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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Sabbataísmo e Frankismo, a casta cabalística da judiaria

 Diz-se dos discípulos de Sabbatai Tzevi, os sabbataístas, assim como de diz dos díscipulos de Jacob Frank, os frankistas. Dá-se a abreviatura de sabbatao-frankismo aos seguidores da ideologia de Sabbatai Tzevi e Jacob Frank.

Dois auto-intitulados "messias" a dado momento das suas vidas. Eles representam duas ideologias extremas do judaísmo, uma espécie de ferro de lança que concretiza pouco a pouco todas as aspirações da judiaria.

O Wikipédia fornece uma biografia de cada um destes personagens, no entanto não nos deixa nenhuma indicação quanto ás suas ideologias destruidoras. E é apenas neste ponto que nos iremos concentrar, com um breve e pequeno resumo de várias fontes.

Devemos recordar, que outrora, houve uma luta ferrenha entre judio-talmudistas e judio-cabalistas. Pode-se dizer, que foi com Sabbatai Tsevi e seguidamente Jacob Frank, que a Cabala acabará por juntar-se ao Talmud, originando uma perversa maneira de ver o mundo, uma reinterpretação do Messianismo e de como lá chegar. É esta diabólica ideologia que os círculos mais fechados e poderosos da judiaria seguem, e além disso, tentam impôr á população mundial, de maneira a concretizar a vinda do Rei dos Judeus, seu "messias".

Sabbataísmo / Frankismo: um segredo guardado a 7 chaves

O Rabino Emden, deixou-nos nas suas memórias, uma história curiosa em que vamos encontrar um tal de Jacob Rothschild, conjuntamente com um não menos conhecido Mendel Speyer. Todos os dois ás ordens do Rabino Eybeschutz, um trafulha cabalísta de renome, que fizera de maneira a que a casa de seu inimigo seja perquisicionada, para tentar meter a mão num livro e assim impedir a divulgação de acusações á sua pessoa, onde se relatava feitos cometidos, contrários ao talmudismo tradicional.[1]

Graças a este relato histórico do Rabino Emden, que diga-se, muito sofreu face a estes cabalistas, temos o nome de um Rothschild e podemos deduzir seguramente que a linhagem destes grandes financeiros, tudo como Mendel Speyer, seguem a ideologia sabbatao-frankista. Por isso é que o mundo está como está, numa desordem total. Nós vamos ver como...

Vamos tentar compreender como esta ideologia é estruturada. Todos sabemos que o objectivo dos judeus é chegar a um Reino Messiânico. Mas para compreender isto e termos uma visão mais clara do estado catastrófico do mundo, nada melhor que deixarmos um Pr. judio-sionista, cabalista também, de seu nome Gershom Scholem, descrever a mentalidade sabbataísta :

« O messianismo, de facto, sempre teve por objecto o restabelecimento da existência nacional, embora também vá mais além.

O messianismo apocalíptico conciliou de maneira quase espontânea as promessas e tradições antigas com as novas razões de aderir, com novas interpretações e reinterpretações.

O messianismo tomou então na consciência judaica um duplo aspecto, guardado desde então. Estes dois aspectos do messianismo baseiam-se nas palavras dos profetas, onde elas ocorrem de uma forma mais ou menos explícita: um aspecto que destaca os cataclismos e destruições que devem acompanhar a vinda da redenção e uma visão utópica, quanto ao que serão as realidades messiânicas.

O messianismo judaico é na sua origem e na sua natureza - nunca será demais insistir - a expectativa de cataclismos históricos. Ele anuncia revoluções, catástrofes que devem ocorrer durante a passagem do tempo da história para os futuros tempos messiânicos.

