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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

As mensagens subliminares

As mensagens subliminares

O primeiro tipo de condicionamento subliminal a fazer objecto de debates -muito conhecido- é aquele descoberto nos anos 50, realizado pela Coca-Cola para fins publicitários.

Sabe-se que a visão humana só pode perceber uma imagem num filme que se esta é apresentada num mínimo de 12 fotogramas. A sociedade que produz a Coca-Cola tinha inserido sequências de fotogramas mais breves, com um conteúdo publicitário, em certos filmes projectados nas salas de cinema. Durante o espetáculo, os espectadores expostos a esta publicidade tinham consumido 39% de Coca-Cola a mais.

Esta descoberta fez escândalo, e a publicidade subliminar foi formalmente interdita. Mas parece que o seu uso prosseguiu, mesmo em formas não visuais e com fins estrictamente comerciais.

Em 1978, deu-se conta que inúmeros supermercados difundiram, através de altifalantes e a um nível sonoro impossível perceber-se conscientemente, mensagens que exortavam a não roubar. O roubo nos supermercados reduziu-se em cerca de 36%. [...]

Este tipo de condicionamento subliminar foi igualmente interdito pela lei: mas o respeito desta resta a verificar.

Paolo Baroni, no seu ensaio I principi del tramonto, fez saber que uma letra tinha sido enviada por Gianni Agnelli aos acionários da FIAT na qual se falava de mensagens subliminares utilizadas para "sonorizar" as fábricas com vista a aumentar a productividade e "melhorar" a relação (ler submissão) trabalhador/empresa, reduzindo os "conflitos no seio da empresa" (diga-se das reivindicações salariais e outras).

A presença de mensagens sonoras subliminares é geralmente denunciada, e verificada, na música contemporânea como o rock e o heavy metal. É questão de mensagens a conteúdo satânico ou criminal, que não são audíveis em condições normais porque muito lentos ou muito acelerados ou registados inversamente. O seu poder efectivo de condicionar o psíquico dos amadores dessas músicas resta a verificar.

Mas todavia deve-se advertir que esse tipo de musica difundida em alto volume, seja durante os concertos ou discotecas, combinam-se de maneira sinérgica com a ingestão de álcool e drogas. Isso produz outros efeitos no cérebro, que não são limitados á noite de diversão, mas duráveis, de uma importância sanitária e social considerável pois têm incidência nas capacidades cognitivas de muitas pessoas. [...]

As duvidas sobre a eficácia das mensagens subliminares parecem no entanto serem desmitificadas visto a quantidade de pesquisas e investimentos que se efectuam nesse domínio e os brevetes que são depositados, com vista a meter ao ponto sistemas de condicionamento com fins comerciais e políticos. A predicação religiosa também acabou por entrar no sector comercial. É uma práctica notoriamente difusa do outro lado do Atlântico, onde trabalham empresas especializadas na preparação de salas de predicações religiosas dotadas de invenções electro-acusticas eficazes para incentivar os crentes a fazer doações e a revir.

As mensagens subliminares que veiculam os pedidos do predicador aos fiéis (dar, obedecer, revir, trazer outros fiéis) são muitas vezes emitidos a uma frequência sonora de 6 ou 7 Hz, que é a do vibrato, a qual resulta empiricamente ter um efeito muito sugestivo e alteração ao nível da consciência e capacidade critica das pessoas. Muitas delas ficam então inclinadas a escorregar para um estado comparável ao transe, prontas a acolher os pedidos que recebem desde que estes não sejam ameaçadores nem alarmantes. Uma outra frequência critica situa-se á volta de 3,5 Hz, que corresponde á ressonância do crânio.

Aliás, o efeito da musica - e de uma certa musica e certos instrumentos de musica em particular- sobre o psíquico, o humor, a disponibilidade das pessoas á acção, ao sacrifício, ao prazer e á crença, é bem conhecido e explorado á milénios. Sobretudo nos campos de batalha, mas também durante festas místicas, de divertimentos diversos. Nos anos 70, descobriu-se que a musica podia produzir a secreção  de substancias quimicamente semelhantes ao opium (encefalina, beta-endorfina). Estas têm uma acção eufórica e anestésica sobre o psíquico, o que reduz sensivelmente a tendência á lógica e á critica. Está claro que a musica produz uma de-cognição e não pode ser considerada como um inocente acompanhamento estético de eventos visto que estes são potencialmente orientados a influenciar o pensamento e a conduta de pessoas. A secreção das ditas substâncias são também estimuladas logo que nos abandonemos á escuta da televisão. Daí o poder agradável, consolador, mas também vagamente acostumador, do pequeno écran. E daí, boa parte da sua eficácia como instrumento de persuassão, publicitária e propagandista. É notório que assim que a televisão chega e se propaga num país sub-desenvolvido, a população fica mais tranquila.

As técnicas de elaboração acústica disponíveis á hora actual permitem reenviar a mensagem subliminal, para um lado subconscientemente perceptível, e ao mesmo tempo impossível a distinguir da musica, o canto ou o falar. É questão de uma forma de esteganografia. [...] Pois que na cryptografia, o texto é reconhecível mas não compreensível, na esteganografia, o texto, a mensagem, não é reconhecível, não aparece, está oculto.

A esteganografia recorre assim á utilização de imagens publicitárias ou propagandistas nas quais a mensagem subliminal (veiculada por palavras ou imagens, ou pelos dois) não é percebida conscientemente, mas mesmo assim alcança o inconsciente.

Teoricamente, cada mensagem ou musica, cada imagem ou filme, pode ocultar mensagens subliminares.

Tudo isto visa influenciar a grande maioria dos processos psíquicos - a verdadeiro dizer, quase totalmente- que ficam subconscientemente, fora de controlo da consciência e direcção da vontade.

FONTE

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Protocolos de Toronto ( Nova Ordem Mundial)

Dezoito anos antes da elaboração do Projecto "Aurora Vermelha", a mesma seita nomeada "6.6.6", havia elaborado os ditos "Protocolos de Toronto", no ano de 1967. Mais uma vez, é Serge Monast, o jornalista-investigador, considerado o maior inimigo do NWO, que torna público tais documentos. Por muitos um simples desconhecido, mas sem dúvida o homem que mais contribuiu, antes da moda do tema NWO. Por muitos considerado o "Pai" deste tipo de investigação. Para além destes Documentos , ele denunciará, no ano de 1990, a conspiração "Blue-Beam", será o primeiro, antes dos anglo-saxões, a revelar o dito "RFID" e conspirações no domínio da Saúde, tais como as vacinas. Um homem, no entanto esquecido do grande-público...

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Ficção ou realidade ? Quem poderá dizer ? Seja como for, segundo certas informações obtidas e provenientes de França, mas sobretudo, após uma revisão dos eventos desde os últimos 25 anos atrás, hoje parece que o cenário descrito neste "Documento" nos permite compreender melhor o que até aqui, nos parecia do mais incompreensível.

