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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Maurice Muret sobre Karl Marx

O judeu Maurice Muret conta-nos a história de Karl Marx, no seu livro datado de 1901, e é muito interessante a opinião de Muret  ao sujeito de Marx...

Página 195

Página 196


«« Mas é preciso em primeiro analisar um fenómeno que parece contradizer a opinião do que nós fazemos aqui, ou seja, a influência preponderante dos judeus na luta contra o capital. Não nos esqueçamos, de facto, que se o socialismo contemporâneo deve muito a Ferdinand Lassalle e a Karl Marx, é também entre os Israelitas que se observa hoje, em números excepcionais, estas acumulações estéreis de riqueza injuriosa que o socialismo procura destruir, que legitimam, em certa medida, as suas reivindicações. Karl Marx e Rothschild representam os dois extremos. Ora diz-se dos extremos, que eles se tocam. E, neste caso, isso é verdade. Karl Marx e Rothschild incarnam-se um no outro, sob duas formas opostas, a ideia judaica amplificada até ao seu último grau de potência. O realismo imperturbável de Israel, sua sede de prazeres materiais, sua ignorância de uma vida futura e, consequentemente, a sua vontade de fazer reinar aqui na terra a felicidade, criando, de acordo com os temperamentos e habilidades, os Mayer Amschel Rothschild ou os Karl Marx. Entre essas pessoas assim tão diferentes, há uma similaridade essencial. Eles expressam a mesma visão da vida e do universo.

Karl Marx, medíocre psicólogo, não se deu conta. Ele conhecia mal as tendências humanitárias da sua raça. Este erudito, que se orgulhava de considerar todas as coisas sob o ângulo da história, ignorava o papel histórico dos seus congéneres. Ele não via o quanto ele se representava a si mesmo; ele só tinha olhos para o Rothschild e pensou-se obrigado, por isso, em içar a bandeira do antissemitismo. Karl Marx vê no judeu um ser anti-social. Ele pergunta: "Qual é o fundamento temporal do judaísmo ? São os juros. Qual é o culto temporal dos judeus ? A usura. Qual é o seu deus temporal ? O dinheiro". A estreiteza deste julgamento não deixa de surpreender um espírito a pretensões metafísicas. Pela tradição e pelo sangue, Karl Marx pertencia de corpo e alma ao judaísmo. »»

Sem estar fora de contexto, a frase "Eles expressam a mesma visão da vida e do universo", diz-nos muito. Tanto um como outro vão na mesma direcção, mas aparentemente opostos... e quem fala é o judeu Muret e não nenhum Goy. 

Sem mais comentários, meia palavra basta.

PS: Ao sujeito da afirmação de Mauret ser judeu, ela provém do também judeu Dommergue Menasce,p.16 . Apenas me dei ao trabalho de procurar o livro de Mauret e verificar as informações citadas por Dommergue relativas a Karl Marx, elas são exactas.

 Autor: Gang2 Ervilha

sábado, 15 de agosto de 2015

Karl Marx era primo em 3º grau de Rothschild

Esta é uma pequena tradução de um artigo do Metapedia sobre o Talmudista Karl Marx, o pai do Comunismo.

 Karl Marx era primo em 3º grau de Rothschild


 Karl Heinrich Marx (5 Maio 1918 – 14 Março 1883), era um ideólogo político judeu do séc.19 que se apresentava ao mundo como jornalista e economista. Ele é sobretudo conhecido por ter pervertido o recém-nascido socialismo, provavelmente como dirigente do seu primo Rothschild; e sob as instruções do seu mentor Moïse Hess, criando uma suposta teoria "cientifica" conhecida por Marxismo.

 Marx vinha de uma longa descendência de rabinos judeus. Ele vivia na miséria em Londres, na Dean Street. Frequentava o Red Lion Pub no Great Windmill Street, em Soho, onde juntamente com Friedrich Engels foram solicitados para redigir o que viria a ser o Manifesto Comunista. Sua obra mais conhecida é o livro Das Kapital, que esquece de mencionar que o dinheiro é imprimido ex-nihilo pelos seus próprios primos, os Rothschild.


