) Ele ocupa-se da propaganda e explica como a união de suas riquezas permitiria controlar a informação publica enquanto eles ficariam na sombra e ao abrigo de toda acusação. Sem considerar as consequências da publicação de artigos difamatórios, caluniadores ou mentirosos, o conferencista declara: "Graças aos Média nós confiscamos o Ouro, um Ouro extraído de oceanos de sangue e lágrimas...Mas ele nos remunerou mesmo se nós sacrificamos muitos dos nossos. Cada victíma do nosso campo vale mais que um milhão de Goyims".
14) Explica em seguida a necessidade, para os seus agentes de aparecer bem em evidência publicamente logo que a situação fosse favorável e que as massas tivessem sido submetidas, se necessário pelo terror. Ele remarca que logo que chegasse o tempo de restabelecer a ordem, eles o fariam de tal maneira que as victímas acreditassem estar quase submergidas por criminosos e irresponsáveis. "Em executando os criminosos e os malucos depois que se tivesse posto em acção o nosso «reino do terror», nós nos presentaremos como os salvadores dos oprimidos e campeões dos trabalhadores". O conferencista acrescenta então: "O que nós queremos na verdade, é o contrário...a eliminação dos Goyims".
15) Ele explica em seguida como é que eles poderiam "fabricar" as depressões industriais e o pânico financeiro e como poderiam utilizá-los para que servissem seus objectivos: "O desemprego e a fome serão impostos de maneira artificial ás massas graças ao poder que nós temos de criar penhorias de alimentos. Nós acordaremos ao Capital o direito de dirigir mais seguramente do que ele foi acordado á verdadeira aristocracia e pela autoridade legal dos Reis". Declara que graças ao controlo das massa pelos seus agentes, ser-lhes ia possível de utilizá-los para varrer todos aqueles que ousassem se opor no seu caminho.
16) Discutem em seguida de maneira ampla da infiltração na Franco-Maçonaria continental. O conferencista declara que o objectivo seria de aproveitar as facilidades e o sigilo que oferecia a Franco-Maçonaria. Remarca que eles poderiam organizar as suas próprias Lojas do Grande Oriente na Franco-Maçonaria Azul para difundir as suas actividades revolucionárias e esconder a verdadeira natureza de sua empresa sobre a manta da filantropia. Ele declara que todos os membros iniciados nas suas Lojas do Grande Oriente seriam utilizadas para fins de proselitismo, para difundir suas ideologias materialistas e ateístas no meio dos Goyims.
Ele termina esta etapa da discussão com estas palavras: "Quando a hora chegará para o nosso Senhor soberano do Mundo inteiro ser coroado, essas mesmas mãos afastariam tudo o que se pudesse entravar no seu caminho".
17) Ele dá explicações sobre o valor das mentiras sistemáticas, fazendo remarcar que os seus agentes deveriam ser aptos e muito exercidos ao emprego de frases bem balanceadas e de slogans populares. Eles deveriam por as massas muito afeiçoadas de promessas. Ele observa: "Podemos sempre em seguida fazer o oposto do que se prometeu...isso não acarretará nenhuma consequência". O seu raciocínio era o seguinte: em utilizando palavras como "Liberdade", "Direito da Cidade", podiam fazer os Goyims ir a um tal grau de fervor patriótico que seria mesmo possível fazê-los combater as leis de Deus e da Natureza. E acrescenta: "E por esta razão, depois que nós tivermos obtido o poder absoluto, nós rasgaremos para sempre da "Criação" o "Nome de Deus".
Continuação na 3ª parte
11) Ele expõe em seguida ponto por ponto as suas teorias sobre a guerra. Desde 1773, ele estabelece um principio que todos os governantes da Grande-Bretanha e Estados-Unidos fizeram conhecer publicamente como sua política em 1939: ter-se ia de fazer a política daqueles que querem a guerra para dirigir as conferencias de paz de maneira a que nenhum dos beligerantes obtenha ganhos territoriais. Diz também que as guerras seriam levadas de tal maneira que as nações implicadas, dos dois lados, veriam a sua dívida nacional aumentar mais e mais sob a influência de seus agentes.
12) Depois a administração. Diz aqueles que estavam presentes que eles deveriam se servir de suas riquezas "para escolher os candidatos ás funções públicas que fossem servos e obedientes de maneira a que eles possam ser rapidamente utilizados por homens avisados e engenhosos, ás nossas ordens, como piões num jogo. Esses homens seriam designados atenciosamente por nós para enfim agir nos bastidores dos governos como conselheiros oficiais". Ele acrescenta: "Os homens que nós designaremos como "Conselheiros" foram educados e treinados desde a infância segundo as nossas ideias para dirigir os negócios do mundo".
13) Ele ocupa-se da propaganda e explica como a união de suas riquezas permitiria controlar a informação publica enquanto eles ficariam na sombra e ao abrigo de toda acusação. Sem considerar as consequências da publicação de artigos difamatórios, caluniadores ou mentirosos, o conferencista declara: "Graças aos Média nós confiscamos o Ouro, um Ouro extraído de oceanos de sangue e lágrimas...Mas ele nos remunerou mesmo se nós sacrificamos muitos dos nossos. Cada victíma do nosso campo vale mais que um milhão de Goyims".
14) Explica em seguida a necessidade, para os seus agentes de aparecer bem em evidência publicamente logo que a situação fosse favorável e que as massas tivessem sido submetidas, se necessário pelo terror. Ele remarca que logo que chegasse o tempo de restabelecer a ordem, eles o fariam de tal maneira que as victímas acreditassem estar quase submergidas por criminosos e irresponsáveis. "Em executando os criminosos e os malucos depois que se tivesse posto em acção o nosso «reino do terror», nós nos presentaremos como os salvadores dos oprimidos e campeões dos trabalhadores". O conferencista acrescenta então: "O que nós queremos na verdade, é o contrário...a eliminação dos Goyims".
15) Ele explica em seguida como é que eles poderiam "fabricar" as depressões industriais e o pânico financeiro e como poderiam utilizá-los para que servissem seus objectivos: "O desemprego e a fome serão impostos de maneira artificial ás massas graças ao poder que nós temos de criar penhorias de alimentos. Nós acordaremos ao Capital o direito de dirigir mais seguramente do que ele foi acordado á verdadeira aristocracia e pela autoridade legal dos Reis". Declara que graças ao controlo das massa pelos seus agentes, ser-lhes ia possível de utilizá-los para varrer todos aqueles que ousassem se opor no seu caminho.
16) Discutem em seguida de maneira ampla da infiltração na Franco-Maçonaria continental. O conferencista declara que o objectivo seria de aproveitar as facilidades e o sigilo que oferecia a Franco-Maçonaria. Remarca que eles poderiam organizar as suas próprias Lojas do Grande Oriente na Franco-Maçonaria Azul para difundir as suas actividades revolucionárias e esconder a verdadeira natureza de sua empresa sobre a manta da filantropia. Ele declara que todos os membros iniciados nas suas Lojas do Grande Oriente seriam utilizadas para fins de proselitismo, para difundir suas ideologias materialistas e ateístas no meio dos Goyims.
Ele termina esta etapa da discussão com estas palavras: "Quando a hora chegará para o nosso Senhor soberano do Mundo inteiro ser coroado, essas mesmas mãos afastariam tudo o que se pudesse entravar no seu caminho".
17) Ele dá explicações sobre o valor das mentiras sistemáticas, fazendo remarcar que os seus agentes deveriam ser aptos e muito exercidos ao emprego de frases bem balanceadas e de slogans populares. Eles deveriam por as massas muito afeiçoadas de promessas. Ele observa: "Podemos sempre em seguida fazer o oposto do que se prometeu...isso não acarretará nenhuma consequência". O seu raciocínio era o seguinte: em utilizando palavras como "Liberdade", "Direito da Cidade", podiam fazer os Goyims ir a um tal grau de fervor patriótico que seria mesmo possível fazê-los combater as leis de Deus e da Natureza. E acrescenta: "E por esta razão, depois que nós tivermos obtido o poder absoluto, nós rasgaremos para sempre da "Criação" o "Nome de Deus".
Continuação na 3ª parte
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Os protocolos de Mayer Rothschild (1773) - 1ª parte
Esta parece ser a génese de todos os ditos "Protocolos talmudistas" que serão constantemente actualizados e postos em dia ao longo dos séculos. Ao que tudo indica, pelo menos do conhecimento público, as últimas actualizações parecem ser os quase desconhecidos "Protocolos de Toronto" e "Projecto Aurora Vermelha", este último, data de á cerca de 30 anos atrás e ao que parece é o seguimento dos ditos "Protocolos de Toronto", que ambos impressionam pela precisão matemática de todos os eventos até ao dia de hoje. Nota-se sobretudo á leitura do "Projecto Aurora Vermelha" que os planos talmudistas estão atrasados, pois pensavam poder implementar a Nova Ordem Mundial no fim do século passado. Creio a título pessoal, que foi a mão do Cristo que baralhou seus planos, pois se pensam com egoísmo poder estar acima das Leis Divinas, o tiro sair-lhes á pela culatra tantas vezes que Deus assim entenda, pois Ele é Misericordioso e Magnânimo para com o ser humano.
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Nesta 1ª parte serão apresentados os 10 primeiros pontos de um total de 25. A tradução foi efectuada pessoalmente pelo autor do blog a partir do livro de William Guy Carr "Pawns in the game". As notas existentes não constam no livro, mas são complementos acrescentados pelo autor do blog, assinaladas por «Notas do Traductor» ou «NdT».