Nós livramos em inteiro este "Documento" com uma análise das novas condições actuais, que elas mesmas, parecem mais do que confirmar a autenticidade deste último.

Fim de Junho 1967: A Montréal, é a Expo 67; á Ottawa, são os últimos preparativos do "Centenário da Confederação"; aos Estados-Unidos, é a contestação á guerra do Vietname, e por todo o País, o "Flower Power". Nós estamos muito próximos dos acontecimentos de Maio 68 na França, da explosão do Nacionalismo no Quebeque, o Festival de Woodstock nos Estados-Unidos...mas ao mesmo tempo, neste fim de Junho de 1967 é o marco para os últimos preparativos para meter ao ponto o Plano da "Queda das Nações" pelas altas instâncias da Franco-Maçonaria Anglo-saxónica a Toronto (Canadá).

Esta reunião secreta, altamente "Confidencial", é organizada pelos "6.6.6" (é assim que eles mesmos se nomeiam), quer dizer aqueles que dirigem os 6 maiores bancos mundiais, os 6 maiores consórcios energéticos do planeta (o petróleo também), e os 6 maiores consórcios do agro-alimentar (fazendo parte o controle das principais estradas alimentares do mundo). Esses "6.6.6" são os mais altos responsáveis da finança internacional que vão definir, na sua reunião, uma "Estratégia em comum" com vista a controlar absolutamente o "Comércio Mundial"; a possessão da Arma Energética (porta aberta sobre o século 21); e sobre o controle do agro-alimentar (no qual compreendem também, para eles, os consórcios farmacêuticos, incluídos o mercado mundial das "Vitaminas" e das "Vacinas")

O "plano" se resume a três orientações capitais: "a Economia, a Política e o Social para os anos 70 e 80. Se eles conseguirem, irremediavelmente deverá culminar na tomada do "Poder Mundial, pela edificação de uma "Nova Ordem Mundial"; o mesmo que o Presidente americano George Bush fará tanta promoção no principio dos anos 90.

Protocolos de Toronto


Titulo do documento: “Panem et Circenses” ( pão e jogos circenses)

Todos os períodos históricos que levaram á decadência das civilizações, estiveram todas marcadas, sem excepção, pelo “Espírito de Erro dos Homens”.

Hoje, nós devemos fazer de maneira que este “Espírito” se traduza por uma “Sociedade Mundial do Lazer” sob todas as suas formas. Este “Lazer” deve-se compor de Sexo, Drogas, do Desporto, Viagens, Exotismo e Lazeres em geral, mas acessíveis a todas as camadas da Sociedade. O Homem tem de chegar a crer que é “Moderno”, e que a sua modernidade é composta da sua capacidade, e da possibilidade de poder gozar largamente, e agora, de tudo o que o rodeia.

Para conseguir este objectivo, é imperativo poder infiltrar os Médias (Rádio, Televisão, Jornais), os meios da “Moda” e da “Cultura” (os meios da Nova Música), pelos quais influenciaremos, com toda a certeza, todas as Sociedades Ocidentais. Tendo na mão os "Sentidos" da juventude, nós teremos por consequência a via livre para infiltrar e transformar em profundura, sem inquietação, a Política, o Sistema Legal e Educacional; o que nos permitirá de modificar em profundura os cursos, a orientação futura das Sociedades visada pelo nosso “Plano”.

As populações, nós o sabemos, não têm memória histórica. Eles repetem incansavelmente os erros do passado sem se renderem conta que esses mesmos erros haviam conduzido os seus pais, antes deles, ás mesmas desgraças que eles viverão bem pior antes do fim deste século. Vejam, por exemplo, o que os seus avós passaram no começo deste século graças ao trabalho tenaz dos nossos predecessores. Depois de conhecerem, sem limites, a libertação de tradições, a abolição da moral ( em outros termos, a errância do espírito), eles experimentarão a “Crise Económica”, depois a “Guerra”. Hoje os seus netos e filhos dirigem-se direito a um destino semelhante, ainda pior porque desta vez, nos permitirá enfim de pôr em pé nossa “Nova Ordem Mundial” sem que algum de entre eles esteja mesmo preparado para se render conta, estarão muito preocupados a satisfazerem exageradamente os seus apetites sensuais mais primários.

Uma “Norma” geral mais que importante, e que já deu as suas provas no começo do presente século na construção e implementação do “Sistema Comunista” pelos nossos estimados Altos Oficiais de nossas lojas, é a rentabilidade da “Excepção”. Em principio, nós o sabemos, a Excepção prova a Regra geral que lhe é contrária. Mas no nosso vocabulário, a Excepção é o que deve ser imposta a todos. Nós devemos arranjar maneira para fazer “Excepções” em diferentes esferas da Sociedade, como tendo de serem novas “Regras” gerais aplicáveis a todos, um primeiro objectivo de todas as futuras contestações sociais levadas a cabo pela Juventude das Nações.

Assim a Excepção será o detonador pelo qual toda a sociedade histórica se desmoronará sobre ela mesma tal uma agonia e confusão sem precedentes.

Os fundamentos da “Sociedade Ocidental”, na sua essência, provêm em linha directa, da herança Judaico-Cristã. É precisamente essa herança que fez da “Família”, o “Nó”, a “Pedra Angular” de todo o edifício social actual. Os nossos antecessores que financiaram todos os escritores revolucionários no fim do século 19 e principio do século 20, já tinham compreendido a importância de fraccionar, pois de fazer explodir esse “Núcleo vital” se quisessem, na Rússia, conseguir pôr de pé o novo “Sistema Comunista” de então. E é precisamente isso que com minúcia eles fizeram então produzir pelos filósofos e escritores não-conformistas da época : “Um Manifesto á glória do Estado-deus”; este tendo a primazia absoluta sobre o individuo, sobre a “Família”.

Para alcançar com segurança a construção de um Governo Mundial (uma Nova Ordem Mundial Comunitária), onde todos os indivíduos, sem excepção, serão submissos ao “Estado Mundial” da “Nova Ordem”, nós devemos, em primeiro lugar, fazer desaparecer a “Família” (o que fará, ao mesmo tempo, desaparecer os ensinamentos religiosos e ancestrais), em segundo lugar, nivelar todos os indivíduos fazendo desaparecer as “Classes Sociais”, em particular, as “Classes Médias”. Mas devemos proceder de maneira a que todas estas mudanças pareçam vindas da vontade popular; que tenham a aparência de “Democracia”.

Servindo-se de casos isolados, mas amplificando-os ao extremo com a ajuda de contestações estudantis, infiltradas por nós, de jornalistas favoráveis á nossa causa e políticos comprados, nós conseguiremos fazer erguer novos Organismos com todas as aparências de “Modernidade”, como um “Organismo de Protecção da Criança” protegido por uma “Declaração dos Direitos e Liberdades”.

