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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A "demokrassia" pagano-sinagogal



“… não estará longe o dia, em que as Nações da Europa descobrirão bruscamente que os bens do país pertencem aos judeus, e que em executando a estimada obra humanitária, a democracia trabalhou cegamente e sem o saber, para o triunfo da supremacia judaica, ao mesmo tempo que perdia a capacidade de manter a sua existência.”            
                                       The Modern Jew, Arnold White, pág.200 (1899)

A “demokrassia”... ai esta demokrassia...

Que esconde ela por detrás ? Quem a implantou ? De onde tiraram esta ideia de “demokrassia” ? Terá sido do Cristianismo ? Do Paganismo ?

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Satan a Hollywood (Hervé Ryssen)



Invariavelmente, encontramos sempre os mesmos! O historiador e escritor Hervé Ryssen, verdadeiro patriota, e sem dúvida alguma, o melhor especialista mundial da actualidade sobre a questão judaica, nesta obra, demonstra-nos, com múltiplas provas a apoiar, de que sistematicamente, quando se trata de falar mal do Cristianismo, sobretudo da Igreja Católica, é raro não encontrar um judeu a manobrar os cordelinhos !

E este esquema repercuta-se constantemente, não só nos filmes e séries, como também na sociedade no seu geral.

É ver por exemplo esses ditos etiquetados de “nacionalistas”, “patriotas”, “identitários”, proclamando-se inimigos do Cristianismo, exactamente como os judeus o fazem! E querem-nos fazer engolir que “defendem” a Pátria agindo desta maneira ? Julgam poder enganar-nos quando dizem por um lado combater a ideologia kabalística e, paralelamente alinham-se nos conformes dessa ideologia ?

"Diz-me com quem te alinhas, e direi quem tu és." 

Ryssen demonstra, que os mesmos que financiam a propaganda anti-cristã em Hollywood, são exactamente os mesmos que financiam a propaganda multiculturalista, de mestiçagem, hollywoodiana. Demonstração do profeta do mundialismo, Jacques Attali:

"As grandes empresas de hoje são de propriedade de judeus: Universal, Fox, Paramount, Warner Bros, Metro Goldwin, Columbia, são todas criações de judeus imigrantes da Europa de Leste" Jacques Attali

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Sob os comandos de um governo pró-católico...


Sob os comandos de um governo pró-católico, isto é possível. Desengane-se todo aquele, que pensando ingenuamente, conta passar-se das raízes profundamente cristãs de cada país europeu.

Quando se presta atenção a este facto, a força é inexplicável. É indescritível, pois quem está aos comandos, não é mais o homem, mas sim Aquele a quem o homem se deve subjugar naturalmente.

Feito isto, que poderão os judio-pagãos contra a religião dos escravos ? Que poderão contra os adoradores do homem pendurado na cruz ? Nós cá estaremos para dar a outra face, como bem o sabemos fazer ! Nós cá estaremos para demonstrar o que é a religião dos escravos aos “viris” judio-pagãos !

Apesar dos ataques brutais, selvagens, de que o Cristianismo é alvo, creio que tais actos bárbaros, nada mais farão que fortalecer a crença dos adoradores do homem pendurado na cruz. E que maior exemplo temos na história, que as perseguições judio-pagânicas dos primeiros séculos do Cristianismo ? Força é de constatar, que quanto mais perseguidos e trucidados eram, mais a Igreja crescia ! E tanto cresceu, que mais tarde chegou a hora daqueles que dão a outra face, de tratarem convenientemente todas as crenças pagãs à moda da religião dos escravos.

Se esta religião dos escravos, é assim, então nós só temos de estar muito orgulhosos do nosso passado ! Se a darem a outra face fizeram o que fizeram, imaginem um instante o que seria se tais gentes não dessem a outra face ?

Dar a outra face”, é como um travão à impetuosidade avassaladora do Cristianismo, cujas muralhas inimigas, por mais sólidas que sejam, desmoronam-se num ápice. Se não houvesse este travão, que o impede, digamos, de atingir o red-line, a energia dispensada seria tanta, que o mundo destruir-se-ia de si mesmo, falta de alicerces para suportar tal força.

Não é por acaso que o Cristo metia muito ênfase no amor para com o próximo. Se fosse voltado para si mesmo em vez de para com o próximo, a religião dos escravos levaria tudo à frente como um tsunami. E já assim o faz, quando existe unidade. Mas não, não sou teólogo, nem conhecimento para isso tenho, mas o facto do Cristo apontar constantemente em direcção do “amor para com o próximo”, resulta num travão natural, naquilo que poderia ser a mais poderosa força que o mundo jamais conhecera. O que seria se não fosse desta maneira ? Não se iludam... o Cristo não é só Amor, Ele também é Justiça!

Poderia agora andar aqui ás voltas deste tema, e martelar sem dó nem piedade encima desses judio-pagãos, que se crêem hoje os salvadores da Europa, mas que na realidade, durante séculos nada demonstraram que fosse nesse sentido;  só sei uma coisa, que nos livros de história antigos, o Rei fundador desta nobre terra, tinha o cognome de “D. Afonso Henriques, o Católico”! E ele ia de avante, e martelava com força em tudo o que era mouro e pagão! E ai de aquele que se atrevesse a fazer frente a este adorador do homem pendurado na cruz ! Ai de aquele que ousasse desembainhar a sua espada contra este seguidor da religião dos escravos !

