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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Karl Marx e os Illuminati: um segredo bem guardado


Em 1848, o judeu Mordekkai Levy, aliás Karl Marx (1818-1883), é o autor do Manifesto do Partido Comunista. Marx é franco-maçon, iniciado na loja Apollo de Colónia (ver Hiram, nº5, 1990, p. 114). Ele também é membro de uma organização fundada pelos Illuminati, a Liga dos Justos para a qual ele escreveu o Manifesto. O livro de Gary Allen e Larry Abraham, None Dare Call it Conspiracy menciona que foi pedido a Karl Marx, por um misterioso grupo nomeado a Liga dos Justos -forçado a retirar-se em clandestinidade após o ataque lançado pelas autoridades da Baviera em 1786 tendo descoberto os planos revolucionários dos Illuminati da Baviera - para escrever o Manifesto. Nesse livro, Marx vai codificar e prever os mesmos planos e princípios revolucionários anunciados 70 anos antes por Adam Weishaupt, o fundador da Ordem dos Illuminati (ver Gary Allen, None Dare Call It Conspiracy, Concord Press, Seal Beach, California 1971, pp. 25-26). É de  acrescentar que Weishaupt reconhecida no "O Testamento de Satanás", publicado em 1771, que a elite maçónica adorava Lúcifer. Em consequência, é curioso notar que a Ordem dos Illuminati foi fundada no 1º de Maio de 1776. O Dr. Johannes Rothkranz, teólogo alemão, afirma então, que o 1º de Maio jamais foi a celebração mundial do Dia do Trabalhador, mas sim a da Ordem dos Illuminati, financiados por Mayer Amschel Rothschild (1744-1812). Rothkranz expõe também que é o brasão vermelho, emblema dos banqueiros de Frankfurt, que o comunismo vai retomar.

Karl Marx afirma então a necessidade de mudanças económicas e políticas, mas também a urgência de mutações morais e espirituais de maneira a provocar o desaparecimento da ideia de Deus. Ele escreveu: "A ideia de Deus é o ponto chave de uma civilização pervertida. Ela deve ser destruída." Devemos acrescentar que o Darwinismo, descoberto por Marx (carta de Marx a Friedrich Engels do 18 de Dezembro 1860) e financiado pelos Rothschilds e defendido pela Maçonaria, foi implantado na China, a fim de preparar as pessoas para o evento do comunismo meio século mais tarde (O nome de Charles Darwin foi mencionado pela primeira vez num jornal diário em Shangai, em 1873. Dever-se ia esperar até 1920 para que a Origem das Espécies fosse traduzido para o chinês.)

O comunismo era apenas uma isca para conduzir os proletários e os intelectuais a abraçar um ideal de justiça social apresentado como uma carpete vermelha escondendo o ódio de Marx para com Deus (o comunismo e a maçonaria têm em comum o ódio a Deus e da Bíblia ) e a sua resolução de levar a humanidade para o inferno. Estes são indícios que fazem pensar que Marx era um satanista (ver Richard Wurmbrand, Marx & Satan, Living Sacrifice Book Co, 1986.)

Fonte: lelibrepenseur.org  Autor: Laurent Glauzy
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Ndt: este excelente artigo, confirma bem as minhas suspeitas, devido á impressionante precisão de Karl Marx, sem falhas, de que com ar de oposição ao capitalismo, o comunismo é apenas a descrição pela qual o capitalismo se deve conduzir. Guy Carr, descreve no seu livro um grupo de pessoas ligados aos Illuminati ( Clinton Roosevelt, Horace Greeley e Chas Dana, p.9) que vão fornecer ajuda financeira a Marx e Engels.

sábado, 28 de novembro de 2015

O plano diabólico do "Grande Israel", escorrega na Síria

"Quanto mais o Médio-Oriente é levado pela destruição e horrores sectários, mais fácil fica falar de um dos grandes tabus da história contemporânea: o famoso "Plano Yinon" para construir o "Grande Israel" com golpes de guerras, de genocídios e conspirações.

Cada vez mais cidadãos de origem judaica denunciam as injustiças cometidas pelo Estado de Israel. E, se a um momento Norman Finkelstein era uma ovelha negra, agora é considerado como um excelente companheiro ...

Nós podemos esperar que este processo de consciência continue, para compreender e pôr um termo a esta grande aldrabice do governo de Israel ..."
(Martina Smercan)

Quando alguém se recusa a denunciar o mal, corremos o risco de sermos desmascarados por alguém que pretenda agir. Esse esquema ocorreu na América, com a entrada da Rússia na luta contra o ISIS na Síria. Os objectivos estratégicos na Síria não são revelados pelos médias. Pois nunca foi questão de salvar o povo sírio dos horrores da ditadura de Assad, mas facilitar a hegemonia regional de Israel.

Como fazemos para o saber ? É simples. Durante as últimas décadas, importantes protagonistas das elites responsáveis pela política israélo-americana exprimiram esse desejo de maneira espantosa através de documentos e declarações públicas.

A chave, é compreender o que a nossa formação cultural não nos preparou para entender. Em 1982, o partido Likoud (isto é, a incarnação institucional do sionismo, inicialmente articulado por Jabotinsky) fala no "the Iron Wall" de utilizar contra os árabes uma força implacável e conduzir à sua fragmentação cultural. Um funcionário chamado Oded Yinon, que tinha trabalhado com o Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, publica um artigo no qual ele traça a abordagem estratégica que o país deveria ter nos próximos anos.