Para o sucesso do nosso “Plano Mundial: (O Plano Vermelho)”, teremos de implantar em todas as Sociedades Ocidentais dos anos 70, os “Organismos para a Protecção da Criança” onde os funcionários ( jovens intelectuais sem experiência, frescamente saídos das Universidades onde é metido em evidência nossos princípios mundialistas) farão respeitar á letra, sem discernimento, a “Declaração dos Direitos da Criança”. Quem ousará se opor a isto sem ao mesmo tempo ser identificado com as barbaridades da Idade Média ?

Esta “Declaração” minuciosamente elaborada nas nossas “Lojas”, nos permitirá então de reduzir ao nada toda a autoridade parental, fazendo assim explodir a família em indivíduos ferozmente opostos uns aos outros para protecção de seus interesses pessoais. Isso vai encorajar as crianças a denunciar os pais muito autoritários, por que muito tradicionais, muito religiosos. Contribuirá também a submeter os pais a uma “Psicose Colectiva de Medo”; o que provocará logicamente, de uma maneira geral na sociedade, o relaxamento da autoridade parental. Assim nós conseguiremos, num primeiro tempo, a produzir uma sociedade semelhante á da Rússia nos anos 50, onde as crianças denunciavam ao Estado os seus pais, e isso sem que ninguém se aperceba.

Transferindo assim para o Estado o “Role Parental”, será mais fácil, para em seguida, de possuirmos, uma por uma, todas as responsabilidades que eram, até á data, da competência exclusiva dos parentes. É assim que nós poderemos fazer por todos como sendo um abuso contra a criança, o ensinamento religioso tradicional de origem Judaico-Cristão.

Ao mesmo tempo, mas num outro nível, nós faremos inscrever nas mais altas Leis das Nações, que todas as Religiões, Cultos e Práticas Religiosas de todo o tipo, incluindo a “Feitiçaria e Magia” devem ser todas respeitadas ao mesmo titulo, tanto umas como outras.

E será em seguida com uma facilidade desconcertante, transferir esse role do Estado em relação á criança para as mais altas instâncias internacionais, tais como as Nações Unidas.

Compreendamos bem isto : Nosso objectivo não é o de proteger as crianças ou seja lá quem for, mas sim de provocar a ruptura e queda das Nações que são um obstáculo de envergadura para pôr de pé a nossa “Nova Ordem Mundial”. É a razão pela qual os “Organismos de Protecção da Criança”, devem ser investidos de uma autoridade legal absoluta.

Eles devem estar em medida, como bem desejarem, mas sempre sob o pretexto da protecção da criança, de poder retirar estes últimos de seus meios familiares originais, e pô-los em meios familiares estrangeiros ou em Centros governamentais já submetidos a nossos princípios mundialistas e anti-religiosos. Em consequência, assim ser+a finalizada a ruptura definitiva da “Célula Familiar Ocidental”. Pois que, sem a protecção e vigilância dos parentes originais, essas crianças serão definitivamente traumatizadas no seu desenvolvimento psicológico e moral, e representam, por via de consequência natural, presas facilmente adaptáveis á nossa visão mundialista.

Para o sucesso de uma tal empresa, é primordial que os funcionários desses “Organismos” ao serviço do Estado, sejam jovens, sem experiência, embebidos de teorias que nós sabemos serem vazias e sem eficácia, mas que sobretudo, sejam obcecados pelo espírito missionário de grandes protectores da criança ameaçada. Porque para eles, todos os parentes devem representar potenciais criminosos, de potenciais perigos para o bem-estar da criança aqui considerado como sendo um “deus”.

Um “Organismo de Protecção da Criança” e uma “Declaração dos Direitos da Criança” não têm razão de existir sem crianças ameaçadas. Demais, as excepções e exemplos históricos utilizados para a pôr em obra, acabariam, cedo ou tarde, por desaparecer se não fossem constantemente alimentados por novos casos numa base contínua. Nesse sentido, nós devemos infiltrar o “Sistema de Educação” das Nações, para fazer desaparecer, sob cobertura de “Modernidade” e “Evolução”, o ensinamento da Religião, da História, o Bem-Estar (ndt: sentido de estar ou ter um comportamento moral correcto nas relações sociais) tudo em dissipando, ao mesmo tempo, sobre uma avalanche de novas experimentações nos meios da Educação, o da língua e das matemáticas. Desta maneira, em tirando ás jovens gerações, toda a base e fronteira moral, todo o conhecimento do passado (portanto toda o orgulho nacional), o respeito pelo outro, todo o poder pelo conhecimento da linguagem e ciências (portanto sobre a realidade), nós contribuiremos a fabricar uma juventude largamente disposta a todas as formas de delinquência. Nesse novo universo tomado pelo medo dos parentes, e seu abandono de toda responsabilidade face aos seus filhos, nós teremos a via livre para formar, á nossa maneira e segundo nossos principais objectivos, uma juventude arrogante, o desprezo e a humilhação do próximo, serão consideradas como sendo as novas bases da “Afirmação do Eu” e da “Liberdade”.

Mas nós sabemos, pela experiência do passado, que uma juventude semelhante já estará condenada á sua auto-destruição, pois que esta é extremamente “Individualista”, portanto “Anarquista” por definição. Nesse sentido, ela não poderá representar uma base sólida para a continuidade de qualquer que seja a sociedade, e muito menos um valor seguro para se responsabilizar pelos seus velhotes.

Logo imediatamente, é também imperativo de fazer criar uma “Declaração dos Direitos e Liberdades Individuais”, e “Organismos de Protecção ao Cidadão” criando a ilusão nas populações, que essas inovações fazem parte integrante da “Modernidade” das “Novas Sociedades” do século 20. Da mesma forma, e ao mesmo tempo, mas num outro nível, fazer votar novas Leis para o “Respeito e Liberdades Individuais”. Como no caso da “Família”, mas sobre o ângulo da “Sociedade”, essas Leis, entrarão em conflito com os "Direitos da Colectividade”, empurrando assim as sociedades visadas, direitas á auto-destruição. Por que aqui a inversão é total: “Não é a sociedade (direito maioritário) que deve ser protegido contra os indivíduos podendo ameaçá-la, mas sim (o Direito do Individuo) que deve ser protegido contra as possíveis ameaças da maioria”. Este é o objectivo que esperamos.

Para finalizar a ruptura da família, do sistema de educação, portanto da Sociedade no seu geral, é primordial encorajar a “Liberdade Sexual” a todas as esferas da Sociedade Ocidental. Tem de se reduzir o individuo, portanto as populações, á obsessão de satisfazer os seus instinctos primários por todos os meios possíveis. Nós sabemos que esta etapa representa o ponto culminante pelo qual toda a Sociedade acabará por desmoronar-se sobre ela mesma. Não foi assim com o Império Romano no seu apogeu, e de todas as civilizações semelhantes através da história ?