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Os protocolos de Mayer Rothschild (1773)
Em 1773, Mayer Rothschild, ainda só com 30 anos, convida cerca de vinte homens ricos e influentes a reencontrá-lo em Francfort. O objectivo era de os convencer a reagrupar todas as suas capacidades, eles poderiam assim financiar e controlar o Movimento Revolucionário Mundial, utilizá-lo como "Guia de Acção" e ganhar o controlo absoluto das riquezas, dos recursos naturais e o potencial humano do mundo inteiro.
«Notas do traductor- alguns autores afirmam que em vez de "20 convidados" eles seriam apenas "12 convidados". Também conhecidos como os "Sábios de Sião". Esta organização viria dar origem aos ditos "Illuminatis" cuja braço se perpetua até hoje através da sociedade secreta "Skull & Bones" segundo o pesquisador Anthony Sutton. Ainda segundo este, todas as outras organizações secretas, tais o CFR, Bilderberg, Trilateral, são em efeito organismos exteriores cujo núcleo central são os Skull & Bones.»
Rothshild lhes revela então como a Revolução Inglesa tinha sido organizada, mas apontou também as falhas e erros que tinham sido cometidos. O período revolucionário tinha sido muito longo e a eliminação dos reaccionários não tinha sido executada com suficiente rapidez e rigor. O reino do terror, pelo qual se deveria realizar rapidamente a opressão das populações não tinha sido dirigido como deveria ser. Apesar de todas essas faltas, o primeiro objectivo da Revolução tinha sido realizado: os Banqueiros que tinham provocado essa revolução controlavam a economia nacional e tinham agravado a dívida nacional, intrigando durante anos á escala internacional, sobretudo para emprestar dinheiro destinado a financiar guerras e rebeliões.
Baseando os seus argumentos na lógica e um raciocínio rigoroso, Mayer Rothshild sublinha que os resultados financeiros obtidos após a Revolução Inglesa não eram nada comparados com os ganhos esperados após uma Revolução em França: o acordo concluído permitiria a unidade no objectivo e realização de tudo o que ele tinha minuciosamente pensado, assim como tudo o que tinha revisto do plano de revolução. O projecto seria apoiado por toda a poderio que poderia representar os recursos disponíveis em comum. O contrato foi assinado, e Mayer Rotschild divulga o seu plano revolucionário. Pelas manipulações astuciosas de suas riquezas, seria possível criar situações económicas tão desastrosas que as populações, pelo desemprego, seriam reduzidas a um estado próximo de carência alimentar. Seria então possível responsabilizar esses desastres ao Rei, á Nobreza, á Igreja, aos Industriais e empregadores, utilizando uma propaganda bem perspicaz. Ter-se ia de remunerar os propagandistas que excitassem os sentimentos de ódio e vingança contra as classes dirigentes, apresentando todos os casos, verdadeiros ou não, como extravagancia, conduta indecente, injusta, opressiva e de persecução. Inventariam assim escândalos para sujar a reputação daqueles que poderiam se opor a seus planos.
Quando da introdução geral e afim de suscitar um acolhimento entusiasta para o complot que ele queria por á prova, Rothschild toma um manuscrito e começa a ler um plano de acção minuciosamente preparado. É este plano que se vai seguir e pelo qual me asseguraram que era uma versão condensada do complot pelo qual os conspiradores esperavam apoderar-se do controlo absoluto e sem partilha das riquezas, dos recursos naturais e do potencial humano do mundo inteiro:
1) O conferencista começa a revelar o complot declarando que, pois que a maioria dos homens tinha uma inclinação para o "Mal" em vez do "Bem", poder-se ia obter melhores resultados, no domínio do governo, pelo uso da violência e do terrorismo e não por discussões académicas. O conferencista em seguida parte do raciocínio que ao começo, a sociedade humana tinha sido submetida á força brutal e cega que depois viria a ser a LEI. Pretendia que a LEI não passava de Força sob a forma de máscara e concluiu que "pelas leis da natureza, o direito reside na força".
2) Ele sublinha que a liberdade política era uma ideia e não um feito e declara que afim de usurpar o poder político, tudo o que era necessário executar, era pregar o Liberalismo de maneira a que o eleitorado em busca de uma "ideia" acorde alguns de seus poderes e prerrogativas que os conjurados anulariam em proveito próprio.
3) O conferencista assegura que o poder do Ouro tinha caducado e usurpado a dos dirigentes liberais (1773). Ele recorda aos seus auditores que houve uma época onde a Fé reinava mas declara que uma vez a Fé substituída pela Liberdade, o povo não saberia como utilizá-la com moderação. Pretendendo que por causa, seria lógico impor a realização de uma ideia de Liberdade que generalizaria a "Luta de Classes". Recordando que não era importante para o sucesso do Plano que os governos estabelecidos fossem destruídos por inimigos interiores ou exteriores, pois o vencedor deveria por necessidade assegurar-se do apoio do "Capital", que " está plenamente nas nossas mãos".
«Nota do traductor - note-se aqui a ideia da "Luta de Classes" desenvolvida posteriormente por Karl Marx»
4) Pretendia que a utilização de um só ou todos estes meios para atingir o objectivo final era justificado: o homem político que governa segundo o código moral não faz prova de habilidade, e mostra-se vulnerável, pois está numa posição instável no trono. "Aqueles que desejem tomar o poder devem ter recurso á astúcia e á duplicidade porque as grandes qualidades nacionais como a sinceridade e a honestidade são vícios na política".
5) Ele assegura: "Nosso direito reside na força. A palavra Direito é um conceito abstracto que nada prova: meti ao ponto um novo Direito...aquele de atacar pelo Direito do mais forte e de desordenar todas as forças da ordem e regulamentação, aquele de reconstruir todas as instituições existentes e ser o Senhor de todos aqueles: todos os que nos abandonarem voluntariamente seus Direitos e poderes pelo puro Liberalismo".
6) Em seguida adverte seus auditores nestes termos: "O poder de nossos meios deve ficar invisível até ao momento que tenha adquirido força suficiente para que nenhuma astúcia ou força o possa destruir". Declara então que todo o desvio da "Linha" do plano estratégico que dava a conhecer arriscaria naufragar o TRABALHO DE TANTOS SÉCULOS.
«Nota do Traductor - parece aqui que algo já existia bem anteriormente, aqui pensa-se que os talmudistas se refiram ao combate desde há 2000 mil anos contra o Cristianismo. Um autor no entanto evoca organizações anteriores no seu livro "Under the Sign of the Scorpion p.22" e que Mayer nada mais fez que reactivar os "Iluminati" no seu tempo, organização que existira anteriormente no tempo dos Marranos e Conversos, então denominada os "Alumbrados" - "Iluminados".
7) Ele recomenda em seguida a utilização da "Psicologia de massa" para obter o controlo das populações. Partiu do raciocínio que a "força" das massas é cega, sem sentido, sem razão e sempre á mercê de uma sugestão vinda de qualquer partido. "Só um dirigente totalitário poderia dirigir eficazmente uma população porque sem autoridade absoluta a civilização não pode existir: ela é produzida não pelas massas mas pelo seu guia, seja ele qual for". Previu que "no momento em que as populações adquirissem a inevitável Liberdade, rapidamente se daria a anarquia".
«Nota do traductor- é aconselhável a leitura do livro "Propaganda" do autor Edward Bernays de 1928 para bem compreender a manipulação de massa. Outros livros mais actuais desenvolvem o assunto mais meticulosamente sob o prisma da psicologia humana, tais como "Neuroschiavi" existente em versão italiana e francesa.»
8) Recomenda o emprego do álcool, da droga, da corrupção moral e toda a espécie de vicio que seus agentes deveriam fomentar para corromper a moral á juventude de todas as nações. Aconselha o treinamento de agentes especiais para certas funções ou empregos: tutores, lacaios, governantes, empregados. As mulheres da organização frequentariam os locais de distracção habituais dos Goyim. "Quanto a estes últimos, conto sobre as ditas Senhoras da sociedade que voluntariamente sejam elementos da corrupção e da luxúria. Nós não devemos dirigir nosso olhar á corrupção, ao engano, á traição tanto que elas sirvam á execução de nossos objectivos".
9) Abordando a política afirma que eles tinham o Direito de conquistar a propriedade por todos os meios e sem hesitação através de uma conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra, as sentenças de morte menos perceptíveis e mais satisfeitas que são necessárias á conservação do Terror necessário para obter das pessoas uma submissão cega.
10) Sobre a utilização de slogans, ele diz: "Em tempos agora revolucionários, nós fomos os primeiros a inculcar ás massas os princípios de "Liberdade" de "Igualdade" e de "Fraternidade"...palavras repetidas até hoje pelos estúpidos papagaios; palavras que os pretensos conselheiros dos Goyim não podem representar-se na sua abstracção e não podem perceber a contradição no seu significado e sua correlação". Ele lembra as palavras que se devem repetir ás orelhas das "legiões que portam nossos ideais com entusiasmo". Parte então do raciocínio que não existe lugar na natureza para a "Igualdade", a "Liberdade" ou a "Fraternidade" e declara: "Nós estabelecemos a aristocracia do Dinheiro sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos Goyim...A essência desta aristocracia, é a Riqueza que depende de nós."
«Nota do traductor- muito interessante tomar em consideração os ideais da Répública Francesa "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", Guy Carr desenvolve bem os meandros da conspiração contra o então Reino de França - a Filha da Igreja- a então massiva propaganda panfletária que visou a manipular a vontade do povo para a revolução de origem maçónica financiada na obscuridade pelos Illuminati.»
Continuação na 2ª parte
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Nesta 1ª parte serão apresentados os 10 primeiros pontos de um total de 25. A tradução foi efectuada pessoalmente pelo autor do blog a partir do livro de William Guy Carr "Pawns in the game". As notas existentes não constam no livro, mas são complementos acrescentados pelo autor do blog, assinaladas por «Notas do Traductor» ou «NdT».