Veja-se alguns trechos extraídos da versão inglesa do dito "Plano Yinon", traduzido pelo Prof. Israel Shahak (1933-2001):
A dissolução do Líbano em cinco províncias serve como precedente para todo o mundo árabe, incluindo o Egipto, a Síria, o Iraque e a península arábica. O processo já começou. (...)

A dissolução da Síria e do Iraque em áreas separadas por etnia ou religião, como no caso do Líbano, é o primeiro objetivo de Israel na frente oriental. A dissolução do poder militar desses Estados é o objetivo a curto prazo. A Síria vai cair aos pedaços, de acordo com a sua estrutura étnica e religiosa, dividida em diferentes Estados, como acontece hoje no Líbano.

O Iraque, rico em petróleo e dividido internamente, é o principal candidato para se tornar o berço dos interesses de Israel. A sua dissolução é ainda mais importante para nós do que a Síria.

Durante um breve período, o poder iraquiano constitui a maior ameaça para Israel. Uma guerra entre o Iraque e o Irão vai reduzir em pedaços o Iraque e provocará uma longa frente de luta contra nós. Cada tipo de conflito entre árabes é nos vantajoso.

No Iraque, é possível realizar uma divisão em províncias sobre uma linha étnico-religiosa, como na Síria, durante o período Otomano. Assim, pelo menos três Estados existirão em torno das três principais cidades: Bassóra, Bagdad e Mossoul. A zona xiita no sul será separada pela dos sunitas e curdos ao norte. (...)

Se o Egipto desmorona, países como a Líbia, o Sudão ou os Estados deixarão de existir na sua forma actual e unir-se-ão á ruína e dissolução do Egipto. (...)

A Jordânia não pode continuar a existir na sua estrutura actual ainda por muito tempo. A política de Israel, tanto em tempo de guerra como de paz, deve ser orientada para a destruição da Jordânia."

A visão de Yinon aparece no famoso relatório Clean Break, de 1996, assinado por um consórcio de pensadores americanos e israelitas, dos quais Richard Perle, Douglas Feith, David e Meyrav Wurmser, que se reuniram com o objectivo de fornecer um guia para a política externa do primeiro mandato do primeiro-ministro Benjamin Netanyahou. É mencionado: "Israel pode dar forma ao seu território estratégico, em "cooperação" com a Turquia e a Jordânia. Este esforço pode-se concentrar no Iraque removendo Saddam Hussein do poder. Ele representa um importante objectivo estratégico para Israel, e anular as ambições regionais da Síria. (...) Logicamente, é de um interesse primordial que Israel apoie ao nível diplomático, militar e operacional as acções da Turquia e da Jordânia contra a Síria, por exemplo, aliando-se com as tribos árabes presentes na Síria e hostis á elite dominante."

Como demonstrado recentemente por Dan Sanchez, David Wurmser que entrou ainda nos detalhes sobre a intenção de balkanisar o vizinho do norte de Israel. Em artigos publicados no mesmo período, este especialista em política externa discute abertamente sobre o meio mais curto para "provocar a curto prazo um colapso caótico" da Síria baathista.

Em seguida, é a entrevista acordada ao general Wesley Clark, em 2007, na qual são revelados os verdadeiros objectivos estratégicos dos personagens da política externa americana na sequência dos ataques do 11 de Setembro. O ex-Comandante supremo da NATO relata uma conversa que ele teve com um oficial do Pentágono, e na qual ele tinha aprendido que o verdadeiro plano era atacar e destruir os governos de seis países, em cinco anos. Segundo o general Clark, esses países eram o Iraque, a Síria, o Líbano, a Somália, o Sudão e finalmente o Irão.

No mesmo discurso, o general reconduz explicitamente a criação do plano de Richard Perle, conselheiro político, e sublinha a importância absoluta de colocar Israel em condições de "dar forma ao seu território estratégico."

Em 5 de Setembro de 2013, nas páginas do New York Times, Alan Pinkas, o ex-conselheiro geral israelita em Nova York e membro da conservadora elite política de Tel Aviv, descreveu nestes termos o conflito sírio: "É uma situação de desequilibrio em que é necessário que ambos os lados [o governo de Assad e os rebeldes] percam: nós não queremos que haja um vencedor. (...) Nós deixaremos os dois se sangrarem e morrerem de hemorragia: é a nossa abordagem estratégica: enquanto o conflito se prolongará pela Síria, ele não produzirá nenhuma verdadeira ameaça para Israel."

É impossível ser mais claro. O plano israelo-americano na Síria nunca foi para ajudar os cidadãos deste país, mas para garantir o desmembramento eficaz da Síria, para continuar os "objectivos estratégicos", concebidos pelo Estado hebraico.

Em 9 de Outubro de 2015, Tomas Alcoverro, correspondente no Médio-Oriente para o jornal La Vanguardia de Barcelona, escreveu assim a propósito dos ataques lançados pelo governo da Rússia e da Síria no principio de Outubro de 2015: "Se esta ofensiva conjunta tiver sucesso, o plano dos americano de fomentar a guerra por fricção para levar á exaustão ambas as facções, vai partir em fumaça."

Mas os americanos e israelitas tiveram os seus planos frustrados pelo Presidente russo Putin, que os desmascarou.

Fonte: lelibrepenseur.org Autor: Laurent Glauzy

Links complementares: http://desatracado.blogspot.pt