Através de homens de Ciência e laboratórios financiados pelas nossas Lojas, nós acabamos por conseguir pôr de pé um procedimento químico que revolucionará todas as Sociedades Ocidentais, e acabará por fazer esquecer para sempre, os princípios morais e religiosos Judaico-Cristãos. Esse procedimento, sob forma de pílula, abrirá as portas a todas as vias da “Liberdade Sexual” sem consequências, e incentivará as “Mulheres” das Nações a quebrar aquilo que até então era percebido como um jugo do passado ( a escravatura das mulheres submissas ao homem e á família tradicional Judaico-Cristã).

Outro tempo “Centro e núcleo da célula familiar”, a mulher moderna, agora enquanto individuo independente, desejará quebrar com o seu role tradicional, se separar da família, e levar a sua vida segundo as suas próprias aspirações pessoais. Nós sabemos, nada de mais natural, mas onde vamos intervir fortemente, será na infiltração de todos os novos “Movimentos de Contestação Femininos” incentivando a sua lógica até aos extremos limites da consequência. E esses limites já estão escritos na ruptura definitiva da família tradicional e da Sociedade Judaico-Cristã.

Essa “Liberdade Sexual” será o último meio pelo qual será nos será possível de fazer desaparecer a “Consciência Popular” toda a referencia ao “Bem e Mal”. O desmoronamento desta barreira religiosa e moral nos permitirá de finalizar o processo da falsa “Libertação do Homem do seu Passado”, mas que na realidade, é uma forma de escravatura que será proveitosa para os nossos “Planos Mundialistas”.

Esta porta aberta para o encorajamento á “Liberdade Sexual”, ao “Divórcio”, ao “Aborto” segundo a vontade, ao reconhecimento legal de diversas formas de homossexualidade, ajudar-nos á a modificar em profundidade as bases históricas do “Direito Legal” das Sociedades. Ela será um grande trunfo para incentivar o conjunto dos indivíduos a um relaxamento geral dos hábitos; para dividir os indivíduos uns em relação aos outros, segundo seus instinctos e interesses próprios; para destruir o futuro da juventude incentivando-a a experiências nefastas da sexualidade precoce e do abortamento; e para fracturar moralmente as gerações futuras incentivando-as ao alcoolismo, ás diversas drogas ( que nossos Oficiais superiores tomarão o controle a nível mundial), e ao suicídio ( este considerado por uma juventude desgostosa e abandonada a ela mesma, como sendo um fim honorável).

Desencantemos a juventude das Nações em lhes mostrando os seus parentes como irresponsáveis, irreligiosos, imorais; procurando em definitivo, o prazer, a evasão e a satisfação sem limites de seus instinctos ao preço da mentira, da hipocrisia e traição. Façamos do divórcio e do aborto um novo costume social aceite por todos. Incentivemos-a á criminalidade sob todas as suas formas, e a se refugiarem em grupos distinctos, fora da vigilância do meio familiar que ela perceberá, inevitavelmente, como sendo uma ameaça para a sua própria sobrevivência.

A teia social será assim modificada para sempre, então nos será propicio agir assim que possível na Política e Economia das Nações para as submeter á nossa mercê; para aceitar de força, nossos Planos de uma Nova Ordem Mundial. Porque, tem de se admitir, as Nações, espoliadas que elas serão de poder contar com uma juventude forte, numa Sociedade onde os indivíduos, reagrupados em torno de um ideal comum, reforçados por limites morais sólidos, que poderiam fornecer a sua ajuda histórica, não poderão que abdicar a favor da nossa vontade mundial. Assim nós poderemos então inaugurar o que tanto foi anunciado pelas nossas criações passadas: “O sistema comunista que profetizava uma revolução mundial posta em marcha por todos os rejeitados da terra”, e o “Nazismo pelo qual nós havíamos anunciado uma Nova Ordem Mundial por 1000 anos”. Este é o nosso último objectivo; o trabalho recompensado de todos os valorosos mortos no labor para sua concretização desde á séculos. Digamos alto e forte: “Todos os Irmãos das Lojas do passado, mortos no anonimato para a realização deste ideal que é agora possível de tocar com a ponta dos dedos".

É bem conhecido por todos que o Homem, uma vez depois de ter assegurado seus instinctos primários ( comida, vestuário e abrigo), é menos inclinado á vigilância. Permitamos então de adormecer a sua consciência tudo em orientando á nossa maneira seu espírito em lhe criando, com pura manipulação, condições económicas favoráveis. Portanto, durante este período dos anos 70 onde nossos Agentes se infiltrarão em todos os lados das esferas da Sociedade para fazer aceitar estas novas normas na Educação, o Direito Legal, o Social e a Política, nós estaremos atentos a disseminar á volta dele um clima económico de confiança. Do Trabalho para todos; abertura de Crédito para todos; do Lazer para todos, serão os nossos estandartes para a criação ilusória de uma nova classe social: “a Classe Média”. Uma vez nossos objectivos atentos, esta “Classe” do meio, situada entre os pobres seculares, e nós os ricos, nós a faremos desaparecer em cortando definitivamente todos os meios de sobrevivência.

Nesse sentido, nós faremos dos Estados-Nação, os novos “Parentes” dos indivíduos. Através desse clima de confiança onde nossos “Agentes Internacionais” terão feito o necessário para descartar todo o espectro de uma guerra mundial, nós encorajaremos a “Centralização” excessiva para o Estado. Desta maneira, os indivíduos poderão adquirir a impressão de uma liberdade total a explorar enquanto o fardo legendário das responsabilidades pessoais será transferido para o Estado em multiplicando sem nenhum limite o número de funcionários-intelectuais.

Assegurados por anos de avanço de uma segurança material, estes serão por consequência, perfeitos executantes do “Poder Governamental”; por outras palavras, de nosso “Poder”.

Criar assim uma massa impressionante de funcionários que, sozinha, formará un Governo dentro do governo, seja qual for o partido político que estará no poder. Esta máquina anónima poderá um dia nos servir de alavanca, quando o momento será propicio, para acelerar o desmoronamento económico dos Estados-Nação; porque estes não poderão indefinidamente suportar uma tal massa salarial sem poderem se endividar para além dos seus meios. Por outro lado, esta mesma máquina que dará uma imagem fria e insensível do aparelho governamental; esta máquina complexa e óh quanto inútil nas suas muitas funções, nos servirá de pára-vento e de proteção contra as populações. Porque quem se aventurará através das dificuldades de um tal labirinto com vista a fazer valer os seus lamentos pessoais ?

Sempre durante este período de vertigem geral, nós aproveitaremos então para comprar ou eliminar, segundo as necessidades do momento, todos os dirigentes de empresas, os responsáveis de grandes Organismos do Estado, os Centros de Estudos Científicos cuja acção e eficácia poderiam dar muito poder aos Estados-Nação. Sobretudo que o Estado não possa vir a ser uma força independente que riscaria de nos escapar, e de meter em perigo nossos “Planos” ancestrais.

Nós vigiaremos também a ter a mão absoluta sobre todas as estruturas supranacionais das Nações. Esses Organismos internacionais devem ser postos sob nossa jurisdição absoluta.