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Os protocolos de Mayer Rothschild (1773)
Em 1773, Mayer Rothschild, ainda só com 30 anos, convida cerca de vinte homens ricos e influentes a reencontrá-lo em Francfort. O objectivo era de os convencer a reagrupar todas as suas capacidades, eles poderiam assim financiar e controlar o Movimento Revolucionário Mundial, utilizá-lo como "Guia de Acção" e ganhar o controlo absoluto das riquezas, dos recursos naturais e o potencial humano do mundo inteiro.
«Notas do traductor- alguns autores afirmam que em vez de "20 convidados" eles seriam apenas "12 convidados". Também conhecidos como os "Sábios de Sião". Esta organização viria dar origem aos ditos "Illuminatis" cuja braço se perpetua até hoje através da sociedade secreta "Skull & Bones" segundo o pesquisador Anthony Sutton. Ainda segundo este, todas as outras organizações secretas, tais o CFR, Bilderberg, Trilateral, são em efeito organismos exteriores cujo núcleo central são os Skull & Bones.»
Rothshild lhes revela então como a Revolução Inglesa tinha sido organizada, mas apontou também as falhas e erros que tinham sido cometidos. O período revolucionário tinha sido muito longo e a eliminação dos reaccionários não tinha sido executada com suficiente rapidez e rigor. O reino do terror, pelo qual se deveria realizar rapidamente a opressão das populações não tinha sido dirigido como deveria ser. Apesar de todas essas faltas, o primeiro objectivo da Revolução tinha sido realizado: os Banqueiros que tinham provocado essa revolução controlavam a economia nacional e tinham agravado a dívida nacional, intrigando durante anos á escala internacional, sobretudo para emprestar dinheiro destinado a financiar guerras e rebeliões.
Baseando os seus argumentos na lógica e um raciocínio rigoroso, Mayer Rothshild sublinha que os resultados financeiros obtidos após a Revolução Inglesa não eram nada comparados com os ganhos esperados após uma Revolução em França: o acordo concluído permitiria a unidade no objectivo e realização de tudo o que ele tinha minuciosamente pensado, assim como tudo o que tinha revisto do plano de revolução. O projecto seria apoiado por toda a poderio que poderia representar os recursos disponíveis em comum. O contrato foi assinado, e Mayer Rotschild divulga o seu plano revolucionário. Pelas manipulações astuciosas de suas riquezas, seria possível criar situações económicas tão desastrosas que as populações, pelo desemprego, seriam reduzidas a um estado próximo de carência alimentar. Seria então possível responsabilizar esses desastres ao Rei, á Nobreza, á Igreja, aos Industriais e empregadores, utilizando uma propaganda bem perspicaz. Ter-se ia de remunerar os propagandistas que excitassem os sentimentos de ódio e vingança contra as classes dirigentes, apresentando todos os casos, verdadeiros ou não, como extravagancia, conduta indecente, injusta, opressiva e de persecução. Inventariam assim escândalos para sujar a reputação daqueles que poderiam se opor a seus planos.
Quando da introdução geral e afim de suscitar um acolhimento entusiasta para o complot que ele queria por á prova, Rothschild toma um manuscrito e começa a ler um plano de acção minuciosamente preparado. É este plano que se vai seguir e pelo qual me asseguraram que era uma versão condensada do complot pelo qual os conspiradores esperavam apoderar-se do controlo absoluto e sem partilha das riquezas, dos recursos naturais e do potencial humano do mundo inteiro:
1) O conferencista começa a revelar o complot declarando que, pois que a maioria dos homens tinha uma inclinação para o "Mal" em vez do "Bem", poder-se ia obter melhores resultados, no domínio do governo, pelo uso da violência e do terrorismo e não por discussões académicas. O conferencista em seguida parte do raciocínio que ao começo, a sociedade humana tinha sido submetida á força brutal e cega que depois viria a ser a LEI. Pretendia que a LEI não passava de Força sob a forma de máscara e concluiu que "pelas leis da natureza, o direito reside na força".
2) Ele sublinha que a liberdade política era uma ideia e não um feito e declara que afim de usurpar o poder político, tudo o que era necessário executar, era pregar o Liberalismo de maneira a que o eleitorado em busca de uma "ideia" acorde alguns de seus poderes e prerrogativas que os conjurados anulariam em proveito próprio.
3) O conferencista assegura que o poder do Ouro tinha caducado e usurpado a dos dirigentes liberais (1773). Ele recorda aos seus auditores que houve uma época onde a Fé reinava mas declara que uma vez a Fé substituída pela Liberdade, o povo não saberia como utilizá-la com moderação. Pretendendo que por causa, seria lógico impor a realização de uma ideia de Liberdade que generalizaria a "Luta de Classes". Recordando que não era importante para o sucesso do Plano que os governos estabelecidos fossem destruídos por inimigos interiores ou exteriores, pois o vencedor deveria por necessidade assegurar-se do apoio do "Capital", que " está plenamente nas nossas mãos".
«Nota do traductor - note-se aqui a ideia da "Luta de Classes" desenvolvida posteriormente por Karl Marx»
4) Pretendia que a utilização de um só ou todos estes meios para atingir o objectivo final era justificado: o homem político que governa segundo o código moral não faz prova de habilidade, e mostra-se vulnerável, pois está numa posição instável no trono. "Aqueles que desejem tomar o poder devem ter recurso á astúcia e á duplicidade porque as grandes qualidades nacionais como a sinceridade e a honestidade são vícios na política".
5) Ele assegura: "Nosso direito reside na força. A palavra Direito é um conceito abstracto que nada prova: meti ao ponto um novo Direito...aquele de atacar pelo Direito do mais forte e de desordenar todas as forças da ordem e regulamentação, aquele de reconstruir todas as instituições existentes e ser o Senhor de todos aqueles: todos os que nos abandonarem voluntariamente seus Direitos e poderes pelo puro Liberalismo".
6) Em seguida adverte seus auditores nestes termos: "O poder de nossos meios deve ficar invisível até ao momento que tenha adquirido força suficiente para que nenhuma astúcia ou força o possa destruir". Declara então que todo o desvio da "Linha" do plano estratégico que dava a conhecer arriscaria naufragar o TRABALHO DE TANTOS SÉCULOS.
«Nota do Traductor - parece aqui que algo já existia bem anteriormente, aqui pensa-se que os talmudistas se refiram ao combate desde há 2000 mil anos contra o Cristianismo. Um autor no entanto evoca organizações anteriores no seu livro "Under the Sign of the Scorpion p.22" e que Mayer nada mais fez que reactivar os "Iluminati" no seu tempo, organização que existira anteriormente no tempo dos Marranos e Conversos, então denominada os "Alumbrados" - "Iluminados".
7) Ele recomenda em seguida a utilização da "Psicologia de massa" para obter o controlo das populações. Partiu do raciocínio que a "força" das massas é cega, sem sentido, sem razão e sempre á mercê de uma sugestão vinda de qualquer partido. "Só um dirigente totalitário poderia dirigir eficazmente uma população porque sem autoridade absoluta a civilização não pode existir: ela é produzida não pelas massas mas pelo seu guia, seja ele qual for". Previu que "no momento em que as populações adquirissem a inevitável Liberdade, rapidamente se daria a anarquia".
«Nota do traductor- é aconselhável a leitura do livro "Propaganda" do autor Edward Bernays de 1928 para bem compreender a manipulação de massa. Outros livros mais actuais desenvolvem o assunto mais meticulosamente sob o prisma da psicologia humana, tais como "Neuroschiavi" existente em versão italiana e francesa.»
8) Recomenda o emprego do álcool, da droga, da corrupção moral e toda a espécie de vicio que seus agentes deveriam fomentar para corromper a moral á juventude de todas as nações. Aconselha o treinamento de agentes especiais para certas funções ou empregos: tutores, lacaios, governantes, empregados. As mulheres da organização frequentariam os locais de distracção habituais dos Goyim. "Quanto a estes últimos, conto sobre as ditas Senhoras da sociedade que voluntariamente sejam elementos da corrupção e da luxúria. Nós não devemos dirigir nosso olhar á corrupção, ao engano, á traição tanto que elas sirvam á execução de nossos objectivos".
9) Abordando a política afirma que eles tinham o Direito de conquistar a propriedade por todos os meios e sem hesitação através de uma conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra, as sentenças de morte menos perceptíveis e mais satisfeitas que são necessárias á conservação do Terror necessário para obter das pessoas uma submissão cega.
10) Sobre a utilização de slogans, ele diz: "Em tempos agora revolucionários, nós fomos os primeiros a inculcar ás massas os princípios de "Liberdade" de "Igualdade" e de "Fraternidade"...palavras repetidas até hoje pelos estúpidos papagaios; palavras que os pretensos conselheiros dos Goyim não podem representar-se na sua abstracção e não podem perceber a contradição no seu significado e sua correlação". Ele lembra as palavras que se devem repetir ás orelhas das "legiões que portam nossos ideais com entusiasmo". Parte então do raciocínio que não existe lugar na natureza para a "Igualdade", a "Liberdade" ou a "Fraternidade" e declara: "Nós estabelecemos a aristocracia do Dinheiro sobre as ruínas da aristocracia natural e genealógica dos Goyim...A essência desta aristocracia, é a Riqueza que depende de nós."
«Nota do traductor- muito interessante tomar em consideração os ideais da Répública Francesa "Liberdade, Igualdade, Fraternidade", Guy Carr desenvolve bem os meandros da conspiração contra o então Reino de França - a Filha da Igreja- a então massiva propaganda panfletária que visou a manipular a vontade do povo para a revolução de origem maçónica financiada na obscuridade pelos Illuminati.»