Os cataclismos e essas visões funestas assumem uma nova era e visão própria nas visões da vinda do Messias. Encontramo-nos, na verdade, na era da transformação ou da destruição que verá o nascer da redenção messiânica; é por isso que este período é visto pelo judaísmo como "o parto doloroso" do Messias.[2]

Esta palavras do Pr. Scholem sobre a visão cabalística do messianismo, exprimem em aparência uma certa complexidade. Diga-se "complexidade" por que é tão perversa, que dificilmente conseguimos perceber as nuances. Isto é a descrição do Sabbataísmo, mas vamos tentar resumir tudo isto numas simples palavras, curtas, breves, simples a compreender de uma vez por todas, desta vez deixadas por Jacob Frank, "muito ligado á Cabala, ao Zohar e Sabbataísmo", o pai do Frankismo, que nada mais é que a continuação do Sabbataísmo: « ...é em violando a Torah que a cumpriremos...[3] ». Isto significa assim muito rápido, que quanto maior for o mal nesta terra, quanto mais maldade houver, mais próxima estará a vinda do Messias judaico. Estejamos certos que todas as catástrofes actuais são impulsionadas por este grupo de pessoas ligados a esta ideologia demoníaca.

É muito importante que compreendamos esta óptica satânica, de outra maneira dificilmente teremos uma visão correcta dos acontecimentos catastróficos actuais e os que faltam acontecer. Porque julgam que centenas de crianças morrem á fome ? Porque julgam que milhões de seres humanos foram sacrificados no altar do talmudismo através das duas guerras mundiais e actuais ? Estes espíritos raquíticos, só têm uma coisa na cabeça, é que quanto mais mal acontecer, e mal sobre mal, com mais mal em cima, só assim o esperado Messias virá. Isto dito, estas pessoas manobram tudo o que lhes esteja ao alcance, para atingirmos uma 3ª guerra mundial a nível planetário...


[1] Mémoires de Jacob Emden, ou, L'anti-Sabbataï Tsevi, Jacob Emden, p.360-367 (scan das páginas aqui)
[2] Le messianisme juif, Gershom Scholem, p.31-32 (scan das páginas aqui ou citação oral pelo Pr. Hillard nesta entrevista)
[3] Jakob Frank, Le Faux Messie, Charles Novak, p.35 (download aqui)

Links complementares: strategic-culture
                                      Frankismo na linhagem Real Britânica

 Autor: Gang2 Ervilha

sábado, 15 de agosto de 2015

Karl Marx era primo em 3º grau de Rothschild

Esta é uma pequena tradução de um artigo do Metapedia sobre o Talmudista Karl Marx, o pai do Comunismo.

 Karl Marx era primo em 3º grau de Rothschild


 Karl Heinrich Marx (5 Maio 1918 – 14 Março 1883), era um ideólogo político judeu do séc.19 que se apresentava ao mundo como jornalista e economista. Ele é sobretudo conhecido por ter pervertido o recém-nascido socialismo, provavelmente como dirigente do seu primo Rothschild; e sob as instruções do seu mentor Moïse Hess, criando uma suposta teoria "cientifica" conhecida por Marxismo.

 Marx vinha de uma longa descendência de rabinos judeus. Ele vivia na miséria em Londres, na Dean Street. Frequentava o Red Lion Pub no Great Windmill Street, em Soho, onde juntamente com Friedrich Engels foram solicitados para redigir o que viria a ser o Manifesto Comunista. Sua obra mais conhecida é o livro Das Kapital, que esquece de mencionar que o dinheiro é imprimido ex-nihilo pelos seus próprios primos, os Rothschild.