No mesmo sentido, e para garantir a rentabilidade de nossa influência perto das populações, devemos controlar todos os Médias de Informação. Nossos Bancos tratarão de financiar só aqueles que nos são favoráveis e ao mesmo tempo supervisionar o fecho dos mais teimosos. Isto deverá em principio passar quase despercebido das populações, ocupadas que elas estarão com a necessidade de fazer mais e mais dinheiro, e de se divertirem.

Devemos nos ocupar a finalizar, desde já, a fase de dês-regionalização das zonas rurais começada no principio da “Crise Económica” de 1929. Sobrepovoar nossas cidades era o nosso estandarte da “Revolução Industrial”.

Os proprietários rurais, pela sua independência económica, sua capacidade a produzir a base alimentar dos Estados, é uma ameaça para nós, e nosso Planos futuros. Acumulados nas cidades, eles serão mais dependentes de nossas industrias para sobreviver. Nós não podemos permitir a existência de grupos independentes do nosso “Poder”. Portanto eliminemos os proprietários de terra fazendo deles nossos escravos obedientes da nossa Indústria sob nosso controle. Quanto aos outros, permitamos que se organizem em Cooperativas Agrícolas que nossos Agentes infiltrarão para melhor os orientar segundo as nossas prioridades futuras.

Através do Estado, comprometer-nos a bem por em evidência o “Respeito” obrigatório da diversidade de “Culturas”, de “Povos”, de “Religiões”, das “Etnias” que são tantos outros meios, para nós, fazermos passar a “Liberdade Individual” em vez da “Unidade Nacional”; o que nos permitirá de melhor dividir as populações dos Estados-Nação, e assim a enfraquece-los na sua autoridade, e na sua capacidade de manobra. Executado aos mais limites extremos mas num plano internacional, esse conceito, no futuro, incentivará as etnias de diferentes Nações a se reagruparem para reivindicar, individualmente, a sua parte de “Poder”; o que acabará por arruinar as Nações, e as fará fragmentar em guerras intermináveis.

Logo que os Estados-Nação serão enfraquecidos devido a tantas lutas internas, todas derivadas do reconhecimento dos “Direitos das Minorias” e sua independência; que os nacionalismos divididos em diferentes facções culturais e religiosas se oporão cegamente em lutas sem fim; que a juventude terá perdido totalmente o contacto com as suas raízes; então poderemos nos servir das Nações-Unidas para começar a impor nossa Nova Ordem Mundial.

Desde logo, quando se chegar a esse estado, os “Ideais Humanitários, Sociais e Históricos” dos Estados-Nação terão desde há muito tempo explodido sobre a pressão das divisões interiores.

Fim do Documento dos 6.6.6. Datado do fim de Junho de 1967.

Tradução : Gang2 Ervilha

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Mikhaïl L. Khazine: o PIB vai cair em todo o mundo

Entrevista do 28 Janeiro de 2015 ao jornal Svobodnaia Pressa.

Khazine : Aqueles que não vêem a catástrofe a vir, não a podem impedir.

Os economistas prometem ás grandes potências choques mais terríveis do que o de 1929. Mas o essencial é : o que devemos esperar,nós ? Pois as trafulhices de Washington afectam a cada um de nós.

Durante o período que Obama dirigiu os EUA, a divida do pais subiu para 70%, para atingir a extraordinária quantidade de 18 triliões de dollars. O problema fundamental está nas colossais despesas em benefício de todas as guerras travadas pelos Estados Unidos na nossa parte do mundo. A parte leão da dívida nas contas do Estado americano situa-se nos programas sociais. O país gasta o seu dinheiro para “alimentar” a população afim de evitar qualquer terramoto social. Nos Estados-Unidos, há um terrível abismo entre as receitas e despesas das famílias. As pessoas gastam mais do que ganham. Vivem a crédito. E até agora tem existido um mecanismo permitindo às pessoas realizar despesas para além das sua possibilidades. Isso não punha qualquer problema. Em si mesmo, a divida não joga um role essencial. O que é essencial, é assegurar o serviço. O país que imprime a moeda de reserva mundial não tem problema em matéria de serviço da dívida. O seu problema é diferente. Isto é, dar às pessoas a oportunidade de trabalhar para ganhar o que eles vão dispensar. Mas se, em permanência, as pessoas gastam mais do que ganham, então o sistema económico entra em colapso. Com efeito, em 2008 começou a desmoronar o sistema que fornecia aos cidadãos uma renda adicional, e em 2014, esse sistema deixou de funcionar completamente.


Em termos simples, isso significa que o Estado imprime dinheiro e distribui-o aos cidadãos através do sistema bancário, sob a forma de créditos, ou ajudas monetárias diversas tendo as pessoas uma oportunidade de obter algum dinheiro extra para gastar. E é no contexto de um excesso de demanda que tem sobrevivido a economia americana. Hoje, esta opção desapareceu. A única via é a diminuição das despesas. Os cidadãos dos Estados Unidos devem reduzir as suas despesas. Eles devem trabalhar muito mais e gastar menos. Se os cidadãos reduzem suas despesas, isso significa que eles deixam de pagar, de transferir o dinheiro em troca de bens e serviços dentro dos Estados Unidos. Isso implica uma queda do PIB dos Estados-Unidos... A questão fundamental é saber onde se situa o ponto de equilíbrio entre as receitas e despesas das famílias, é tudo. Segundo as nossas estimativas, o equilíbrio se situa sob o actual volume de gastos, avaliado em 7,5 triliões de dollars. Isso equivale a uma queda do PIB dos Estados Unidos, a um pouco mais de 50%.

No resto do mundo, vai haver uma queda semelhante, provavelmente de reduzida extensão. A estimativa de queda do PIB é de 55-60% para os Estados Unidos, cerca de 50% na Europa e cerca de 35% no resto do mundo.

Estamos às portas de um período muito interessante. É claro, os Estados recusam absolutamente falar e discutir sobre este assunto tabou. Tudo é feito como se aqueles que não vêm o desastre a chegar devessem ser poupados. No entanto, informalmente, se fala muito mais. Nós viveremos grandes dificuldades. E é impossível prever os eventos específicos, mas o cenário já é visível.



Fonte                                                  Tradução: Gang da Ervilha

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Projecto "Aurora Vermelha" da Nova Ordem Mundial.

Serge Monast, investigador, jornalista, descobriu estes planos numa seita denominada "666". No ano de 1991, ele divulga estes planos ao grande publico datados de 1985. Apesar dos quase 30 anos já passados, note-se quão actual é este documento.

Documento: “Aurora Vermelha”.

Autor: Serge Monast

Titulo do Documento dos 666: Aurora Vermelha.

Objectivo do projecto Mundialista: Estabelecimento do Ocultismo Mundial.

Meios de Financiamento do Projecto: Controle do FMI, do GATT (ndt: hoje OMC), da Comissão de Bruxelas, da NATO, da ONU e outros Organismos Internacionais.