Continuação na 2ª parte
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quarta-feira, 8 de julho de 2015
Protocolos de Toronto ( Nova Ordem Mundial)
Dezoito anos antes da elaboração do Projecto "Aurora Vermelha", a mesma seita nomeada "6.6.6", havia elaborado os ditos "Protocolos de Toronto", no ano de 1967. Mais uma vez, é Serge Monast, o jornalista-investigador, considerado o maior inimigo do NWO, que torna público tais documentos. Por muitos um simples desconhecido, mas sem dúvida o homem que mais contribuiu, antes da moda do tema NWO. Por muitos considerado o "Pai" deste tipo de investigação. Para além destes Documentos , ele denunciará, no ano de 1990, a conspiração "Blue-Beam", será o primeiro, antes dos anglo-saxões, a revelar o dito "RFID" e conspirações no domínio da Saúde, tais como as vacinas. Um homem, no entanto esquecido do grande-público...
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Ficção ou realidade ? Quem poderá dizer ? Seja como for, segundo certas informações obtidas e provenientes de França, mas sobretudo, após uma revisão dos eventos desde os últimos 25 anos atrás, hoje parece que o cenário descrito neste "Documento" nos permite compreender melhor o que até aqui, nos parecia do mais incompreensível.
Nós livramos em inteiro este "Documento" com uma análise das novas condições actuais, que elas mesmas, parecem mais do que confirmar a autenticidade deste último.
Fim de Junho 1967: A Montréal, é a Expo 67; á Ottawa, são os últimos preparativos do "Centenário da Confederação"; aos Estados-Unidos, é a contestação á guerra do Vietname, e por todo o País, o "Flower Power". Nós estamos muito próximos dos acontecimentos de Maio 68 na França, da explosão do Nacionalismo no Quebeque, o Festival de Woodstock nos Estados-Unidos...mas ao mesmo tempo, neste fim de Junho de 1967 é o marco para os últimos preparativos para meter ao ponto o Plano da "Queda das Nações" pelas altas instâncias da Franco-Maçonaria Anglo-saxónica a Toronto (Canadá).
Esta reunião secreta, altamente "Confidencial", é organizada pelos "6.6.6" (é assim que eles mesmos se nomeiam), quer dizer aqueles que dirigem os 6 maiores bancos mundiais, os 6 maiores consórcios energéticos do planeta (o petróleo também), e os 6 maiores consórcios do agro-alimentar (fazendo parte o controle das principais estradas alimentares do mundo). Esses "6.6.6" são os mais altos responsáveis da finança internacional que vão definir, na sua reunião, uma "Estratégia em comum" com vista a controlar absolutamente o "Comércio Mundial"; a possessão da Arma Energética (porta aberta sobre o século 21); e sobre o controle do agro-alimentar (no qual compreendem também, para eles, os consórcios farmacêuticos, incluídos o mercado mundial das "Vitaminas" e das "Vacinas")
O "plano" se resume a três orientações capitais: "a Economia, a Política e o Social para os anos 70 e 80. Se eles conseguirem, irremediavelmente deverá culminar na tomada do "Poder Mundial, pela edificação de uma "Nova Ordem Mundial"; o mesmo que o Presidente americano George Bush fará tanta promoção no principio dos anos 90.
Titulo do documento: “Panem et Circenses” ( pão e jogos circenses)
Todos os períodos históricos que levaram á decadência das civilizações, estiveram todas marcadas, sem excepção, pelo “Espírito de Erro dos Homens”.
Hoje, nós devemos fazer de maneira que este “Espírito” se traduza por uma “Sociedade Mundial do Lazer” sob todas as suas formas. Este “Lazer” deve-se compor de Sexo, Drogas, do Desporto, Viagens, Exotismo e Lazeres em geral, mas acessíveis a todas as camadas da Sociedade. O Homem tem de chegar a crer que é “Moderno”, e que a sua modernidade é composta da sua capacidade, e da possibilidade de poder gozar largamente, e agora, de tudo o que o rodeia.
Para conseguir este objectivo, é imperativo poder infiltrar os Médias (Rádio, Televisão, Jornais), os meios da “Moda” e da “Cultura” (os meios da Nova Música), pelos quais influenciaremos, com toda a certeza, todas as Sociedades Ocidentais. Tendo na mão os "Sentidos" da juventude, nós teremos por consequência a via livre para infiltrar e transformar em profundura, sem inquietação, a Política, o Sistema Legal e Educacional; o que nos permitirá de modificar em profundura os cursos, a orientação futura das Sociedades visada pelo nosso “Plano”.
As populações, nós o sabemos, não têm memória histórica. Eles repetem incansavelmente os erros do passado sem se renderem conta que esses mesmos erros haviam conduzido os seus pais, antes deles, ás mesmas desgraças que eles viverão bem pior antes do fim deste século. Vejam, por exemplo, o que os seus avós passaram no começo deste século graças ao trabalho tenaz dos nossos predecessores. Depois de conhecerem, sem limites, a libertação de tradições, a abolição da moral ( em outros termos, a errância do espírito), eles experimentarão a “Crise Económica”, depois a “Guerra”. Hoje os seus netos e filhos dirigem-se direito a um destino semelhante, ainda pior porque desta vez, nos permitirá enfim de pôr em pé nossa “Nova Ordem Mundial” sem que algum de entre eles esteja mesmo preparado para se render conta, estarão muito preocupados a satisfazerem exageradamente os seus apetites sensuais mais primários.
Uma “Norma” geral mais que importante, e que já deu as suas provas no começo do presente século na construção e implementação do “Sistema Comunista” pelos nossos estimados Altos Oficiais de nossas lojas, é a rentabilidade da “Excepção”. Em principio, nós o sabemos, a Excepção prova a Regra geral que lhe é contrária. Mas no nosso vocabulário, a Excepção é o que deve ser imposta a todos. Nós devemos arranjar maneira para fazer “Excepções” em diferentes esferas da Sociedade, como tendo de serem novas “Regras” gerais aplicáveis a todos, um primeiro objectivo de todas as futuras contestações sociais levadas a cabo pela Juventude das Nações.
Assim a Excepção será o detonador pelo qual toda a sociedade histórica se desmoronará sobre ela mesma tal uma agonia e confusão sem precedentes.
Os fundamentos da “Sociedade Ocidental”, na sua essência, provêm em linha directa, da herança Judaico-Cristã. É precisamente essa herança que fez da “Família”, o “Nó”, a “Pedra Angular” de todo o edifício social actual. Os nossos antecessores que financiaram todos os escritores revolucionários no fim do século 19 e principio do século 20, já tinham compreendido a importância de fraccionar, pois de fazer explodir esse “Núcleo vital” se quisessem, na Rússia, conseguir pôr de pé o novo “Sistema Comunista” de então. E é precisamente isso que com minúcia eles fizeram então produzir pelos filósofos e escritores não-conformistas da época : “Um Manifesto á glória do Estado-deus”; este tendo a primazia absoluta sobre o individuo, sobre a “Família”.
Para alcançar com segurança a construção de um Governo Mundial (uma Nova Ordem Mundial Comunitária), onde todos os indivíduos, sem excepção, serão submissos ao “Estado Mundial” da “Nova Ordem”, nós devemos, em primeiro lugar, fazer desaparecer a “Família” (o que fará, ao mesmo tempo, desaparecer os ensinamentos religiosos e ancestrais), em segundo lugar, nivelar todos os indivíduos fazendo desaparecer as “Classes Sociais”, em particular, as “Classes Médias”. Mas devemos proceder de maneira a que todas estas mudanças pareçam vindas da vontade popular; que tenham a aparência de “Democracia”.
Servindo-se de casos isolados, mas amplificando-os ao extremo com a ajuda de contestações estudantis, infiltradas por nós, de jornalistas favoráveis á nossa causa e políticos comprados, nós conseguiremos fazer erguer novos Organismos com todas as aparências de “Modernidade”, como um “Organismo de Protecção da Criança” protegido por uma “Declaração dos Direitos e Liberdades”.
Para o sucesso do nosso “Plano Mundial: (O Plano Vermelho)”, teremos de implantar em todas as Sociedades Ocidentais dos anos 70, os “Organismos para a Protecção da Criança” onde os funcionários ( jovens intelectuais sem experiência, frescamente saídos das Universidades onde é metido em evidência nossos princípios mundialistas) farão respeitar á letra, sem discernimento, a “Declaração dos Direitos da Criança”. Quem ousará se opor a isto sem ao mesmo tempo ser identificado com as barbaridades da Idade Média ?
Esta “Declaração” minuciosamente elaborada nas nossas “Lojas”, nos permitirá então de reduzir ao nada toda a autoridade parental, fazendo assim explodir a família em indivíduos ferozmente opostos uns aos outros para protecção de seus interesses pessoais. Isso vai encorajar as crianças a denunciar os pais muito autoritários, por que muito tradicionais, muito religiosos. Contribuirá também a submeter os pais a uma “Psicose Colectiva de Medo”; o que provocará logicamente, de uma maneira geral na sociedade, o relaxamento da autoridade parental. Assim nós conseguiremos, num primeiro tempo, a produzir uma sociedade semelhante á da Rússia nos anos 50, onde as crianças denunciavam ao Estado os seus pais, e isso sem que ninguém se aperceba.
Transferindo assim para o Estado o “Role Parental”, será mais fácil, para em seguida, de possuirmos, uma por uma, todas as responsabilidades que eram, até á data, da competência exclusiva dos parentes. É assim que nós poderemos fazer por todos como sendo um abuso contra a criança, o ensinamento religioso tradicional de origem Judaico-Cristão.