    Barent-Cohen     
                                        of Amsterdam ––– ?
                                        (* c. 1710)   |
                                                      |
                                            ––––––––––––––––––––
                                            |                  |
                           Sara       Salomon  David         Levi             Lydia
                          Brandes –––  Barent-Cohen      Barent-Cohen ––– Diamantschleifer
                                   |     (†1807)         (1747-1808)   |
                                   |                                   |
         Isaac             Nanette Salomon                          Hannah       Nathan Mayer
    Heijmans Pressburg –––   Barent-Cohen                        Barent-Cohen ––– Rothschild
       (1747-1832)      |    (1764-1833)                         (1783-1850)   |  (1777-1836)
                        |                                                      |
      Hirschel      Henriette                      Charlotte                Lionel
      Mordechai ––– Pressburg                Baronin von Rotschild ––– Baron de Rothschild
     (1777-1838) | (1788-1863)                   (1819-1884)        |     (1808-1879)
                 |                                                  | 
             Karl Marx                      Emma Louise      Nathan Mayer
            (1818-1883)                    von Rotschild ––– de Rothschild
                                            (1844-1935)   |   (1840-1915)
                                                          |

 O pano de fundo


 Karl Heinrich Marx, o judeu ashkenaz nasceu em Trèves, no Reino da Prússia, em 5 de Maio de 1818. Seu pai era Hirschel Mordechai. Marx descendia de uma família de rabinos Talmudistas; seus ascendentes ocupavam o cargo de rabino de Trèves desde 1723, até ao seu avô.

 Durante a Sexta coligação das Guerras Napolitanas, o pai de Marx, Hirschel Mordechai, fez-se Franco-Maçon em 1813, integrando a loja Estrela Hanseatica em Osnabrück. Depois da guerra, fingiu converter-se ao Luteranismo com o objectivo de passar despercebido no seio da sociedade Prussiana. Pretendia ser um burguês liberal "assimilado" defendendo as ideias humanistas, defensor do "livre-pensamento". Era riquíssimo, possuindo certas vinhas de Moselle.

 Um dos ascendentes de Marx era Nanette Salomon Barent-Cohen, que pertencia a uma poderosa família de Amesterdão. Sua prima tinha esposado Nathan Mayer Rothschild e dado a nascer Lionel Nathan Rothschild, o "Barão" e Membro do Parlamento da City de Londres.

 Karl Marx foi educado pela família no ódio a Jesus Cristo.

 A descoberta de Marx como cúmplice de Rothschild foi revelada pelo seu rival contemporâneo da Primeira Internacional, Mikhaïl Bakounine em 1869. Este último nem sequer estava ao corrente que Marx e Rothschild eram primos. Bakounine escreveu com uma certa intuição o seguinte:

 "Este mundo é actualmente, na sua maior parte, á disposição de Marx por um lado, e de Rothschild por outro lado. Isto pode parecer estranho. Que poderia haver em comum entre o socialismo e um banco de primeiro plano ? A razão é que o socialismo é autoritário, o Comunismo de Marx exige uma forte centralização do Estado. E onde se produza uma centralização do Estado, deve haver necessariamente um banco central, e logo que tal banco exista, nós encontramos obrigatoriamente por trás a nação judia parasita, a especular sobre o trabalho do Povo." Mikhaïl Bakounine. Profissão de fé de um democrata socialista russo, precedido de um estudo sobre os alemães judeus, 1869.

 Citações de Marx


 " Qual era a autêntica base da religião Judaica ? A necessidade prática, o egocentrismo. O Deus da necessidade prático e egocêntrico é o dinheiro. O dinheiro é o Deus ciumento de Israel no qual mais nenhum outro Deus deve existir. O dinheiro rebaixa todos os deuses dos homens e transforma-os em simples utilidades. O Deus dos Judeus ficou a ser o Deus do universo. O verdadeiro Deus dos Judeus é o dinheiro. O Deus deles não passa de uma ilusória nota de banco."

 " As classes sociais e as raças muito fracas para dominar as novas condições de vida devem desaparecer...Elas devem morrer no holocausto revolucionário." Karl Marx, 16 de Abril de 1856, Jornal do Povo de Marx, Jornal da história das ideias, 1981.

"O destino dos outros povos e raças, pequenas ou grandes, é de morrer no holocausto revolucionário." Karl Marx, Die Neue Rheinische Zeitung NZR, Janeiro de 1849.