Os últimos dezoito anos foram muito rentáveis para o avanço dos nossos projectos globais. Posso dizer-vos irmãos, que estamos quase alcançando o objectivo.

A queda dos Estados-Nação, não é mais que uma questão de tempo, muito curto, posso-vos eu declarar em toda a confiança.

Graças aos nossos Agentes de infiltração e nossos colossais meios financeiros, progressos sem precedentes foram feitos em todos os domínios da Ciência e da Tecnologia, onde controlamos financeiramente as maiores Empresas.

Desde as reuniões secretas com Sr. Rothschild nos anos 56, e que tiveram como objectivo o desenvolvimento e implementação mundial dos “Computadores”, agora é possível prever o estabelecimento de uma espécie de "Auto-Estrada Internacional", onde todas essas máquinas estarão interligadas entre elas.

Pois como vocês já sabem, o controlo directo e individual das populações do Mundo, seria praticamente impossível sem o uso dos Computadores, e sua conectividade conjunta numa vasta “Rede Mundial”.

Além disso estas máquinas têm a vantagem de substituir milhões de indivíduos. E mais, não têm consciência nem moral, coisa indispensável para o sucesso do nosso projecto.

Acima de tudo, estas máquinas fazem, sem discutir, tudo o que lhes é dito. Elas são as escravas perfeitas que outrora os nossos predecessores tanto sonharam ter, nem podiam imaginar que um dia seriamos capazes de realizar tal proeza.

Estas máquinas sem pátria, sem cor, sem religião, sem filiação política, são a ultima realização e ferramenta de nossa Nova Ordem Mundial. Elas são a "Pedra Angular"!

A organização destas máquinas numa vasta “Rede Mundial” que nós controlamos as influências, nos servirá para imobilizar a população. Mas como ?
Como vocês sabem, a estrutura de base da nossa Nova Ordem Mundial é composta, na sua essência, de múltiplas “Redes”, cobrindo todas as esferas da actividade humana sobre toda a a largura da Terra.

Até este dia, todas essas “Redes” estavam ligadas entre si através de uma base ideológica em comum: o homem como sendo o "Centro" e a "Ultima Realização" do Universo.

Assim, graças a todas essas "Redes" unidas pelo vínculo da "Nova Religião do Homem para o Homem", conseguimos-nos infiltrar em todos os sectores humanos em todos os países Ocidentais e alterar a base "Judaico-Cristã".

O resultado é que hoje, este Homem, que ele faça parte da Política, da Economia, do Social, da Educação, da Ciência ou da Religião, desde a nossa última Reunião no final de Junho de 67, abandonou toda a sua herança passada para a substituir pelo nosso ideal de uma Religião Mundial baseada unicamente sobre o Homem.

A partir de agora, desligado das sua raízes históricas, este Homem nada mais atende, em definitivo, que lhe seja proposta uma nova ideologia. Esta, bem entendido, é a nossa: a “Comunidade Global”, onde ele será o “Centro”.

E é precisamente o que nós vamos dar-lhe, incentivando-o a fazer parte, de “Corpo e Alma” a esta “Rede Electrónica Mundial”, onde as fronteiras dos Estados-Nação serão para sempre abolidas, aniquiladas até ás sua raízes mais profundas.

Enquanto este homem perdido será absorvido pelo entusiasmo cego de fazer parte da sua nova “Comunidade Global”, fazendo parte desta vasta “Rede de Computadores”, por nossa conta, nós iremos, através dos nossos meios superiores (ndt: ou “influências poderosas”, ou “controlo total”) que lhe serão vedados, a ficha-lo, a identificá-lo, a contabilizá-lo, e a rentabilizá-lo segundo os nossos objectivos.

Pois dentro desta “Nova Sociedade Global”, nenhum individuo tendo um potencial de rentabilidade para nós, não poderá nos escapar.

O desenvolvimento constante da “Tecnologia Electrónica”, deverá nos assegurar por todos os meios para fichar, identificar, e controlar todos os indivíduos da população Ocidental.

Quanto àqueles que não representem nenhuma “Rentabilidade Explorável” para nós, faremos de maneira que se exterminem entre eles mesmos por meio de guerras interiores (ndt: ou seja “conflitos locais” no seio de um mesmo território, guerras civis) que antes nós planeamos iniciar aqui e ali servindo os nossos interesses, e da “Queda da Economia” dos Estados-Nação, e das “Oposições e Reivindicações” de diversos grupos que compõem esses mesmos Estados.

Veja-se agora, o plano detalhado segundo o qual nós procederemos até 1998 para preparar o caminho ao nascimento do nosso “Governo Mundial”.

1.- Multiplicar a “Sociedade do Entretenimento” que até á data nos foi assim rentável. Servindo-nos da invenção do “Vídeo” que nós financiamos, e dos jogos que lhe são ligados, acabemos de corromper a moral da juventude. Ofereça-se-lhes a possibilidade de satisfazer todos os seus instintos. Um ser possuído pelos seus instintos, é escravo deles, nós o sabemos, não tem um ideal nem força interior para defender o que quer que seja. Ele é um “Individualista” por natureza, e representa um candidato perfeito que nós poderemos remodelar com facilidade segundo os nossos desejos e prioridades. Aliás, lembrem-se da facilidade com que os nossos predecessores conseguiram orientar toda a juventude alemã no inicio do século em nos servindo do desapontamento desta ultima!

2.- Encorajar os “Movimentos de Contestação Estudantil” para todas as causas ligadas à “Ecologia”. A protecção obrigatória desta ultima, será um grande trunfo no dia em que obrigaremos os Estados-Nação a trocar a “Divida Interior” contra a perda de 33% de todos os seus territórios em estado selvagem.

3.- Satisfaça-se o vazio interior desta juventude iniciando-a, desde tenra idade, ao universo dos Computadores. Utilizemos, para isso, o sistema de educação. Um escravo ao serviço de outro escravo que nós controlamos.

4.- Num outro nível, estabeleçamos o “Livre-Comércio Internacional” como uma prioridade absoluta para a sobrevivência económica dos Estados-Nação. Esta nova concepção económica ajudar-nos-á a acelerar o declínio dos “Nacionalistas” de todas as Nações; a isolá-los em diversas facções, e no momento certo, opor-se-lhes ferozmente uns contra os outros em querelas internas que acabarão por arruinar essas Nações.

5.- Para nos assegurarmos a todo o preço do sucesso de uma tal empresa, façamos de maneira a que os nossos Agentes já infiltrados nos Ministérios dos Negócios Inter-Governamentais e da Imigração dos Estados-Nação façam uma aprofundada modificação das Leis desses Ministérios. Essas modificações terão essencialmente como objectivo de abrir as portas dos países ocidentais a uma imigração cada vez mais enorme dentro das suas fronteiras (imigração essa que nós mesmos provocaremos fazendo maneira que novos conflitos locais vejam o dia). Graças ás campanhas dos Média bem orquestradas na opinião publica dos Estados-Nação visados, nós provocaremos dentro desses Estados, um afluxo importante de refugiados que terá como efeito, a desestabilização da sua economia interior, e aumentar as tensões raciais no interior do território. Nós faremos de maneira que grupos de extremistas estrangeiros façam parte desses fluxos de imigração; o que facilitará a desestabilização política, económica e social das Nações visadas.