Ao mesmo tempo, mas num outro nível, nós faremos inscrever nas mais altas Leis das Nações, que todas as Religiões, Cultos e Práticas Religiosas de todo o tipo, incluindo a “Feitiçaria e Magia” devem ser todas respeitadas ao mesmo titulo, tanto umas como outras.
E será em seguida com uma facilidade desconcertante, transferir esse role do Estado em relação á criança para as mais altas instâncias internacionais, tais como as Nações Unidas.
Compreendamos bem isto : Nosso objectivo não é o de proteger as crianças ou seja lá quem for, mas sim de provocar a ruptura e queda das Nações que são um obstáculo de envergadura para pôr de pé a nossa “Nova Ordem Mundial”. É a razão pela qual os “Organismos de Protecção da Criança”, devem ser investidos de uma autoridade legal absoluta.
Eles devem estar em medida, como bem desejarem, mas sempre sob o pretexto da protecção da criança, de poder retirar estes últimos de seus meios familiares originais, e pô-los em meios familiares estrangeiros ou em Centros governamentais já submetidos a nossos princípios mundialistas e anti-religiosos. Em consequência, assim ser+a finalizada a ruptura definitiva da “Célula Familiar Ocidental”. Pois que, sem a protecção e vigilância dos parentes originais, essas crianças serão definitivamente traumatizadas no seu desenvolvimento psicológico e moral, e representam, por via de consequência natural, presas facilmente adaptáveis á nossa visão mundialista.
Para o sucesso de uma tal empresa, é primordial que os funcionários desses “Organismos” ao serviço do Estado, sejam jovens, sem experiência, embebidos de teorias que nós sabemos serem vazias e sem eficácia, mas que sobretudo, sejam obcecados pelo espírito missionário de grandes protectores da criança ameaçada. Porque para eles, todos os parentes devem representar potenciais criminosos, de potenciais perigos para o bem-estar da criança aqui considerado como sendo um “deus”.
Um “Organismo de Protecção da Criança” e uma “Declaração dos Direitos da Criança” não têm razão de existir sem crianças ameaçadas. Demais, as excepções e exemplos históricos utilizados para a pôr em obra, acabariam, cedo ou tarde, por desaparecer se não fossem constantemente alimentados por novos casos numa base contínua. Nesse sentido, nós devemos infiltrar o “Sistema de Educação” das Nações, para fazer desaparecer, sob cobertura de “Modernidade” e “Evolução”, o ensinamento da Religião, da História, o Bem-Estar (ndt: sentido de estar ou ter um comportamento moral correcto nas relações sociais) tudo em dissipando, ao mesmo tempo, sobre uma avalanche de novas experimentações nos meios da Educação, o da língua e das matemáticas. Desta maneira, em tirando ás jovens gerações, toda a base e fronteira moral, todo o conhecimento do passado (portanto toda o orgulho nacional), o respeito pelo outro, todo o poder pelo conhecimento da linguagem e ciências (portanto sobre a realidade), nós contribuiremos a fabricar uma juventude largamente disposta a todas as formas de delinquência. Nesse novo universo tomado pelo medo dos parentes, e seu abandono de toda responsabilidade face aos seus filhos, nós teremos a via livre para formar, á nossa maneira e segundo nossos principais objectivos, uma juventude arrogante, o desprezo e a humilhação do próximo, serão consideradas como sendo as novas bases da “Afirmação do Eu” e da “Liberdade”.
Mas nós sabemos, pela experiência do passado, que uma juventude semelhante já estará condenada á sua auto-destruição, pois que esta é extremamente “Individualista”, portanto “Anarquista” por definição. Nesse sentido, ela não poderá representar uma base sólida para a continuidade de qualquer que seja a sociedade, e muito menos um valor seguro para se responsabilizar pelos seus velhotes.
Logo imediatamente, é também imperativo de fazer criar uma “Declaração dos Direitos e Liberdades Individuais”, e “Organismos de Protecção ao Cidadão” criando a ilusão nas populações, que essas inovações fazem parte integrante da “Modernidade” das “Novas Sociedades” do século 20. Da mesma forma, e ao mesmo tempo, mas num outro nível, fazer votar novas Leis para o “Respeito e Liberdades Individuais”. Como no caso da “Família”, mas sobre o ângulo da “Sociedade”, essas Leis, entrarão em conflito com os "Direitos da Colectividade”, empurrando assim as sociedades visadas, direitas á auto-destruição. Por que aqui a inversão é total: “Não é a sociedade (direito maioritário) que deve ser protegido contra os indivíduos podendo ameaçá-la, mas sim (o Direito do Individuo) que deve ser protegido contra as possíveis ameaças da maioria”. Este é o objectivo que esperamos.
Para finalizar a ruptura da família, do sistema de educação, portanto da Sociedade no seu geral, é primordial encorajar a “Liberdade Sexual” a todas as esferas da Sociedade Ocidental. Tem de se reduzir o individuo, portanto as populações, á obsessão de satisfazer os seus instinctos primários por todos os meios possíveis. Nós sabemos que esta etapa representa o ponto culminante pelo qual toda a Sociedade acabará por desmoronar-se sobre ela mesma. Não foi assim com o Império Romano no seu apogeu, e de todas as civilizações semelhantes através da história ?
Através de homens de Ciência e laboratórios financiados pelas nossas Lojas, nós acabamos por conseguir pôr de pé um procedimento químico que revolucionará todas as Sociedades Ocidentais, e acabará por fazer esquecer para sempre, os princípios morais e religiosos Judaico-Cristãos. Esse procedimento, sob forma de pílula, abrirá as portas a todas as vias da “Liberdade Sexual” sem consequências, e incentivará as “Mulheres” das Nações a quebrar aquilo que até então era percebido como um jugo do passado ( a escravatura das mulheres submissas ao homem e á família tradicional Judaico-Cristã).
Outro tempo “Centro e núcleo da célula familiar”, a mulher moderna, agora enquanto individuo independente, desejará quebrar com o seu role tradicional, se separar da família, e levar a sua vida segundo as suas próprias aspirações pessoais. Nós sabemos, nada de mais natural, mas onde vamos intervir fortemente, será na infiltração de todos os novos “Movimentos de Contestação Femininos” incentivando a sua lógica até aos extremos limites da consequência. E esses limites já estão escritos na ruptura definitiva da família tradicional e da Sociedade Judaico-Cristã.
Essa “Liberdade Sexual” será o último meio pelo qual será nos será possível de fazer desaparecer a “Consciência Popular” toda a referencia ao “Bem e Mal”. O desmoronamento desta barreira religiosa e moral nos permitirá de finalizar o processo da falsa “Libertação do Homem do seu Passado”, mas que na realidade, é uma forma de escravatura que será proveitosa para os nossos “Planos Mundialistas”.
Esta porta aberta para o encorajamento á “Liberdade Sexual”, ao “Divórcio”, ao “Aborto” segundo a vontade, ao reconhecimento legal de diversas formas de homossexualidade, ajudar-nos á a modificar em profundidade as bases históricas do “Direito Legal” das Sociedades. Ela será um grande trunfo para incentivar o conjunto dos indivíduos a um relaxamento geral dos hábitos; para dividir os indivíduos uns em relação aos outros, segundo seus instinctos e interesses próprios; para destruir o futuro da juventude incentivando-a a experiências nefastas da sexualidade precoce e do abortamento; e para fracturar moralmente as gerações futuras incentivando-as ao alcoolismo, ás diversas drogas ( que nossos Oficiais superiores tomarão o controle a nível mundial), e ao suicídio ( este considerado por uma juventude desgostosa e abandonada a ela mesma, como sendo um fim honorável).
Desencantemos a juventude das Nações em lhes mostrando os seus parentes como irresponsáveis, irreligiosos, imorais; procurando em definitivo, o prazer, a evasão e a satisfação sem limites de seus instinctos ao preço da mentira, da hipocrisia e traição. Façamos do divórcio e do aborto um novo costume social aceite por todos. Incentivemos-a á criminalidade sob todas as suas formas, e a se refugiarem em grupos distinctos, fora da vigilância do meio familiar que ela perceberá, inevitavelmente, como sendo uma ameaça para a sua própria sobrevivência.
A teia social será assim modificada para sempre, então nos será propicio agir assim que possível na Política e Economia das Nações para as submeter á nossa mercê; para aceitar de força, nossos Planos de uma Nova Ordem Mundial. Porque, tem de se admitir, as Nações, espoliadas que elas serão de poder contar com uma juventude forte, numa Sociedade onde os indivíduos, reagrupados em torno de um ideal comum, reforçados por limites morais sólidos, que poderiam fornecer a sua ajuda histórica, não poderão que abdicar a favor da nossa vontade mundial. Assim nós poderemos então inaugurar o que tanto foi anunciado pelas nossas criações passadas: “O sistema comunista que profetizava uma revolução mundial posta em marcha por todos os rejeitados da terra”, e o “Nazismo pelo qual nós havíamos anunciado uma Nova Ordem Mundial por 1000 anos”. Este é o nosso último objectivo; o trabalho recompensado de todos os valorosos mortos no labor para sua concretização desde á séculos. Digamos alto e forte: “Todos os Irmãos das Lojas do passado, mortos no anonimato para a realização deste ideal que é agora possível de tocar com a ponta dos dedos".