Raízes do multiculturalismo, do cosmopolitismo, provêem-nos do paganismo


Culto pagão da elite cosmopolita à Coruja dos bosques

Se houvesse ou não judaísmo, fossem ou não fossem os oligarcas apátridas que têm quase todas as rédeas dos países, o multiculturalismo mesmo assim prosseguiria o seu caminho. Isto devido ao simples facto, de que o paganismo sai dos escombros da sua própria ruína, para mais uma vez tentar destruir a homogeneidade do território Europeu.

Pelo passado já o fizeram inúmeras vezes, e ao longo de séculos. A religião do multiculturalismo, dos cosmopolitas apátridas, hoje em dia, é o resultado de uma perfeita simbiose entre judaísmo, ateísmo e paganismo.

Antes de tudo, sobre a retrospectiva histórica aqui focada, é necessário que se tenha em conta, que o Cristianismo não existia. Logo pode-se, muito folgadamente, afirmar sem preconceito algum, que não é do Cristianismo, não é de lá que nasceram as raízes do cosmopolitismo multicultural apátrida, mas sim, com múltiplos factos históricos à prova, de ambientes pagãos, onde reinava a degenerescência intelectual.

- Dionísio de Halicarnasso, e a sua descrição do ambiente pagão multiculturalista, cosmopolita, e degenerescente de Roma.

Nos tempos em que todos os caminhos iam dar a Roma, um historiador grego conta-nos com precisão a sua lenta bastardização populacional.

Esta, perde grande parte da sua homogeneidade, tal e qual a Europa de hoje em dia. Os dirigentes das Nações europeias, fazem igualmente a mesma coisa que os dirigentes romanos e todos os seus predecessores; eles davam a cidadania a todo aquele que viesse parar a Roma, a todo o estrangeiro, a todo o escravo emancipado.

Uns obtinham a emancipação para terem acesso aos cereais e demais benefícios, para depois em seguida traficar essas mesmas benesses, diz-nos Dionísio! Essas benesses que os dirigentes pagãos ofereciam aos apátridas de outrora, tem hoje em dia a cara de “segurança social”, “ajuda para refugiados”, “ONG's”, etc, etc, onde o tráfico reina em toda a impunidade.

Quanto aos dirigentes pagãos daquele tempo, pelos vistos eles deixaram bem as ideias deles por aí, pois estamos a viver exactamente a mesma história que se viveu naqueles tempos.

Estamos no renascimento do paganismo apátrida.

Dizem-se “nacionalistas”, reclamam-se “patriotas”, auto-intitulam-se “identitários”, mas se tivéssemos um olho no bosque, é vê-los a todos adorar muito alegremente a Coruja!

Somos governados por um grupo pagano-sinagogal, cujas raízes são tão longínquas, que se perdem na idade do tempo. Há que desenterrá-las! Temos de mostrar de onde vêm as raízes do multiculturalismo, temos de apontar de onde se desencadearam as primeiras acções de subversão apátrida!

Não é só os judeus. Aliás, naquele tempo, o judeu não tinha voto na matéria. Escusado será então esconder-se unicamente atrás do judeu. É no paganismo que vamos descobrir as fontes primordiais do cosmopolitismo, é de lá que vem este mal que assola a Europa desde há décadas. Os judeus nada mais são hoje em dia, que o fio condutor de todo esse mal, eles incarnam nos tempos de hoje o que o paganismo deixou em parte, como uma herança maléfica para o mundo. Este malefício renasce, há que exterminá-lo, cortar o mal pela raiz de uma vez por todas.

Eis um pequeno trecho do relato :

“Mas hoje as coisas mudaram completamente. Tudo está em grande desordem, a integridade dos romanos degenerou tanto, que pouca vergonha têm da desonra e da infâmia, que os escravos compram a liberdade com dinheiro ganho por meios ilegítimos.

As brigas, as violências, a prostituição, e mil outros crimes são os meios que empregam para sair da escravatura, e assim ficam cidadãos romanos.

Uns recebem a liberdade dos seus mestres como recompensa, porque foram cúmplices das suas abominações, dos seus homicídios, envenenamentos e outros atentados contra os deuses e a república.

Os outros emancipam-se unicamente para receber o trigo que se distribui cada mês e outras benesses que os ricos dão aos pobres, para depois encaminhar tudo para aquele de quem devem a liberdade.

Outros ficam livres unicamente pelo desleixo dos seus mestres, que procuram fazer-se honras.

Conheço quem pelo seu testamento libertaram todos os seus escravos, para depois da morte passarem por boas pessoas, e que o funeral fora seguido de um grande cortejo de emancipados que traziam chapéus para marcar a generosidade e a doçura dos seus libertadores.

Vimos nos funerais certos criminosos acabados de sair da prisão, e que mereciam os mais horríveis castigos pelos enormes crimes que haviam cometido; é o que se pode saber daqueles que os conhecem.

A maior parte das pessoas de bem que vêm em Roma esses infames chapéus dos escravos emancipados, não podem esconder a sua indignação.

Não será coisa indigna, que uma cidade assim tão célebre e que pretende dar a lição a todo o mundo, receba essa canalha como seus cidadãos ?” (1)

O relato fala por si só, e nós podemos imaginar a Roma daquele tempo, o que é hoje uma capital cosmopolita como Londres, Nova York, Paris... escusado será fazer mais comentários, apenas uma certeza: o multiculturalismo, o cosmopolitismo, o universalismo apátrida, tiveram sem sombra de dúvida alguma, origem, única e exclusivamente em ambientes pagãos.

E se o paganismo está na moda, ele é por qualquer coisa nestas ideologias universalistas que reinam entre os dirigentes das nações.

Notas:

(1) Antiguidades Romanas,Dionisío de Halicarnasso, Livro IV, cap.24