    Barent-Cohen     
                                        of Amsterdam ––– ?
                                        (* c. 1710)   |
                                                      |
                                            ––––––––––––––––––––
                                            |                  |
                           Sara       Salomon  David         Levi             Lydia
                          Brandes –––  Barent-Cohen      Barent-Cohen ––– Diamantschleifer
                                   |     (†1807)         (1747-1808)   |
                                   |                                   |
         Isaac             Nanette Salomon                          Hannah       Nathan Mayer
    Heijmans Pressburg –––   Barent-Cohen                        Barent-Cohen ––– Rothschild
       (1747-1832)      |    (1764-1833)                         (1783-1850)   |  (1777-1836)
                        |                                                      |
      Hirschel      Henriette                      Charlotte                Lionel
      Mordechai ––– Pressburg                Baronin von Rotschild ––– Baron de Rothschild
     (1777-1838) | (1788-1863)                   (1819-1884)        |     (1808-1879)
                 |                                                  | 
             Karl Marx                      Emma Louise      Nathan Mayer
            (1818-1883)                    von Rotschild ––– de Rothschild
                                            (1844-1935)   |   (1840-1915)
                                                          |

 O pano de fundo


 Karl Heinrich Marx, o judeu ashkenaz nasceu em Trèves, no Reino da Prússia, em 5 de Maio de 1818. Seu pai era Hirschel Mordechai. Marx descendia de uma família de rabinos Talmudistas; seus ascendentes ocupavam o cargo de rabino de Trèves desde 1723, até ao seu avô.

 Durante a Sexta coligação das Guerras Napolitanas, o pai de Marx, Hirschel Mordechai, fez-se Franco-Maçon em 1813, integrando a loja Estrela Hanseatica em Osnabrück. Depois da guerra, fingiu converter-se ao Luteranismo com o objectivo de passar despercebido no seio da sociedade Prussiana. Pretendia ser um burguês liberal "assimilado" defendendo as ideias humanistas, defensor do "livre-pensamento". Era riquíssimo, possuindo certas vinhas de Moselle.

 Um dos ascendentes de Marx era Nanette Salomon Barent-Cohen, que pertencia a uma poderosa família de Amesterdão. Sua prima tinha esposado Nathan Mayer Rothschild e dado a nascer Lionel Nathan Rothschild, o "Barão" e Membro do Parlamento da City de Londres.

 Karl Marx foi educado pela família no ódio a Jesus Cristo.

 A descoberta de Marx como cúmplice de Rothschild foi revelada pelo seu rival contemporâneo da Primeira Internacional, Mikhaïl Bakounine em 1869. Este último nem sequer estava ao corrente que Marx e Rothschild eram primos. Bakounine escreveu com uma certa intuição o seguinte:

 "Este mundo é actualmente, na sua maior parte, á disposição de Marx por um lado, e de Rothschild por outro lado. Isto pode parecer estranho. Que poderia haver em comum entre o socialismo e um banco de primeiro plano ? A razão é que o socialismo é autoritário, o Comunismo de Marx exige uma forte centralização do Estado. E onde se produza uma centralização do Estado, deve haver necessariamente um banco central, e logo que tal banco exista, nós encontramos obrigatoriamente por trás a nação judia parasita, a especular sobre o trabalho do Povo." Mikhaïl Bakounine. Profissão de fé de um democrata socialista russo, precedido de um estudo sobre os alemães judeus, 1869.

 Citações de Marx


 " Qual era a autêntica base da religião Judaica ? A necessidade prática, o egocentrismo. O Deus da necessidade prático e egocêntrico é o dinheiro. O dinheiro é o Deus ciumento de Israel no qual mais nenhum outro Deus deve existir. O dinheiro rebaixa todos os deuses dos homens e transforma-os em simples utilidades. O Deus dos Judeus ficou a ser o Deus do universo. O verdadeiro Deus dos Judeus é o dinheiro. O Deus deles não passa de uma ilusória nota de banco."

 " As classes sociais e as raças muito fracas para dominar as novas condições de vida devem desaparecer...Elas devem morrer no holocausto revolucionário." Karl Marx, 16 de Abril de 1856, Jornal do Povo de Marx, Jornal da história das ideias, 1981.

"O destino dos outros povos e raças, pequenas ou grandes, é de morrer no holocausto revolucionário." Karl Marx, Die Neue Rheinische Zeitung NZR, Janeiro de 1849.