É bem conhecido por todos que o Homem, uma vez depois de ter assegurado seus instinctos primários ( comida, vestuário e abrigo), é menos inclinado á vigilância. Permitamos então de adormecer a sua consciência tudo em orientando á nossa maneira seu espírito em lhe criando, com pura manipulação, condições económicas favoráveis. Portanto, durante este período dos anos 70 onde nossos Agentes se infiltrarão em todos os lados das esferas da Sociedade para fazer aceitar estas novas normas na Educação, o Direito Legal, o Social e a Política, nós estaremos atentos a disseminar á volta dele um clima económico de confiança. Do Trabalho para todos; abertura de Crédito para todos; do Lazer para todos, serão os nossos estandartes para a criação ilusória de uma nova classe social: “a Classe Média”. Uma vez nossos objectivos atentos, esta “Classe” do meio, situada entre os pobres seculares, e nós os ricos, nós a faremos desaparecer em cortando definitivamente todos os meios de sobrevivência.
Nesse sentido, nós faremos dos Estados-Nação, os novos “Parentes” dos indivíduos. Através desse clima de confiança onde nossos “Agentes Internacionais” terão feito o necessário para descartar todo o espectro de uma guerra mundial, nós encorajaremos a “Centralização” excessiva para o Estado. Desta maneira, os indivíduos poderão adquirir a impressão de uma liberdade total a explorar enquanto o fardo legendário das responsabilidades pessoais será transferido para o Estado em multiplicando sem nenhum limite o número de funcionários-intelectuais.
Assegurados por anos de avanço de uma segurança material, estes serão por consequência, perfeitos executantes do “Poder Governamental”; por outras palavras, de nosso “Poder”.
Criar assim uma massa impressionante de funcionários que, sozinha, formará un Governo dentro do governo, seja qual for o partido político que estará no poder. Esta máquina anónima poderá um dia nos servir de alavanca, quando o momento será propicio, para acelerar o desmoronamento económico dos Estados-Nação; porque estes não poderão indefinidamente suportar uma tal massa salarial sem poderem se endividar para além dos seus meios. Por outro lado, esta mesma máquina que dará uma imagem fria e insensível do aparelho governamental; esta máquina complexa e óh quanto inútil nas suas muitas funções, nos servirá de pára-vento e de proteção contra as populações. Porque quem se aventurará através das dificuldades de um tal labirinto com vista a fazer valer os seus lamentos pessoais ?
Sempre durante este período de vertigem geral, nós aproveitaremos então para comprar ou eliminar, segundo as necessidades do momento, todos os dirigentes de empresas, os responsáveis de grandes Organismos do Estado, os Centros de Estudos Científicos cuja acção e eficácia poderiam dar muito poder aos Estados-Nação. Sobretudo que o Estado não possa vir a ser uma força independente que riscaria de nos escapar, e de meter em perigo nossos “Planos” ancestrais.
Nós vigiaremos também a ter a mão absoluta sobre todas as estruturas supranacionais das Nações. Esses Organismos internacionais devem ser postos sob nossa jurisdição absoluta.
No mesmo sentido, e para garantir a rentabilidade de nossa influência perto das populações, devemos controlar todos os Médias de Informação. Nossos Bancos tratarão de financiar só aqueles que nos são favoráveis e ao mesmo tempo supervisionar o fecho dos mais teimosos. Isto deverá em principio passar quase despercebido das populações, ocupadas que elas estarão com a necessidade de fazer mais e mais dinheiro, e de se divertirem.
Devemos nos ocupar a finalizar, desde já, a fase de dês-regionalização das zonas rurais começada no principio da “Crise Económica” de 1929. Sobrepovoar nossas cidades era o nosso estandarte da “Revolução Industrial”.
Os proprietários rurais, pela sua independência económica, sua capacidade a produzir a base alimentar dos Estados, é uma ameaça para nós, e nosso Planos futuros. Acumulados nas cidades, eles serão mais dependentes de nossas industrias para sobreviver. Nós não podemos permitir a existência de grupos independentes do nosso “Poder”. Portanto eliminemos os proprietários de terra fazendo deles nossos escravos obedientes da nossa Indústria sob nosso controle. Quanto aos outros, permitamos que se organizem em Cooperativas Agrícolas que nossos Agentes infiltrarão para melhor os orientar segundo as nossas prioridades futuras.
Através do Estado, comprometer-nos a bem por em evidência o “Respeito” obrigatório da diversidade de “Culturas”, de “Povos”, de “Religiões”, das “Etnias” que são tantos outros meios, para nós, fazermos passar a “Liberdade Individual” em vez da “Unidade Nacional”; o que nos permitirá de melhor dividir as populações dos Estados-Nação, e assim a enfraquece-los na sua autoridade, e na sua capacidade de manobra. Executado aos mais limites extremos mas num plano internacional, esse conceito, no futuro, incentivará as etnias de diferentes Nações a se reagruparem para reivindicar, individualmente, a sua parte de “Poder”; o que acabará por arruinar as Nações, e as fará fragmentar em guerras intermináveis.
Logo que os Estados-Nação serão enfraquecidos devido a tantas lutas internas, todas derivadas do reconhecimento dos “Direitos das Minorias” e sua independência; que os nacionalismos divididos em diferentes facções culturais e religiosas se oporão cegamente em lutas sem fim; que a juventude terá perdido totalmente o contacto com as suas raízes; então poderemos nos servir das Nações-Unidas para começar a impor nossa Nova Ordem Mundial.
Desde logo, quando se chegar a esse estado, os “Ideais Humanitários, Sociais e Históricos” dos Estados-Nação terão desde há muito tempo explodido sobre a pressão das divisões interiores.
Fim do Documento dos 6.6.6. Datado do fim de Junho de 1967.
Tradução : Gang2 Ervilha
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Ficção ou realidade ? Quem poderá dizer ? Seja como for, segundo certas informações obtidas e provenientes de França, mas sobretudo, após uma revisão dos eventos desde os últimos 25 anos atrás, hoje parece que o cenário descrito neste "Documento" nos permite compreender melhor o que até aqui, nos parecia do mais incompreensível.
Nós livramos em inteiro este "Documento" com uma análise das novas condições actuais, que elas mesmas, parecem mais do que confirmar a autenticidade deste último.
Fim de Junho 1967: A Montréal, é a Expo 67; á Ottawa, são os últimos preparativos do "Centenário da Confederação"; aos Estados-Unidos, é a contestação á guerra do Vietname, e por todo o País, o "Flower Power". Nós estamos muito próximos dos acontecimentos de Maio 68 na França, da explosão do Nacionalismo no Quebeque, o Festival de Woodstock nos Estados-Unidos...mas ao mesmo tempo, neste fim de Junho de 1967 é o marco para os últimos preparativos para meter ao ponto o Plano da "Queda das Nações" pelas altas instâncias da Franco-Maçonaria Anglo-saxónica a Toronto (Canadá).
Esta reunião secreta, altamente "Confidencial", é organizada pelos "6.6.6" (é assim que eles mesmos se nomeiam), quer dizer aqueles que dirigem os 6 maiores bancos mundiais, os 6 maiores consórcios energéticos do planeta (o petróleo também), e os 6 maiores consórcios do agro-alimentar (fazendo parte o controle das principais estradas alimentares do mundo). Esses "6.6.6" são os mais altos responsáveis da finança internacional que vão definir, na sua reunião, uma "Estratégia em comum" com vista a controlar absolutamente o "Comércio Mundial"; a possessão da Arma Energética (porta aberta sobre o século 21); e sobre o controle do agro-alimentar (no qual compreendem também, para eles, os consórcios farmacêuticos, incluídos o mercado mundial das "Vitaminas" e das "Vacinas")
O "plano" se resume a três orientações capitais: "a Economia, a Política e o Social para os anos 70 e 80. Se eles conseguirem, irremediavelmente deverá culminar na tomada do "Poder Mundial, pela edificação de uma "Nova Ordem Mundial"; o mesmo que o Presidente americano George Bush fará tanta promoção no principio dos anos 90.
Protocolos de Toronto
Titulo do documento: “Panem et Circenses” ( pão e jogos circenses)
Todos os períodos históricos que levaram á decadência das civilizações, estiveram todas marcadas, sem excepção, pelo “Espírito de Erro dos Homens”.
Hoje, nós devemos fazer de maneira que este “Espírito” se traduza por uma “Sociedade Mundial do Lazer” sob todas as suas formas. Este “Lazer” deve-se compor de Sexo, Drogas, do Desporto, Viagens, Exotismo e Lazeres em geral, mas acessíveis a todas as camadas da Sociedade. O Homem tem de chegar a crer que é “Moderno”, e que a sua modernidade é composta da sua capacidade, e da possibilidade de poder gozar largamente, e agora, de tudo o que o rodeia.
Para conseguir este objectivo, é imperativo poder infiltrar os Médias (Rádio, Televisão, Jornais), os meios da “Moda” e da “Cultura” (os meios da Nova Música), pelos quais influenciaremos, com toda a certeza, todas as Sociedades Ocidentais. Tendo na mão os "Sentidos" da juventude, nós teremos por consequência a via livre para infiltrar e transformar em profundura, sem inquietação, a Política, o Sistema Legal e Educacional; o que nos permitirá de modificar em profundura os cursos, a orientação futura das Sociedades visada pelo nosso “Plano”.
As populações, nós o sabemos, não têm memória histórica. Eles repetem incansavelmente os erros do passado sem se renderem conta que esses mesmos erros haviam conduzido os seus pais, antes deles, ás mesmas desgraças que eles viverão bem pior antes do fim deste século. Vejam, por exemplo, o que os seus avós passaram no começo deste século graças ao trabalho tenaz dos nossos predecessores. Depois de conhecerem, sem limites, a libertação de tradições, a abolição da moral ( em outros termos, a errância do espírito), eles experimentarão a “Crise Económica”, depois a “Guerra”. Hoje os seus netos e filhos dirigem-se direito a um destino semelhante, ainda pior porque desta vez, nos permitirá enfim de pôr em pé nossa “Nova Ordem Mundial” sem que algum de entre eles esteja mesmo preparado para se render conta, estarão muito preocupados a satisfazerem exageradamente os seus apetites sensuais mais primários.