6.- Esse “Livre-Comércio” que, na realidade, não o é, porque já está controlado por nós no topo da hierarquia económica, armadilhemos-o em “Três Comissões”: a da Ásia, América e Europa. Assim nós teremos a discórdia no interior desses Estados-Nação pela subida do desemprego graças ás reestruturações das nossas Multinacionais.

7.- Transfiramos lentamente, mas com segurança, nossas multinacionais para países submetidos à ideia de “Economia de Mercado”, como os países da Europa de Leste, na Rússia e China por exemplo. Nós não nos importamos muito, por enquanto, se essa população representa ou não um vasto mercado de novos consumidores. O que nos interessa, é ter acesso, em primeiro lugar, a uma “Mão-de-Obra Escrava” (barata e não sindicalizada) oferecida por esses países e também os do Terceiro-Mundo. A propósito, esses governos não foram postos lá por nós ? Não recorrem eles à ajuda estrangeira, e aos empréstimos do nosso “Fundo Monetário Internacional” e nosso “Banco Mundial” ? Essas transferências oferecem varias vantagens para nós. Contribuem a conservar essas novas populações na ilusão de uma “Liberalização Económica”, de uma “Liberdade Política”, que na realidade, nós os dominaremos pela ganancia do ganho e uma divida que jamais poderão pagar. Quanto ás populações ocidentais, elas serão entretidas no sonho do “Bem-Estar Económico” pois os produtos importados desses países não terão nenhuma subida de preços. Mas por um lado, sem que eles se apercebam ao principio, cada vez mais as industrias serão obrigadas a fechar as suas portas por causa das transferências (ndt: ou “deslocalizações”) que nós efectuamos para fora desses países.

8.- Assim nós meteremos em pé uma “Economia Global” à escala mundial que escapará totalmente ao controle dos Estados-Nação. Esta nova economia terá a primazia sobre tudo; nenhuma pressão política ou sindical poderá ter influencia sobre ela. Ela ditará as suas próprias “Políticas Mundiais”, e obrigará a uma reorganização política, segundo as nossas prioridades à escala mundial.

9.- Com esta “Economia Independente” não tendo Leis que nossas Leis, nós estabeleceremos uma “Cultura de Massa Mundial”. Pelo controlo internacional da Televisão, dos Médias, e fundaremos uma “Nova Cultura”, nivelada, uniforme para todos, sem que alguma “Criação” futura nos escape. Os artistas futuros serão à nossa imagem, caso contrário não sobreviverão. Acabemos com o tempo onde as “Criações Culturais Independentes” metiam a todo o momento em perigo nossos projectos mundiais como foi o caso muitas vezes no passado.

10.- Através desta economia, será aberta a possibilidade de nos servirmos das forças militares dos Estados-Nação (como os Estados-Unidos) em objectivos humanitários. Em realidade, essas “Forças” nos servirão para submeter os países teimosos à nossa vontade. Assim os países do Terceiro-Mundo e outros semelhantes, não estarão em medida de escapar à nossa vontade para nos servir com sua população em forma de mão-de-obra-escrava.

11.- Para controlar o mercado mundial, nós devemos desviar a produtividade daquele que é o seu primeiro objectivo (libertar o homem da dureza do trabalho). Nós a orientaremos em função de a retornar contra o homem em o escravizando ao nosso sistema económico onde ele não mais terá escolha a não ser a de se tornar nosso escravo, e mesmo um futuro criminoso.

12.- Todas essas deslocalizações para o estrangeiro de nossas Multinacionais, e a reorganização mundial da economia terão como objectivo, entre outros, de fazer disparar o desemprego nos países ocidentais. Esta situação será ainda mais fácil de realizar porque ao principio, nós privilegiaremos a importação massiva de produtos de base no interior dos Estados-Nação, e com o mesmo golpe, sobrecarregaremos esses Estados-Nação com emprego excessivo de sua população na produção de serviços que não poderão ser pagos. Essas condições extremas multiplicarão por milhões a fatia dos dependentes de assistência social de todo o tipo, de analfabetos, dos sem-abrigo.

13.- Pela perda de milhões de empregos no sector primário; e mesmo as evasões fiscais de capitais estrangeiros para fora dos Estados-Nação, assim nos será possível pôr em perigo de morte a harmonia social com o espectro de uma possível guerra civil.

14.- Essas manipulações internacionais dos governos e populações dos Estados-Nação fornecer-nos-ao o pretexto para utilizar o nosso FMI para obrigar os governos ocidentais a pôr em prática um pacote de “Austeridade Económica” sob coberto da redução ilusória de sua “Divida Nacional” ; da conservação de sua hipotética “Quota de Crédito Internacional” (ndt: ou em linguagem actual: “Rating”); da preservação da impossível “Paz Social”.

15.- Com essas “Urgentes Medidas de Austeridade”, nós destruiremos o financiamento dos Estados-Nação para os seus “Grandes-Projectos” que representam uma ameaça directa ao nosso controlo da economia mundial.

16.- Assim todas essas medidas de austeridade nos permitirão de demolir as vontades nacionais de estruturas modernas nos domínios da Energia, da Agricultura, do Transporte e das Novas Tecnologias.

17.- Essas mesmas medidas nos oferecerão a ocasião tanto sonhada de instaurar nossa “Ideologia da Competição Económica”. Esta se traduzirá, no interior dos Estados-Nação, com a redução voluntária dos salários, os despedimentos voluntários com uma compensação por serviços prestados; o que nos abrirá as portas à instauração em todo o lado da nossa “Tecnologia de Controle”. Sob esta perspectiva, todos esses despedimentos serão repostos por “Computadores” ao nosso serviço. (ndt: talvez aqui a menção adequada e mais actualizada para o nosso tempo,seja a de que “máquinas computorizadas” ocupem os lugares vagos)

18.- Estas transformações sociais nos ajudarão a mudar com intensidade a mão-de-obra "Policial e Militar" dos Estados-nação. Sob o pretexto das necessidades do momento, e sem levantar suspeitas, nós nos livraremos de uma vez por todas de todos esses indivíduos que tenham uma "Consciência Judaico-Cristã". Esta “Reestruturação dos Corpos de Polícia e Militar” permitirá que nos desembaracemos sem contestação, dos antigos funcionários, bem como todos os elementos que não andem segundo os nossos princípios mundialistas. Estes serão substituídos por jovens recrutas sem "Consciência nem Moral" e já bem treinados, e favoráveis ao uso imprudente da nossa "Tecnologia de Redes Electrónicas".