Uma “Norma” geral mais que importante, e que já deu as suas provas no começo do presente século na construção e implementação do “Sistema Comunista” pelos nossos estimados Altos Oficiais de nossas lojas, é a rentabilidade da “Excepção”. Em principio, nós o sabemos, a Excepção prova a Regra geral que lhe é contrária. Mas no nosso vocabulário, a Excepção é o que deve ser imposta a todos. Nós devemos arranjar maneira para fazer “Excepções” em diferentes esferas da Sociedade, como tendo de serem novas “Regras” gerais aplicáveis a todos, um primeiro objectivo de todas as futuras contestações sociais levadas a cabo pela Juventude das Nações.
Assim a Excepção será o detonador pelo qual toda a sociedade histórica se desmoronará sobre ela mesma tal uma agonia e confusão sem precedentes.
Os fundamentos da “Sociedade Ocidental”, na sua essência, provêm em linha directa, da herança Judaico-Cristã. É precisamente essa herança que fez da “Família”, o “Nó”, a “Pedra Angular” de todo o edifício social actual. Os nossos antecessores que financiaram todos os escritores revolucionários no fim do século 19 e principio do século 20, já tinham compreendido a importância de fraccionar, pois de fazer explodir esse “Núcleo vital” se quisessem, na Rússia, conseguir pôr de pé o novo “Sistema Comunista” de então. E é precisamente isso que com minúcia eles fizeram então produzir pelos filósofos e escritores não-conformistas da época : “Um Manifesto á glória do Estado-deus”; este tendo a primazia absoluta sobre o individuo, sobre a “Família”.
Para alcançar com segurança a construção de um Governo Mundial (uma Nova Ordem Mundial Comunitária), onde todos os indivíduos, sem excepção, serão submissos ao “Estado Mundial” da “Nova Ordem”, nós devemos, em primeiro lugar, fazer desaparecer a “Família” (o que fará, ao mesmo tempo, desaparecer os ensinamentos religiosos e ancestrais), em segundo lugar, nivelar todos os indivíduos fazendo desaparecer as “Classes Sociais”, em particular, as “Classes Médias”. Mas devemos proceder de maneira a que todas estas mudanças pareçam vindas da vontade popular; que tenham a aparência de “Democracia”.
Servindo-se de casos isolados, mas amplificando-os ao extremo com a ajuda de contestações estudantis, infiltradas por nós, de jornalistas favoráveis á nossa causa e políticos comprados, nós conseguiremos fazer erguer novos Organismos com todas as aparências de “Modernidade”, como um “Organismo de Protecção da Criança” protegido por uma “Declaração dos Direitos e Liberdades”.
Para o sucesso do nosso “Plano Mundial: (O Plano Vermelho)”, teremos de implantar em todas as Sociedades Ocidentais dos anos 70, os “Organismos para a Protecção da Criança” onde os funcionários ( jovens intelectuais sem experiência, frescamente saídos das Universidades onde é metido em evidência nossos princípios mundialistas) farão respeitar á letra, sem discernimento, a “Declaração dos Direitos da Criança”. Quem ousará se opor a isto sem ao mesmo tempo ser identificado com as barbaridades da Idade Média ?
Esta “Declaração” minuciosamente elaborada nas nossas “Lojas”, nos permitirá então de reduzir ao nada toda a autoridade parental, fazendo assim explodir a família em indivíduos ferozmente opostos uns aos outros para protecção de seus interesses pessoais. Isso vai encorajar as crianças a denunciar os pais muito autoritários, por que muito tradicionais, muito religiosos. Contribuirá também a submeter os pais a uma “Psicose Colectiva de Medo”; o que provocará logicamente, de uma maneira geral na sociedade, o relaxamento da autoridade parental. Assim nós conseguiremos, num primeiro tempo, a produzir uma sociedade semelhante á da Rússia nos anos 50, onde as crianças denunciavam ao Estado os seus pais, e isso sem que ninguém se aperceba.
Transferindo assim para o Estado o “Role Parental”, será mais fácil, para em seguida, de possuirmos, uma por uma, todas as responsabilidades que eram, até á data, da competência exclusiva dos parentes. É assim que nós poderemos fazer por todos como sendo um abuso contra a criança, o ensinamento religioso tradicional de origem Judaico-Cristão.
Ao mesmo tempo, mas num outro nível, nós faremos inscrever nas mais altas Leis das Nações, que todas as Religiões, Cultos e Práticas Religiosas de todo o tipo, incluindo a “Feitiçaria e Magia” devem ser todas respeitadas ao mesmo titulo, tanto umas como outras.
E será em seguida com uma facilidade desconcertante, transferir esse role do Estado em relação á criança para as mais altas instâncias internacionais, tais como as Nações Unidas.
Compreendamos bem isto : Nosso objectivo não é o de proteger as crianças ou seja lá quem for, mas sim de provocar a ruptura e queda das Nações que são um obstáculo de envergadura para pôr de pé a nossa “Nova Ordem Mundial”. É a razão pela qual os “Organismos de Protecção da Criança”, devem ser investidos de uma autoridade legal absoluta.
Eles devem estar em medida, como bem desejarem, mas sempre sob o pretexto da protecção da criança, de poder retirar estes últimos de seus meios familiares originais, e pô-los em meios familiares estrangeiros ou em Centros governamentais já submetidos a nossos princípios mundialistas e anti-religiosos. Em consequência, assim ser+a finalizada a ruptura definitiva da “Célula Familiar Ocidental”. Pois que, sem a protecção e vigilância dos parentes originais, essas crianças serão definitivamente traumatizadas no seu desenvolvimento psicológico e moral, e representam, por via de consequência natural, presas facilmente adaptáveis á nossa visão mundialista.
Para o sucesso de uma tal empresa, é primordial que os funcionários desses “Organismos” ao serviço do Estado, sejam jovens, sem experiência, embebidos de teorias que nós sabemos serem vazias e sem eficácia, mas que sobretudo, sejam obcecados pelo espírito missionário de grandes protectores da criança ameaçada. Porque para eles, todos os parentes devem representar potenciais criminosos, de potenciais perigos para o bem-estar da criança aqui considerado como sendo um “deus”.
Um “Organismo de Protecção da Criança” e uma “Declaração dos Direitos da Criança” não têm razão de existir sem crianças ameaçadas. Demais, as excepções e exemplos históricos utilizados para a pôr em obra, acabariam, cedo ou tarde, por desaparecer se não fossem constantemente alimentados por novos casos numa base contínua. Nesse sentido, nós devemos infiltrar o “Sistema de Educação” das Nações, para fazer desaparecer, sob cobertura de “Modernidade” e “Evolução”, o ensinamento da Religião, da História, o Bem-Estar (ndt: sentido de estar ou ter um comportamento moral correcto nas relações sociais) tudo em dissipando, ao mesmo tempo, sobre uma avalanche de novas experimentações nos meios da Educação, o da língua e das matemáticas. Desta maneira, em tirando ás jovens gerações, toda a base e fronteira moral, todo o conhecimento do passado (portanto toda o orgulho nacional), o respeito pelo outro, todo o poder pelo conhecimento da linguagem e ciências (portanto sobre a realidade), nós contribuiremos a fabricar uma juventude largamente disposta a todas as formas de delinquência. Nesse novo universo tomado pelo medo dos parentes, e seu abandono de toda responsabilidade face aos seus filhos, nós teremos a via livre para formar, á nossa maneira e segundo nossos principais objectivos, uma juventude arrogante, o desprezo e a humilhação do próximo, serão consideradas como sendo as novas bases da “Afirmação do Eu” e da “Liberdade”.
Mas nós sabemos, pela experiência do passado, que uma juventude semelhante já estará condenada á sua auto-destruição, pois que esta é extremamente “Individualista”, portanto “Anarquista” por definição. Nesse sentido, ela não poderá representar uma base sólida para a continuidade de qualquer que seja a sociedade, e muito menos um valor seguro para se responsabilizar pelos seus velhotes.
Logo imediatamente, é também imperativo de fazer criar uma “Declaração dos Direitos e Liberdades Individuais”, e “Organismos de Protecção ao Cidadão” criando a ilusão nas populações, que essas inovações fazem parte integrante da “Modernidade” das “Novas Sociedades” do século 20. Da mesma forma, e ao mesmo tempo, mas num outro nível, fazer votar novas Leis para o “Respeito e Liberdades Individuais”. Como no caso da “Família”, mas sobre o ângulo da “Sociedade”, essas Leis, entrarão em conflito com os "Direitos da Colectividade”, empurrando assim as sociedades visadas, direitas á auto-destruição. Por que aqui a inversão é total: “Não é a sociedade (direito maioritário) que deve ser protegido contra os indivíduos podendo ameaçá-la, mas sim (o Direito do Individuo) que deve ser protegido contra as possíveis ameaças da maioria”. Este é o objectivo que esperamos.
Para finalizar a ruptura da família, do sistema de educação, portanto da Sociedade no seu geral, é primordial encorajar a “Liberdade Sexual” a todas as esferas da Sociedade Ocidental. Tem de se reduzir o individuo, portanto as populações, á obsessão de satisfazer os seus instinctos primários por todos os meios possíveis. Nós sabemos que esta etapa representa o ponto culminante pelo qual toda a Sociedade acabará por desmoronar-se sobre ela mesma. Não foi assim com o Império Romano no seu apogeu, e de todas as civilizações semelhantes através da história ?
Através de homens de Ciência e laboratórios financiados pelas nossas Lojas, nós acabamos por conseguir pôr de pé um procedimento químico que revolucionará todas as Sociedades Ocidentais, e acabará por fazer esquecer para sempre, os princípios morais e religiosos Judaico-Cristãos. Esse procedimento, sob forma de pílula, abrirá as portas a todas as vias da “Liberdade Sexual” sem consequências, e incentivará as “Mulheres” das Nações a quebrar aquilo que até então era percebido como um jugo do passado ( a escravatura das mulheres submissas ao homem e á família tradicional Judaico-Cristã).
Outro tempo “Centro e núcleo da célula familiar”, a mulher moderna, agora enquanto individuo independente, desejará quebrar com o seu role tradicional, se separar da família, e levar a sua vida segundo as suas próprias aspirações pessoais. Nós sabemos, nada de mais natural, mas onde vamos intervir fortemente, será na infiltração de todos os novos “Movimentos de Contestação Femininos” incentivando a sua lógica até aos extremos limites da consequência. E esses limites já estão escritos na ruptura definitiva da família tradicional e da Sociedade Judaico-Cristã.
Essa “Liberdade Sexual” será o último meio pelo qual será nos será possível de fazer desaparecer a “Consciência Popular” toda a referencia ao “Bem e Mal”. O desmoronamento desta barreira religiosa e moral nos permitirá de finalizar o processo da falsa “Libertação do Homem do seu Passado”, mas que na realidade, é uma forma de escravatura que será proveitosa para os nossos “Planos Mundialistas”.
Esta porta aberta para o encorajamento á “Liberdade Sexual”, ao “Divórcio”, ao “Aborto” segundo a vontade, ao reconhecimento legal de diversas formas de homossexualidade, ajudar-nos á a modificar em profundidade as bases históricas do “Direito Legal” das Sociedades. Ela será um grande trunfo para incentivar o conjunto dos indivíduos a um relaxamento geral dos hábitos; para dividir os indivíduos uns em relação aos outros, segundo seus instinctos e interesses próprios; para destruir o futuro da juventude incentivando-a a experiências nefastas da sexualidade precoce e do abortamento; e para fracturar moralmente as gerações futuras incentivando-as ao alcoolismo, ás diversas drogas ( que nossos Oficiais superiores tomarão o controle a nível mundial), e ao suicídio ( este considerado por uma juventude desgostosa e abandonada a ela mesma, como sendo um fim honorável).
Desencantemos a juventude das Nações em lhes mostrando os seus parentes como irresponsáveis, irreligiosos, imorais; procurando em definitivo, o prazer, a evasão e a satisfação sem limites de seus instinctos ao preço da mentira, da hipocrisia e traição. Façamos do divórcio e do aborto um novo costume social aceite por todos. Incentivemos-a á criminalidade sob todas as suas formas, e a se refugiarem em grupos distinctos, fora da vigilância do meio familiar que ela perceberá, inevitavelmente, como sendo uma ameaça para a sua própria sobrevivência.
A teia social será assim modificada para sempre, então nos será propicio agir assim que possível na Política e Economia das Nações para as submeter á nossa mercê; para aceitar de força, nossos Planos de uma Nova Ordem Mundial. Porque, tem de se admitir, as Nações, espoliadas que elas serão de poder contar com uma juventude forte, numa Sociedade onde os indivíduos, reagrupados em torno de um ideal comum, reforçados por limites morais sólidos, que poderiam fornecer a sua ajuda histórica, não poderão que abdicar a favor da nossa vontade mundial. Assim nós poderemos então inaugurar o que tanto foi anunciado pelas nossas criações passadas: “O sistema comunista que profetizava uma revolução mundial posta em marcha por todos os rejeitados da terra”, e o “Nazismo pelo qual nós havíamos anunciado uma Nova Ordem Mundial por 1000 anos”. Este é o nosso último objectivo; o trabalho recompensado de todos os valorosos mortos no labor para sua concretização desde á séculos. Digamos alto e forte: “Todos os Irmãos das Lojas do passado, mortos no anonimato para a realização deste ideal que é agora possível de tocar com a ponta dos dedos".
É bem conhecido por todos que o Homem, uma vez depois de ter assegurado seus instinctos primários ( comida, vestuário e abrigo), é menos inclinado á vigilância. Permitamos então de adormecer a sua consciência tudo em orientando á nossa maneira seu espírito em lhe criando, com pura manipulação, condições económicas favoráveis. Portanto, durante este período dos anos 70 onde nossos Agentes se infiltrarão em todos os lados das esferas da Sociedade para fazer aceitar estas novas normas na Educação, o Direito Legal, o Social e a Política, nós estaremos atentos a disseminar á volta dele um clima económico de confiança. Do Trabalho para todos; abertura de Crédito para todos; do Lazer para todos, serão os nossos estandartes para a criação ilusória de uma nova classe social: “a Classe Média”. Uma vez nossos objectivos atentos, esta “Classe” do meio, situada entre os pobres seculares, e nós os ricos, nós a faremos desaparecer em cortando definitivamente todos os meios de sobrevivência.
Nesse sentido, nós faremos dos Estados-Nação, os novos “Parentes” dos indivíduos. Através desse clima de confiança onde nossos “Agentes Internacionais” terão feito o necessário para descartar todo o espectro de uma guerra mundial, nós encorajaremos a “Centralização” excessiva para o Estado. Desta maneira, os indivíduos poderão adquirir a impressão de uma liberdade total a explorar enquanto o fardo legendário das responsabilidades pessoais será transferido para o Estado em multiplicando sem nenhum limite o número de funcionários-intelectuais.
Assegurados por anos de avanço de uma segurança material, estes serão por consequência, perfeitos executantes do “Poder Governamental”; por outras palavras, de nosso “Poder”.
Criar assim uma massa impressionante de funcionários que, sozinha, formará un Governo dentro do governo, seja qual for o partido político que estará no poder. Esta máquina anónima poderá um dia nos servir de alavanca, quando o momento será propicio, para acelerar o desmoronamento económico dos Estados-Nação; porque estes não poderão indefinidamente suportar uma tal massa salarial sem poderem se endividar para além dos seus meios. Por outro lado, esta mesma máquina que dará uma imagem fria e insensível do aparelho governamental; esta máquina complexa e óh quanto inútil nas suas muitas funções, nos servirá de pára-vento e de proteção contra as populações. Porque quem se aventurará através das dificuldades de um tal labirinto com vista a fazer valer os seus lamentos pessoais ?
Sempre durante este período de vertigem geral, nós aproveitaremos então para comprar ou eliminar, segundo as necessidades do momento, todos os dirigentes de empresas, os responsáveis de grandes Organismos do Estado, os Centros de Estudos Científicos cuja acção e eficácia poderiam dar muito poder aos Estados-Nação. Sobretudo que o Estado não possa vir a ser uma força independente que riscaria de nos escapar, e de meter em perigo nossos “Planos” ancestrais.
Nós vigiaremos também a ter a mão absoluta sobre todas as estruturas supranacionais das Nações. Esses Organismos internacionais devem ser postos sob nossa jurisdição absoluta.
No mesmo sentido, e para garantir a rentabilidade de nossa influência perto das populações, devemos controlar todos os Médias de Informação. Nossos Bancos tratarão de financiar só aqueles que nos são favoráveis e ao mesmo tempo supervisionar o fecho dos mais teimosos. Isto deverá em principio passar quase despercebido das populações, ocupadas que elas estarão com a necessidade de fazer mais e mais dinheiro, e de se divertirem.
Devemos nos ocupar a finalizar, desde já, a fase de dês-regionalização das zonas rurais começada no principio da “Crise Económica” de 1929. Sobrepovoar nossas cidades era o nosso estandarte da “Revolução Industrial”.
Os proprietários rurais, pela sua independência económica, sua capacidade a produzir a base alimentar dos Estados, é uma ameaça para nós, e nosso Planos futuros. Acumulados nas cidades, eles serão mais dependentes de nossas industrias para sobreviver. Nós não podemos permitir a existência de grupos independentes do nosso “Poder”. Portanto eliminemos os proprietários de terra fazendo deles nossos escravos obedientes da nossa Indústria sob nosso controle. Quanto aos outros, permitamos que se organizem em Cooperativas Agrícolas que nossos Agentes infiltrarão para melhor os orientar segundo as nossas prioridades futuras.
Através do Estado, comprometer-nos a bem por em evidência o “Respeito” obrigatório da diversidade de “Culturas”, de “Povos”, de “Religiões”, das “Etnias” que são tantos outros meios, para nós, fazermos passar a “Liberdade Individual” em vez da “Unidade Nacional”; o que nos permitirá de melhor dividir as populações dos Estados-Nação, e assim a enfraquece-los na sua autoridade, e na sua capacidade de manobra. Executado aos mais limites extremos mas num plano internacional, esse conceito, no futuro, incentivará as etnias de diferentes Nações a se reagruparem para reivindicar, individualmente, a sua parte de “Poder”; o que acabará por arruinar as Nações, e as fará fragmentar em guerras intermináveis.
Logo que os Estados-Nação serão enfraquecidos devido a tantas lutas internas, todas derivadas do reconhecimento dos “Direitos das Minorias” e sua independência; que os nacionalismos divididos em diferentes facções culturais e religiosas se oporão cegamente em lutas sem fim; que a juventude terá perdido totalmente o contacto com as suas raízes; então poderemos nos servir das Nações-Unidas para começar a impor nossa Nova Ordem Mundial.
Desde logo, quando se chegar a esse estado, os “Ideais Humanitários, Sociais e Históricos” dos Estados-Nação terão desde há muito tempo explodido sobre a pressão das divisões interiores.
Fim do Documento dos 6.6.6. Datado do fim de Junho de 1967.
Tradução : Gang2 Ervilha
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