19.- Ao mesmo tempo, e sempre sob o pretexto de “Cortes de Orçamento”, cuidaremos da transferência das bases militares dos Estados-Nação para a Organização das Nações Unidas.

20.- Sob esta perspectiva, trabalharemos para reorganizar o “Mandato Internacional das Nações-Unidas”. De “Força de Paz” sem poder de decisão, vamos fazer com que se torne uma "Força de Intervenção" onde serão misturadas, num todo homogéneo, as forças militares dos Estados-Nação. Isto vai nos permitir efectuar, sem combate, a desmilitarização de todos esses Estados de maneira a que nenhum de entre eles, no futuro, sejam suficientemente poderosos (independentes) para pôr em questão o nosso “Poder Mundial”.

21.- Para acelerar esse processo de transferência, implicaremos a força actual das Nações-Unidas em conflitos impossíveis a solucionar. Desta maneira, e com a ajuda dos Médias que nós controlamos, mostraremos ás populações a impotência e inutilidade desta “Força” em sua forma actual. Com a frustração a ajudar, e forçado ao cúmulo no momento oportuno, irao impulsionar as populações dos Estados-Nação a implorar os organismos internacionais para formar uma tal "Força Multi-Nacional" o mais cedo possível para proteger a todo custo a “Paz”.

22.- A aparição próxima desta vontade mundial de ter uma “Força Militar Multi-Nacional” irá de par com a instauração, dentro dos Estados-Nação, de uma “Força de Intervenção Multi-Jurisdicional”. Esta combinação de “Efectivos da Policia e Militares”, criada sob o pretexto de aumentação da instabilidade política e social crescente dentro dos Estados que desmoronam devido ao fardo dos problemas económicos, permitir-nos-à controlar bem melhor as populações ocidentais. Aqui, a utilização sem moderação (ndt: ou “sem as pessoas se aperceberem”) dos processos de identificação e fichagem electrónica dos indivíduos nos fornecerá uma vigilância completa de todas as populações visadas.

23.- Esta reorganização policial e militar interior e exterior dos Estados-Nação permitirá de fazer convergir num todo a obrigação de pôr em pé um “Centro Mundial Judiciário”. Esse “Centro” permitirá aos diferentes “Corpos de Policia dos Estados-Nação” ter rapidamente acesso aos “Bancos de Dados” sobre todos os indivíduos potencialmente perigosos para nós em todo o planeta. A imagem de uma melhor eficácia judicial, e os laços cada vez mais estreitos criados e mantidos com o “Militar”, ajudar-nos-ao a pôr em valor a necessidade de um “Tribunal Internacional” de par com um “Sistema Judiciário Mundial”; um para os assuntos civis e crimes individuais, e outro para as Nações.

24.- Durante a crescente aceitação por todos de estas novas necessidades, será imperativo para nós, concluirmos o mais rápido possível o controlo mundial de armas de fogo dentro dos territórios dos Estados-Nação. Para fazer isso, nós vamos acelerar o "PLANO ALPHA" implementado durante a década de 60 por alguns dos nossos predecessores. Esse “PLANO” na sua origem tinha dois objectivos que são os mesmos hoje: pela intervenção de “Atiradores malucos”, criar um clima de insegurança nas populações para proporcionar um controlo mais serrado das armas de fogo. Dirigir os actos de violência de maneira a responsabilizar os extremistas religiosos, ou pessoas afiliadas a congregações religiosas de tendência “Tradicional”, ou ainda, a pessoas que pretendam ter comunicações privilegiadas com Deus. Hoje, com o intuito de acelerar esse “Controlo de Armas de Fogo”, poderemos utilizar a “Decadência das Condições Económicas” dos Estados-Nação que impulsiona com ela, a desestabilização completa do Social; portanto aumentação da violência. Eu não preciso de vos lembrar, nem de vos demonstrar, Irmãos, os fundamentos do “Controlo” de armas de fogo. Sem isso, seria quase impossível pôr de joelhos as populações dos Estados visados. Lembrem-se com que sucesso os nossos predecessores conseguiram controlar a Alemanha de 1930 com novas “Leis” postas em aplicação nessa época; Leis entretanto sobre as quais são fundadas as Leis actuais dos Estados-Nação para esse mesmo controlo.

25.- As ultimas “Etapas” se relacionam à “FASE OMEGA” experimentada a partir de experiências efectuadas no inicio dos anos 70. Elas contêm a implementação, à escala mundial, das “Armas Electro-Magnéticas”.

As “Mudanças de Clima” arrastam consigo a destruição de colheitas; a falência nessas condições, das terras agrícolas; a desnaturalização, por meios artificiais, dos produtos alimentares de consumação corrente; o envenenamento da natureza por uma exploração agrícola exagerada e inconsciente, e a utilização massiva de produtos químicos na agricultura; tudo isso, Irmãos, levará à ruína das industrias alimentares dos Estados-Nação. O futuro do “Controlo das Populações” desses Estados passa obrigatoriamente pelo controlo absoluto, por nós, da produção alimentar à escala mundial, e pela tomada de controlo das principais “Estradas Alimentares” do planeta. Para isso, é necessário utilizar o Electro-Magnetico, entre outros, para desestabilizar os climas dos Estados mais produtivos no plano agrícola. Quanto ao envenenamento da natureza, ela será ainda mais eficaz graças ao aumento das populações que o impulsionarão (ndt: o envenenamento) sem restrições.

26.- A utilização do Electro-Magnético para provocar “Tremores de Terra” nas regiões industriais mais importantes dos Estados-Nação contribuirá para acelerar a “Queda Económica” dos Estados mais ameaçadores para nós; e assim a amplificar a obrigação de por em obra a Nova Ordem Mundial.

27.- Quem suspeitará de nós ? Quem poderá suspeitar dos meios utilizados ? Aqueles que ousarem se erguer contra nós em difundindo a informação relativa à existência e conteúdo de nossa “Conspiração”, será suspeito aos olhos das autoridades de sua Nação e população.

Graças à desinformação, à mentira, à hipocrisia e ao individualismo que nós criamos no seio dos povos dos Estados-Nação, o Homem fez-se Inimigo para o Homem.

Assim esses “Indivíduos Independentes” que são muito perigosos para nós por causa de sua “Liberdade”, serão considerados pelos seus semelhantes como inimigos e não de libertadores.

A escravatura de crianças, o roubo das riquezas do Terceiro-Mundo, o desemprego, a propaganda para a legalização da droga, a burrice da juventude das Nações, a ideologia do “Respeito da Liberdade Individual” difundida no seio das Igrejas Judéo-Cristãs e dentro dos Estados-Nação, o obscurantismo considerado como um orgulho, os conflitos entre etnias, e nossa ultima realização : “as Restrições Orçamentais”; tudo isso nos permite de ver o desenrolar ancestral de nosso “Sonho”: a instauração de nossa “NOVA ORDEM MUNDIAL”.

Fim do Documento, fim de Junho de 1985. Serge Monast, jornalista-investigador.

Tradução: Gang da Ervilha